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HP decide transformar o webOS em uma plataforma open source

Depois de muita indecisão, a HP bateu o martelo em relação ao futuro do webOS: ele será oferecido à comunidade open source. A empresa ainda estará envolvida com a plataforma para ajudar os desenvolvedores e auxiliar na governança para o webOS.

Em um press release, Meg Whitman, CEO da HP, afirmou que o webOS é a única plataforma concebida do zero para dispositivos móveis, conectada à nuvem e escalável. “Ao tomar essa decisão, a HP permite que a criatividade da comunidade open source avance para uma nova gerações de apps e de dispositivos”, acrescentou.

A HP gastou US$ 1.2 bilhões para adquirir a Palm e os recursos do webOS em abril de 2010, mas o investimento não valeu a pena. Levou mais de um ano para a empresa esquematizar e construir o tablet HP TouchPad com webOS, que nunca foi considerado um sucesso. Pelo menos não até o seu preço ser drasticamente reduzido a US$ 99, quando a HP decidiu deixar o setor.

Com o sistema operacional se tornando open source, pode haver um estímulo no mercado para a fabricação de telefones e tablets com ele, já que não será necessária uma taxa de licenciamento. Isso é parecido com o Android, mas o desafio para o webOS é o ecossistema. O Android se tornou a plataforma mais usada em smartphones até o momento, e os desenvolvedores estão construindo apps para ele, assim como para dispositivos com iOS. Nesse sentido, o ecossistema do webOS não é tão forte quanto os dos seus concorrentes.

Com informações de GigaOm

Fonte: IMasters

Como Criar uma Fã Page no Facebook

O Facebook é uma rede social que vem crescendo a cada dia e já conta com a participação de mais de 30 milhões de Brasileiros, que o utilizam como uma forma de diversão, para aproximar as pessoas e também para divulgação de negócios, eventos, websites, imagem e etc.

Se você já o está utilizando ou ainda pensa em utilizá-lo para este fim, você pode aproveitar ainda mais o potencial do Facebook criando uma Fã Page, que servirá como um meio de manter as pessoas a par das novidades.

Confira a Página de Fã do Criar Sites no Facebook.

Como criar uma Fã Page

Para começar, logue-se em seu perfil no Facebook e em seguida acesse este endereço http://www.facebook.com/pages/create.php. Você verá uma página como mostra a imagem abaixo. Escolha a opção que melhor se encaixa com a ideia que você tem para sua Fã Page.

No caso do CriarSites.com eu escolhi a opção “Causa ou Comunidade“.

Preencha os dados e clique em “Começar“.

Feito isso, sua página de fãs já estará criada, mas ainda não estará totalmente acessível para o público. Você deve fazer as configurações básicas como adicionar uma foto, descrição e publicar algo no mural de recados.

Como trocar o endereço de sua Fã Page

Por padrão a URL de dua Fã Page vai conter alguns números, mas ele também permite alterar o final do endereço para algo mais sugestivo, como é o caso do https://www.facebook.com/criarsitessocial, no entanto esta opção somente está disponível depois que mais de 25 pessoas curtirem sua fã page.

Se este for o seu caso, clique no botão “Editar” que aparece no canto direito superior e clique no link que aparece no campo “Nome de usuário“.

Divulgue sua nova Fã Page

Depois de pronto, chegou a hora de começar a divulgar sua Fã Page. Se você tiver um site ou blog, poderá adicionar um Like Box, que é uma caixa que mostra uma foto das últimas pessoas que curtiram sua Fã Page.

Fonte: Celso Lemes/Criar Site

URL do WebService dinâmico

Hoje vamos falar sobre um código importante para quem usa URL dinâmica no WebService. Para quem trabalha com vários ambientes de software, essa solução pode valer muito a pena.

Usado:

Ferramenta de desenvolvimento: Visual Studio.NET (qualquer versão)

Linguagem: C#.NET

Framework 3.5 pra cima

Para quem tem os ambientes devidamente separados, é necessário utilizar alguns dados dinâmicos para evitar retrabalho no momento da compilação. Isto é, alterar só no arquivo de configuração de acordo com o ambiente de desenvolvimento, homologação e produção.

Imagine que exista um webservice dentro da ferramenta referenciada, na pasta Web References. A URL desse webservice aponta diretamente para o ambiente de desenvolvimento, porém, é necessário publicar a aplicação no ambiente de homologação.

O webservice já está no ambiente de homologação e a ideia não é referenciar uma nova URL dentro da ferramenta. (Figura 1)

É preciso que esse apontamento de URL seja dinâmico e esteja de acordo com o ambiente que o aplicativo for publicado, isto é, para homologação pegar a URL de “hom”, para “produção” e assim por diante.

Se não for colocado dinamicamente, para cada ambiente é necessário alterar a URL na ferramenta, compilar novamente e publicar no ambiente. Veja a URL (Figura 2). Esse ambiente é de desenvolvimento.

No terceiro campo (Web Reference URL) está o que é preciso mudar. A primeira coisa é declarar a variável no início do código. (Tabela 1)

private WSRetaguarda.Retaguarda wsRetaguarda; //variavel do webservice

Tabela 1

O próximo passo é gerar um método para verificar a variável e atribuir o valor. (Code 1)

private void InicialzarWebService()

{

if (wsRetaguarda == null)

{

wsRetaguarda = new WSRetaguarda.Retaguarda();

wsRetaguarda.Url = pathWebService;

}

else

wsRetaguarda.Url = pathWebService;

}

Esse code 1 verifica primeiramente se a variável é null. Se for, ele gera uma nova instância e atribui a variável URL passando o path do webservice dinâmico. Esse path dinâmico pode estar dentro do arquivo web.config.

Para quem usa a ferramenta Visual Studio .NET 2010, fica bem simples, porque o arquivo de configuração é dinâmico para cada ambiente. Veja o vídeo abaixo e se informe mais.

Vídeo:

link do vídeo

Depois de criar o método e colocar a variável pegando do web.config, basta chamar sempre este método (inicializarWebService()) antes de chamar qualquer outro método do webservice. Veja o exemplo Code 2.

private void carregarDados()

{

try

{

InicialzarWebService();

DataTable dtResultado = wsRetaguarda.buscaModeloHardware();

cmbScanner.DataSource = dtResultado;

cmbScanner.ValueMember = "mhaId";

cmbScanner.DisplayMember = "mhaNome";

if (dtResultado.Rows.Count > 0)

{

foreach (DataRow dtRow in dtResultado.Rows)

{

this._listaMhaUrlInstalacao.Add(Convert.ToInt32(dtRow["mhaId"]), Convert.ToString(dtRow["mhaUrlInstalacao"]));

}

}

}

catch (Exception ex)

{

throw ex;

}

}

É bem simples e fácil, pois agora não é preciso compilar os dados para atribuir a URL de acordo com o ambiente. Caso você use um new chamando o webservice, essa URL se perde, e volta a apontar para desenvolvimento. Isso porque é a primeira da ferramenta do Visual Studio.NET.

Fonte: Mauricio Junior/IMaster

Utilizando JSON em projetos iBOLT e uniPaaS

O padrão de notação JSON (“JavaScript Object Notation” http://en.wikipedia.org/wiki/JSON) tem sido bastante utilizado na troca de informações entre aplicações WEB atualmente, isto porque existem alguns ganhos como quantidade de bytes se comparado com XML (http://en.wikipedia.org/wiki/JSON#Comparison_with_other_formats) e o fato de não ser necessário a utilização de parse mais apurado como XML.

Como em nossa tecnologia (iBOLT e uniPaaS) existe a grande facilidade de trabalhar com XML, que tal convertermos JSON para XML? A idéia deste post é se utilizar de um componente JAVA já desenvolvido para o tratamento de JSON e incluir em nossa solução um componente reutilizável para iBOLT e invocar este código JAVA no uniPaaS.

As referências do nosso post são:

1) http://json.org: Descrição de toda notação JSON

2) http://json.org/java/: Código Java que iremos utilizar em nossa solução iBOLT e uniPaaS

3) http://download.oracle.com/javase/6/docs/technotes/tools/windows/javac.html: Como compilar o código extraído do item 2

4) http://download.oracle.com/javase/6/docs/technotes/tools/windows/jar.html: Como gerar o arquivo .jar para ser incluído na biblioteca do iBOLT e uniPaaS

5) http://devnet.magicsoftware.com/en/library?book=en/uniPaaS/&page=Java_Integration/Type_Signatures.htm: Como saber a assinatura de um objeto JAVA para ser utilizado em uniPaaS.

Preparando nossa biblioteca escrita em JAVA

Faça o download do código fonte que está no item 2 da nossa referência. Neste exemplo colocarei na pasta C:\POST, para seguir a estrutura do JAVA. Como o código foi desenvolvido dentro de um pacote org.json, coloque os arquivos dentro de uma estrutura de pasta org\json, então coloque todos os arquivos no caminho C:\POST\org\json. Veja como ficou nossa estrutura:

Para facilitar o nosso teste no iBOLT e uniPaaS, vamos criar um novo código JAVA, este código fará a conversão do objeto JSON em XML e vice-versa.

Crie um novo arquivo chamado Conversor.java e inclua o seguinte código:

Agora vamos compilar todos estes arquivos *.java, executando simplesmente o comando javac *.java, veja como foi o resultado:

Agora vamos juntar todos os *.class em um único pacote, basta ir para a pasta C:\POST e rodar o comando jar -cvf json.jar org\json\*.class, veja como foi o resultado:

Pronto na pasta C:\POST foi gerado o arquivo json.jar que vamos utilizar no iBOLT e uniPaaS.

Utilizando em iBOLT

Como o iBOLT tem a possibilidade de expandir a capacidade de sua lista de componentes, utilizando o item componente SDK (http://devnet.magicsoftware.com/en/library?book=en/iBOLT/&page=Component_SDK.htm) vamos incluir um novo componente que será capaz de converter um formato JSON para XML e ao contrário.

Pegue o arquivo json.jar gerado no item anterior e coloque na pasta <ibolt_home>\java\lib.

Acesse o menu Tools / Component SDK e clique em New. Coloque as seguintes informações na tela:

Repare que o tipo é Java, e para ficar mais interessante copiei a imagem de http://json.org/img/json160.gif para <ibolt_home>icons\jsonifc.gif.

Clique em Methods e digite org.json.Conversor no campo class name, ao teclar tab aparecerão os métodos. Selecione somente os métodos toXML e toJSON. Veja:

Após clicar em load abrirá uma tela para melhorar a forma de configurar o nosso componente, neste passo é interessante colocar nomes amigáveis em Display Name, neste sentido vamos fazer as seguintes alterações:

No método toJSON, no parâmetro P1 colocar o display name para XML e no parâmetro P_Return colocar o display name para JSON. Em ambos os parâmetros altere o campo Picture para 32000.

No método toXML, no parâmetro P1 colocar o display name para JSON e no parâmetro P_Return colocar o display name para XML. Em ambos os parâmetros altere o campo Picture para 32000.

Clique em OK.

Para gerar o nosso componente e ser possível sua utilização clique em Generate e depois OK e pode fechar a tela atual.

O componente definido nos passos anteriores fica gravado na pasta <ibolt_home>\User resources\Components onde cada pasta significa um componente definido na tela do Componente SDK.

Sempre que precisar utilizar nos projetos o componente colocado no componente SDK você deve acionar o menu Project / Component clicando no botão Add.

Agora já temos um novo componente na lista de componente do iBOLT. Veja:

Agora podemos configurar os métodos, veja:

Observações que devem ser sempre seguidas em ambiente desenvolvimento e produção que utilizarem o componente em questão:

1) O arquivo json.jar deve estar sempre no caminho <ibolt_home>\java\lib

2) O componente SDK deve estar sempre na pasta <ibolt_home>\User resources\Components

Utilizando em uniPaaS

Para o uniPaaS carregar o arquivo json.jar criado anteriormente teremos que acrescentar no magic.ini na seção [MAGIC_JAVA] na configuração CLASSPATH o local onde o uniPaaS poderá encontrar o arquivo json.jar. Neste sentido iremos disponibilizar o arquivo json.jar em uma pasta na própria instalação do uniPaaS no local C:\MSE\uniPaaS1.9h\json por exemplo, veja:

Precisamos alterar no magic.ini na seção [MAGIC_JAVA] na configuração CLASSPATH informando o arquivo json.jar. Veja:

Agora vamos fazer o programa que invoca o código JAVA, imaginando que tivéssemos uma tela desta forma:

A referência da variável JSON é igual a “A” e a referência da variável XML é igual “B”. Basta utilizar a função JCallStatic. Nesta função precisamos passar o nome da classe e método, assinatura e parâmetros. No nosso caso as informações são:

Nome da classe = org.json.Conversor.toXML

Assinatura = (Ljava/lang/String;)Ljava/lang/String; esta informação foi obtida utilizando a nossa referência do item 5.

O parâmetro = JSON que neste caso é a variável A.

Veja como fica nossa expressão:

A expressão acima está sendo utilizada em um update. Veja:

Executando e testando, veja que o objeto JSON é convertido em XML:

CONCLUSÃO

Com a implementação de uma nova funcionalidade em nossa ferramenta, colocamos em prática a possibilidade de interoperabilidade e aumento da capacidade em nossa ferramenta iBOLT e uniPaaS. Com isso, em um exemplo bem prático e simples colocamos a prova de como são simples e poderosas as nossas ferramentas.

Espero que este post tenha ajudado a enxergar no iBOLT e uniPaaS as ferramentas poderosas e versáteis que temos em nossas mãos.

Fonte: Jeronimo Costa/MagicSoftware

Como otimizar para o SEO um artigo escrito corretamente

Quer você o Blogger, WordPress, Tumblr ou outra plataforma para blogar, é muito importante que seus artigos sigam algumas das mais elementares regras da otimização para motores de busca, a fim de se posicionarem melhor quando o usuário realiza uma busca no Google, por exemplo. Para muitos blogueiros a otimização correta de um artigo é algo bastante básico, mas para muitos outros blogueiros é sem dúvida um processo um pouco mais complicado, especialmente aqueles que não têm noção concreta de quais as regras do SEO

Se você usa o WordPress (leia porque o WordPress é melhor que o Blogger) existem dois plugins que o podem ajudar imenso ao nível da otimização de artigos, nomeadamente o All in One SEO e o WordPress SEO. Qualquer um deles cumpre as suas funções corretamente, embora teoricamente o WordPress SEO seja um plugin mais completo e melhor para quem busca melhores resultados ao nível de SEO. Se por ventura já usa o All in One SEO e gostava de instalar o WordPress SEO, este último importa todas as suas configurações do primeiro, portanto, pode ficar tranquilo.

Quando você começa a escrever o seu artigo, os primeiros dois aspectos são extremamente importante. Tanto o título do artigo, como o endereço URL desse mesmo artigo têm um papel fundamental no nível de indexação desse artigo para as palavras-chave que você deseja. Se o seu objetivo é que seu artigo apareça no Google quando o usuário busca por Como melhorar rendimentos com a Netaffiliation, então você tem obrigatoriamente de incluir essas palavras-chave tanto no título como no endereço URL do seu artigo. É possível também rankear bem para esses termos sem ter as palavras-chave todas no título ou no endereço URL, mas é certamente mais difícil.

O primeiro passo no que diz respeito ao link building interno e externo dos seus artigos é definir corretamente o texto âncora que você quer linkar. Se você vai linkar para um blog sobre Freelancers, por exemplo, tente sempre colocar um texto âncora que tenha a palavra-chave Freelancer. Aí você esté ajudando outro blogueiro, que mais tarde ou mais cedo vai ajudar você também. Se você linkar para ele com um texto âncora do tipo “clique aqui”, o mais provável é que você nunca receba um link desse blogueiro de volta. O mesmo se aplica aos seus artigos internos. O texto âncora é fundamental não só para quem lê, como também para os motores de busca. Seja inteligente na seleção de seus textos âncora para ajudar no posicionamento dos seus artigos.

Fonte: Artigonal

O porquê de ter um bom website

Fonte: Saia do Lugar

A dica de hoje foi dada pelo leitor Lucas Aziz. Lucas possui mais de 5 anos em confecção de websites e tem sua própria empresa, a fazZ. Lucas pode ser contatado em lucaziz@gmail.com

Como profissional, garanto que o investimento em um bom site é muito pequeno em relação ao benefício.

Quantas vezes eu queria o telefone de algum lugar e não consegui encontrar? Ou então quis conhecer lugares novos e procurei informações na internet? Como vou “conhecer” certa empresa sem ter tido inicialmente nenhum contato?

PIMBA! Eis a principal função de um website, permitir que a sua empresa seja encontrada!

É simplesmente uma nova sede da empresa em um ambiente virtual que hoje em dia é muito bem frequentado.

Te garanto, o seu site tem que ser tão atrativo quanto a sua sede física, se não melhor. Através do website, as pessoas vão ter mais uma opção de chegar até vocês e aquilo se torna uma referência, um bom website enche os olhos de um cliente exigente.

Mas isso vai muito além, um projeto na web não é simplesmente fazer um site bonito e colocá-lo no ar, precisa de um acompanhamento, um estudo, e principalmente, manter sempre atualizado e atraente senão as pessoas irão entrar uma única vez e nunca mais o acessarão. Para isso é necessário um projeto dinâmico, onde o próprio cliente pode realizar as atualizações sem precisar de uma mão-de-obra especializada.