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Lançado primeiro beta do Groovy 2.0

Desenvolvedores do Groovy anunciaram o lançamento do primeiro beta do Groovy 2.0, a próxima geração da linguagem dinâmica que roda em máquinas virtuais Java. Anteriormente, os desenvolvedores estavam trabalhando na versão 1.9, mas com a inclusão de tantas novas ferramentas, eles decidiram ir direto para a nova versão.

O novo beta 2.0 apresenta pedaços melhorados de checagem de tipos estáticos. Percebeu-se que um grande número de usuários não usavam as capacidades dinâmicas do Groovy. Eles estavam, na verdade, usando-as como uma sintaxe melhor para Java. Para atendê-los, agora você pode dizer ao compilador Groovy para checar tipos estáticos em uma classe, ou método usando uma anotação @TypeCheceked. No blog de um dos desenvolvedores você pode ver mais exemplos a respeito do processo de checagem.

Outras ferramentas que estão sendo construídas para o 2.0, mas não são para essa versão beta, incluem suporte para compilação estática para as “chamadas dinâmicas” do JDK 7. Enquanto isso, a equipe Groovy lançou o Groovy 1.8.4, que aborda uma série de bugs que estavam causando problemas com Grails e com a automação Gradle.

Mais detalhes você pode ler aqui. Códigos fonte e binários para os dois estão disponíveis na página de download. E está licenciado sob a licença Apache 2.0.

Com informaçõe de The H

Fonte: IMasters

Google App Engine 1.5.3: Foco em persistência e melhorias no cache

Foi lançada ontém mais uma nova versão do SDK do Google AppEngine, a 1.5.3. O rimo de lançamentos vem se acelerando, com a perspectiva de novos release mensais. Desta vez as principais melhorias ficaram por conta do mecanismo de persistência. Veja o que mudou:

  • Foi removido o limite de tamanho dos arquivos binários inseridos no Blobstore. A partir desta versão, aplicações executando no App Engine poderão fazer upload/download de arquivos de qualquer tamanho.
  • Há novo acesso via programação ao índices criados no datastores e, consequentemente, ao status de cada um deles.
  • No SDK Java, agora é possível habilitar a interface de administração do Datastore dentro do console de administração da aplicação. Assim o desenvolvedor poderá utilizar funções como remover entidades de um determinado tipo ou copiar entidades para outra aplicação. (Aplicações em Python já tinham acesso a esta funcionalidade.)

Para a plataforma Python, as principais mudanças foram no Memcache e no gerenciamento de fontes. No Memcache, foi inserido o suporte a operações CAS (compare-and-swap), já disponível no ambiente Java. O CAS é utilizado para atualizar valores no Memcache somente se nenhuma outra requisição tiver atualizado o mesmo valor concorrentemente.

Mais detalhes sobre correções de bugs e outras pequenas mudanças podem ser verificados diretamente nas notas de lançamento de cada plataforma: Python e Java.

Fonte: InfoQ