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22

jan
2012

Sem Comentários

Em Blog
Cloud Computing

Por Allison

2012: Cloud já é realidade

Em 22, jan 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Cloud Computing | Por Allison

Fonte: Cezar Taurion/IMasters

O tema cloud computing já está se tornando realidade, embora ainda demande muita discussão e opiniões conflitantes. A cada dia vemos o ecossistema criado em torno da computação em nuvem se consolidar e mais e mais casos de sucesso são divulgados. E como todo janeiro, que tal falarmos das perspectivas de cloud para o ano que entra?

Não vou citar estatisticas e previsões porque nem sempre os analistas de indústria que fornecem estas estatísticas e estimativas concordam entre si nos numeros.

As três camadas de cloud – IaaS, PaaS e SaaS – podem ser vistas como uma hierarquia, onde na camada mais de baixo temos IaaS, acima dela temos a PaaS e no topo SaaS. As camadas superiores são construídas em cima das camadas de baixo. Os benefícios obtidos são diretamente relacionados com a camada. Ou seja, quanto mais alta a camada, maiores os benefícios potenciais.

IaaS pode ser considerado como a camada “comoditizada” pois oferece basicamente infraestrutura virtual, abstraindo os equipamentos físicos dos usuários e não oferece conteúdo.

O SaaS, por sua vez, possibilita um nível de abstração mais alto. O usuário só vê as funcionalidades do software, sem precisar saber qual tecnologia é utilizada e nem mesmo se preocupar com upgrades de versões.

O uso de PaaS, pelo menos durante 2012, deve ficar restrito às plataformas dos fornecedores de SaaS que as utilizam como extensão das funcionalidades de seus produtos. O exemplo mais emblemático é o force.com que permite criar aplicativos que expandem as funcionalidades do salesforce.

Posteriormente veremos PaaS se consolidando com tecnologias próprias, separadas dos fornecedores de SaaS. Isto vai acontecer com o amadurecimento no uso de cloud, quando as empresas que utilizarem as PaaS acopladas aos SaaS identificarão que estarão aprisionados nestas plataformas. Um aplicativo escrito para um PaaS acoplado a um SaaS só funciona com aquele SaaS específico.

Mas é indiscutível que ainda estamos aprendendo a explorar a potencialidade da computação em nuvem e vamos aprender muito mais nos próximos anos. Os primeiros projetos têm sido exploratórios, o que é natural.

O que veremos este ano? Nuvens recheadas de workloads típicos para serem terceirizados via SaaS e aplicações on-premise transferidas para nuvens IaaS. Estarão abrindo caminho para a plena adoção do modelo, e embora limitados em seus impactos.

Na verdade, os ciclos de mudança tecnológica levam alguns anos para amadurecer. Provavelmente em 2020, a computação em nuvem será lugar comum, mas isso só será possível se os primeiros passos forem dados agora em 2012. Cloud computing é realidade agora e já deveria estar no radar dos gestores de TI de todas as empresas.

Até a próxima!

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14

jan
2012

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Em Blog

Por Allison

Cloud Computing – Definição

Em 14, jan 2012 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A Cloud Computing ou Computação em Nuvem é a grande tendência da Informática e da Internet no momento. Computação em Nuvem é um conceito que se baseia na crença de que, no futuro, ninguém mais precisará instalar softwares em seu computador. Tudo será acessível como serviço da internet. Os softwares tornam-se serviços on-line acessíveis sob demanda levando assim a um novo paradigma da computação: Software como Serviço (‘Software-as-a-Service – SaaS’).

A tendência é, portanto, de usar computadores menos potentes ou outros dispositivos móveis como celulares, etc., desde que com acesso à Internet. Assim, o computador está se transformando em uma simples plataforma de acesso a aplicações, que estariam em uma grande nuvem – a Internet. O diretor executivo da Google Eric Schmidt afirma que o computador do futuro é a Internet.

Neste novo mundo da informática em nuvem, o usuário terá uma conta (nome de login e senha de acesso a um site) lhe possibilitando utilizar aplicativos em tempo real via internet. Assim, todos os dados e trabalhos realizados pelos usuários poderão ser armazenados na nuvem. O acesso podendo ser feito a partir de qualquer lugar do mundo. Os dados das caixas pretas das aeronaves, por exemplo, poderão ser armazenados em tempo real em discos virtuais ‘nas nuvens’. Isto acabaria com os problemas da perca ou danificação das caixas pretas, como foi o caso no acidente da Air France Rio-Paris.

O computador do futuro é, portanto, a Internet. Hoje, se tivermos um problema no nosso computador, corremos o risco de perder todo conteúdo. Porém, com a computação em nuvens, isto não acontece e nós não precisamos nos preocupar. Não importa se usamos o celular, o computador ou qualquer outro dispositivo móvel, tudo estará guardado na internet, na nuvem.

Em realidade, o conceito da computação em nuvem, que é baseado na transformação de softwares em serviços (SaaS), não é novo. Há uma analogia feita com a distribuição da energia elétrica. De fato, na época das gigantescas e famosas rodas de Burden (1851), utilizadas para geração de energia nos Estados Unidos usando a água dos rios, as casas e as indústrias eram responsáveis pela geração de sua própria energia o que limitava sua localização para ficar perto dos rios (fonte de energia), pois não havia, na época, tecnologia para transporte e distribuição dessa energia para longas distâncias. Meio século depois, e graças às invenções de Thomas Edson e à aparição das primeiras usinas de transporte e distribuição de energia (Edson General Electric etc.) as rodas de Burden deixaram de existir, e os donos de fábricas não precisavam mais se preocupar com a geração de energia já que esta se tornou um serviço fornecido por empresas especializadas. Assim, a Computação em Nuvem está sendo considerada hoje como a grande ferramenta de mudança, assim como a eletricidade foi para a revolução industrial.

Portanto, da mesma forma que estamos pagando para serviços como o do fornecimento da energia elétrica, da telefonia etc., pagaríamos normalmente para serviços de computação em nuvem. Basta ter cuidado com os aspectos da qualidade dos serviços oferecidos e com os problemas da segurança de dados.

Empresas como a Google e a Microsoft são as mais avançadas no desenvolvimento de tecnologias para computação em nuvem. O exemplo mais famoso da computação em nuvem é o serviço do e-mail (Gmail da Google, Hotmail da Microsoft, etc.). São serviços gratuitos, que não exigem de nós um software instalado em nosso computador e nem um disco para armazenar os e-mails. Basta termos acesso à Internet para lermos e enviarmos e-mails. Os serviços de e-commerce (Amazon.com, Mercado Livro etc.) são outro exemplo de computação em nuvem. A Google tem vários serviços de computação em nuvem como o Google Talk, Google Maps, Google Docs, DoubleClick e o iGoogle. A Microsoft também está fazendo um grande esforço neste ramo com o projeto arrojado Natal que fornece uma interface natural definindo um conceito revolucionário de jogos interativos. Recentemente, a empresa Adobe disponibilizou uma versão em nuvem de seu famoso software de tratamento de imagens Photoshop.

Assim, no mundo da Computação em Nuvem, pagaríamos apenas pelo uso do serviço e não seremos mais obrigados a comprar licenças de software que geralmente são muito caras para um uso que às vezes é instantâneo. É o advento, na área de Tecnologia da Informação –TI, do conceito de ‘Serviço sob demanda’ ou serviços na medida certa que está nos trazendo economia, conforto, e qualidade.

A Computação em Nuvem é mais uma evolução da tecnologia que deve ser utilizada a favor da humanidade. Ela é considerada hoje como a tecnologia ANYTIME (em qualquer hora), ANYWHERE (a qualquer lugar) e ANYTHING (qualquer serviço). Mas devemos nos preocupar que ela seja uma tecnologia ANYBODY (para todas as pessoas) e não apenas SOMEBODY (para algumas pessoas) promovendo de fato uma verdadeira inclusão social por meio da inclusão digital.

Assim, só por meio do investimento no conhecimento e pela definição de um ambiente favorável com a instalação de um Pólo de Software e de um Parque Tecnológico no Estado para que o Maranhão possa aspirar entrar neste mundo grandioso da TI e desenvolver tecnologias em Nuvem etc. Temos o potencial humano para enfrentar tal desafio desenvolvendo produtos e inovações que gerarão riquezas para todos os maranhenses.

Fonte: Dr. Sofiane Labidi/JornalPequeno

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24

dez
2011

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Em Blog
Cloud Computing

Por Allison

Cloud computing: seis questões que as PMEs devem avaliar

Em 24, dez 2011 | Sem Comentários | Em Blog, Cloud Computing | Por Allison

A movimentação do mercado indica que a computação na nuvem chegou para ficar e é um caminho sem volta. Ainda existem dúvidas sobre o que é computação em nuvem (Cloud computing) e a sua relação com a comercialização de software como serviço (SaaS). Normalmente as duas tecnologias estão associadas, já que uma complementa a outra.

Cloud é basicamente a utilização de recursos (servidores, programas, processamento etc) remotamente e, independente de se esse recurso estar em outra cidade ou país, desde que via Internet, você possa acioná-lo de onde quer que esteja sem a necessidade de investir em infraestrutura ou mesmo aquisição de sistemas.

Já SaaS é a forma comercial na qual os softwares (normalmente hospedados ou baixados da nuvem) deixam de ser licenciados no modelo tradicional e passam a ser considerados como prestação de serviços, de forma que o usuário paga efetivamente pelo que utiliza, sem investimentos antecipados, preocupações com versões e com a garantia da escalabilidade crescente ou decrescente.

Gradativamente, mais empresas irão adotar soluções envolvendo cloud computing. Segundo uma pesquisa recente da consultoria Frost & Sullivan, a tecnologia está na prioridade dos CIOs brasileiros: pelo menos 44% deles já têm um conhecimento mediano sobre o assunto e 66% das empresas de grande porte devem investir na computação na nuvem. Outra pesquisa, realizada pelo Gartner em nove países entre junho e julho deste ano, afirma que 95% das empresas consultadas vão manter ou elevar os investimentos na tecnologia de software como serviço e que 30% delas já migraram definitivamente seus aplicativos e sistemas para esta tecnologia. Segundo esse mesmo estudo, a utilização de SaaS pelas empresas é relativamente recente, 70% dos atuais usuários migraram para esse modelo nos últimos três anos, ou seja, embora a tecnologia exista há mais de dez anos, sua efetiva utilização pelo mercado demorou para começar, mas agora apresenta um crescimento exponencial.

Historicamente, o conceito de cloud computing ainda é muito novo e, principalmente, as pequenas e médias empresas (PMEs) ainda têm dúvidas sobre algumas questões. Acredito que elas devem avaliar seis pontos principais antes de optarem pela adoção da tecnologia:

  1. Segurança. Algumas pessoas acreditam que irão compartilhar informações confidenciais e deixá-las espalhadas pelo espaço, o que definitivamente não é verdade. É importante ressaltar que a estrutura de segurança existente nos servidores que hospedam os arquivos em cloud é normalmente muito superior aos modelos tradicionais, já que esses grandes datacenters online utilizam de tecnologia de ponta. Dessa forma, para o mercado PME, a segurança se torna uma grande vantagem ao aderir a tecnologias em cloud e no modelo SaaS, pois poderão contar com esta estrutura robusta – praticamente as mesmas usadas por instituições de grande porte – como se fosse o servidor da sua empresa. Por exemplo, as empresas que oferecem backup online garantem a segurança dos arquivos de várias formas, entre elas através de encriptação, ou seja, os dados são codificados na máquina do usuário e permanecem codificados (encriptados) no servidor na nuvem até que o próprio usuário, através de suas credenciais de acesso, opte por resgatá-los ao seu computador. Só então serão decodificados.
  2. Quem é o fornecedor? Da mesma forma que um serviço convencional, as organizações devem buscar empresas conceituadas e serviços com credibilidade no mercado. A mesma confiança que é dedicada, por exemplo, a comprar um software e instalar em suas máquinas, é necessária na contratação de um serviço em cloud. É preciso ter referência do fabricante e dos prestadores de serviço. Comece buscando um histórico da empresa, se oferece suporte técnico e quais as garantias oferecidas contra as possíveis adversidades. Além disso, é preciso entender exatamente quais são as finalidades da solução oferecida para ajustar as expectativas da organização.
  3. Link de Internet. Este com certeza é o ponto de maior sensibilidade na adoção do modelo cloud. Infelizmente, a infraestrutura no Brasil ainda tem muito a evoluir. Não adianta contratar um serviço “maravilhoso” na nuvem sem um link de internet adequado, pois dificilmente a expectativa será atendida, independentemente da qualidade do fornecedor do serviço. Este, aliás, é um dos maiores cuidados para evitar possíveis frustrações. Alguns prestadores de Internet oferecem garantia de apenas 10% do total contratado (que é o mínimo garantido pela legislação).
  4. Escalabilidade. Para as PMEs, ter uma solução com escalabilidade é extremamente racional. Com a computação em nuvem, a tecnologia já está disponível de forma ampla, sem necessidades de adaptações no futuro. À medida que a empresa cresce, não serão necessários novos investimentos na compra de licenças ou infraestrutura, apenas adequar a quantidade dos serviços já prestados. O mesmo ocorre se por algum motivo for necessário reduzir a quantidade, sem que existam problemas de qualquer espécie.
  5. Custos. A questão da escalabilidade leva imediatamente à discussão em relação às vantagens de custo para as PMEs ao investirem em cloud computing. Com soluções na nuvem, as empresas estão sempre adequadas ao seu momento. Isso evita, por exemplo, que havendo mudança da área de atuação ou redução do número de funcionários, que as licenças compradas no modelo tradicional sejam abandonadas. A empresa deve sempre ponderar quais os custos vai ter no modelo tradicional e na adoção de softwares na nuvem. No modelo tradicional, é preciso considerar investimentos em licenças, infraestrutura, servidores, nobreaks, entre outros. A opção de SaaS está ligada à possibilidade de transformar gastos antecipados em despesas mensais adequadas ao volume de utilização, facilitando o fluxo de caixa e a adequação do investimento de informática à realidade da empresa.
  6. O que levar para a nuvem? É importante ressaltar que qualquer serviço em cloud depende da internet. Uma rede de supermercado, por exemplo, necessita que as informações sejam armazenadas internamente, mesmo que a empresa seja pequena. Os terminais dos caixas precisam acessar informações e trocar dados de forma constante, sem dependência externa. Em um caso como esse, é desaconselhável trabalhar 100% na nuvem. Já o e-mail, o backup e o antivírus na nuvem são soluções totalmente aconselháveis e já consolidadas pelo mercado.

Existe uma previsão de que 50% dos e-mails no mundo estarão hospedados na nuvem dentro dos próximos três anos, porém para as PMEs essa adoção será ainda mais rápida. É um desafio muito grande manter um servidor de e-mail, dependendo do porte, pois requer uma manutenção considerável. Esse é um bom exemplo para entender onde está a redução de custos. Basta contabilizar o custo de um servidor de e-mail, mais os respectivos softwares e comparar com o custo de manter um serviço baseado em web. Além disso, as empresas podem contratar serviços adicionais como filtragem Anti-Spam e antivírus também na nuvem.

Fonte: Marcos Chiavone/IMasters

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30

set
2011

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Por Allison

MongoDB 2.0 ganha novo serviço de monitoração em nuvem

Em 30, set 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Foi anunciado o MongoDB Monitoring Service (MMS), um novo serviço de monitoração no modelo SaaS (Software as a Service) para instâncias do MongoDB, o banco noSQL orientado a documentos, da 10Gen. A proposta do serviço é exigir o mínimo de configuração por parte dos usuários, e ainda assim disponibilizar uma monitoração de desempenho abrangente, incluindo detalhes sobre a utilização de recursos, disponibilidade, e tempos de resposta de instâncias do MongoDB.

O serviço é composto de uma interface web que se conecta aos agentes das instâncias do MongoDB. Diferentemente de ferramentas de monitoração genérica, o MMS consegue extrair dados mais precisos e informações específicas do MongoDB. O serviço MMS é gratuito e já está disponível para todos os usuários da ferramenta.

Lembrando que o novo release 2.0 MongoDB foi lançado há poucas semanas, com as seguintes melhorias e implementações:

  1. Melhoria no processo de concorrência: Em certas operações (atualização por id, remoções e longas iterações de cursores), o servidor irá evitar a escrita de locks, quando os dados não estiverem em memória e for necessário o acesso a disco rígido.
  2. Melhoria no tamanho e na performance dos índices: houve ganho de aproximadamente 25%, tanto em diminuição do tamanho quanto aumento de desempenho, na criação e execução de índices. (Se houver índices criados em versões anteriores do MongoDB, será necessário a reconstrução dos índices para que se beneficiem destas melhorias.).
  3. Journaling: Para plataformas de 64bits, o sistema de journaling será habilitado por padrão, e será comprimido para permitir commits mais rápidos no disco. Agora o intervalo entre commits (100 ms por padrão) pode ser redefinido através de parâmetros de configuração.

Todas as novas implementações do MongoDB podem ser vistas nos release notes.

Fonte: Rafael Nunes/InfoQ

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04

ago
2011

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Por Allison

Interon tem plataforma SaaS para aplicações

Em 04, ago 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Servoy promete aliar velocidade e robustez na entrega de aplicações na nuvem

A Interon, empresa brasileira dedicada à evolução de aplicações de negócios, traz ao Brasil o Servoy, plataforma de desenvolvimento e implantação de aplicações em Cloud Computing, não só na modalidade SaaS, como também em PaaS e IaaS. A plataforma atende tanto ISVs (fornecedores independentes de software) como organizações.

Segundo a empresa, o Servoy é a plataforma ideal para evoluir aplicações Visual FoxPro. Ele oferece multi-plataforma para desenvolvimento (Windows, Mac e Linux), runtime (tempo de execução), cenários de cloud computing e multi-navegadores (Internet Explorer, Firefox, Google Chrome, Safari, Opera) com desenvolvimento web móvel. Também permite desenvolver códigos tanto para desktop quanto para web, a partir de uma única base de código.

A plataforma acompanha as tendências do mercado de software, que aposta fortemente na adoção do Cloud Computing. O modelo SaaS permite que as aplicações desenvolvidas sejam executadas em um servidor, e o cliente as acessa pela internet. Desta maneira, não há a necessidade de instalar o sistema no computador do cliente.

Por estar no modelo SaaS, o Servoy traz vantagens como redução do investimento inicial, implementação mais rápida de aplicações e interface simples e intuitiva, que permite que todos os aspectos básicos da solução possam ser conhecidos em apenas uma semana, de acordo com a Interon.

Com o Servoy, todos os dados da solução são armazenados em um banco de dados SQL (o Servoy já vem com o banco de dados Sybase, mas pode-se usar o banco de dados que preferir), ou seja, não estão em formato físico no disco. O Servoy apenas controla a interface para os dados, portanto se a aplicação ficar fora do ar, os dados não ficarão corrompidos.

Outro benefício é a baixa latência na rede. O Servoy Client se comunica com o Servoy Server via Java SSL criptografado e compactado. Ele utiliza a técnica lazy load, em que apenas os dados dos formulários que estão sendo utilizados são enviados pela rede, reduzindo assim o consumo desta.

Com o recurso de internacionalização, é possível desenvolver uma solução em idioma nativo. Usando o i18n, é possível adicionar a referência ao idioma que a aplicação irá disponibilizar. Assim, o Servoy carrega automaticamente o idioma correto, baseado na configuração selecionada pelo usuário.

Ele também permite estilização, o que torna simples definir padrões como fonte, cor, alinhamento, configuração de bordas, do que adicioná-los manualmente para cada elemento do formulário.

O Servoy também oferece ambiente flexível. Oferece suporte completo para o JavaBean, Java applets e plugins, permitindo integrar, personalizar e estender funcionalidades para a aplicação Servoy, da maneira como for necessário.

O Servoy é composto pelas seguintes funcionalidades:

IDE de Desenvolvimento – conjunto de ferramentas necessárias para desenvolvimento de soluções de diversos níveis de complexidade;

Servoy Server – responsável por manter conexões com as bases de dados, sincronismo automático entre Cliente-Servidor, controlar transações, adicionar e configurar plugins, controle de versões de aplicações, execução de processos Batch, etc;

Servoy SmartClient – executa uma aplicação desenvolvida no Servoy em formato desktop. É uma aplicação 100% Java que mantém uma conexão dinâmica com o servidor de aplicação;

Servoy Runtime – cria versões de Stand-Alone de aplicações desenvolvidas no Servoy, sendo possível executar toda estrutura da aplicação e base de dados em uma máquina local;

Servoy WebClient – a mesma solução desenvolvida para SmartClient pode ser executada como WebClient sem implementação ou configuração adicional;

Sybase Anywhere – o banco de dados Sybase está incluso no pacote de instalação do Servoy, ficando a critério da empresa escolher se deseja trabalhar com ele ou com outro banco de dados.

Fonte: Metaanalise

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