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17

maio
2012

Sem Comentários

Em Blog
Dados

Por Allison

PostgreSQL 9.2 beta melhora escalabilidade e adiciona JSON

Em 17, maio 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Dados | Por Allison

Fonte: IMasters

Com informações de The H

O beta da versão 9.2 do PostgreSQL foi liberado. A promessa é de que a nova versão traga melhorias em desempenho que habilitem melhor escalabilidade horizontal e vertical. Além disso, uma nova otimização – varredura apenas de índex permite que pesquisas evitem a leitura de tabelas subjacentes e apenas busque pelos índices. A nova funcionalidade acontece automaticamente, mas há vários problemas para sua efetividade.

De acordo com os desenvolvedores, melhorias em lidar com cargas de trabalho somente de leitura permitiram que o banco de dados escalasse usando 64 cores e atuasse em 300 mil consultas por segundo. Também houve mudanças para reduzir o consumo de energia do CPU e melhorias em escalabilidade horizontal incluem suporte para replicação em cascata, considerando cadeias de servidores de replicação e reduzindo requerimentos de transferência de dados entre data centers.

Novas funcionalidades foram adicionadas, incluindo suporte para JSON data type, levando em conta bancos de dados relacionais híbridos que podem armazenar documentos em JSON, e JSON functions, que pode converter array e dados de fila em JSON.

O uso do beta não é recomendado em ambientes de produção e em sistemas de missão crítica. Aqueles dispostos a testá-lo são encorajados a fornecer feedback e a reportar bugs. De acordo com o cronograma do projeto, a versão final do PostgreSQL 9.2 será lançada no terceiro trimestre deste ano.

Mais informações sobre o beta podem ser encontradas nas notas de lançamento de na documentação atualizada. Ele está disponível para download para Windows, Mac OS X, Linux, FreeBSD e Solaris.

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08

fev
2012

Sem Comentários

Em Blog
Cloud Computing
Dados

Por Allison

PostgreSQL e Neo4J vão para a nuvem

Em 08, fev 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Cloud Computing, Dados | Por Allison

Fonte: Postado por Abel Avram , traduzido por Adalberto Zanata/InfoQ

O banco relacional PostgreSQL e o banco NoSQL baseado em grafos Neo4J,estão entre os mais recentes repositórios de dados a trilharem o caminho rumo à nuvem. Já é possível executar instâncias com Postgres no AWS e acessar o Neo4J a partir do Heroku.

PostgreSQL

A EnterpriseDB, fornecedora de serviços baseados em PostgreSQL, anunciou a disponibilização do Postgres Plus Cloud Database (PPCDB) na forma de um DaaS (Banco de Dados como Serviço). O serviço oferece o PostgreSQL 9.1 e o Postgres Plus Advanced Server 9.0, na Amazon AWS, em instâncias virtuais previamente configuradas, conhecidas como AMIs.

O OpenStack, projeto de computação em nuvem baseado em IaaS (Infraestrutura como Serviço) e idealizado pela Rackspace em parceria com a NASA, terá suporte ao PostgreSQL na nuvem e será usado pelo CloudBees e o Cloud Services da HP. Outro fornecedor interessado no serviço é a Engine Yard, um provedor de PaaS (Plataforma como Serviço) focado em deployment e gerenciamento de sistemas Ruby on Rails e PHP.

O Postgres Plus Cloud Database disponibiliza uma interface web para instalar e gerenciar instâncias isoladas ou clusters de bancos de dados Postgres na nuvem, além de oferecer autodimensionamento, balanceamento de carga para leitura e gravação, replicação binária, fail-over, autoprovisionamento, armazenamento elástico, clonagem de banco de dados e backups automatizados.

O Postgres Plus Advanced Server tem compatibilidade com a Oracle, permitindo aos desenvolvedores executarem a maior parte das instruções SQL do Oracle em um banco de dados Postgres.

O custo de uma instância do PPCDB na Amazon é semelhante à de uma instância do MySQL.

Neo4J

O banco de dados NoSQL Neo4J também está indo para a nuvem. Além de melhorias como o mecanismo de consultas Cypher, um painel de administração para web, aperfeiçoamentos no kernel e uma atualização do Lucene, o Neo4J 1.6 agora pode ser acessado a partir do Heroku, através de um add-on (em beta) que oferece uma interface RESTful.

Há vários clientes REST para Neo4J que permitem utilizá-lo a partir de diferentes linguagens, incluindo.NET, Python, PHP, Ruby e Java. Os add-ons do Heroku permitem estender as funcionalidades básicas e se conectar a serviços externos. Esta última é a forma que Neo4J é acessado do Heroku.

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31

jan
2012

Sem Comentários

Em Blog
Cloud Computing
SQL

Por Allison

Banco de dados na nuvem do PostgreSQL é anunciado

Em 31, jan 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Cloud Computing, SQL | Por Allison

Com informações de The H

Fonte: IMasters

A EnterpriseDB, especialista em PostgreSQL, anunciou a disponibilidade do Postgres Plus Cloud Database no Amazon Web Services (AWS). Agora, usuários podem executar o PostgreSQL ou o PostgreSQL baseado no Postgres Plus Advanced Server com o serviço em nuvem database-as-a-service (DBaaS) sem a necessidade de realizar uma maior instalação ou configuração.

O produto irá rodar no Cloud Compute da HP, que usa a plataforma e a API OpenStack Nova, assim como o Amazon EC2.

A administração será realizada via interface web, e a EnterpriseDB promete alta disponibilidade, autoprovisionamento, backups automáticos e equilíbrio no carregamento automático.

Segundo a EnterpriseDB, as cobranças pelo uso do serviço serão as mesmas feitas pelo baseado em MySQL da Amazon – Relational Database Service (Amazon RDS).

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25

nov
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Heroku lança serviço de provisionamento exclusivo para PostgreSQL

Em 25, nov 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A Heroku mudou a estratégia do seu serviço Heroku Postgres. A partir de agora o serviço provê uma infraestrutura para armazenamento de bases de dados PostgreSQL, independente da solução PaaS (Platform as a Service) utilizada. O Heroku Postgres é uma plataforma disponibilizada com o conceito SQL Database-as-a-Service; a proposta é que os desenvolvedores implementem suas aplicações com o PostgreSQL sem se preocupar com questões como disponibilidade e desempenho, uma vez que estas serão resolvidas pela própria infraestrutura do Heroku.

O Heroku Postgres foi disponibilizado em 2007, mas até agora era oferecido somente como um serviço agregado à plataforma de nuvem da Heroku. O serviço estava disponível apenas para os clientes que desenvolviam e implantavam suas soluções web utilizando o PaaS da empresa. Com a nova estratégia, desenvolvedores têm a opção de utilizar o serviço em conjunto com a plataforma de cloud computing da Heroku ou não. Isso possibilita o desenvolvimento utilizando outra solução PaaS, um ambiente de cloud diferente, ou até utilizando um máquina local.

Segundo a equipe da Heroku, as principais vantagens em utilizar o serviço são a disponibilidade e a capacidade de processamento, além da segurança dos dados:

O Heroku Postgres tem suportado com sucesso 19 bilhões de transações clientes diariamente. A segurança e a durabilidade dos dados são a prioridade número um do serviço. Um conjunto de tecnologias chamado Continuous Protection foi desenvolvido para evitar qualquer tipo de perda de dados, mesmo em caso de falhas catastróficas.

Atualmente são oferecidas seis opções de planos para contratação do serviço. Os preços variam de acordo com o tamanho do cache escolhido, começando em 200 dólares por mês e chegando a US$ 6.400 mensais. Todos os planos incluem backup dos dados, monitoramento 24×7, 2 terabytes de espaço em disco, entre outras funcionalidades.

O Heroku Postgres também fornece uma API para que os clientes utilizem o serviço através da linha de comando ou via website. Para os interessados em mais detalhes, foi disponibilizado material com um guia introdutório, documentação detalhada, tutoriais e artigos sobre o serviço.

Fonte: Eder Magalhães/InfoQ

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17

nov
2011

8 Comentários

Em Blog

Por Allison

Fedora Linux 16 em detalhes: foco em cloud computing

Em 17, nov 2011 | 8 Comentários | Em Blog | Por Allison

A comunidade Fedora lançou a versão 16 da popular distribuição do Linux. Entre as principais novidades, estão o suporte ao Kernel 3.1, Gnome 3.2 e KDE Plasma 4.7, além de várias melhorias em relação ambientes de nuvem e virtualização.

Embora seja tradicionalmente voltada para desenvolvedores de projetos open source, oferecendo as últimas atualizações (potencialmente instáveis) destes projetos, a distribuição Fedora vem também sendo reconhecida como uma boa distribuição para usuários domésticos e corporativos. A nova versão foi dedicada pela comunidade a Dennis Ritche, um dos criadores da Linguagem C e do Unix.

Recursos para nuvem

Vários recursos de cloud computing estão embutidos no novo Fedora, com destaque para:

  • Aeolus Conductor – Interface web para gerenciamento de ambientes de nuvem de vários fornecedores, públicos e privados, por exemplo Amazon EC2, Rackspace, VMWare VSphere e Eucalyptus.
  • OpenStack e Condor Cloud – Duas opções que fornecem infraestrutura completa para criação nuvens privativas.
  • HekaFS – Antigo GlusterFS, é um sistema de arquivos de cluster com recursos de multitenancy para nuvem e criptografia OpenSSL.
  • pacemaker-cloud – Extensão do pacemaker (para do Red Hat Cluster Suite) para gerenciar disponibilidade e fail-over de aplicações e recursos em nuvem.
  • Matahari – Coleção de APIs e agentes para monitoramento e gerenciamento de sistemas.

Virtualização e mudanças para o administrador de sistemas

O Fedora é a base para o desenvolvimento do RHEL (Red Hat Enterprise Linux) e suas distribuição derivadas, como o CentOS. Assim o administrador de sistemas corporativo (também conhecido como sysadmin) tem no Fedora uma prévia do que virá em versões futuras destas distribuições; por exemplo:

  • Capacidade de inspecionar o conteúdo de arquivos em imagens de VM (read-only), e o conteúdo do Windows Registry armazenado nestas imagens.
  • Suporte a Dom0 do Xen (parte do kernel 3.1), de modo que não é mais necessário usar um kernel modificado com o Xen Server da Cytrix, Oracle VM e outros produtos baseados no Xen. O Dom0 é o domínio que realiza todas as operações de entrada e saída, para os demais domínios (VMs); ou seja, é ele quem fornece os drivers para o hypervisor.
  • Mudanças no processo boot, que agora usa Grub2, permite particionamento utilizando GPT em lugar do antigo MBR do MS-DOS (fim dos limites de tamanho das partições!) e suporta o Trusted Boot da Intel, quando disponível no hardware. O antigo subsistema HAL para detecção de novo hardware foi descontinuado, sendo substituído pelo udev e serviços relacionados.
  • Chrony, novo servidor NTP mais tolerante a relógios imprecisos de PCs e sistemas que passam longo tempo desconectados da internet, como notebooks e VMs que ficam suspensas frequentemente.
  • Ike (Shrew Soft VPN Client), novo cliente VPN que facilita o uso do IPsec.

Também há suporte ao compartilhamento de dispositivos USB 2.0 do host com máquinas virtuais KVM. Isso, somado ao suporte a SPICE, torna o Fedora Linux uma plataforma melhorada para virtualização de desktop. Um dispositivo USB também pode ser compartilhado com outras máquinas em rede.

Novidades para o desenvolvedor

O Fedora Linux traz recursos importantes para o desenvolvedor corporativo. É a distribuição do Linux com suporte mais abrangente ao Eclipse e outros recursos para desenvolvimento Java, PHP, Python e Ruby.

Entre as novidades do Fedora 16 para desenvolvedores, podemos destacar:

  • BE (Bugs Everywhere) – Um bug tracker integrado a sistemas de controle de versões distribuídos, para simplificar a gerência e o rastreamento de mudanças.
  • btparser – Ferramenta para análise de backtraces do gdb.
  • D2 – Nova linguagem que tenta reunir as vantagens de Java e C++.
  • WSO2 – Framework de Web Services SOA e WS-* para C++.

O OpenJDK 7 também é oferecido, mas apenas como Technology Preview. O Eclipse, o Tomcat e outras aplicações Java continuam sendo compiladas com o Open JDK 6. O motivo é a falta de um TCK (kit oficial de testes de compatibilidade/aderência) para o Java 7, de modo que empresas que usam o Fedora em produção podem preferir usar os downloads (proprietários) da Oracle. (Também foram descobertas diversas pequenas incompatibilidades entre bibliotecas Java populares e o Java 7, que não puderam ser resolvidas a tempo para o lançamento do Fedora 16.)

Novidades para usuários finais

Para usuários finais, a grande novidade é a inclusão do Gnome 3.2, que continua despertando reações ame-ou-odeie pela sua nova interface com desktop limpo e suporte a tablets. Um destaque é o gerenciamento integrado de contas de serviços internet (Google, Facebook, Jabber etc.) e de serviços de armazenamento em nuvem.

Entre as novas aplicações inclusas no Fedora 16, podemos citar:

  • Routino – Navegação via OpenStreetMaps.
  • WriteType – Ajuda crianças a escrever corretamente, com predição de palavras, autocorreção e suporte a voz para leitura.
  • Ease – Software de apresentações baseado no Cutter, integrado ao Gnome 3 e com interface otimizada para tablets.

Obtendo e instalando o Fedora 16

É possível baixar imagens ISO para mídias live em CD ou pendrive, ou então baixar um DVD (.iso) contendo os principais pacotes para servidores e desenvolvimento. É possível também usar uma mídia para instalação a partir da internet. Além disso, já estão disponíveis imagens prontas para nuvens Amazon.

Quem já tem o Fedora 15 ou versões anteriores, pode fazer uma atualização diretamente pelo gerenciador de atualizações gráfico da distribuição, ou pela ferramenta preupgrade.

É importante lembrar que o Fedora não inclui softwares proprietários, como alguns drivers para placas Wi-Fi e vídeo NVidia, ou codecs para MP3. Mas estes são facilmente instalados usando o EasyLife (que em breve estará atualizado para o Fedora 16), ou então o repositório RPM Fusion (já atualizado). Usuários habituados ao Debian e Ubuntu podem consultar este Guia de Transição do Ubuntu para Fedora.

Fonte: Fernando Lozano/InfoQ

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29

ago
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Ferramenta de Gerenciamento para PostgreSQL

Em 29, ago 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

O novo Postgres Enterprise Manager da especialista em bancos de dados PostgreSQL EnterpriseDB, tem como objetivo simplificar o gerenciamento de implementações de banco de dados. Esta ferramenta pode gerenciar tanto o open source PostgreSQL e o comercial da EnterpriseDB, Postgres Plus Advanced Server.

Além das funções voltadas para o monitoramento de desempenho de de banco de dados, ele também inclui um gerenciador de capacidade, o que gera relatórios sobre a utilização, um profiler do SQL, que identifica e corrige código SQL, e uma função de alarme. O software está disponível como parte de uma assinatura do próprio banco de dados PostgreSQL ou como uma assinatura standalone.

Informaões extras sobre Postgres Enterprise Manager podem ser encontradas em uma postagem publicada no blog EnterpriseDB e através de um comunicado oficial. Os release notes, um guia de instalação e os links para download, estão disponíveis na página Download Postgres Enterprise Manager.

Fonte: Under-Linux

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