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Cinco motivos para você escolher o WordPress

Fonte: Criarsites

Este é um guest post escrito por André Luis que escreve no blog PC Web.

Todas as pessoas quando vão criar o seu primeiro blog ficam com aquela dúvida: Qual plataforma eu vou escolher para o meu blog? Essa escolha de plataforma tem que ser bastante pensada, pois se no futuro você quiser fazer uma migração para uma outra plataforma, será um pouco trabalhoso, e dependendo do caso, você perderá algumas informações importantes, como os uploads de imagem, alguns comentários, tags e várias outras coisas que se perdem em uma migração de uma plataforma para outra, por exemplo, do Joomla para WordPress.

Pois bem, como a maioria do pessoal aqui já perceberam, eu sou um fanático pela plataforma WordPress, eu aconselho ela a todos os blogueiros por causa de alguns fatores que a tornam simples de se usar. É ele que eu utilizo em meu blog PC Web e no meu recente blog de imagens o Imagens Top e também é utilizado aqui no Criar Sites. Veja agora cinco fatores que ajudarão você a escolher a plataforma WordPress para o seu blog.

É um script Open Source (Código Aberto)

Olha que maravilha, você ter um script de blog em código aberto, isso fará com que você seja “praticamente” o dono desse script, pois você tem a total liberdade para editar ele completamente e adequá-lo ao seu gosto. Você tem a liberdade de executar o programa, para qualquer finalidade. Você tem acesso ao código-fonte, a liberdade de estudar como o programa funciona e a liberdade de alterá-lo para ele fazer o que você desejar. Você tem a liberdade de redistribuir cópias do programa original para ajudar ao seu próximo.

Você tem a liberdade de distribuir cópias de suas versões modificadas para os outros. Ao fazer isso você pode dar a comunidade toda a oportunidade de se beneficiar de suas alterações. Você não gostou de alguma coisa que veio como padrão? Então que tal editar? Você tem liberdade com o WordPress, edite-o, modifique-o, adapte-o ao seu gosto! Nada o impede de fazer mudanças nele! Nada!

Não se impressione em saber que alguns portais gigantescos espalhados pela internet foram criados utilizando o WordPress.

Possui um grande número de temas grátis

Sem dúvidas o WordPress é uma das plataformas que possui o maior número de temas grátis, devido ao seu alto grau de facilidade na edição do código fonte, tornando assim a edição do layout do blog muito mais simples de se fazer. Para você que não sabe o que é um tema, nada mais é do que a “aparência do blog”.

O WordPress possui em seu painel de controle uma busca por temas, ao qual você informará apenas o “tipo de tema” que você quer e automaticamente ele mostra os milhares de resultados de temas sobre esse tipo escolhido, e o melhor de tudo, você não precisará nem ao menos baixar, por que os temas escolhidos no painel de controle do WordPress serão automaticamente instalados em seu blog, em apenas alguns cliques.

E o que mais impressiona, é que a comunidade WordPress é constituída de pessoas legais, ao qual sempre postam ou vendem a preços muito baixos os mais variados temas. E olha que só aparece temas bonitos. A equipe que desenvolveu o WordPress pensou exatamente em todas as pessoas, pois até mesmo aqueles que estão começando agora na área de blogs, conseguem com facilidade modificar todo o código fonte do script.

Possui um grande número de plugins

Da mesma forma que os temas, no painel do WordPress possui uma busca por plugin grátis. Para você que não sabe o que é um plugin, de uma forma resumida, são alterações ou complementos que surgem de uma necessidade por parte do criador em seu blog. Existem vários tipos de plugin (que são modificações) criados e disponibilizados no próprio servidor do WordPress (o que eu falei sobre ser fácil de editar?). E os mesmos podem ser instalados em apenas alguns cliques, utilizando o próprio painel do WordPress. Da mesma forma que os temas, você não precisará baixar absolutamente nada, uma vez que o sistema é todo automático.

Possui um dos mais fáceis painel de Administração

Sem dúvidas o painel de Administração do WordPress é o mais fácil de utilizar e fazer alterações, uma vez que o mesmo deixa tudo muito claro sobre todas as configurações disponíveis no painel. E se algo der errado? Não se preocupe que você fará apenas a configuração reversa a que você fez que tudo voltará ao normal. Depois de ter visto os painéis de Administração dos mais famosos sistemas de blogs, o do WordPress (na minhã opinião) foi o mais fácil de ser configurado. Qualquer pessoa que nunca instalou um blog na vida, conseguirá facilmente instalar e configurar o WordPress tranquilamente. Basta apenas saber ler 🙂

Controle de usuários

Nunca vi em toda minha vida um painel de controle de usuários cadastrados mais simples e eficaz. Pois o mesmo possui apenas as informações necessárias que devemos saber sobre os nossos usuários cadastrados. Apenas 5 ou 6 informações sobre cada usuário já é o suficiente para termos uma noção sobre quem possa ser cada um deles. Nada de endereço, cep, nome completo, CPF e demais informações, pois ninguém quer estar informando em vários sites os seus dados pessoais.

Existe várias outras funcionalidade que fazem do WordPress uma das melhores plataformas do mundo para blogs. Mas creio que essas informações já ajudarão todos aqueles que estão indecisos sobre qual plataforma escolher para seu blog. Posso dar uma dica? Escolha o WordPress, você não irá se arrepender.

Versão 5.5.23 do MariaDB é liberada e traz melhorias de desempenho

Fonte: IMasters

Com informações de The H

A versão 5.5.12 do MariaDB, um substituto drop-in para o MySQL, foi publicada pelos desenvolvedores no Monty Program. O primeiro release estável para o banco de dados open source inclui melhorias de desempenho e a adição de novas funcionalidades em relação ao MySQL 5.5.23, no qual foi baseado.

De acordo com os desenvolvedores, a funcionalidade thread pool agora está significativamente mais eficiente, tornando-se comparável à mesma funcionalidade de fonte fechada no MySQL Enterprise. Outras mudanças incluem uma opção @@skip_replication e atualizações para o mysql_real_connect(), assim como a adição de um novo argumento INSTALL SONAME e otimizações em LIMIT ROWS EXAMINED.

Os desenvolvedores ressaltaram que, como o MariaDB 5.5.23 inclui o MariaDB 5.3.6, a atualização corrige um problema sério de segurança que poderia permitir que um usuário se conectasse com uma senha inválida em certas circunstâncias. Usuários com versões mais antigas são alertados para realizarem a atualização o mais rápido possível.

Mais detalhes sobre a nova versão, incluindo uma lista completa de mudanças, podem ser encontrados neste link, nas notas de lançamento e no change log. O MariaDB 5.5.23 está disponível para download para sistemas de 32 e de 64 bits.

7 razões para usar o WordPress

Fonte: CriarSites

Este é um guest post escrito por Guilherme Cherman Perdigão que bloga no Como Fazer – Um manual de como fazer tudo.

Para você que quer começar o seu blog, existem diversas maneiras de fazê-lo. A plataforma de blogging mais popular é o WordPress, utilizada por mais de 72 milhões de blogs ao redor do mundo. Ela também é a que eu sempre utilizei em meus sites, inclusive o mais novo deles, o Como Fazer. Neste artigo, darei 7 razões para você usar o WordPress para o seu blog ou website.

1. É muito fácil de instalar e usar.

Você pode começar o seu blog entrando no WordPress.com e preenchendo um pequeno formulário – em menos de 5 minutos o seu blog estará no ar. Quando ele estiver pronto, você terá um nome de usuário e uma senha para acessar o painel de controle do seu blog. Nele, é só clicar em “adicionar post” que aparece um editor de texto completo para você escrever e publicar seus artigos.

2. Existe uma versão em português.

Na verdade, há duas versões em português, o brasileiro e o de Portugal. Dessa forma, você não precisará gastar seu tempo e seus neurônios traduzindo o que você vê no painel de controle do WordPress.

3. É grátis.

O WordPress custa R$0,00, não vem com nenhum contrato ou obrigação, nadica de nada. Melhor do que isso impossível, não acha?

4. Todo blogueiro usa.

Reiterando o que disse na introdução, se você der uma olhada na blogosfera brasileira, parece que 99% dos nosso blogueiros usam o WordPress. Se funciona para os melhores, por que não usar você também para o seu?

5. Existem milhares de temas grátis na internet.

É só entrar no Google e procurar por “wordpress themes” e milhões vão aparecer. Eu pessoalmente costumo usar o Thesis Theme, que é pago, mas um grátis pode ser suficiente para você. Assim você pode facilmente customizar o design do seu blog para deixá-lo do jeito que você quiser.

6. Muitos plugins.

Pelo próprio WordPress você pode baixar dezenas de plugins que irão te ajudar com a otimização do seu site para o Google (SEO), integração com redes sociais como o Facebook e o Twitter, comentários especializados, o que você quiser. Tudo sem tirar a mão do bolso.

7. O código é aberto.

O WordPress é open-source. Isto quer dizer que você pode fazer qualquer mudança código e tem total controle sobre seu conteúdo. Muitos de nós nem saberiam fazer essas modificações mesmo se quisessem, mas é legal saber que seria possível fazê-las caso quiséssemos.

Se você se convenceu, comece o seu blog agora clicando aqui.

PHP você sabe o que é isso?

Fonte: Gustavo D. Castro/CriarNet

PHP é uma linguagem de programação mais utilizada no mundo com ela podemos fazer qualquer sistema na internet que executa todo tipo de funções, com o PHP podemos desenvolver simples sistemas como um formulários até aplicações complexas com conexões a bancos de dados.

Odiada por muitas pessoas mas adorada e ovacionada pela maioria assim como eu, ela certamente já fez parte da sua via direta ou indiretamente e devemos muito ao PHP.

Porque o PHP é a linguagem mais utilizada no mundo?

Qualquer um pode aprender PHP!

Ao contrário do que se diz por aí, não vou falar que é fácil aprender a programar em PHP, mas direi que é uma das linguagens mais completas e mais fáceis de se aprender, não há mistérios, quem deseja e tem força de vontade aprende a programar seus primeiros sistemas sem maiores dificuldades.

PHP é grátis!

Ao contrario de outras linguagens como por exemplo o ASP (linguagem de programação paga) o PHP é Open souce ou seja você pode usar sem pagar nada, é totalmente grátis! Mas nem por isso fica para traz em relação aos seus concorrentes.

Grande quantidade de documentação disponível

Talvez pelos dois fatos acima citados é uma das linguagens de programação mais utilizadas e por isso possui grande quantidade de documentação, sites especializados, apostilas, entre outros conteúdos relacionados ao PHP o que facilita bastante na hora de estudar sobre a linguagem ou mesmo encontrar suporte para resolver algum eventual problema, a comunidade PHP é uma das maiores do mundo e só vem crescendo.

PHP é uma das linguagens mais dinâmicas que existe!

O PHP trabalha de forma diferente de outras linguagens como por exemplo javascript, pois a mesma é interpretada diretamente no servidor, isso garante tamanha dinamicidade a linguagem que nos permite dizer que é uma linguagem completa que nos permite fazer o que quisermos com a mesma.

O PHP trabalha com praticamente qualquer banco de dados, porem é mais comum ouvirmos o nome de PHP associada ao nome MySql que é o nome de um tipo de banco de dados.

Tem muita gente ganhando dinheiro com o PHP

É isso mesmo, muita gente ganha dinheiro graças a ele seja diretamente ou indiretamente, basta aprender a linguagem que não faltará serviços para desenvolvimento de sistemas, ou você mesmo poderá desenvolver um sistema para você e passar a ganhar dinheiro com o mesmo! Aprender só traz benefícios.

jSlater, framework de painel JavaScript, agora é open source

Com informações de The H

Fonte: IMasters

Rasmus Berg Palm liberou seu framework de painel jSlate como uma licença GPLv3 open source. O jSlate permite que usuários criem painéis que recuperam seus dados a partir de qualquer serviço web acessível e que criem visualizações de painéis baseados nos gráficos interativos JavaScript Highcharts JS e em documentos orientados a dados.

De acordo com Berg Palm, a iniciativa tem suas raízes no projeto Nomnom, que foi criado para agregar e para visualizar dados sobre o festival Roskilde, no qual ele é voluntário como parte de um grupo de desenvolvedores e administradores de sistema. O Nomnom era muito parecido com o jSlate, mas usava CouchDB como um backend e requeria que dados fossem armazenados de uma maneira facilmente visualizável.

O desenvolvedor queria criar algo que trabalhasse como um “blank slate”, capaz de trabalhar com o armazenamento já existente das pessoas ou sistemas BI.

Berg Palm afirmou que deixou de fora desse primeiro release algumas funcionalidades. Ele acrescentou que espera que o jSlate, agora open source, conte com a contribuição de usuários.

phpMyAdmin 3.4.9 corrige vulnerabilidades XSS

A versão 3.4.9 do phpMyAdmin foi liberada, e fecha duas brechas de segurança encontradas na ferramenta open source de administração de banco de dados. A atualização também corrige vulnerabilidades na interface de configuração do phpMyAdmin e painéis de exportação no servidor, banco de dados e seções de tabela que poderiam ser exploradas por ataques XSS.

Todas as versões 3.4.x, incluindo a 3.4.8, são afetadas, e a atualização corrige os problemas. De forma alternativa, são oferecidos patches. O novo release também corrige nove bugs relacionados à navegação, à interface de usuário e à funcionalidade de edição.

Uma lista completa das modificações pode ser encontrada nas notas de lançamento. O phpMyAdmin 3.4.9 está disponível para download a partir do site do projeto.

Com informações de The H

Fonte: IMasters

HP decide transformar o webOS em uma plataforma open source

Depois de muita indecisão, a HP bateu o martelo em relação ao futuro do webOS: ele será oferecido à comunidade open source. A empresa ainda estará envolvida com a plataforma para ajudar os desenvolvedores e auxiliar na governança para o webOS.

Em um press release, Meg Whitman, CEO da HP, afirmou que o webOS é a única plataforma concebida do zero para dispositivos móveis, conectada à nuvem e escalável. “Ao tomar essa decisão, a HP permite que a criatividade da comunidade open source avance para uma nova gerações de apps e de dispositivos”, acrescentou.

A HP gastou US$ 1.2 bilhões para adquirir a Palm e os recursos do webOS em abril de 2010, mas o investimento não valeu a pena. Levou mais de um ano para a empresa esquematizar e construir o tablet HP TouchPad com webOS, que nunca foi considerado um sucesso. Pelo menos não até o seu preço ser drasticamente reduzido a US$ 99, quando a HP decidiu deixar o setor.

Com o sistema operacional se tornando open source, pode haver um estímulo no mercado para a fabricação de telefones e tablets com ele, já que não será necessária uma taxa de licenciamento. Isso é parecido com o Android, mas o desafio para o webOS é o ecossistema. O Android se tornou a plataforma mais usada em smartphones até o momento, e os desenvolvedores estão construindo apps para ele, assim como para dispositivos com iOS. Nesse sentido, o ecossistema do webOS não é tão forte quanto os dos seus concorrentes.

Com informações de GigaOm

Fonte: IMasters

PHPSP incentiva desenvolvedores a contribuírem com open source

O PHPSP, Grupo de Desenvolvedores PHP de São Paulo, quer aumentar a contribuição de desenvolvedores com projetos open source em PHP. Para isso, a organização criou o “Sou PHPSP”, que tem como objetivo atacar algumas “desculpas” de desenvolvedores que não contribuem e incentivar novos contribuidores.

Para os desenvolvedores que justificam não contribuir com “Não sei como, ou por onde começar” e “Não sou bom o bastante”, o grupo reuniu uma lista de projetos parceiros e material sobre como contribuir e quais contribuições são bem-vindas, além de disponibilizar responsáveis dentro do projeto para tirar dúvidas e afins.Também serão realizados eventos no modelo Hackathons, levando contribuidores “veteranos” para ajudar iniciantes a fazer o seu primeiro patch.

Além disso, o PHPSP vai premiar aqueles que decidirem ajudar o open source. Cada contribuição feita a um projeto pode ser cadastrada no sistema “#SouPHPSP” e ela representará uma chance de concorrer a diversos prêmios oferecidos pelos parceiros do PHPSP. Entre os prêmios estão Xbox, iPad, hospedagem, cursos, livros e camisas. Em breve, a organização iniciará uma segunda etapa da iniciativa com desafios-relâmpago.

Os interessados em contribuir precisam acessar o site http://sou.phpsp.org.br. Em seguida, basta escolher um projeto ou sugerir um novo, fazer a contribuição e cadastrá-la no sistema. São válidas quaisquer contribuições em projetos relacionados ao PHP.

Fonte: IMaster

WordPress ultrapassa os 60 milhões de sites

Matt Mullenweg, fundador do WordPress, confirmou ontem que a plataforma ultrapassou a marca dos 60 milhões de blogs, atingindo cerca de 300 milhões de visitantes únicos por mês.

Mas, para ele, isso é apenas o começo: o desenvolvimento do WordPress nas áreas social e mobile devem levar a um crescimento ainda maior nos próximos meses.

Durante uma entrevista na conferência GigaOM RoadMap, em São Francisco, Califórnia, Mullenweg afirmou que as features sociais são muito interessantes e promovem um grande engajamento à plataforma.

O desenvolvimento para mobile também é uma grande prioridade para o futuro do WordPress. De acordo com o executivo, a plataforma mobile cresceu sete vezes no último ano, e há de 4 a 5 milhões de usuários ativos se logando diariamente via dispositivos móveis.

No entanto, Mullenweg não acredita que esse caminho seja uma resposta à concorrência, mas sim uma questão com os usuários, já que a forma de uso do WordPress é tipicamente diferente de serviços como Tumblr e Twitter. “WordPress não é apenas para fazer seu blog, é para fazer todo o seu site. 92% dos usuários o usam como um sistema de gerenciamento de conteúdo, indo além do blog”, afirma.

De acordo com o fundador da plataforma, não há planos para abandonar os padrões open source do WordPress. “Eu acredito que moral e filosoficamente o futuro, não apenas dos softwares, mas de tudo, é ser open source… e, neste caminho, eu não vejo nenhuma barreira para o nosso crescimento”, disse Mullenweg.

Post original de GigaOM

Fonte: IMasters

Google libera ferramenta de análise do JavaScript como projeto open source

O Google anunciou que liberou o ScriptCover como um projeto open source. Disponível como uma extensão do navegador Chrome, o ScriptCover é uma ferramenta do JavaScript que oferece estatísticas em tempo real, linha a linha do código para os sites.

Além disso, o recurso disponibiliza resultados à medida que a página continua a ser carregada e é atualizado automaticamente quando o usuário interage com o site. A ferramenta destaca cada uma das linhas de código que foi executada para uma análise mais detalhada.

De acordo com Ekaterina Kamenskaya, engenheira de software do Google, o detector de cobertura de código é útil ao realizar testes manuais e automáticos e para compreender e debugar códigos complexos. Ela acrescentou que desenvolvedores acreditam que futuras versões do ScriptCover podem incluir suporte para outras métricas e relatórios mais completos, com opções de exportar para os formatos HTML e XML, assim como a capacidade de apresentar estatísticas de cobertura para um servidor para análise.

Mais detalhes sobre o ScriptCover podem ser encontrados aqui. Hospedada no Google Code, a ferramenta está sob a licença Apache Licence 2.

Texto originalmente publicado em The H

Fonte: IMasters

GitHub lança nova versão do Hubot e a disponibiliza para o público

O GitHub lançou uma nova versão do Hubot, o robô open source de bate-papo da empresa. Os desenvolvedores do projeto disseram que a primeira versão era usada para ajudar a automatizar o chat da empresa. Entretanto, ao longo do ano passado, ele cresceu e se tornou uma “bagunça”, de acordo com os desenvolvedores. Foi então que eles decidiram reescrevê-lo por inteiro, torná-lo open source e abri-lo para o público.

Escrito em CoffeeScript e Node.js, o Hubot usa uma coleção de scripts para escutar e responder automaticamente a sequências específicas no chat. E isso inclui muitos core scripts para, por exemplo, postar imagens, fazer uma integração com o Google Maps e tradutores automáticos. Os usuários podem criar seus próprios scripts, usando CoffeeScript ou JavaScript, e ainda contam com uma gama de scripts mantidos pelo GitHub em uma comunidade.

Ele pode ser implantado em várias plataformas, incluindo o Heroku. Adaptadores são fornecidos pela Campfire e pelo IRC, mas os desenvolvedores dizem que adicionar outros serviços, como o Hipchat, “deveria ser bem trivial”.

Para mais informações sobre o Hubot, incluindo links para download, podem ser encontradas no blog do GitHub e no site do projeto Hubot. Hospedado no GitHub, o código-fonte do Hubot está licenciado sob uma licença MIT.

Com informações de The H

Fonte: IMaster

Cassandra 1.0: pronto para o ambiente Enterprise

A Fundação Apache anunciou o lançamento do Cassandra 1.0, a primeira versão principal do popular banco de dados NoSQL open source, baseado em colunas e distribuído. O release introduz a compressão de dados e grandes melhorias em desempenho, entre outros avanços.

O Cassandra é construído sobre o modelo de dados orientado a colunas que é base dos projetos Dynamo da Amazon e BigTable do Google. Desenvolvido inicialmente pelo Facebook, que o liberou como código aberto em 2008, o projeto permanece em desenvolvimento pela comunidade open source desde então.

O Cassandra 1.0 suporta a compressão de dados por ColumnFamily (um “recipiente” de colunas similar a uma tabela de banco de dados relacional). O processo de compressão é executado em segundo plano, não tendo impacto negativo sobre o tempo de resposta. A compressão reduz o espaço ocupado pelos dados por um fator de 2 a 4 vezes, resultando em melhoria de desempenho indireta de 25-35% em leituras e 5-10% em escritas, de acordo com Pavel Yaskevich, da Datastax, empresa que desenvolve um produto comercial baseado no Cassandra e contribui para o projeto.

O desempenho tem sido foco de grandes melhorias entre as versões 0.6 e 1.0. De acordo com Jonathan Ellis, VP do projeto na Apache, em comparação com o release disponível nesta mesma data em 2010, foi aumentada a velocidade de escrita em 40% e em “fenomenais 400%” na leitura.

Outros avanços incluem:

  • Melhorias no gerenciamento de memória através de caches fora do heap, alocação em arena e otimização automática. Os ganhos são na redução de pausas do coletor de lixo e em desempenho mais previsível.
  • Gerenciamento de espaço em disco melhorado, especialmente com relação ao espaço ocupado por logs de commits, e com apagamento imediato de arquivos de dados obsoletos.
  • Melhoria no recurso de Hinted Handoffs, reduzindo a necessidade de reparação de leituras.
  • Melhorias de desempenho em muitas áreas, incluindo CQL, reparação e outras.

Fonte: Abel Avram/traduzido por Leonardo Galvão