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Adobe transfere código do Flex SDK para projeto open source

A Adobe moverá seu Flex SDK para a “Open Spoon Foundation”. A empresa disse que o “Projeto Spoon” foi criado dentro da comunidade Adobe e que continuará a manter e desenvolver o SDK. Apesar da Adobe agora defender o HTML5 como melhor tecnologia para desenvolvimento de aplicações de nível empresarial, prometeu que continuará contribuindo para o desenvolvimento do Flex SDK.

“Nós reconhecemos que poderíamos ter lidado melhor com a comunicação e prometemos lançar atualizações nas próximas semanas e até mesmo meses”, disseram os executivos da Adobe.

Os frameworks que já foram anunciados serão retomados, e a próxima versão do SDK, a 4.6, será lançada no tempo previsto: 29 de novembro. A empresa explicou que o Projeto Spoon será liderado por alguns desenvolvedores da equipe de engenharia do Flex SDK, juntamente com os principais desenvolvedores da comunidade Flex, incluindo membros da Fundação Open Spoon e colaboradores de empresas que utilizam o Flex.

A estrutura organizacional será moldada nos parâmetros do projeto Mozilla, enquanto a base de código será mantido como módulos individuais (por exemplo, o compilador, o I18n, os temas, e a ligação de dados) que será regida, cada uma, por um “módulo príprio”. Estes módulo irão cooperar com a Adobe para definir a direção dos módulos individuais. O Projeto Spoon compilou uma visão geral de informações detalhadas sobre o objetivo do projeto, a estrutura e fluxos de trabalho planejado.

Uma vez que o desenvolvimento foi trasferido para a Fundação Open Spoon, a Adobe disse que muitos dos engenheiros e gerentes de produto, que trabalharam no Flex SDK, serão transferidos para a plataforma HTML da empresa. De acordo com um post de Andrew Shorten e Deepa Subramaniam, Adobe planeja fazer contribuições significativas para o WebKit e o jQuery, assim como avançar no desenvolvimento do PhoneGap e criar novas ferramentas que resolvam os desafios que os desenvolvedores enfrentam na construção de aplicativos com HTML5.

Com informações de The H

Fonte: IMasters

Beta 1 do Ubuntu 11.10 Oneiric Ocelot é liberado

A Canonical e os desenvolvedores do Ubuntu liberaram o primeiro beta da versão 11.10 da distribuição Linux de codinome Oneiric Ocelot. Segundo o cronograma de desenvolvimento, ainda haverá um segundo beta, previsto para ser lançado em 22 de setembro, e a versão final deve chegar em 13 de outubro.

A versão traz o kernel do Linux 3.0.0-9.15 – que é baseado no Linux 3.0.3 -, uma interface Unity atualizada e melhorada, com componentes do GNOME 3.1.5, e um pré-release do GNOME 3.2, que oferece serviços sob o shell do desktop.

Os desenvolvedores ressaltam que a funcionalidade Places passou a se chamar Lenses, e agora disponibiliza informações de múltiplas fontes, como arquivos, coleções de músicas e redes sociais.

Os pacotes de atualização incluem Python 3.2, GCC 4.6.1, CUPS 1.5.0, Shotwell 0.11 e a versão 3.4.2 do LibreOffice (a 3.4.3 chegou no final de agosto). Pacotes adicionais incluem a ferramenta de backup Déjà Dup. Além disso, foi incluído do beta do Firefox 7, e o Thunderbird t beta é agora o cliente de e-mail padrão.

Outras mudanças incluem um novo switcher para Alt+Tab, suporte para multiarch e nova tela login que usa LightDM e Unity 2D.

Como em todos os releases de desenvolvimento, o uso do sistema em ambientes de produção e em sistemas de missão crítica não é recomendável. Aqueles que testarem a versão são encorajados a dar feedback e a reportar bugs.

Fonte: IMaster

Futuro da web está na interpretação de dados pelos PCs

O futuro da web passa por uma evolução de como a usamos hoje: em vez de ser apenas usada como um repositório de documentos para serem exibidos, a internet do futuro deve possibilitar que os computadores façam a interpretação dos dados e compartilhem essa interpretação com outros computadores. Esse conceito, conhecido como websemântica, já é antigo, cunhado por Tim Berners-Lee, o pai da web, em 1994, mas só agora é que começa a fazer sentido de verdade.

Segundo o analista de Projetos da W3C Brasil, Carlinhos Cecconi, o futuro da web vai usar tecnologias que possam atribuir valores aos dados existentes na web, dando significado ao conteúdo presente na rede. Mas o que isso significa? “Ao programar uma página na internet, o desenvolvedor dá ao computador a capacidade de retornar valores de pesquisa corretos, afirma.

Um exemplo prático disso seria uma pesquisa pelo livro Raízes do Brasil. Hoje, quem faz a análise semântica de que o termo de pesquisa é um livro é o usuário, que filtra os resultados e descarta os assuntos relacionados à botânica, por exemplo. No futuro, não. O próprio computador deve ser capaz de fazer isso sozinho, já que os dados presentes na web já estarão hiperlinkados e significados como sendo o livro de Sérgio Buarque de Hollanda.

HTML 5

De certa forma, segundo o analista da W3C, isso já está acontecendo hoje. Para ele, é difícil prever o quanto da web será feita dessa forma, mas ele acredita que a websemântica seja “comum e trivial”. “É claro que não se vai atribuir valor semântico a tudo que se publica na web. O que é certo é que a websemântica dará maior velocidade à rede”, afirma.

E um dos caminhos para que se acelere a utilização da websemântica é a utilização do HTML 5, linguagem de programação que promete tornar mais simples a implementação dessa tecnologia. Desde o ano passado, empresa como Google, Apple, Microsoft, Mozilla e Opera já implementaram grandes partes dessa linguagem.

Durante palestra no 12º Fórum Internacional Software Livre (fisl12), que acontece até sábado em Porto Alegre, Cecconi demonstrou algumas formas simples de programar, por exemplo, um formulário na web, fazendo com que o público, em sua maioria programadores que nunca mexeram com essa nova linguagem, soltassem interjeições de surpresa com a facilidade em desenvolver conteúdo para web em HTML 5.

“A linguagem HTML 5 torna a web mais simples para quem desenvolve, para quem publica e para quem utiliza a web, tornando a internet muito mais rica, interativa e criativa”, afirma Cecconi.

Fonte: Terra