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17

fev
2016

Sem Comentários

Em e-commerce

Por Vinicius AC

Principais pontos para um ecommerce de sucesso

Em 17, fev 2016 | Sem Comentários | Em e-commerce | Por Vinicius AC

O comércio eletrônico já é, há algum tempo, uma boa oportunidade de negócio. Estre as vantagens estão, poder vender para consumidores de todo o mundo e não precisar de um ponto de venda físico.

Porém, existem vários pontos importantes que precisam ser considerados na hora de abrir um negócio online. Alguns desses pontos, valem também para lojas tradicionais, outros, são exclusivos das lojas virtuais.

Público Alvo

Antes de tudo, é preciso conhecer e entender o seu público alvo. Identificar principais dificuldades, desejos e necessidades. Faixa de renda e canais de comunicação mais usados.

Estoque e Logística

Ter um bom estoque é importante para qualquer negócio que venda produtos. Em um negócio online, a logística tem um papel de destaque. Quanto mais vendas, maior deve ser o estoque e mais eficiente deve ser a logística. Atrasos na entrega geram muita insatisfação. Um cliente insatisfeito pode causar um grande estrago nas redes sociais.

Ajuda muito quando a plataforma da loja virtual tem um bom controle de estoque, gerenciamento de pedidos e cálculo automático do frete.

Divulgação

Não adianta ter o melhor estoque, preço ou um visual legal, se ninguém sabe que a sua loja existe. É para isso que existe o marketing digital. As duas ferramentas mais importantes hoje são as publicações pagas do facebook e os links patrocinados do google. Complementarmente vem o e-mail marketing, twiiter, instagram, linkedin e blog corporativo. É preciso estar presente e explorar as ferramentas mais usadas pelo seu público-alvo, por isso é tão importante conhecê-lo bem. Para tornar a divulgação mais fácil e eficiente, a loja deve possuir integração com as principais redes sociais, ser otimizada para as ferramentas de busca (SEO) e ter uma área reservada para a publicação de notícias interessantes para o público alvo do negócio.

Formas de pagamento

Oferecer diversas opções de pagamento e parcelamento é fundamental. Por isso é importante que a loja tenha suporte aos serviços que intermedeiam pagamentos online, como o PagSeguro que, além de ser bastante conhecido do público brasileiro, oferece mais de 25 meios de pagamento e parcelamento online.

Plataforma

É preciso escolher uma plataforma que seja simples para utilizar e que atenda bem a todos os pontos citados. Porém, não adianta contratar um serviço simples e que atenda às suas necessidades iniciais, se ele não puder ser facilmente expandido quando sua loja estiver com muito tráfego ou quando demandas por novos recursos surgirem.

Na plataforma Virtuaria, caso sua loja cresça (muitos acessos), ela poderá ser migrada para um servidor mais potente de forma simples e gradual para você, além de transparente para seus clientes. Cada loja Virtuaria pode ter seu próprio servidor dedicado na nuvem, sendo que o fornecedor é a Amazon ( aws.amazon.com ), nada menos que a maior empresa do mundo nesse setor. Isso significa que, para uma loja Virtuaria, o infinito é o limite.

Mobile

Uma pesquisa recente feita pelo Google indicou que atualmente 60% do tráfego da internet vem de dispositivos móveis. Com tanta gente assim usando essa tecnologia é importantíssimo ter uma loja virtual que se adapte a diversos tamanhos de tela para permitir uma boa experiência de uso também nos dispositivos móveis.

Para piorar, ou melhorar, dependendo do ponto de vista, recentemente o google alterou seu algorítimo para penalizar, em pesquisas feitas a partir de dispositivos móveis, os sites não adaptados para estes dispositivos (não responsivos). Isso significa simplesmente que para 60% do trafego da internet, sua loja pode deixar de existir.

Por: Vinicius Castro / Virtuaria

Fonte: http://virtuaria.com.br/2015/04/principais-pontos-para-um-ecommerce-de-sucesso/

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18

fev
2013

Sem Comentários

Em Cloud Computing
Mobile

Por Vinicius AC

A relação entre cloud computing e mobilidade

Em 18, fev 2013 | Sem Comentários | Em Cloud Computing, Mobile | Por Vinicius AC

Fonte: Cezar Taurion / IMasters

Na minha opinião, cloud e mobilidade têm uma relação tão íntima e sinérgica que não podemos falar de um assunto sem incluir o outro. Sem um ambiente dinâmico de cloud computing no background, torna-se impossível atender aos requisitos de escalabilidade e flexibilidade que os apps demandam. Além disso, com cloud, os apps inovadoras podem explorar novas funcionalidades, como as proporcionadas por imensos volumes de dados (Big Data), impossíveis de serem coletados individualmente. Esta sinergia já aparece em aplicações como o DropBox e iCloud. O serviço Google Maps Coordinate também é um outro belo exemplo desta sinergia. Na verdade, estamos visualizando duas nuvens sinérgicas: de um lado, uma nuvem de dispositivos móveis que as pessoas possuem, sejam smartphones e tablets, de diversos fornecedores e tecnologias e de outro, o imenso poder computacional concentrado em “cloud data centers”. Estas duas nuvens, conectadas, criam o espaço para criarmos apps inovadores.

Nos próximos anos, mais e mais apps inovadores vão surgir e se tornar, pelo menos por algum tempo, “killer applications”. Isto significa que elas terão dezenas ou até mesmo centenas de milhões de downloads por mês durante algum tempo. Estas aplicações, quando utilizadas,  demandarão uma imensa capacidade computacional para atender aos seus usuários. E um complicador a mais, com demanda  altamente variada, quase impossível de prever. Um data center tradicional, configurado para atender os períodos de pico será excessivamente custoso e tornaria o projeto inviável.

Este cenário não é nada impossível, uma vez que hoje já existe mais de um bilhão de smartphones e em 2, ou 3 anos teremos dois bilhões deles. Com o surgimento de smartphones mais baratos, produzidos na China, como os ZTE e Huawei, este numero deverá aumentar significativamente. Apesar da capacidade computacional dos smartphones e tablets ser bem poderosa, seu elevado consumo de bateria em aplicações intensivas em computação, demanda que as operações computacionais mais complexas sejam efetuadas na retaguarda, em cloud data centers.

E estes novos apps demandarão recursos computacionais complexos que precisam de um forte suporte  de computação e armazenamento. Alguns exemplos? Imaginemos aplicações para varejistas, que explorem a personalização de ofertas baseadas no conhecimento contextual do cliente. Onde ele está, seus gostos, seus hábitos de consumo, etc, tudo obtido em tempo real, exatamente quando ele se encontrar diante de um produto na gôndola de uma loja. Estes dados não estarão armazenados no dispositivo móvel, mas na nuvem. Além disso, acrescente análises comportamentais baseadas nas emoções demonstradas pelos rostos das pessoas diante de um produto. Vejam o caso da empresa suiça de tecnologia de reconhecimento facial, a Nviso, que se intitula software de reconhecimento emonional baseado no movimento dos olhos e micromovimentos faciais.

Analisar e tomar decisões baseados em todo este complexo emaranhado de dados demanda alta capacidade de processamento, que só pode ser efetuado em cloud data centers. Além disso, os apps em smartphones e tablets terão interfaces com a Internet das Coisas, com objetos, como sua própria casa interagindo om você. Aliás, hoje você sai de casa com seu smartphone, suas chaves de casa e seus cartões de crédito e débito. Em breve, estes cartões e as chaves estarão no seu smartphone. Este será seu unico objeto. Mas além da casa teremos o carro, os eletrodomésticos,  etc. A interface natural será via cloud, uma vez que estes dispositivos demandarão diversas interfaces e precisarão acessar informações que garantam a segurança no seu uso. Tudo isso tem que estar em uma nuvem e não no próprio smartphone, mesmo porque você vai ter mais de um aparelho móvel. Ou trocá-lo com frequência…

Estes apps serão de negócios e não apenas para usuários finais com a maioria dos apps atuais. A cada dia, tablets e smartphones absorvem o trabalho profissional feito hoje em desktops e laptops e nos próximos anos eles passarão a ser a principal interface dos funcionários das empresas com os seus sistemas corporativos. Uma simples aritmética ajuda a visualizar esta situação: de maneira geral um tablet ou smartphone dobra de capacidade computacional a cada ano e meio ou menos. O ciclo de troca dos desktops e laptops em uma empresa é de três ou quatro anos em média. Bem, basta imaginar como estarão os smartphones e tablets daqui a três anos, quando  empresa for renovar seu parque computacional de desktops e laptops. Será que os tablets e  smartphones não atenderão plenamente aos requisitos de segurança e capacidade? E com as novas apps em nuvem, que estará bem mais consolidada daqui a trÊs anos, é, na minha opinião, inevitável que os dispositivos móveis passarão ser maioria no ambiente de trabalho após o próximo ciclo de renovação tecnológico.

….

Leia a  conclusão aqui: http://imasters.com.br/tecnologia/mobile/a-relacao-entre-cloud-computing-e-mobilidade/

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10

abr
2012

Sem Comentários

Em Androide
Blog

Por Allison

Torne-se um Desenvolvedor Android

Em 10, abr 2012 | Sem Comentários | Em Androide, Blog | Por Allison

Fonte: BlogdoExpert


Iniciar a carreira de desenvolvedor de aplicativos para dispositivos móveis pode ser promissor. Só em 2011, o mercado internacional de apps movimentou cerca de 6,8 bilhões de dólares. Até 2015, esse momentate pode chegar a algo entre 25 bilhões e 38 bilhões de dólares ao ano, de acordo com as consultorias MarketsandMarkets e Forrester Researc.

De acordo com João Moretti, diretor da consultoria MobilePeople, especializada em soluções de mobilidade corporativa, este mercado sempre terá vagas para os profissionais bem qualificados.

Apesar de o momento ser favorável, o interessado deve possuir alguns requisitos antes de publicar os seus aplicativos na loja virtual.

“Há 8 vagas abertas para desenvolvedor Android em minha empresa. É difícil achar um profissional porque muitos programadores dizem conhecer mais do que realmente sabem. É melhor dizer que saberá aproveitar as oportunidades de aprendizado durante a atuação na empresa do que decepcionar e frustrar a expectativa da companhia em relação a ele”, diz o Moretti.

O salário inicial de um desenvolvedor Android, segundo Moretti, é de 4 mil reais. A quantia pode variar de acordo com a região, aplicativos publicados e conhecimento na área.

“A vantagem de programar para este sistema operacional é o crescimento da plataforma e o interesse de vários fabricantes em usar esta tecnologia”, diz.

Veja abaixo oito dicas do especialista para criar os primeiros apps:


1 – Conheça o ambiente de programação – A primeira dica do especialista é estudar muito sobre o assunto. “O interessado deve ter em mente que criar aplicativos para dispositivos móveis não é tão simples como, por exemplo, programar para páginas da internet em versão para computadores”, diz.

Vale conversar com outros desenvolvedores para saber como é o ambiente de programação, mercado de trabalho e exigências para atuar na área. Muitos sites reúnem tópicos dedicados ao tema.

2 – Não exija muitos recursos avançados – Antes de criar um app, o desenvolvedor deve ter em mente que há certas limitações no ambiente mobile. No caso dos apps móveis, há algumas particularidades dos próprios dispositivos e que variam bastante de acordo com cada modelo e fabricante. Alguns aparelhos possuem recursos mais limitados em relação a outros dispositivos, como GPS, resolução de tela, câmera e duração de bateria.

O profissional deve ficar atento a isso. Exigir alto poder de processamento pode fazer a bateria durar menos e frustrar o usuário. “Estes detalhes não são notados quando o profissional trabalha com desenvolvimento para a versão de aplicativos web para desktops, pois os equipamentos são ligados na energia elétrica e praticamente todos os computadores suportam as exigências do software”, diz.

3 – Estude Java – O interessado em atuar na área deve saber a linguagem de programação Java. Para quem deseja dar os primeiros passos no assunto é possível ter uma noção do ambiente no site Code Year, da Codecademy. O serviço envia exercícios interativos semanais durante um ano e guia o usuário por meio de breves explicações.

Para iniciar o curso online, é necessário apenas informar um endereço de e-mail. As aulas dispensam a instalação de programas no computador do usuário.

4 – Matricule-se em um curso – O interessado também pode procurar uma escola profissionalizante que ofereça um treinamento de desenvolvimento para Android. “Há a opção de ler apostilas online e outros tipos de documentação grátis na internet, além de fóruns oficiais e outros criados por desenvolvedores”, comenta o diretor.

5 – Estude inglês – É fundamental estudar este idioma, segundo o diretor. Quem não possui ao menos o conhecimento intermediário de inglês terá dificuldade em ler os livros sobre o assunto, buscar ajuda na internet e usar o conhecimento adquirido ao criar os apps.

“Há uma carência de profissionais que falam inglês. A pessoa não precisa falar bem, mas ela deve ter um nível bom de leitura e interpretação para poder assimilar o conteúdo de estudo. Além de textos compartilhados na internet, há também livros e a maioria deles está em inglês”, diz.

6 – Baixe os softwares de desenvolvimento – Os interessados em criar apps para o sistema operacional móvel do Google devem ter o Java JDK instalado no computador, além do SDK do Android, que fornecerá as ferramentas e APIs necessárias para começar a desenvolver aplicativos que executam em dispositivos com Android.

O SDK do Android acompanha exemplos de códigos para começar a criar os apps e um simulador de telas de smartphones e tablets. Este software pode ser instalado nos sistemas operacionais Mac OS, Linux e Windows.

Além destes programas, que são essenciais para começar a desenvolver os aplicativos para Android, o interessado também pode optar por usar um software que simplifique a interface de programação e ofereça ferramentas adicionais. Vale conferir o Eclipse e o Plug-in ADT (Android Development Tools) para Eclipse, o MotoDev Studio(baseado em Eclipse), o Sencha (para criar app em HTML5), PhoneGap (que também suporta os sistemas operacionais iOS, BlackBerry, Windows Phone, WebOS e Symbian) e Appcelerator.

“A maior dificuldade em trabalhar com os softwares de desenvolvimento é a falta de experiência dos desenvolvedores e documentação atualizada compartilhada na web. Com certeza há grande carência de documentação. Não existe um guia pronto, atualizado e fácil de ser encontrado”, diz Moretti.

7 – Mantenha os apps atualizados – Isso garantirá a compatibilidade do aplicativo com os tablets e smartphones mais recentes. Desenvolver para Android não exige que o profissional compre um dispositivo móvel com este sistema operacional, pois os testes podem ser feitos no simulador dos softwares de criação. Apesar disso, Moretti recomenda testar os apps exaustivamente em mais de um aparelho físico (de prefências de fabricantes distintos e com diferentes versões do Androis) antes de divulgá-los na loja virtual.

“As constantes atualizações de modelos podem prejudicar o desenvolvimento dos apps para Android. Alguns aparelhos deixam de suportar alguns apps ou versões de sistema operacional após o lançamento de uma nova versão de Android, por isso é tão importante que o desenvolvedor acompanhe as mudanças do mundo mobile”, diz.

8 – Publique seu app no Google Play – Após elaborar um aplicativo, é hora de divulgá-lo na loja virtual, também conhecida como Android Market. O Google requer a criação de uma conta de desenvolvedor e o pagamento da taxa de registro que custa 25 dólares por meio do serviço Google Checkout.

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09

fev
2012

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Desenvolvedor do LibreOffice mostra protótipos para Android e HTML5

Em 09, fev 2012 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Fonte: IMasters

Ano passado, The Document Foundation (TDF) apresentou planos de criar versões móveis e na nuvem do LibreOffice. Dando sequência a isso, o desenvolvedor Michael Meeks, em uma apresentação em um evento europeu, mostrou como estão os ports para da suíte open source para Android e para a nuvem.

O objetivo dos desenvolvedores do LibreOffice é maximizar a quantidade de código que é compartilhada entre variantes de desktop, mobile e cloud da suíte. Em vez de reescrever o software ou manter implementações separadas, o código base existente será adaptado para trabalhar em novos ambientes.

Para o desenvolvedor, entre as vantagens de compartilhar código entre diferentes ambientes está assegurar que uma boa seleção de ferramentas do LibreOffice estará disponível entre os ambientes-alvo e que a interoperabilidade entre eles será robusta e previsível. Além disso, melhorias no código base beneficiarão, de forma transparente, os usuários, independentemente de onde eles estiverem rodando a suíte.

Os ports para mobile ainda estão em um estágio bastante inicial de desenvolvimento. Protótipos experimentais validam técnicas estratégicas e mostram que os ports são possíveis.

Em sua apresentação, Meeks incluiu uma screenshot que mostrou um protótipo do LibreOffice rodando em um emulador do Android, que somente demonstrou que a suíte pode ser feita para rodar em dispositivos com o sistema operacional do Google.

Assim como os ports para mobile, os para nuvem serão alimentados pelo código do LibreOffice já existente. A aplicação irá rodar em um servidor e sua interface de usuário será desenhada na janela do navegador do usuário ou em um elemento Canvas HTML. O protótipo em nuvem do LibreOffice é alimentado pelo Broadway, um backend de renderização de HTML para o toolkit Gtk+.

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