Image Image Image Image Image
Scroll to Top

Topo

mídias sociais

21

dez
2010

Sem Comentários

Em Blog

Por Vinicius AC

O darwinismo digital e as mídias sociais

Em 21, dez 2010 | Sem Comentários | Em Blog | Por Vinicius AC

Por Fernando Tassinari do IDG NOW

As mídias sociais alcançaram uma massa crítica relevante na população mundial, transcendendo quaisquer outras mídias e todas as plataformas, incluindo mobile e dispositivos de jogos.

O planeta dedica às redes sociais e blogs o equivalente a 22% do tempo total online, ou um em cada quatro minutos e meio. Sem contar que são visitados por três em cada quatro consumidores online.

Daí a importância de as empresas que ainda não acordaram para essa realidade passarem a considerar as mídias sociais como parte indispensável de suas estratégias de marketing digital.

Entre as dificuldades apontadas pelas organizações para inserirem suas marcas nas redes sociais está a de não saber por onde começar, achar que essas redes não podem ser mensuradas e acreditar que sua ausência impede possíveis críticas – o que é um grande equívoco, pois os consumidores falam bem ou mal de uma marca independentemente de ela ter ou não um perfil no Facebook, Twitter, Orkut etc.

Essas empresas também veem como obstáculos a indicação de um responsável para gerenciar esse tipo de conteúdo, a definição de um orçamento específico e a integração a outros esforços de marketing.

Por outro lado, são várias as razões que têm levado inúmeras marcas a monitorar e participar ativamente de sites de relacionamento. A primeira delas é que essas redes funcionam como um termômetro que mede o sucesso das campanhas de mídia, além de atuar como mecanismo de gerenciamento da reputação da marca.

As mídias sociais também contribuem com a geração de insights por meio da voz do consumidor, chegando até mesmo a levar empresas a desenvolverem novos produtos de acordo com os anseios do público-alvo, os chamados produtos colaborativos.

De acordo com o IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), foram contabilizados em 2009 cerca de R$ 950 milhões em investimentos em mídia online no Brasil, com o crescimento de 25,16%. A estimativa é que 2010 feche com um crescimento de 30%, totalizando R$ 1,2 bilhão.

O aumento da participação dos brasileiros nas redes sociais também é um fato: 86% das pessoas que acessam Internet acessam redes sociais, e mais da metade delas acessa mais de uma vez ao dia.

Mais de 350 mil sites já adotaram plugins como o “Curtir”, do Facebook, que geram 2,8 bilhões de impressões por dia – desde que foi criado, o “Curtir” já foi clicado mais de 100 milhões de vezes. Aliás, o Facebook já é a rede que lidera na maioria dos países. Nos Estados Unidos, já chega a 88% o índice de usuários de mídias sociais; no Brasil, o percentual é de 77%, e continua a aumentar em um ritmo vertiginoso.

O fenômeno das redes sociais tem levado a comunicação mundial a mudanças significativas. De um contexto no qual havia uma mensagem única e consistente – comunicador/ receptor –, vivenciamos agora a troca de mensagens com ideias múltiplas e coerentes.

Isso vem sendo chamado de Darwinismo Digital, pelo qual uma ideia original sofre mutações que criam variações. As mutações desfavoráveis são excluídas; as favoráveis são reproduzidas e mais mutações ocorrem. Com isso, só as mutações favoráveis devem sobreviver e continuar a se reproduzir.

Entretanto, a presença de uma marca por si só nos sites de relacionamento não é o suficiente para garantir bons resultados. É fundamental que a empresa avalie como o conteúdo publicado é percebido pela audiência e gerenciado, além de verificar se tem algum valor relevante para as mídias sociais, ou seja, se as ideias fazem diferença na vida das pessoas.

A partir desses pontos, deve-se estabelecer a integração com as estratégias de marketing, cujos programas precisam incluir calls to action para interagir com as plataformas de redes sociais.

Tags | , , , , , ,

13

ago
2010

Sem Comentários

Em Blog

Por Vinicius AC

Twitter corporativo – agrade e obtenha resultados

Em 13, ago 2010 | Sem Comentários | Em Blog | Por Vinicius AC

Este ótimo artigo foi originalmente publicado na HSM Online. São conselhos básicos e preciosos para obtenção de bons resultados no Twitter, que merecem destaque em meio a uma inundação de dicas e fórmulas mágicas.

Twitter corporativo: sou um “vendedor” chato ou atento ao meu público?
Segundo Silvio Tanabe, do Magoweb, tudo depende da postura que a empresa adota: a do “vendedor chato” ou a de quem procura entender o que as pessoas querem.

A pergunta é natural diante de tantas notícias e reportagens na imprensa sobre quem está se dando bem, principalmente no Twitter. E a resposta parece ser clara: quanto mais tempo a empresa demorar a participar das redes sociais, menores serão as chances de explorar todas essas oportunidades. Isso explica a correria das empresas em entrar nessa nova onda. Um estudo recente realizado pela consultoria Deloitte com empresas de diversos portes e segmentos em todo o país revelou que 70% das organizações afirmaram utilizar redes sociais.

Até aí, ótimo! O problema é quando as empresas, ansiosas por resultados rápidos, colocam “o carro na frente dos bois” – a expressão é tão antiga quanto válida. A mesma pesquisa mostrou que as redes e as mídias sociais são encaradas mais como veículo de propaganda do que de relacionamento, captura de pedidos, suporte ao cliente e integração de equipes. Em vez disso, querem “faturar” de alguma forma: insistem em oferecer seus produtos nas comunidades, fazem propaganda descarada nos blogs, enviam mensagens comerciais sem permissão etc. Ou, por outro lado, participam dessas mídias sem propósito definido, simplesmente “por participar”, para fazer parte e ver o que acontece.

A conseqüência desta postura é uma comunicação com conteúdo irrelevante, propaganda demais, foco de menos e, pior, a reação contrária dos internautas, que pode ir da indiferença à indignação. Por essas razões, os índices de sucesso nas redes sociais estão abaixo do que poderiam estar. Em vez de escolher o caminho mais rápido, o ideal é trilhar pelo mais seguro. Além de maior potencial para gerar resultados, fazer um planejamento prévio com base no conhecimento das mídias sociais, do perfil do público-alvo e em ações sintonizadas com outras ferramentas de marketing digital, pode gerar menos probabilidade de rejeição. Os principais aspectos a serem levados em conta neste sentido são:

Entenda a dinâmica das redes – Comunidades, blogs e Twitter possuem uma dinâmica própria, que só são compreendidas quando se faz parte delas. Portanto, antes de delegar a tarefa a terceiros, é essencial que você participe para ter uma noção mais clara sobre as regras de conduta e formas de abordagem mais apropriadas. Uma das primeiras coisas que descobrirá, por experiência própria, é porque ninguém nesse meio gosta de vendas diretas.

Entenda como o seu público-alvo interage – Estude como seus clientes, consumidores ou prospects participam das mídias sociais. Eles a utilizam para conhecer a opinião de outras pessoas sobre o seu produto, para reclamar ou elogiar? Estão interessados em assuntos profissionais ou pessoais? Quais os sites mais frequentados (Orkut, Facebook, Sonico, MySpace, Via6, Linked In, Plaxo ou outro)? E, se não participam, isso ocorre por falta de tempo, interesse ou dificuldade em acompanhar estas novidades? O que os motivaria a fazer parte de uma rede social?

Defina a estratégia – As etapas acima são fundamentais para o passo seguinte que é definir a estratégia de atuação, que pode se dar em três níveis principais:

  1. Canais relacionamento – atendimento a reclamações, esclarecimento de dúvidas;
  2. Interação com clientes e consumidores;
  3. Comunicação – divulgação de lançamentos ou atualizações de produtos, informações práticas
  4. Campanhas de fidelização – promoções exclusivas para quem participa ou segue em suas comunidades, blogs ou Twitter.

Independente da escolha, é essencial atuar de forma integrada a outras iniciativas de marketing utilizadas pela empresa, sejam online (website, e-mail marketing, links patrocinados, banners) ou offline (anúncios, mala direta, assessoria de imprensa etc)

Crie um diferencial – Só participar não é o bastante. É preciso participar de forma diferenciada. Seja por meio de conteúdo exclusivo, promoções especiais ou atendimento personalizado. É a melhor maneira de conquistar atenção, fidelidade do público e, principalmente, fazer com que as suas iniciativas sejam divulgadas pelos próprios participantes por meio do boca a boca.

Tenha objetivos claros e mensure os resultados – Uma das grandes vantagens do marketing digital é dispor de recursos que permitem mensurar os resultados das mais diversas formas. Use isso a seu favor, estabelecendo objetivos e metas claras para cada mídia social. Uma dica para facilitar a tarefa é canalizar as ações das mídias sociais no site da empresa. Por exemplo, em uma promoção pelo Twitter, faça com que os internautas tenham de visitar o site para conhecer as regras ou os prêmios. Dessa forma, é possível mensurar em detalhes a audiência e o tráfego do site e relacioná-los com a receptividade da campanha. É também uma forma dos internautas conhecerem mais sobre a sua empresa e outros produtos oferecidos.

Por Silvio Tanabe (Consultor da Magoweb Marketing Digital e Soluções para Internet – www.magoweb.com/clinicadigital)

Tags | , , , ,

10

ago
2010

Sem Comentários

Em Blog

Por Vinicius AC

Erros em SEO que insistimos em cometer

Em 10, ago 2010 | Sem Comentários | Em Blog | Por Vinicius AC

No final de julho aconteceu o Search Labs 2010, um evento que trouxe a oportunidade de vermos o que há de melhor lá fora na área de search e mostrar que existem muitos profissionais de qualidade no mercado nacional. Durante dois dias, foi possível acompanhar palestras simultâneas, divididas em três salas, além de colocar em prática o networking, feito nos corredores por estudantes ou profissionais já consagrados no mercado.
O evento desenhou os cenários de search através do Brasil e do mundo. Pesquisas, pensamentos, aplicações, estratégias, conceitos e ações foram repassados ao público. Fórmulas milagrosas foram constantemente frisadas como inexistentes, o que demonstrou que o search não é uma ciência exata, mas sim um trabalho muito mais intelectual e com relações estratégicas humanizadas.
Das centenas de dicas apresentadas durante as palestras de que pude participar no Search Labs, listarei aqui quatro erros que foram expostos e que insistimos em fazer. São quatro pontos que todos os profissionais já deveriam possuir como conhecimento em suas bagagens pessoais, mas que foram constantemente apontados durante o evento – por diferentes palestrantes de diferentes áreas – como ações fundamentais que grande parte do mercado insiste em não praticar. Ou melhor: praticam de forma errada. São estes os erros:
1. Conteúdo deve ser prioridade
Muito mais importante do que técnicas mirabolantes e estratégias complexas é um conteúdo produzido com qualidade, para atrair um público de qualidade. De nada serve uma estruturação caríssima e campanhas frenéticas se não possuirmos o mínimo de particularidade para ser apresentada. Um conteúdo ruim atrai, necessariamente, um público ruim, despreparado e que não irá servir em nada para o sucesso do seu projeto.
2. Não se faz SEO para robôs
Outro ponto-chave fundamental trabalhado por muitos palestrantes foi o de que muitos profissionais de SEO ainda não têm em mente que trabalham para pessoas, não para robôs e seus sistemas de busca. Mais uma vez, de nada adianta uma estruturação caríssima se não pensarmos naqueles que realmente irão analisar nosso trabalho: nosso público-alvo.
3. Mídia social não faz milagres
Na era das novas tecnologias e das redes e mídias sociais, o tema do momento não podia ficar de fora do evento. Mídias sociais são fundamentais para campanhas bem sucedidas? A resposta é não. Mídias sociais não fazem por si só o trabalho de uma grande campanha. Redes sociais não garantem, sozinhas, o real sucesso de uma aplicação estratégica. A coqueluche do momento deve ser uma complementação do seu planejamento, não a única fonte de esperanças.
4. Engajamento é fundamental para seu sucesso
Pedro Dias, do Google, afirmou que sites são como crianças pequenas, pois ambos devem receber cuidados especiais o tempo todo. O engajamento, aliado com todos os itens anteriores mencionados, transparece uma imagem mais lúcida do trabalho que está sendo feito por trás de uma página na web.
Precisamos ter em mente que:

  • um conteúdo de qualidade atrai um público de qualidade;
  • todo o trabalho deve ser feito para pessoas e não para robôs;
  • mídia social não trabalha sozinha;
  • a garantia de um trabalho sério e de respeito com o público-alvo consiste principalmente em mostrar que há disponibilidade para este o tempo todo.

O sucesso de sites, campanhas e projetos depende muito mais de um planejamento bem alinhado do que de atitudes descontextualizadas. Os quatro pontos aqui citados são fundamentais porque demonstram que o maior evento de search do país reafirmou que burlar alguns dos mais fundamentais e simples pontos não consiste em uma tática inteligente. E o pior: o mercado sabe disso.

Por Cleyton Carlos Torres, no iMasters
Imagem: Flickr do @midia8
Fonte:
http://www.blogmidia8.com

Tags | , , , , ,

04

ago
2010

Um Comentário

Em Blog

Por Vinicius AC

WEB Marketing – Potencial e ferramentas

Em 04, ago 2010 | Um Comentário | Em Blog | Por Vinicius AC

Os Web Sites até o fim dos anos 90 representavam uma fotografia estática da sua empresa no mundo online. Eram essencialmente informativos. Os WEB Sites hoje são a sua empresa no mundo online. Além de informativos, devem ser dinâmicos e interativos. Unindo praticidade e custo mais acessível, a Internet, entre outras coisas, permite que as empresas exibam seus produtos e serviços, e estabeleçam uma relação mais intensa com seus clientes e parceiros.

O mercado

Pesquisa CETIC.BR (amostra 3700 empresas com 10 ou mais funcionários, ano 2009)

  • 93% usam a internet, sendo:
    • 9% B2C – Negócios entre empresas e consumidor;
    • 44% B2G – Negócios entre empresas e governos;
    • 47% B2B – Negócios entre empresas
  • 55% compraram pela Internet
  • 40%  venderam pela internet
  • Vendas Varejo – 10,6 bilhões de reais em 2009 (e-bit).

A porcentagem de pessoas que procuram informações sobre empresas e/ou produtos no Google chega a 90%, e uma boa parte fica bastante desapontado quando não encontra nada ou quando encontra algo ruim.

O que estes números demonstram é que, queira você ou não, sua sede na Internet influencia nos resultados da empresa. A influência pode ainda nem ser notada, mas existe e renderá frutos. Pense em Darwin e sua teoria da evolução. As mudanças são inevitáveis e a longo prazo, só os que melhor se adaptarem sobreviverão.

Web Marketing

Ao contrário das mídias tradicionais que disparam para todos os lados tentando atingir o alvo, na Internet é possível direcionar a divulgação para o público alvo desejado de forma bastante eficiente.

Essencialmente, isto acontece porque na Internet é o cliente interessado no produto ou serviço que chega até a empresa e não o contrário. Em função disto, torna-se essencial otimizar a divulgação para o público alvo que se deseja atingir, o que  necessariamente passa por uma segmentação do conteúdo oferecido. Na Internet, tudo é muito segmentado, por exemplo, pelo simples fato de você ter chegado até este texto, existe uma grande probabilidade de possuir interesse em web marketing, seja como cliente ou como profissional ligado a área.

SEO e SEM

SEO, numa tradução livre, significa Otimização para Ferramentas de Busca e SEM, também numa tradução livre, significa Marketing para Ferramentas de Busca. Existem muitos livros somente sobre estes assuntos. São técnicas que essencialmente têm o objetivo de fazer o conteúdo que você publica na Internet aparecer melhor colocado nas pesquisas (Google, Bing, Yahoo, …).

SEM engloba o conjunto de estratégias de Marketing na Internet que tem por objetivo a promoção de um website nos resultados dos buscadores. SEM engloba SEO, posicionamento pago, anúncios contextuais e outras técnicas. Ele é um guarda-chuva para termos relacionados. SEO são as técnicas restritas a otimização do código e do conteúdo para melhorar o posicionado nas pesquisas.

SEM = SEO + Redes Sociais + Blogs Corporativos + Links Patrocinados + Anúncios Contextuais + (Outras estratégias para busca)

O importante é saber que, entre todas, a técnica número 1 é: Ofereça conteúdo relevante para seu público alvo. As dezenas de outras técnicas ajudam a melhorar ainda mais os resultados derivados desta.

Atualmente, ao buscar determinada palavra-chave, 60% das pessoas não passam da primeira página do Google e 90% não passa da terceira página. Isto quer dizer que não basta o site da sua empresa estar indexado no Google. Sua empresa deve ter uma estratégia de SEM definida para que possa estar entre as primeiras posições e ser facilmente encontrada pelos seus clientes em potencial.

Redes Sociais

Representa uma das grandes modificações recentes em termos de comunicação. As redes sociais são conhecidas como a nova propaganda boca-a-boca. Nelas, opiniões e percepções são trocadas continuamente entre compradores, vendedores, formadores de opinião, políticos, artistas, especialistas, etc…, definindo e redefinindo opiniões e atitudes de indivíduos, muitas vezes aos milhares.

95% dos internautas no Brasil participam de alguma rede social. No mundo 72%. Muitos deles falam de sua empresa, mesmo que você ignore isto. Cerca de 33% dos internautas consideram as opiniões de outros consumidores postadas em sites de comunidades, de acordo com pesquisa F/Radar. O Brasil é o país que mais utiliza redes sociais no mundo e a tendência é só crescer. Afinal, o governo federal quer, para breve, elevar o acesso à banda larga de 12 milhões para 40 milhões de domicílios, com o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

As redes sociais permitem colher informações de clientes ou do público-alvo a um custo muito baixo e em curto prazo. É cada vez mais importante descobrir o que o internauta quer e pensa, e as redes sociais proporcionam este aprendizado. Além disto, o uso correto de redes sociais ajuda a associar a imagem da empresa à transparência, faz com que o cliente se sinta tratado de igual para igual e acaba por criar um canal direto com os consumidores.

Cases com redes sociais:

  1. Um cliente insatisfeito, até mesmo sem razão, pode gritar aos 4 ventos em diversas redes sociais o quanto seus produtos ou serviços são ruins. Se sua empresa ignora esta mídia, não vai ter a oportunidade nem ao menos de se defender. Possivelmente perderá alguns clientes sem nem notar.
  2. Já vendemos um apartamento de 500 000 reais pelo Twitter. Colocamos o link de venda no nosso perfil e um dos seguidores se interessou pelo imóvel.” Disse Roberto Aloureiro da construtora Tecnisa, com sede em SP.
  3. Para divulgar vagas e processos seletivos, a Vale criou perfis em quatro redes sociais  – Twitter, Linkedin, Facebook e Orkut. Veja aqui.

Mídias Sociais

Existem diversas mídias sociais disponíveis hoje em dia. Uma rede social, simplificando, é um conjunto de pessoas interagindo. A palavra chave neste caso é Interação, pois se não houver interação, não há rede social. Todas as ditas mídias sociais, como youtube, orkut, facebook, twitter, etc…, permitem de uma forma ou de outra, a formação de comunidades com uma forte interação entre os participantes, e é por isto que são mídias sociais.

Futuro próximo

Existe a previsão de que as redes sociais ocuparão o lugar do e-mail nas empresas. Eu particularmente não acredito nisto, mas tenho certeza que o papel destas crescerá bastante a curto prazo, talvez ultrapassando o email em uso, mas não substituindo.
O uso dessas redes exige planejamento, conhecimento e profissionais qualificados. As empresas acham que é só se cadastrar e começar a produzir conteúdo. Pensar assim pode ser fatal.” Disse Rodrigo Prior, publicitário e consultor de Mídias Sociais.

Para usufruir dos grandes benefícios das redes sociais para as empresas é necessário planejamento, conhecimento e profissionais qualificados. A tendência é que, devido a complexidade e importância, cada vez mais empresas passem a contratar outras empresas ou especialistas para o gerenciamento e monitoramento de suas redes sociais. Entre outras coisas, é preciso moderar comunidades e sites de relacionamento, estruturar as melhores formas de interação, desenvolver estratégias de marketing e acompanhar a situação das marcas na internet.

Blog Corporativo

Os blogs corporativos, ao publicarem de forma frequente conteúdo relevante para o público alvo da empresa, desempenham um papel importante na estratégia de SEM.

Também considerado um importante canal no pré-venda, há muitos casos de companhias nacionais que criaram blogs para dialogar de perto com seus clientes. Como exemplo de atividades que vem sendo implantadas para a geração de negócios on-line é possível citar as montadoras de veículos que usam a web para esclarecer dúvidas dos potenciais compradores antes que eles se dirijam a uma loja para fechar o negócio, ou o setor de construção civil com seus lançamentos imobiliários.

O investimento dessas empresas nessas ações supera a marca de 10% de sua verba publicitária, o que representa uma quebra de paradigma. Entretanto, isso só tem ocorrido porque essas companhias constataram a eficácia desse meio para trazer novos consumidores, bem como incrementar resultados financeiros.

Cases com blogs corporativos:

  1. Petrobras – Fatos e Dados – Principal ferramenta da maior empresa do Brasil para desmentir certas reportagens que costumam sair em alguns veículos, apenas isto.
  2. Fiat Mio – Um carro sendo projetado com a contribuição dos internautas, apenas isto.

Por Vinicius A. Castro, da SWX Sistemas

Tags | , , , , , , , , , , , , ,