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27

abr
2012

Sem Comentários

Em .NET
Blog
REST

Por Allison

Desenvolvimento de Web APIs evolui no ASP.NET MVC 4

Em 27, abr 2012 | Sem Comentários | Em .NET, Blog, REST | Por Allison

Fonte: Elemar Jr./InfoQ

A nova versão do framework para desenvolvimento de aplicativos Web da Microsoft, o ASP.NET MVC 4, amplia muito o suporte ao desenvolvimento de aplicações Web API. O framework, agora integralmente open source e disponível no Codeplex, possibilita o desenvolvimento de serviços RESTful com pouco esforço.

Entre as novidades na versão 4, destacam-se a facilidade para criar rotas para recursos (evitando colisão com rotas padrões MVC), a escrita de Actions para cada um dos métodos HTTP, o suporte nativo ao fornecimento de objetos em formato JSON e XML, além do suporte ampliado a URLs de consulta compatíveis com OData.

O ASP.NET MVC Web API permite um novo modelo de desenvolvimento web, em que o servidor provê apenas conteúdo e a geração da apresentação ocorre inteiramente no browser. Ou seja, no lugar de prover o HTML pronto, o servidor pode entregar um composto HTML + JavaScript, deixando que os dados sejam requisitados conforme demanda, via Ajax, para um serviço RESTful. (Importante destacar que o template padrão para aplicações ASP.NET MVC já possui referências para JQuery.) A possibilidade de gerar, automaticamente, respostas em formato JSON facilita consideravelmente a manipulação de código JavaScript.

As novas funcionalidades já são suportadas tanto no novo Visual Studio 11 (ainda beta e disponível para download na versão Ultimate), quanto no Visual Studio 2010 (mediante instalação).

Conforme noticiamos aqui, embora o ASP.NET MVC 4 não esteja completo, a Microsoft já recomenda sua utilização em produção. A Microsoft disponibilizou um mini-tutorial sobre o framework, com artigos e vídeos.

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19

mar
2012

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Em Blog
SQL

Por Allison

Microsoft disponibiliza SQL Server 2012 RC0

Em 19, mar 2012 | Sem Comentários | Em Blog, SQL | Por Allison

Com informações de Porta 25

Fonte: IMasters

A Microsoft disponibilizou o SQL Server 2012 RC0, que já pode ser baixado no site oficial do SQL Server 2012. A liberação ocorreu cinco meses depois do TechEd 2011, quando a empresa convidou desenvolvedores e profissionais de TI a fazerem o download do CTP3 do SQL Server 2012, de codinome Denali.

O SQL Server 2012 viabiliza uma plataforma de informação pronta para a nuvem, capaz de ajudar as organizações a tirar melhor proveito de informações extraídas de dados estruturados, não-estruturados e de fontes de dados em cloud gerenciadas por um serviço de BI gerenciado pelo próprio usuário.

Além disso, ele traz novas ferramentas para desenvolvedores, recursos para otimização do seu uso em cloud pública ou privada, novos recursos de relatórios, melhorias nas ferramentas de integração de dados com qualquer tipo de fonte para análises de business intelligence, entre outras novidades.

A versão final do produto será lançada ainda neste semestre, e a Microsoft realiza um evento online no dia 7 de março para detalhar melhor as inovações do lançamento.

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23

nov
2011

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Em Blog
Design
HTML

Por Allison

Grayscale Images Hover com HTML5 Cross Browser

Em 23, nov 2011 | Sem Comentários | Em Blog, Design, HTML | Por Allison

A um tempo atrás o blog Web Designer Wall fez mais um de seus interessantes posts mostrando como é possível criar imagens em escala cinza com JavaScript, mas especificamente com a utilização de HTML5 (Canvas). Só que como todos sabem, o Internet Explorer não tem suporte a esse tipo de feature, mas você pode contornar isso facilmente com um código prorietário da Microsoft.

Basicamente, o código é o seguinte:

1.element.style.filter = 'progid:DXImageTransform.Microsoft.BasicImage(grayScale=1)

Com isso basta você fazer uma verificação e se o user agent no momento for o IE, use esse código, caso contrário, use HTML5.

  1. Exemplos
  2. Downloads

Fonte: Pedro Rogério/PinceladasnaWeb

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21

out
2011

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Em Blog

Por Allison

Microsoft libera preview do “Roslyn”

Em 21, out 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A Microsoft lançou nesta semana uma versão preview do “Roslyn”, um novo tipo de compilador baseado no conceito de “Compiler-as-a-Service” (CaaS). Ele foi apresentado pela empresa durante a conferência BUILD, realizada em setembro deste ano.

O Roslyn foi criado para ser um compilador mais aberto, permitindo que os desenvolvedores acessem e utilizem os dados que ele gera durante a compilação do código VB ou C#.

No momento, o Roslyn ainda não é um produto “standalone”. Essa versão preview é uma extensão que deve ser instalada no Visual Studio 2010 SP1.

Requisitos de Sistema

  • Sistemas Operacionais Suportados: Windows 7, Windows Server 2008 R2

Faça o download do Microsoft “Roslyn” aqui.

Informações postadas originalmente Baboo

Fonte: IMasters

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11

out
2011

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Em Blog

Por Allison

Microsoft mostra detalhes da redução do uso de memória no Windows 8

Em 11, out 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Um dos grandes sucessos do Windows 7 foi a promessa da entrega de menor uso de memória que seu antecessor, o Vista, e se mostrou até mais rápido.

E o Windows 8 pretende continuar essa ‘tradição’. Na conferência //build/, Steven Sinofsky, presidente da Divisão Windows, impressionou os participantes com uma screenshot com o gerenciador de tarefas rodando Windows 7 e Windows 8. O netbook, o mesmo usado na demonstração do pré-beta do Windows 7 há três anos, teve uma redução de quase 120 MB no uso de RAM.

A redução impressiona quando levado em consideração que o Windows 8 inclui o Microsoft Security Essentials integrado a um novo Windows Defender.

Entre as técnicas que a equipe da Microsoft utilizou para atingir essa redução elas estão:

Compartilhar porções de memória em diferentes processos: o gerenciador de memória do Windows tenta remover bloqueios do sistema de memória que já são duplicados em outros programas executados. As porções “únicas” de memória são aquelas relatadas no gerenciador de tarefas, na coluna “Memória”, dos Windows 7 e 8.

Colocar mais serviços carregamento sob demanda ou na inicialização manual: comparado com o Windows 7, os serviços Plug and Play, Windows Update, e User PnP Framework são carregados sob demanda no Windows 8. Ou seja, eles são ativados por um gatilho e continuam sendo executados para completar uma tarefa requisitada antes de serem desligados. O Windows 8 também tem novos serviços no novo suporte para o sistema operacional, mas eles são carregados sob demanda ou configurados para uma inicialização manual.

Mais detalhes podem ser vistos no blog Building Windows 8.

Informações originalmente publicadas em Neowin

Fonte: IMasters

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10

set
2011

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Em Blog

Por Allison

Python no Visual Studio agora é cidadão de primeira classe

Em 10, set 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A Microsoft lançou uma extensão para desenvolvimento em Python no Visual Studio 2010. A ferramenta Python Tools for Visual Studio, de código aberto (licença Apache 2.0), oferece suporte a CPython, IronPython, Jython e PyPy.

Entre as principais funcionalidades do Python Tools, estão recursos avançados de edição de código, como IntelliSense e a localização de referências (Find all Refs), o comando Go to Definition e um navegador de objetos (Object Browser). Há ainda métodos de refatoração, como “Extract Method” e uma janela nativa para REPL (read-eval-print loop). O suporte para depuração, profiling local e remoto, e clusters HPC e MPI são outros destaques. Para desenvolvimento com HPC, é necessário obter o SDK, também gratuito, separadamente.

Após a instalação do Python Tools, são disponibilizados quatro templates de projetos: o mais flexível é o Python Application, em que há a opção de escolher o interpretador/runtime para execução das aplicações; os outros três, todos para o interpretador IronPython, facilitam a criação de aplicações Winforms, Silverlight e WPF.

No mesmo anúncio, a Microsoft informou o lançamento dos pacotes NumPy e SciPy para IronPython e .NET.

Há um bom screencast mostrando como utilizar o Python Tools. A extensão pode ser obtida no site oficial do projeto, no Codeplex.

Fonte: Elemar Jr./InfoQ

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10

set
2011

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Em Blog

Por Allison

Silverlight 5: o que está por vir na plataforma RIA da Microsoft

Em 10, set 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A plataforma para criação de aplicações RIA (Rich Internet Applications) da Microsoft está próxima a ter nova grande versão lançada. A empresa liberou um RC para o Silverlight 5 no início do mês e já se pode testar a maioria da funcionalidades planejadas. O release definitivo está planejado para o final do ano.

Em dezembro de 2010, foram anunciadas as novidades da futura versão, e a primeira versão beta foi disponibilizada em abril de 2011 durante o MIX11. Entre as principais mudanças destacam-se o suporte para P/Invoke para 64 bits, impressão vetorial (usando PostScript), e a possibilidade de aplicações rodarem em modo “Trusted” no browser (antes só disponível fora do browser). Aplicações baseadas no Silverlight 5 também passam a poder utilizar o controle PivotViewer.

O Silverlight nasceu com o codinome WPF/E (Windows Presentation Foundation/Everywhere), como versão reduzida do framework .NET combinada com o WPF. A plataforma vem tendo sucesso como tecnologia para desenvolvimento de aplicações web com forte apelo gráfico, ou que demandem acesso a recursos privilegiados dos computadores em que são executadas.

Mesmo depois de um começo incerto, chegando a ter sua utilidade questionada devido à possibilidade de substituição pelo HTML5, o Silverlight conseguiu se firmar como alternativa séria para desenvolvimento RIA em diversas plataformas. Há plugins da própria Microsoft para ambientes Windows e Mac OS, e o plugin Moonlight, desenvolvido pelo time do Mono, permite o desenvolvimento para Linux. Além disso, o Silverlight é a plataforma oficial de desenvolvimento para o Windows Phone 7.

Outra novidade é a API 3D do Silverlight 5, muito semelhante ao XNA, que traz avanços para o desenvolvimento de aplicações 3D distribuídas pela web. (Essa funcionalidade gerou alguma controvérsia em função de uma possível vulnerabilidade DoS.)

Atualmente, a Microsoft vem utilizando Silverlight na entrega dos vídeos desenvolvidos em todos os portais da empresa. A plataforma também foi utilizada com sucesso na transmissão online das últimas olimpíadas de inverno.

Por permitir o desenvolvimento de código com linguagens como C#, Visual Basic, IronPython, IronRuby e F#, e contar com recursos semelhantes ao .NET framework, a plataforma é considerada simples de aprender e utilizar. Além das extensões necessárias para desenvolvimento com o Silverlight 5 RC no Visual Studio 2010, estão disponíveis para download as versões aprimoradas da suite Expression.

Espera-se que a Microsoft faça mais anúncios sobre novas funcionalidades para o Silverlight 5 durante o Build conference, nas próximas semanas.

Fonte: Elemar Jr./InfoQ

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11

ago
2011

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Em Blog

Por Allison

Microsoft cria plataforma para construção de gadgets em casa

Em 11, ago 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Gadgeteer permite que hackers desenvolvam plataformas para protótipos de dispositivos eletrônicos caseiros

Hackers de hardware, que curtem construir seus próprios gadgets, devem dar uma olhada em uma novidade da Microsoft, que promete economizar tempo na hora de fazer protótipos de novos dispositivos: uma plataforma de desenvolvimento de software para gadgets feitos em casa, chamada .Net Gadgeteer.

“O .Net Gadgeteer utiliza o .Net Micro Framework para tornar a escrita de códigos para seu dispositivo tão fácil quanto fazê-lo para desktop, Web ou Windows Phone” explicou a empresa de Redmond no novo site que lançou para o software. A Microsoft prevê que o público inicial da plataforma sejam educadores, inventores e pessoas que desenvolvem por hobby. Os designers de hardware também poderão utilizar a ferramenta também para construir protótipos rapidamente.

O software foi desenvolvido pelo Grupo de Sensores e Dispositivos da Microsoft Research, divisão de pesquisas da empresa. Até agora, os pesquisadores já construíram diversos componentes a partir da plataforma, como uma câmera e um flipbook digital.

O Gadgeteer é uma plataforma para escrever softwares que controlam dispositivos simples feitos em casa, feito a partir de componentes compatíveis com ela. Começando com uma placa-mãe com processador integrado, os desenvolvedores podem montar um aparelho ao adicionar sensores, telas, câmeras, luzes, botões, controles de motor, entre outros componentes. As peças do Gadgeteer terão o mesmo tipo de conector, eliminando a necessidade de soldas.

Os usuários podem escrever seus códigos no Visual Studio, utilizando C# e o software de plug-in da Gadgeteer. Através do recurso Itellisense do Visual Studio, o software de código adiciona um conjunto de prompts que podem ajudar aos desenvolvedores a completarem seus códigos. O programa de controle resultante pode ser baixado para o dispositivo a partir de uma conexão USB para a placa-mãe.

A GHI Eletronics oferece um kit básico de componentes eletrônicos que é compatível com a Gadgeteer, que custa 250 dólares. A Microsoft espera que outros fabricantes de eletrônicos comecem a vender outras peças compatíveis com a plataforma.

Fonte: PCWorld

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10

ago
2011

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Em Blog

Por Allison

Versão final do Samba 3.6.0 é lançada

Em 10, ago 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Ontem, os desenvolvedores do Samba anunciaram a versão 3.6.0 final. O Samba é um programa, utilizado em sistemas operacionais do tipo Unix, que simula um servidor Windows, permitindo que seja feito gerenciamento e compartilhamento de arquivos em uma rede Microsoft. O destaque do lançamento é o suporte para SMB2, o protocolo usado pelo Vista e pelo SMB2.1, utilizado pelo Windows 7.

Os desenvolvedores não estão permitindo o uso do SMB2 como padrão, pelo fato de ser uma primeira versão, mas incentivam usuários e OEMs a realizar testes e a relatar os resultados obtidos. Assim, eles podem ter certeza sobre a estabilidade e o desempenho da implementação, podendo habilitá-lo como padrão em uma versão futura.

Além disso, o Samba 3.6.0 traz a adição do SMBTA (SMB Traffic Analyser) para permitir aos usuários o monitoramento e a criação de estatísticas em seus servidores SMB, e o envio de informações do disco sobre as ações dos diretórios NFS importados no Linux, graças a um novo backend baseado na versão Solaris/FreeBSD.

Fonte: Under-Linux

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23

jul
2011

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Por Allison

Microsoft lança software de desenvolvimento para Kinect

Em 23, jul 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A Microsoft disponibilizou nesta quinta-feira uma versão de teste do software por trás de seu sensor de movimentos Kinect compatível com o Windows 7, na esperança de que desenvolvedores inventem recursos para unir as funções do aparelho ao uso em computadores.

O Kinect, lançado no ano passado, é um conjunto de câmera e microfone que quando conectado ao console Xbox 360 permite que os usuários comandem jogos por gestos e voz. O aparelho é visto por alguns como um precursor da computação do futuro e chamou imediatamente a atenção de hackers, que descobriram formas de fazê-lo funcionar em computadores comuns.

A princípio, a Microsoft foi hostil a tais esforços, mas ao lançar uma versão beta do pacote de desenvolvimento de software para o Kinect mostra estar interessada em ver o que desenvolvedores poderão fazer com a tecnologia. O pacote de software, que, segundo a Microsoft, não deve ter usos comerciais no momento.

Fonte: Terra

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23

jul
2011

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Em Blog

Por Allison

Futuro da web está na interpretação de dados pelos PCs

Em 23, jul 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

O futuro da web passa por uma evolução de como a usamos hoje: em vez de ser apenas usada como um repositório de documentos para serem exibidos, a internet do futuro deve possibilitar que os computadores façam a interpretação dos dados e compartilhem essa interpretação com outros computadores. Esse conceito, conhecido como websemântica, já é antigo, cunhado por Tim Berners-Lee, o pai da web, em 1994, mas só agora é que começa a fazer sentido de verdade.

Segundo o analista de Projetos da W3C Brasil, Carlinhos Cecconi, o futuro da web vai usar tecnologias que possam atribuir valores aos dados existentes na web, dando significado ao conteúdo presente na rede. Mas o que isso significa? “Ao programar uma página na internet, o desenvolvedor dá ao computador a capacidade de retornar valores de pesquisa corretos, afirma.

Um exemplo prático disso seria uma pesquisa pelo livro Raízes do Brasil. Hoje, quem faz a análise semântica de que o termo de pesquisa é um livro é o usuário, que filtra os resultados e descarta os assuntos relacionados à botânica, por exemplo. No futuro, não. O próprio computador deve ser capaz de fazer isso sozinho, já que os dados presentes na web já estarão hiperlinkados e significados como sendo o livro de Sérgio Buarque de Hollanda.

HTML 5

De certa forma, segundo o analista da W3C, isso já está acontecendo hoje. Para ele, é difícil prever o quanto da web será feita dessa forma, mas ele acredita que a websemântica seja “comum e trivial”. “É claro que não se vai atribuir valor semântico a tudo que se publica na web. O que é certo é que a websemântica dará maior velocidade à rede”, afirma.

E um dos caminhos para que se acelere a utilização da websemântica é a utilização do HTML 5, linguagem de programação que promete tornar mais simples a implementação dessa tecnologia. Desde o ano passado, empresa como Google, Apple, Microsoft, Mozilla e Opera já implementaram grandes partes dessa linguagem.

Durante palestra no 12º Fórum Internacional Software Livre (fisl12), que acontece até sábado em Porto Alegre, Cecconi demonstrou algumas formas simples de programar, por exemplo, um formulário na web, fazendo com que o público, em sua maioria programadores que nunca mexeram com essa nova linguagem, soltassem interjeições de surpresa com a facilidade em desenvolver conteúdo para web em HTML 5.

“A linguagem HTML 5 torna a web mais simples para quem desenvolve, para quem publica e para quem utiliza a web, tornando a internet muito mais rica, interativa e criativa”, afirma Cecconi.

Fonte: Terra

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