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18

dez
2011

Sem Comentários

Em Blog
Python

Por Allison

Um guia para pacotes Python

Em 18, dez 2011 | Sem Comentários | Em Blog, Python | Por Allison

O principal para um projeto de software livre de sucesso é o pacote. Um ingrediente chave para um bom pacote é a versão. Como o projeto é de software livre, o ideal é publicar o pacote para aproveitar os muitos benefícios que a comunidade de software livre oferece.

Diferentes plataformas e linguagens têm mecanismos diversos para pacotes, mas este artigo se concentra especificamente em Python e seu ecossistema de pacotes. O artigo discute mecânica de pacotes para oferecer uma base e fornece exemplos práticos suficientes para que o leitor comece imediatamente.

Por que se preocupar com pacotes?

Além de ser a coisa certa a se fazer, há três motivos práticos para empacotar software:

  • Facilidade de uso
  • Estabilidade (com versões)
  • Distribuição

Tornar a instalação do aplicativo o mais simples possível é uma questão de consideração para com os usuários. Pacotes tornam o software mais acessível e mais fácil de instalar. Se for mais fácil de instalar, será mais fácil para que usuários comecem a usar o software.

Ao publicar um pacote no Python Package Index (PyPI), ele poderá ser facilmente acessado por meio de utilitários como pip oueasy_install.

Além disso, ao criar versões de pacotes, o desenvolvedor permite que os usuários “fixem” a dependência que seus projetos têm em relação ao software a uma versão em particular. Por exemplo, fixar Pinax para a versão 0.9a2.dev1017 seria expresso como:

Pinax==0.9a2.dev1017

Isso forçaria o projeto a usar o release 0.9a2.dev1017 do Pinax.

Versões garantem maior estabilidade caso sejam lançadas alterações de releases para seu software mais tarde que possam ter quebra de interfaces. Permitem aos usuários saber exatamente o que estão obtendo e facilitam para eles acompanhar as diferenças em releases.

Além disso, os desenvolvedores de projeto podem saber exatamente para o que estão criando código.

Um método comum para publicar pacotes no PyPI (ou em um servidor de distribuição próprio) é criar uma distribuição de origem para upload. Uma distribuição de origem é uma maneira padrão de empacotar a origem de seu projeto como uma unidade distribuível.

Há maneiras de criar distribuições binárias, mas, para o software livre, faz sentido também distribuir a origem.

Criar distribuições de origem facilita o uso de ferramentas que procuram o software na Internet, fazem download e instalam automaticamente. Esse processo ajuda não só no desenvolvimento local, mas também nas implementações do software.

Portanto, ao tornar mais fácil para usuários integrar e instalar o software, usar boas versões que permitem uma técnica confiável de fixação e publicar o pacote para distribuição mais ampla, você terá uma chance maior de que seu projeto tenha sucesso e obtenha aprovação ampla. Aprovação ampla pode levar a mais contribuidores — algo que certamente todo desenvolvedor de software livre deseja.

Anatomia de um arquivo setup.py

Um dos propósitos do script setup.py é servir como o executável que pode ser executado para empacotar o software e fazer upload para servidores de distribuição. O script setup.py pode variar bastante em conteúdo conforme você navega pelos repositórios Python populares. Este artigo se concentra no básico.

O arquivo setup.py pode ser usado para muitas tarefas diferentes, mas aqui você cria um que permitirá executar os seguintes comandos:

python setup.py register
python setup.py sdist upload

O primeiro comando, register, toma as informações fornecidas na função setup() no script setup.py e cria uma entrada no PyPI para seu pacote. Ele não faz upload; em vez disso, cria os metadados sobre o seu projeto, de modo que posteriormente seja possível fazer upload e hospedar os releases lá.

Os próximos dois comandos estão encadeados: sdist upload desenvolve uma distribuição de origem e faz upload dela para o PyPI. Mas há alguns pré-requisitos, como configurar seu próprio arquivo de configuração .pypirc e escrever efetivamente o conteúdo de setup.py.

Primeiro, configure o arquivo .pypirc. Ele deve estar em seu diretório inicial, que varia dependendo do sistema operacional. No UNIX®, Linux® e Mac OS X, chega-se lá digitando cd ~/. O conteúdo do arquivo deve conter suas credenciais PyPI, como mostrado abaixo:

[distutils]
index-servers =
pypi
 
[pypi]
username:xxxxxxxxxxxxx
password:xxxxxxxxxxxxx

Em seguida, acesse o PyPI e registre uma conta (não se preocupe, é grátis). Coloque o mesmo nome de usuário e senha criados no PyPI em seu arquivo .pypirc e nomeie o arquivo ~/.pypirc.

Agora, ao criar o script setup.py, é preciso decidir o que será exibido na página de índice do PyPI e qual será o nome do projeto. Comece copiando um modelo de setup.py que eu uso para projetos (consulte a listagem abaixo).

Ignorando as importações e funções, olhe para a parte inferior do modelo, para o que precisa ser mudado para se adequar ao seu projeto.

PACKAGE = ""
NAME = ""
DESCRIPTION = ""
AUTHOR = ""
AUTHOR_EMAIL = ""
URL = ""
VERSION = __import__(PACKAGE).__version__
 
setup(
name=NAME,
version=VERSION,
description=DESCRIPTION,
long_description=read("README.rst"),
author=AUTHOR,
author_email=AUTHOR_EMAIL,
license="BSD",
url=URL,
packages=find_packages(exclude=["tests.*", "tests"]),
package_data=find_package_data(
PACKAGE,
only_in_packages=False
),
classifiers=[
"Development Status :: 3 - Alpha",
"Environment :: Web Environment",
"Intended Audience :: Developers",
"License :: OSI Approved :: BSD License",
"Operating System :: OS Independent",
"Programming Language :: Python",
"Framework :: Django",
],
zip_safe=False,
)

Primeiro, observe que este modelo espera que o projeto tenha dois arquivos diferentes. O primeiro é usado para long_description: ele lê o conteúdo do arquivo README.rst que está no mesmo diretório que setup.py e passa o conteúdo como uma cadeia de caracteres para o parâmetro long_description.

Esse arquivo preenche a página de entrada no PyPI, portanto é bom descrever brevemente o projeto e mostrar exemplos de uso nesse arquivo. O segundo arquivo é __init__.py . Ele não é mencionado explicitamente aqui, mas a linha que define a variável VERSION importa o pacote; e quando isso acontece, Python precisa de um arquivo __init__.py e espera uma variável definida naquele módulo, chamada __version__.

Por enquanto, basta defini-la como uma cadeia de caractere:

# __init__.py
__version__ = "0.1"
 

Agora vamos ver as demais entradas:

Package é o pacote Python no projeto. É a pasta de nível superior que contém o módulo __init__.py que deve estar no mesmo diretório que o arquivo setup.py — por exemplo:

/-
|- README.rst
|- setup.py
|- dogs
|- __init__.py
|- catcher.py
 
Portanto,
 
dogs

seria o pacote aqui.

  • Name é geralmente o mesmo que Package ou semelhante, mas pode ser qualquer coisa. Name é como as pessoas chamarão o software, o nome pelo qual ele será listado no PyPI e — o mais importante — sob o qual os usuários irão instalá-lo (por exemplo, pip install NAME).
  • Description é apenas uma breve descrição do projeto. Uma frase é o bastante.
  • Author e Author_Email são o que parecem: o nome e endereço de e-mail do autor. Essas informações são opcionais, mas é uma boa prática fornecer um endereço de e-mail caso as pessoas queiram entrar em contato com você devido ao projeto.
  • URL é a URL do projeto. Essa URL pode ser o Web site do projeto, repositório Github ou qualquer URL que você queira. Novamente, essas informações são opcionais.

Pode ser útil também fornecer a licença e classificadores. Para mais informações sobre a criação de um arquivo setup.py, consulte a documentação do Python logo abaixo em Recursos.

Versão

Versões podem facilmente ser um tópico próprio, mas vale a pena mencioná-las no contexto de pacotes, pois um bom empacotamento envolve versões apropriadas. Versões são uma maneira de comunicar-se com o usuário: também permite que os usuários desenvolvam mais estabilidade e confiabilidade em seus aplicativos.

Com versões, o desenvolvedor diz aos usuários que ele mudou algo e dá limites explícitos para onde essas mudanças ocorreram.

Um padrão para versões em pacotes Python pode ser encontrado em Python Enhancement Proposal (PEP) 386. Essa proposta declara regras pragmáticas.

Mesmo que você não tenha lido e entendido a PEP, ou mesmo que não concorde com ela, seria sábio segui-la, pois mais e mais desenvolvedores Python estão acostumados a vê-la.

Além disso, versões não são apenas para releases estáveis transferidos por upload para PyPI, mas também são úteis para releases de desenvolvimento usando o sufixo devNN.

Geralmente não é bom fazer upload dessas versões de desenvolvedor para o PyPI, mas você ainda pode configurar seu próprio servidor de distribuição público (ou privado) para disponibilizá-las; dessa forma, usuários que queiram usar a versão mais recente podem citar isso em seu arquivo requirements.txt do pip. Aqui estão alguns exemplos de versões:

1.0.1        # 1.0.1 final release
1.0.2a       # 1.0.2 Alpha (for Alpha, after Dev releases)
1.0.2a.dev5  # 1.0.2 Alpha, Dev release #5

Publicação

As pessoas geralmente não irão localizar e instalar software que não tenha sido publicado. Na maioria das vezes, você deve publicar seus pacotes no PyPI.

Após configurar o arquivo de configuração .pypirc, o comando upload passado para setup.py transmite seu pacote para o PyPI. Geralmente isso é feito em conjunto com o desenvolvimento de uma distribuição de origem:

python setup.py sdist upload
 

Se você estiver usando seu próprio servidor de distribuição, inclua uma seção para autorização em seu arquivo .pypirc para esse novo local, e indique-o por nome ao fazer o upload:

python setup.py sdist upload -r mydist

Configurar seu próprio servidor de distribuição

A principal razão para usar um servidor de distribuição próprio em software livre é oferecer um lugar para publicar releases de desenvolvedor, pois o PyPI deve consistir apenas de releases estáveis. Por exemplo, você provavelmente quer que instale o release estável mais recente localizado no PyPI:

pip install MyPackage

No entanto, se posteriormente você instalar releases de desenvolvedor, esse comando acabará instalando o release mais recente, o que significa o de desenvolvedor.

É geralmente bom fixar um release, mas nem todos os usuários fazem isso. Portanto, garanta que o release estável mais recente seja sempre retornado se o usuário não especificar um número de versão.

Uma maneira de ter as vantagens tanto de um método (expor apenas releases estáveis para padrão do pip) como do outro (permitir que os usuários instalem pacotes de releases de desenvolvedor) é hospedar um servidor de distribuição próprio. O projeto Pinax faz isso para todos os seus releases de desenvolvedor.

O servidor de distribuição é apenas um índice, servido em Protocolo de Transporte de Hipertexto (HTTP), de arquivos no seu servidor. Deve ter a seguinte estrutura de arquivos:

 
/index-name/package-name/package-name-version.tar.gz

Dessa forma, é possível tornar o servidor privado configurando Basic-Auth no servidor da Web. É uma boa ideia incluir alguns recursos para upload de distribuições de origem também.

Para isso, é preciso incluir código para lidar com o upload, analisar o nome do arquivo e criar os caminhos de diretório para corresponder ao esquema acima. Essa estrutura existe para o projeto Pinax, que hospeda diversos repositórios.

pip e virtualenv

Embora este artigo tenha se concentrado primariamente na criação de pacotes, esta seção descreve o consumo de pacotes, oferecendo um pouco de apreciação para o que bons pacotes e versões fazem para os usuários.

pip é uma ferramenta que pode ser instalada diretamente, mas eu recomendo usá-la como parte de virtualenv. Recomendo usar virtualenv para tudo relacionado a Python, pois mantém os ambientes Python limpos.

Assim como uma máquina virtual permite executar diversos sistemas operacionais lado a lado, virtualenvs permitem executar diversos ambientes Python lado a lado. Eu não instalo nada no Python do meu sistema; em vez disso, crio um novo virtualenv para cada novo projeto ou utilitário em que trabalho.

Agora que você instalou virtualenv, pode brincar um pouco:

$ mkvirtualenv —no-site-packages testing
$ pip install Pinax
$ pip freeze|grep Pinax
$ pip uninstall Pinax
$ pip install —extra-index-url=http://dist.pinaxproject.com/fresh-start/
Pinax==0.9a2.dev1017
$ pip freeze|grep Pinax

Observe que a primeira instalação do pip foi transferida por download e instalada a partir do PyPI. pip freeze mostra todas as versões de pacotes instalados no virtualenv atual. pip uninstall faz exatamente o que você imagina: remove-se do virtualenv.

Em seguida, você instala uma versão de desenvolvedor do repositório novo para obter a versão de desenvolvimento do Pinax versão 0.9a2.dev1017.

Não é preciso ir para Web sites, fazer download de tarballs e criar links simbólicos para um pacote no site. (Era assim que eu costumava fazer, e causava muitos problemas.) Seus usuários obtêm tudo isso como resultado de bons pacotes, publicação e versões de seu projeto.

Conclusão

Em suma, vale muito a pena aprender a arte e ciência dos pacotes. Você obterá uma adoção maior dos usuários devido à facilidade de instalação e estabilidade que a divisão dos pacotes em versão oferece a eles.

Usando o modelo de setup.py fornecido abaixo em Recursos e discutido neste artigo, deve ser possível incluir pacotes em seu projeto rápido e facilmente. Comunicar-se com seus usuários por meio de versões apropriadas é uma questão de consideração com eles, pois facilita o rastreamento de mudanças entre releases.

Por fim, à medida que pip e virtualenv aumentam sua adoção, a confiança nos pacotes publicados — seja no PyPI ou em um servidor de distribuição próprio — aumenta. Portanto, não deixe de publicar os projetos que você quer compartilhar com o mundo.

Fonte: developerWorks Brasil/IMasters

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08

nov
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Oracle propõe tornar o JavaFX open source

Em 08, nov 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Recentemente, na conferência JavaOne, a Oracle disse que tem a intenção de tornar o JavaFX uma plataforma open source. Agora, a empresa está propondo formalmente que a toolkit JavaFX seja open source sob o projeto OpenJDK e está quer que ela seja incorporada ao Java 9. O arquiteto desktop da Oracle, Richard Bair, ao fazer a proposta, disse que a empresa já vinha conversando a respeito há muito tempo, “mas finalmente estão preparados para atuar nessa área”.

JavaFX foi criado pela Sun como uma tecnologia independente, com sua própria linguagem de script. Mas desde a aquisição da Sun pela Oracle, ela foi reposicionada como uma toolkit Java com uma moderna arquitetura, dando suporte para, por exemplo, aceleração de hardware e estilização utilizando CSS.

O projeto se chamará JFX e a Oracle espera que durante o processo uma comunidade se desenvolva em torno dele; o projeto inclui mais de 6 mil membros de APIs públicas, 11.500 unidades de testes, bibliotecas core, efeitos, suporte a CSS e a aceleração de hardware e controle UI e gráficos. Eles também esperam que a transparência vinda dos códigos open source irá melhorar a aceitação. O código já existe para portar uma camada que suporta Linux, Mac OS X e Windows.

Bair espera que existirá um JSR para JFX a tempo do Java 9, que incluiria JFX como “uma parte adequada do JDK”.A proposta dele formalizada por Iris Clark, que foi quem colocou a proposta para votação. Inicialmente, o projeto – que será liderado por Bair – terá o código JavaFX publicado pela Oracle, começando pelos controles UI. Ao longo dos meses, o código completo será publicado. O OpenJFX não dependerá dos binários por muito tempo. A votação deve ser concluída até o dia 16 de novembro.

Plano a longo prazo da Oracle é ver o JavaFX superar o toolkit UI já existente, como o Swing. Mas não há planos de remover o Swing do Java e é possível usar os dois em um aplicativo. O código fonte para o JavaFX deve ser lançado sob a GPLv2 com a exceção do Classpath.

Com informações de The H

Fonte: IMasters

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01

nov
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Ruby 1.9.3 está disponível para download

Em 01, nov 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A equipe de desenvolvimento do Ruby anunciou a liberação da versão 1.9.3 de sua linguagem de programação open source. Ela traz melhorias no desempenho de carregamento da biblioteca e mudanças na licença do Ruby.

O código-fonte do Ruby 1.9.3 está disponível sob as licenças 2-clause BSD Licence e Ruby Licence. As versão anteriores da linguagem foram liberadas sob GPLv2 e Ruby Licence.

Outras mudanças incluem melhorias no fechamento de programas multi-threaded, suporte de expressões regulares para Unicode 6.0, mudanças para métodos Random.rand e extra String.

Segundo os desenvolvedores, no Mac OS X 10.7 Lion, usuários com Xcode 4.1 precisarão configurar o Ruby com ‘–with-gcc=gcc-4.2’, enquanto aqueles com Xcode 4.2 terão que usar ‘–with-gcc=clang’.

Mais detalhes sobre a nova versão podem ser encontrados no change log e no arquivo NEWS. O Ruby 1.9.3 (1.9.3 p0) está disponível para download no site rubylang.org.

Informação originalemnte publicadas The H

Fonte: IMasters

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04

set
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Bazaar 2.4 Apresenta Suporte à Longo Prazo

Em 04, set 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Desenvolvedores que trabalham com o sistema distribuído de controle de versão Bazaar, lançaram uma nova edição, que inclui suporte à longo prazo. As atualizações para o ramo de desenvolvimento 2.4.x irão, a partir de agora, ser limitadas a correções de bugs, com novos recursos para a versão 2.5. Esse suporte à longo prazo implementado, será executado até fevereiro de 2013.

Bazaar 2.4 é compatível com versões anteriores; dessa forma, a equipe de desenvolvimento aconselha os usuários a atualizar para a nova versão. Lembrando que o o sistema de controle de versão distribuído não é limitado para o Linux, pois a instalação dos pacotes está disponível para outros sistemas operacionais, incluindo Windows, Mac OS X, Solaris e BSD.

Fonte: Under-Linux

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31

ago
2011

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Em Blog

Por Allison

Versão 3.4.3 do LibreOffice é lançada e corrige vários bugs

Em 31, ago 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A Document Foundation lançou a versão 3.4.3 do LibreOffice, que traz várias correções de bugs na suíte de software livre.

De acordo com o wiki do projeto, o quarto release da série 3.4.x não adiciona novas funcionalidades. Ele oferece correções no processador de textos Writer, no programa de planilhas Calc e no gerenciador de apresentação Impress, e em bugs em filtros e em bibliotecas. Entretanto, os desenvolvedores alertam que ainda há alguns problemas na atualização, incluindo um classificado como crítico e que será corrigido na versão 3.4.4, esperada para o início de outubro.

Mais detalhes sobre a atualização podem ser vistos nas notas de lançamento, na página da nova versão e no post do blog da Document Foundation. O LibreOffice 3.4.3 está disponível para download para Windows, Mac OS X e Linux.

Fonte: H-online

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21

ago
2011

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Em Blog

Por Allison

Seis ferramentas para domar o Twitter

Em 21, ago 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Gerenciado de forma eficaz, o microblog pode ser um recurso valioso.

O Twitter pode ser uma poderosa ferramenta de negócios, além de também uma valiosa fonte de informações. Mas se não for gerido de forma adequada, pode tornar-se rapidamente um sorvedouro de tempo e produtividade, diante do trabalho de busca por pepitas de informação útil na mina de ouro formada na montanha diária de dados que trafegam no serviço. Felizmente, há uma variedade de ferramentas que você pode empregar para ajudar sua empresa a gerenciar o Twitter e isolar o ruído.

Este artigo lança um olhar sobre seis dessas ferramentas e examina o que têm a oferecer para ajudá-lo a gerenciar com eficiência o fluxo de informação na rede social. (Nota:. Clientes de Twitter, como o TweetDeck ou o HootSuite, também contêm algumas funções de gerenciamento. Mas este artigo incide especificamente sobre a versão Web).

:: MarketMeSuite

Preço: US $ 5.99/mês ou US $ 34.99/ano

O MarketMeSuite pode ser configurado para segmentar os usuários do Twitter com base no idioma e localização, para que você possa filtrar os seguidores que não são susceptíveis de se tornarem seus clientes; rastrear conversas no Twitter com base em palavras-chave para que você possa se manter atento a temas relevantes para o seu negócio; e enviar um e-mail quando sua marca ou produto é mencionado no Twitter, permitindo que você seja envolvido na conversa e responda rapidamente a qualquer comentários negativo.

Permite ainda agendar a publicação de tweets. Mas carece de alguns dos relatórios e análises oferecidos por um produto similar, o Sendible.

:: Nimble

Preço: Grátis (pessoas físicas); US$ 10/user/month (contas corporativas)

O Nimble permite visualizar todas as suas comunicações e interações com um contato específico. Você adiciona suas contas de e-mail, Twitter, Facebook e LinkedIn e, a partir daí, pode ver todas as mensagens e atualizações de status em um fluxo único. Muitos acham que essa concentração é útil para monitorar todos os seus serviços de uma só vez. Na minha opinião, tem um grande potencial para ampliar o ruído, em vez de de reduzir.

Faltam alguns recursos avançados de gestão e funções para métricas presentes em outras ferramentas, mas sua simplicidade, a maneira que permite que você acompanhe seus contatos diversos e me leva a recomendá-lo.

Ele acrescenta valor quando você tem uma equipe trabalhando com redes sociais para vendas ou marketing, já que permite que você selecione mensagens individuais ou atualizações de status . Pode ser usado também como base para a atribuição de tarefas – por exemplo, se um cliente twittou sobre um problema com seu produto, você pode atribuir a membro da equipe a tarefa de acompanhamento.

:: Sendible

Preço: R $ 9.99/mês para a versão Solo; $ 19.99/mês para a Marketer; $ 49.99/mês para a Negócios; e $ 99.99/mês para a Empresas

Uma das ferramentas mais completas disponíveis para gerenciar a atividade de redes sociais é o Sendible. Oferece ferramentas para envia atualizações e comunicações através de uma ampla variedade de serviços, incluindo o Twitter, o Facebook, o LinkedIn, e-mail e muito mais. Para o Twitter, o Sendible tem uma ampla gama de ferramentas para monitoramento de contas, geração de métricas e relatórios de acompanhamento.

Uma vez adicionada a sua conta do Twitter no Sendible, você pode twittar de imediato, agendar tweets, selecionar tweets para sejam repetidos em intervalos determinados e determinar o envio automático de uma mensagem de boas-vindas a qualquer usuário do Twitter começar a seguir a sua conta.

Além de companhar as mensagens, permite ainda monitorar quantas vezes os links compartilhados através deles foram abertos. Outro recurso bem interessante é a possibilidade de seguir automaticamente contas do Twitter com interesses similares.

Também oferece ferramentas para monitorar como sua empresa ou seus produtos ou serviços estão sendo citados no Twitter e outras redes sociais (usando um mecanismo de análise de sentimento para encontrar menções positivas e negativas), e priorizar as mensagens que você deve responder. Mas senti falta de um recurso presente no TweetAdder e no MarketMeSuite, que permite deixar de seguir automaticamente contas improdutiva.

:: TM & Tap11

Preço: Em pré-lançamento Preço não definido

Esta ferramenta é mais focada em análise do qualquer uma das outras citadas aqui. A Tap11 permite que você monitore o para ouvir o que está sendo dito sobre sua empresa, controlar o a exposição e alcance dos seus tweets e descobrir que contas do Twitter exercem influência dentro de sua indústria. É possível também definir o recebimento de alertas por e-mail sobre notícias relevantes para os seus produtos ou serviços.

Eu realmente gosto das ferramentas de análise e geração de relatórios da Tap11. Você pode enviar a mesma mensagem com palavras diferentes ou em diferentes momentos do dia, e monitorar para ver quais tweets vão obter o máximo de exposição. Informações como esta podem ajudá-lo a otimizar seus esforços de social media marketing. Mas não é tão robusto quando se trata de recursos para a gestão – adicionar ou parar de seguir – de contas no Twitter.

Como muitas das outras ferramentas aqui analisadas, a Tap11 permite que você trabalhe com o Twitter de forma mais eficiente, permitindo que você agende a publicação de tweets.

Uma vantagem Tap11 tem sobre a maioria dos produtos concorrentes é a integração móvel. Sendible tem o seu aplicativo para o iPhone, mas Tap11 tem aplicativos para iPhone e BlackBerry.

:: TweetAdder

Preço: US $ 55 / 1 perfil; US $ 74 / 5 perfis; US $ 110/10 perfis; US $ perfis 188/ilimitado

O TweetAdder fornece umaampla variedade de ferramentas para gerenciar e racionalizar a atividade da empresa no Twitter. Entre ela, a automatização de tweets, retweets e respostas. Também permite seguir automaticamente contas de terceiros com base em uma ampla variedade de fatores. Você pode seguir automaticamente as contas com base em interesses ou palavras-chave, usuários que seguem uma conta específica, ou seguir de volta contas do Twitter que comecem a seguir você. Se houver listas do Twitter que você gostaria de seguir, você também pode automatizar a adição de contas da lista para a sua lista de contas no Twitter.

Esta abordagem tem prós e contras. Enquanto você pode aumentar o número de contas a seguir, você também pode acabar seguindo centenas, milhares de contas do Twitter que você não está realmente interessado, e que não tenham nenhum interesse real em seu produto ou tema.

Em compensação, o TweetAdder também permite que você deixe automaticamente de seguir contas que não estão seguindo você de volta. Você também pode criar uma “lista branca” de contas do Twitter que estão fora dos limites para parar de seguir, ou seja, aqueles que você quer seguir independentemente de segui-lo de volta ou não.

Para cada uma das várias ferramentas do TweetAdder, você poderá controlar quantas vezes o serviço automatizado funcionará, quantas contas poderão ser seguidas ou deixar de serem seguidas em uma determinada sessão, e até o número máximo de unfollows por dia.

Há versões TweetAdder para Windows, Mac OS X e Linux (o cliente Linux é uma versão beta).

:: TweetRoost

Preço: Grátis (até 3 contas); US $ 14.95/usuário/mês (até 25 contas por usuário)

TweetRoost permite monitorar, salvar, classificar, analisar e agendar o tráfego do Twitter de até 25 contas

Se comporta como uma típica aplicação cliente Twitter. Exibe o seu fluxo padrão com as atualizações de status a partir das contas que você segue, juntamente com uma caixa na parte superior onde você pode adicionar suas próprias atualizações.

No topo da página há um campo para pesquisar no Twitter. O TweetRoost permite que você salve suas buscas e monitore continuamente os termos de busca de novas atualizações. Este pode ser um excelente método de rastreamento de feedback e comentários relacionados à sua empresa ou produtos ou serviços específicos.

Duas coisas me chamaram a atenção: sua habilidade para salvar tweets e sua integração com Klout. O Twitter é um meio dinâmico, existe um volume tão elevado de tweets que os antigos desaparecem rapidamente. O TweetRoost permite que você mantenha o seu próprio banco de dados local de tweets, mensagens mencionadas e diretas em um banco de dados , pesquisáveis por quanto tempo quiser.

O Klout é um site que classifica o alcance das suas redes sociais com uma pontuação Klout. É uma ferramenta simples, mas eficaz para controlar como os seus esforços de redes sociais quando se trata de estabelecer sua marca e influenciar seguidores. Sua pontuação Klout pode ser integrada em sua análise TweetRoost e em seus relatórios.

Em resumo

Quando se trata de simplesmente gerenciar sua conta no Twitter, minimizando o ruído para que você possa se concentrar no tweets importantes – ou pelo menos relevantes – o TweetAdder sobressai. É o que oferece melhor relaçao custo/benefício.

No entanto, para uma aplicação mais abrangente, que forneça uma caixa de ferramentas sofisticadas para o gerenciamento de mídia social em geral, minha recomendação é a Sendible. É uma espécie de canivete suíço para o marketing de mídia social, que transforma a comunicação com clientes ou seguidores em um processo mais ágil e eficiente, além de fornecer relatórios e análises para ajudá-lo a descobrir o que funciona e o que não funciona.

Minha única reclamação sobre Sendible é o preço. Se você quer uma plataforma mais barata para o gerenciamento de redes sociais, o MarketMeSuite é uma ferramenta muito capaz.

Fonte: CIO

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19

ago
2011

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Em Blog

Por Allison

Mozilla disponibiliza Firefox 7 Beta 1

Em 19, ago 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Mal lançou o Firefox 6, a Mozilla já disponibilizou a primeira versão de testes do Firefox 7. O principal destaque é o menor consumo de memória.

Entre as novidades do Firefox 7 Beta 1 estão melhorias no Firefox Sync, suporte para Azure Direct2D for Canvas (ajuda o Firefox a acelerar a renderização de animações baseadas em Canvas do HTML5), suporte para text-overflow: ellipsis e para a especificação Web Timing.

A nova versão disponível para Windows, Mac OS X e Linux.

Fonte: Baboo

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15

ago
2011

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Em Blog

Por Allison

Adobe disponibiliza versão beta da ferramenta Muse

Em 15, ago 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A Adobe disponibilizou hoje uma versão de testes de sua nova ferramenta chamada de Muse.

Ela é baseada na plataforma AIR e permite a criação e a publicação de sites de maneira fácil e rápida, o que o torna perfeito para usuários que não querem lidar com código e ferramentas mais complexas como o Dreamweaver.

De acordo com a empresa, a ferramenta utiliza os mais recentes padrões web, como HTML5 e CSS3.

Além disso, o Muse permite a criação de sites “trial”, que são hospedados pela própria Adobe. Dessa forma, os usuários podem testar os sites criados antes de publicá-los definitivamente.

O Adobe Muse Beta é compatível com Windows, Mac OS X e requer o Adobe AIR instalado.

Fonte: IMaster

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