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18

jul
2017

Sem Comentários

Em e-commerce

Por Vinicius AC

É a página do produto, estúpido!

Em 18, jul 2017 | Sem Comentários | Em e-commerce | Por Vinicius AC

Um ecommerce é cheio particularidades. Existem centenas de características importantes na administração de uma loja virtual. É preciso tratar de questões técnicas da internet, financeiras, de logística, de relacionamento com clientes, de conteúdo, de divulgação, entre outras.

Lojistas de primeira viagem, ou até alguns com um pouco mais de experiência, passam por maus bocados para iniciar e principalmente, para fazer a loja girar. O aprendizado vem aos poucos, na base do sofrimento mesmo. O problema é que são muitos detalhes e não dá para aprender tudo do dia para a noite.

Mas, já que é preciso começar por alguma lugar, uma boa escolha é a página do produto. É uma das partes mais mais importantes de um ecommerce e também uma das mais relegadas ao segundo plano.

Trincheira online

A página do produto é onde a guerra realmente ocorre. Ela tem que responder a todas as dúvidas do seu público alvo, tem que ser bonita, tem que ter imagens / ilustrações e, se possível, tem que conter algum vídeo informativo.

Não acredite na conversa fiada de que é melhor uma página do produto enxuta, somente com as informações principais. Os resultados práticos desmentiram isso a muito tempo.

A página do produto é seu melhor vendedor, pois é nela que o visitante será apresentado ao produto e, possivelmente se sentirá motivado a realizar uma compra. Em uma loja física, há sempre um vendedor prestativo e sorridente para tirar dúvidas do cliente sobre alguma característica do produto. E na loja virtual? Quem é esse vendedor? É a página do produto, estúpido.

A página do produto deve responder todas as perguntas. Os clientes virtuais tendem a ser exigentes, já que a loja concorrente está a poucos cliques de distância. Uma única e pequena dúvida não respondida, pode ser a diferença entre um carrinho abandonado e uma conversão.

Landing pagizar é preciso

É comum o cliente cair direto na página do produto através das ferramentas de pesquisas ou redes sociais, e realizar a compra sem visualizar outras seções da sua loja, como a home page, por exemplo. Neste caso, a página do produto desempenha o papel de página de destino, ou Landing Page.

Por isso, assim como nas Landing Pages tradicionais, é recomendado caprichar no conteúdo da página do produto. Transformá-la em verdadeiras landing pages, em termos visuais e de conteúdo, é uma coisa boa, acredite.

Esse post seria um lixo se não tivesse um único exemplo de página do produto super foda. Faça 20% desse exemplo, e já será suficiente: https://casper.com/mattresses.

E finalmente, chegamos em um ponto onde a plataforma pode fazer a diferença. Se a sua só permite aquela estrutura padrão e pobre de página do produto. Sinto muito, mas você vai vender menos do que poderia. Sorry!

É preciso conhecer seu público alvo

Esse tópico merece um post exclusivo. Serei objetivo. Quanto maior for o conhecimento do lojista em relação a seu público alvo, mais bem preparado ele estará para criar uma excelente página do produto.

Nichar é o caminho

Se você não é a Amazon, foque. Dá um trabalho do inferno fazer uma página do produto realmente boa. Então, não tente fazer isso para 100 produtos, pois não vai conseguir. Saiba escolher bem os potenciais campeões de vendas e landing pagize as páginas deles.

Quanto mais direcionado a nichos for o produto, menor será a concorrência e mais fácil a venda, pois os grandões não tem tempo, nem interesse de construir uma linda página para um produto de nicho. É obvio que o produto tem que atender a algum desejo importante desse grupo de pessoas, senão, sem chances. Não espere por milagres.

Por Vinicius Castro
CIO SWX Virtuaria

Apple Store, Hangzhou, China

Apple Store, Hangzhou, China

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18

jul
2017

Sem Comentários

Em e-commerce

Por Vinicius AC

Dicas de ouro para vender joias e bijuterias online

Em 18, jul 2017 | Sem Comentários | Em e-commerce | Por Vinicius AC

As vendas online de joias e bijuterias cresceram muito nos últimos anos. É um mercado em franca expansão, turbinado pela vaidade da mulher brasileira e pela qualidade das nossas joias e bijuterias. Porém, também é um mercado muito competitivo, então, é preciso saber vender online.

Jade

Preço ou Conceito

A pior escolha que você pode fazer é tentar competir apenas na base do preço mais baixo. Deixe isso para as grandes lojas.

Antes de vender um produto, você tem que vender um conceito, seja de glamour, sofisticação, diferenciação ou qualquer outro. Para isso, tanto o visual da loja, quanto os produtos vendidos, devem estar em sintonia com o conceito pretendido. Atice os desejos e vaidades do seu público alvo mostrando exatamente o que ele quer ver, da forma que ele gosta de ver. Descreva muito bem os seus produtos, coloque fotos maravilhosas e todos os detalhes importantes de cada um deles.  É por aí que se consegue vender joias e bijuterias online sem ter o menor preço.

As grandes lojas costumam trabalhar com um grande número de peças, dos mais variados tipos e conceitos. É inviável para elas, definir e trabalhar bem os conceitos por trás das peças. É preciso explorar essa fraqueza das grandes lojas e assim abocanhar um pedaço do mercado.

 

Para brilhar, é preciso nichar

O setor de joias e bijuterias é bastante diversificado. Vende-se anéis, colares, pulseiras, brincos, etc. Cada item pode ser feito a partir de diversos materiais, como ouro, prata, conchas, penas, pedras, madeira, etc, etc, etc. É muita coisa, então não tente vender de tudo um pouco. Tente ter os melhores produtos e a melhor loja virtual para as necessidades de um determinado nicho de mercado. Metaleiras? Pode ser. Patricinhas? Porque não. Adolescentes? Bom. Senhoras? Bom também. Esportistas, legal.

Dica de ouro: Os Nichos acima são muito genéricos. Os melhores são os mais específicos, geralmente formados pela intersecção de interesses. Exemplos: Mulheres entre 20 e 29 anos que gostam de indie music e de surfar ocasionalmente; Senhoras esposas de ex-metaleiros fãs de motocicletas. Jovens EMOS fãs de animes japoneses.

Se você conseguir satisfazer os desejos e vaidades de ao menos um grupo (nicho) de pessoas, suas chances de dar certo automaticamente multiplicam-se. O Brasil tem mais de 100 milhões de internautas e esse número só cresce. Se você conseguir atender bem os desejos de 0,05% deles, serão 50 mil pessoas. E o melhor, as grandes lojas virtuais não serão páreo para você, pois eles não tem condições de focar “apenas” em 50 ou 100 mil pessoas.

Sua loja, sua joia 

A loja virtual deve transmitir a proposta do produto já no primeiro olhar, como se ela própria fosse uma das joias do catálogo. Isso é fundamental para se trabalhar com nichos da forma correta. Cores, conteúdo, estrutura, funcionalidades, tudo de acordo com as características do seu público.

Estamos falando em vender vaidade e, justamente por isso, sua loja virtual precisa ser incrível, pois só assim será possível passar não somente um conceito, como já explicado, mas também confiança. Faça um bom investimento em design e usabilidade, pois é essencial.

 

Não venda gato por lebre

Garanta que seu cliente vai receber exatamente o que está comprando. Falsificações de marcas famosas existem aos milhares. Se for vender réplicas, deixe isso muito claro para que algum cliente mais distraído não compre gato por lebre, gerando repercussão negativa.

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Vídeo vende bem

Crie vídeos sobre os seus produtos, faça reviews, tire as principais dúvidas dos seus consumidores e publique no seu canal no Youtube com seus dados de contato. Depois compartilhe com os seus seguidores nas principais redes sociais as quais você faz parte.

 

Use e abuse das redes sociais

Estreite o relacionamento com seus clientes. Faça um planejamento de conteúdo e aborde um assunto diferente a cada dia, mas que tenha relação com aquilo que o seu público procura. Exemplo: resposta a dúvidas, dicas de estilo, tendências do mercado, curiosidades, etc.

Uma das redes sociais que dão mais resultados é o Instagram. Tem tudo a ver com jóias e bijuterias, pois os resultados são melhores quando os produtos tem um bom apelo visual. Por meio dessa rede social, você pode compartilhar fotos e vídeos das suas peças, promoções, lançamentos, entre outras coisas importantes para aumentar suas vendas.

Se você tem uma página no Facebook, crie um formulário para que o seu público se inscreva e receba novidades por e-mail.

Por Vinicius Castro
CIO SWX Virtuaria

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17

maio
2017

Sem Comentários

Em e-commerce
Empreendedorismo

Por Vinicius AC

A estrela mundial do ecommerce é o Brasil

Em 17, maio 2017 | Sem Comentários | Em e-commerce, Empreendedorismo | Por Vinicius AC

Somos o sétimo mercado online do planeta e o maior mercado da América Latina. Mesmo assim, a perspectiva de crescimento do ecommerce brasileiro ainda é muito alta, pois cerca de 45% da população brasileira não usa a internet de forma ativa e 80% nunca fizeram uma compra online.

O gráfico abaixo mostra comparativamente o potencial de vendas online dos 7 maiores mercados do mundo. Veja que o Brasil aumenta sua participação de 5,3% em 2016 para 9,3% em 2020. É o maior crescimento percentual entre os países mostrados no gráfico.

Potencia Mercados Ecommerce

Imagine que você deseja expandir suas vendas online para outro país e está em dúvida entre Alemanha e França. Hoje, o potencial do mercado da Alemanha ( 8,4% ) é maior que o da França ( 6,1% ), porém o mercado Alemão tende a perder importância em relação ao da França. Este é um parâmetro importante para embasar sua decisão. Pois bem, a minha recomendação é que você pense melhor e invista mesmo é no mercado online brasileiro, afinal de contas, os mercados da Alemanha, Inglaterra e França, tendem a perder importância em relação ao do Brasil (essa pesquisa T-Index é de 2016, já na crise).

Lembrando que estamos falando de potencial do mercado e não do tamanho. Esse potencial é medido pelo número de habitantes com acesso a internet, valor médio das compras, tamanho do mercado, entre outros fatores, e não somente pelas vendas totais no final do ano.

 

Mas e a crise?

Todos os setores estão sendo afetados pela crise, porém nem todos da mesma forma. O gráfico abaixo mostra claramente que o potencial do mercado online é tão grande que, mesmo em 2016, um dos piores anos da nossa história, o crescimento ainda foi bastante expressivo. A expectativa é que em 2021 o faturamento do ecommerce brasileiro chegue a 85 bilhões de reais.

crescimento_ecommerce
Projeção de crescimento do ecommerce brasileiro até 2021 (Gráfico: Ecommerce Brasil)

 

Varejo Físico

Em contrapartida, o varejo tradicional teve crescimento negativo em 2015 e 2016. Muito da queda nas vendas das lojas de tijolos está relacionado a crise, porém o ecommerce tem sua cota de participação. São duas forças atuando em paralelo contra o crescimento do varejo físico, crise e ecommerce.

Virtuaria - Varejo físico e online

O impacto do ecommerce sobre o varejo tradicional é uma tendência mundial. Um exemplo é a morte dos shopping nos EUA.

Hoje, nos EUA, muitos shopping estão morrendo e o ecommerce continua crescendo. Os mais afetados são os shoppings na periferia. No Brasil, os shoppings ainda estão muito bem, na maioria dos casos. Porém dentro de alguns anos, alcançaremos a maturidade que o mercado americano tem hoje, e então, nossos shoppings também começarão a morrer.

A tendência é que as lojas físicas atuem como um ponto de apoio as lojas virtais, permitindo experiências aos clientes que não são possíveis online, como demonstrações do uso dos produtos, diversão, treinamentos, atendimento personalizado, entre outras coisas. São coisas que ajudam a conquistar os corações dos clientes e a construir uma reputação positiva, inclusive nas redes sociais. Isso já acontece com algumas grandes marcas mundiais, como a Apple, onde as lojas físicas focam mais na experiência dos clientes do que na própria venda.

Hoje, a maioria dos consumidores brasileiros já pesquisam online antes de realizar uma compra em uma loja física. Com o tempo, cada vez mais eles pesquisarão online e também comprarão online. Mesmo aqueles que visitarem a loja física para dar uma olhada nos detalhes do produto, cada vez mais vão preferir efetivar a compra através da internet. Isso mostra a importância de integrar bem o físico e o virtual, cada um com seus pontos fortes.

Céu de Brigadeiro

O motor do crescimento do ecommerce tem sido os novos consumidores virtuais e a diversificação das vendas. Hoje, calçados, roupas, produtos de beleza e alimentícios estão crescendo acima da média e ampliando sua participação no mercado virtual, no passado recente foram os eletrônicos, muitos em breve, outros setores se destacarão.

Nos Estados Unidos, 67% da população  fez ao menos uma compra online em 2016. No brasil, apenas 20% da população costuma fazer compras online. A perspectiva é que 100 milhões de brasileiros passem a comprar online nos próximos 8 ou 10 anos. Um número impressionante que deixa claro o potencial do ecommerce brasileiro.

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Por Vinicius Castro
CEO SWX Virtuaria

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22

abr
2016

Sem Comentários

Em Blog
e-commerce

Por Vinicius AC

Irmãs faturam com ecommerce de camisetas

Em 22, abr 2016 | Sem Comentários | Em Blog, e-commerce | Por Vinicius AC

irm01Do virtuaria.com.br.

As irmãs Andrea e Renata, adoravam trocar a cidade de São Paulo, onde moram, pelo Rio de Janeiro na época do carnaval. Andrea, que trabalhava como estilista na confecção da mãe, fazia uma camiseta personalizada diferente para cada dia que ela, a irmã e o grupo de amigas passassem na cidade maravilhosa.

As camisetas chamaram atenção por suas estampas diferentes e mensagens descontraídas. Foi tanto sucesso, que em 2011, as irmãs resolveram transformar a tradição de carnaval em um negócio rentável, a loja virtual Carmensitas.

O investimento inicial da empresa foi de R$ 15 mil. “Como utilizamos a infraestrutura da confecção da nossa família, nossos custos foram reduzidos”, afirma Andrea.

Andrea deixou de ser estilista da confecção familiar para se dedicar totalmente à nova marca. Já Renata, parou de trabalhar na área de arquitetura para ajudar a irmã na parte de criação dos produtos da Carmensitas. Juntas cuidam de toda parte de criação e desenvolvimento de coleção da marca.

“Aqui tudo o que fabricamos e comercializamos é feito no Brasil, faz parte da nossa cultura e dos nossos valores, valorizar a indústria nacional! Nosso know how vem de família, lá dos tempos da vovó que há mais de 40 anos está no mercado da moda! Amamos o que fazemos, por isso tudo é feito com muito carinho por nós mesmas, e cada detalhe é pensado antes de ser colocado no ar e vestir as Carmensitas por aí. Buscamos inspiração em tudo que vivemos, com um olho nas tendências, mas sempre adaptadas ao que gostamos de usar e que tenha a cara da marca.”, dizem Andrea e Renata

A marca se diferencia por vender camisetas com estampas diferentes e mensagens divertidas. Pouco tempo após o lançamento da marca, uma blogueira famosa no segmento de moda e beleza fez um post sobre algumas das peças. Isso fez com que a procura pelos produtos da Carmensitas aumentasse consideravelmente. “Nossa média é de 400 a 500 acessos diários no site. Quando alguma blogueira faz uma postagem citando a marca, o site chega a receber mais de 2000 visitas”, diz a estilista.

Atualmente, além das camisetas desenhadas por Andrea e Renata, a Carmensitas também vende acessórios e objetos de outras marcas. Os produtos são selecionados em uma curadoria feita pelas irmãs. “Lançamos uma nova coleção por mês, então escolhemos o que tem a ver com a linha. Sempre temos alguma coisa nova. Como somos um e-commerce, os clientes querem ver uma novidade toda vez em que acessam o site”, afirma Andrea.

O desenho das camisetas também requer um cuidado especial. “A nossa essência consiste em não desenvolvermos o que está na moda e sim o que gostamos. Nossas estampas são exclusivas e o atendimento é personalizado”, diz a empreendedora. Os produtos do site saem por valores entre R$ 89 e R$ 169.

As irmãs consideram que a combinação de produtos personalizados com tom de novidade em épocas específicas é certeiro para o negócio delas. Parece estar funcionando: em 2014, o faturamento da Carmensitas foi de R$ 800 mil.

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