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15

abr
2012

Sem Comentários

Em Blog
Joomla

Por Allison

Curiosidades sobre templates para Joomla

Em 15, abr 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Joomla | Por Allison

Fonte: CriarSites

Este é um guest post escrito por Willian Marques que mantém o Template Joomla.

Trabalho com o Joomla desde 2005, na verdade comecei trabalhando com o Mambo, o pai do Joomla, atualmente sou profissional na área e já desenvolvi mais de 800 sites em Joomla.

Para quem não sabe, Joomla é um sistema gratuito para criar sites, ele está na Internet desde 2005. Além de ser seguro ele é otimizado para ficar bem posicionado no Google e em outros buscadores.

Template é a roupa do seu site, ou seja, o visual, como cores, estrutura e etc. O legal é que seu site pode alterar toda a aparência sem alterar o conteúdo como textos e fotos.

Além dos templates gratuitos de boa qualidade, também existem os templates pagos, que tem uma qualidade superior.

Como no Windows o Joomla tem várias versões, e nem sempre um template feito para uma versão funciona em outra. Atualmente existem as seguintes versões de Joomla: 1.0, 1.5, 1.6, 1.7 e 2.5.

Templates feitos para as versões1.0 e 1.5 só rodam nestas versões, já alguns templates feitos para Joomla 1.6 também rodam em Joomla 1.7 e 2.5, e o contrário também é verdadeiro.

Muitos baixam ou compram templates sem se atentar a isto, por isso verifique sempre se a versão do seu Joomla é compatível com a versão do seu template.

Outra curiosidade é que por padrão templates não vem com formulário de contato, contador de visitas, enquete e outras coisas, isso porque estes complementos já vem com o Joomla.

Hoje em dia existem milhares de templates profissionais, por isso, não existe projeto que fique sem um template.

Aprender a criar templates do zero não é tarefa fácil, sou conhecedor de html, css, php e javascript, fiz um curso de como criar templates, mas vi que é muito demorado, são muitos detalhes, por isso sempre que alguém pede para eu criar um template, digo que não, pois além de ser demorado o valor pode beirar os R$ 2.500,00.

O bom dos templates para Joomla é que são possíveis de editar, ou seja, basta ter conhecimento em html e css e você poderá modelar um template existente facilmente.

Infelizmente a pirataria em se tratando de templates é grande, mas muitos fabricante já estão criando mecanismos para evitar esta fraude. Quem compra os templates tem que colocar uma chave de licença no seu Joomla, e o sistema do fabricante sempre verifica se o seu joomla está usando template original, se não estiver, seu Joomla sai do ar.

Por isso cuidado ao comprar templates, principalmente no mercado livre, que oferecem templates piratas a preço de banana. Além de seu template parar de funcionar, o fabricante do template pode descobrir seu site e pedir para a empresa de hospedagem tirar seu site do ar, alegando que seu site está com um template pirata.

Outra vantagem dos templates pagos é que comprando apenas um, eles vem com várias opções de cores e estilos, assim você pode apenas mudar a cor do seu site pelo painel de controle do seu Joomla, e rapidamente ele irá parecer um novo site.

A maioria dos novos usuários em Joomla não sabem instalar e configurar o Joomla, por isto a Eleva Host oferece este serviço gratuitamente. É uma maneira rápida de ter o seu Joomla do jeito que você quer sem quebrar a cabeça.

Desde 2005 todo dia dezenas de templates são criados, seja grátis ou pago. Isso só prova que o Joomla, além de ser um dos sistemas de criação de sites mais utilizando, vem sempre inovando.

Além da vasta gama de suporte, templates e versões, o Joomla tem mais de 9 mil extensões, seja um álbum de fotos, sistema de fórum, sistema de agenda e muito mais.

Concluindo, posso dizer que existe um mundo de templates e se você quer deixar seu site mais profissional, não deixe de mudá-lo para o Joomla e colocar um template arrasador. Pois a primeira impressão é a que fica.

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04

abr
2012

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Versão 2.5.4 do Joomla! é liberada

Em 04, abr 2012 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Fonte: IMasters

O projeto Joomla liberou esta semana a versão 2.5.4 do CMS, que é um release de segurança. O processo de atualização é bem simples, e instruções completas estão disponíveis neste link.

A versão traz correção para 157 problemas no gerenciador de acidentes e três novas funcionalidades: adição da opção de mostrar o número da versão no gerador de tag; implementação de níveis de acesso para Content Languages; e tornar o processo de autoatualização mais confiável entre hosts diferentes.

Detalhes sobre a nova versão podem ser encontrados no anúncio oficial de lançamento, e o download pode ser feito a partir do site do projeto.

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18

mar
2012

Sem Comentários

Em Blog
Joomla

Por Allison

Joomla 2.5.2 é liberado e traz correção para dois problemas de segurança

Em 18, mar 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Joomla | Por Allison

Fonte: IMasters

O Joomla Project disponibilizou a versão 2.5.2 do Joomla, que é uma atualização de segurança. Sendo assim, ela traz correção para dois problemas de segurança: um de alta prioridade (SQL Injection) e outro de média de prioridade (XSS Vulnerability).

Os desenvolvedores pedem que quaisquer bugs encontrados sejam reportados através do Joomla! CMS Issue Tracker.

O processo de update é simples, e instruções completas estão disponíveis neste link.

Mais detalhes estão disponíveis no anúncio oficial, que pode ser acessado aqui.

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07

fev
2012

Sem Comentários

Em Blog
Joomla

Por Allison

Joomla! libera atualizações para correção de vulnerabilidades críticas

Em 07, fev 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Joomla | Por Allison

Com informações de Under-Linux

Fonte: IMasters


Os desenvolvedores do Joomla! liberaram as versões 1.7.5 e 2.5.1 do sistema de gerenciamento de conteúdo (CMS) para corrigir duas vulnerabilidades de divulgação de informações.

Elas incluem um problema de gravidade média no Joomla! 1.7.x, que poderia permitir que um usuário não autorizado ganhasse acesso ao log de erro armazenado no servidor da vítima, e, em ambas as versões, uma falha de validação inadequada, que poderia ser explorada para obter acesso a dados privados.

Além disso, a atualização para o Joomla! 2.5, liberada no mês passado, corrige 30 bugs, incluindo um no qual processamento em lote gera cracking no sistema. A versão 2.5.0 e o ramo 1.7.x incluindo a versão 1.7.4 são afetadas, mas a atualização para os ramos 2.5.1 e 1.7.5 corrige esses problemas.

Entretanto, os desenvolvedores lembram aos usuários que o ramo 1.7.x vai chegar ao fim de sua vida em 24 de fevereiro de 2012. Logo, todos são aconselhados a atualizar para a versão atual.

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28

jan
2012

Sem Comentários

Em Blog
Joomla

Por Allison

Joomla 2.5 traz correções de bugs e novas funcionalidades

Em 28, jan 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Joomla | Por Allison

Com informações de PHP Review

Fonte: IMasters

Nesta semana, a versão 2.5 do Joomla foi disponibilizada. Entre as principais novidades apresentadas estão a busca avançada de notificações e o suporte a vários bancos de dados.

Segundo Ryan Ozimek, presidente da Open Source Matters, empresa responsável pela manutenção do Joomla, o suporte para vários bancos de dados é um grande passo para o Joomla, já que isso garante que o Joomla irá ajudar pequenas e grandes empresas e organizações a economizarem dinheiro. “Os desenvolvedores que usam o Joomla não estarão mais amarrados apenas a um banco de dados particular ou ter que gastar dinheiro integrando outro software para que o Joomla integre a sua base de dados, melhorando imensamente a escalabilidade”, explicou.

A nova versão do Joomla foi desenvolvida durante seis meses conforme anunciado na nota de lançamento da versão 1.7. De lá para cá, apenas bugs críticos foram atendidos. Nesse ciclo, muitas falhas de segurança foram corrigidos e é extremamente recomendado a atualização do Joomla para a mais recente versão.

Além disso, foram 356 correções realizadas e 26 novas funcionalidades adicionadas, entre elas estão a inclusão de processos batch, suporte a múltiplos databases e a verificação automática da versão do banco de dados; Inclusão do sistema de Captcha nativo.

A ideia da Equipe de Desenvolvimento é que o Joomla tenha ciclos regulares de atualização, tanto de segurança quanto de funcionalidades.

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23

nov
2011

Sem Comentários

Em Blog
Joomla

Por Allison

O modelo de dados do Joomla

Em 23, nov 2011 | Sem Comentários | Em Blog, Joomla | Por Allison

Olá pessoal. Neste artigo vou apresentar mais uma análise do modelo de dados utilizado em um CMS (Content Management System). Desta vez apresentarei o modelo de dados do Joomla, um dos CMSs mais populares.

Há algum tempo atrás escrevi um artigo sobre o modelo de dados do WordPress aqui no iMasters. Desta vez vou analisar e comentar o modelo de dados do Joomla, outro CMS que está se tornando muito popular aqui no Brasil não apenas para a construção de blogs, mas também para a criação de web sites inteiros e complexos.

Assim como o WordPress, o Joomla pode ser utilizado basicamente de duas formas:

Através da contratação e utilização de um hosting especializado que hospedará o site;

Através do download e instalação do Joomla disponível no site oficial do Joomla. Há também uma forte comunidade de usuários brasileiros representados no site oficial do Joomla no Brasil.

A utilização do Joomla através da contratação de um hosting vai depender das configurações que o serviço de hospedagem fornece.

É comum encontrar painéis de controle e outras interfaces que facilitam tanto a administração como a criação de conteúdo. Contudo, nestas situações geralmente o ambiente está montado e não é preciso interagir diretamente com o banco de dados.

Já a segunda forma de utilização envolve o download, instalação e configuração do Joomla. Neste contexto é preciso conhecimento técnico da instalação do Joomla e suas dependências, como o servidor de banco de dados MySQL, o PHP e o servidor Web escolhido.

Este artigo se concentra nos detalhes técnicos envolvidos no banco de dados. O público alvo deste artigo são profissionais que precisam lidar com instalação, configuração e manutenção do Joomla e não para quem apenas o usa para gerenciar conteúdo.

É razoável admitir que a maioria dos usuários não precise conhecer o modelo de dados devido à facilidade do uso de painéis administrativo e outras interfaces que permitem a publicação de conteúdo neste CMS. Porém, administradores, DBAs, desenvolvedores de plug-ins e quem resolve problemas de desempenho ou integração com o Joomla devem conhecer bem seu modelo de dados.

Uma vez que já foram explicadas as duas formas de se utilizar o Joomla vamos ao modelo de dados que este CMS utiliza.

A Figura 1 apresenta o modelo de dados (isto é, as tabelas e seus tipos de dados) utilizados pelo Joomla 1.6 e modelados na ferramenta de código aberta DBDesigner disponível em diversas plataformas.

Figura 1. Modelo de dados do Joomla 1.6 no DBDesigner

Já a Figura 2 apresenta o mesmo modelo de dados da Figura 1, porém modelado utilizando a ferramenta livre de modelagem e administração chamada MySQL Workbench.

Figura 2. Modelo de dados do Joomla 1.6 no MySQL Workbench.

Os modelos da Figura 1 e da Figura 2 não foram produzidos por mim. O crédito vai para Torkil Johnse, que disponibilizou estes modelos gratuitamente no seu blog nos formatos do MySQL Workbench(MWB), PNG, PDF e SVG.

Nota: as figuras representam um modelo de dados levemente modificado em relação ao modelo original, como o próprio Torkil comenta em seu blog. As principais diferenças são a mudanças de alguns tipos de dados e a colocação de relacionamentos, uma vez que o MySQL com MyISAM não os suporta. Também destaco que o modelo da Figura 2 não apresenta nenhuma informação sobre os índices das tabelas.

Oficialmente não encontrei nenhuma página que contém informações sobre este modelo inclusive com detalhes das tabelas e suas colunas. Mas encontrei uma página apresenta um fraco dicionário de dados sem muitas informações detalhadas a respeito de certas características do modelo como, por exemplo, justificativas a respeito dos tipos de dados. Acesse a página que contém este dicionário de dados simplificado para a versão 1.5.

Assim como o WordPress, o Joomla não possui um arquivo contendo todos os comandos SQL necessários para a criação do banco de dados, ou seja, é preciso fazer uma chamada a um arquivo .php após as configurações de acesso a banco de dados no painel administrativo.

Antes de começar a análise do modelo é preciso dizer que oficialmente o Joomla só pode ser instalado no MySQL e/ou a extensão MySQLi. Isso quer dizer que se a empresa já possui outro banco de dados, como o PostgreSQL, SQL Server ou Oracle por exemplo, é preciso configurar um ambiente multi-banco, o que possui implicações para quem administra os servidores.

Existem alguns esforços da comunidade para permitir que o Joomla suporte outros bancos de dados, porém estes esforços ainda não foram integrados oficialmente ao projeto. Para mais informações sobre o suporte a outros bancos de dados no Joomla recomendo os seguintes links:


De forma similar ao que acontece no WordPress, o modelo de dados do Joomla também não contém chaves estrangeiras. O motivo pela ausência de chaves estrangeiras provavelmente é por que ele foi criado utilizando o engine MyISAM do MySQL ao invés do engine InnoDB. Aqui repito o que já havia falado quando analisei o modelo de dados do WordPress:

O MySQL apresenta a criação de chaves estrangeiras com o engine InnoDB a partir da versão 3.23.43b. O MySQL já está na versão 6, porém há o famoso problema de compatibilidade com as base legada. Provavelmente escolheu-se o MyISAM por facilidade e por motivos de desempenho, o que NÃO quer dizer que um banco de dados com o InnoDB não possa ser ajustado para ter uma desempenho aceitável.

Sem entrar em uma discussão mais profunda, em geral muitas pessoas advogam que o engine MyISAM possui melhor desempenho que o InnoDB, porém este último possui suporte a transações, integridade e outros recursos que o MyISAM não possui.

A falta de chaves estrangeiras quer dizer que o relacionamento entre algumas tabelas não é mantido pelo banco de dados e sim pela aplicação. Isso permite que hajam dados inconsistentes no banco de dados como, por exemplo, um comentário de um blog que não tem nenhum post associado.

Apesar deste cenário ser fictício e ocorrer apenas quando alguém altera os dados diretamente pelo banco de dados e não pela opção de criação de conteúdo, esta possibilidade de inconsistência pode gerar problemas, principalmente quando se fala em migração de dados e segurança.

Existem várias características e pontos do modelo do Joomla que podem ser analisados. O próprio Torkil Johnsen já apresentou diversos aspectos do modelo que ele crê que podem ser melhorados no artigo chamado The Joomla database schema smells.

Os principais pontos que ele destaca são a falta de padronização e problemas de nomenclatura, tipos de dados, normalização e falta de completude do modelo. Concordo com muitos dos pontos levantados pelo Torkil e aqui vou colocar algumas considerações minhas e, quando possível, realizar pequenas comparações com o modelo de dados do WordPress.

O modelo do Joomla possui mais de 30 tabelas divididas em grupos como publicação de conteúdo, componentes, menus, templates e outros. Essas divisões foram destacadas em retângulos com nomes na Figura 1.

Já o WordPress é mais enxuto e contém 11 tabelas. Existe uma correlação entre a quantidade de tabelas e colunas de um modelo e a sua complexidade, especialmente em aplicações simples que não estão associadas a toneladas e toneladas de requisitos e casos de uso com diferentes tipos de usuários.

Ou seja, quanto mais tabelas/colunas em um modelo de dados provavelmente ele vai ser mais complexo de ser compreendido, vai dificultar tarefas de importação/exportação e possui e tendência de introduzir complexidade desnecessária.

A principal tabela do modelo do Joomla possui o sufixo _content e é responsável pelo armazenamento de informações sobre o conteúdo (como posts em um blog). Esta tabela concentra muita informação nela mesma e possui quase 30 colunas. Obviamente, nem todas as colunas são preenchidas quando se cria um novo post e muitas destas colunas possuem valores que claramente poderiam ser mais bem aproveitados se estiverem em outra tabela.

Por exemplo, a dupla de colunas publish_up e publish_down, ambas do tipo DATETIME, armazenam a data que o post foi publicado e a data em que ele foi retirado do ar. Porém somente duas datas são armazenadas e não há como armazenar o histórico de mais de uma data de publicação e retirada do post. Esta característica se repete ao longo de diversas outras tabelas do modelo.

Outro ponto que me chamou a atenção foi a falta de tipos de dados booleanos, que armazenam valores 0/1 ou VERDADEIRO/FALSE ou TRUE/FALSE. Em muitas tabelas existem colunas que, aparentemente, poderiam se beneficiar do tipo de dados booleano como, por exemplo, a tabela _contact_details, que contém uma coluna chamada published do tipo de dados TINYINT(1).

Além disso, destaca-se também o uso em excesso de colunas com o tipo de dados TEXT, algo que permite o armazenamento de dados limitado apenas pelos recursos do servidor e não por um número fixo de caracteres.

O uso em excesso de colunas do tipo TEXT pode eventualmente se tornar um problema devido à grande quantidade de caracteres armazenados e à necessidade de backups específicos por tabelas. Sem contar que a indexação e pesquisa para este tipo de dados devem ser especiais, algo que não é tratado no Joomla diretamente.

Do ponto de vista de modelagem, em algumas situações o modelo atende a certos requisitos relativamente bem, como é o caso do gerenciamento de usuários, grupos e permissões.

Por outro lado, algumas tabelas deveriam ser implementadas como plug-ins ou extensões e não diretamente no modelo padrão, como é o caso do gerenciamento de avaliação (rating) de um post cujos dados são armazenados na entidade _content_rating.

Outro exemplo de tabelas que seriam mais bem aproveitadas em plug-ins ou extensões está relacionado com a criação de enquetes (polls) cujos dados são armazenados nas tabelas_polls, _polls_menu e _polls_data.

Outro aspecto que me chamou à atenção no modelo foram as tabelas responsáveis pelo armazenamento de informações de propaganda (_banner, _bannerclient e _bannerfinish) que provavelmente vieram como resquício do modelo do banco de dados do Mambo, projeto na qual o Joomla se originou.

Atualmente o modelo de patrocínio em sites evoluiu muito em relação aos antigos banners e creio que estas tabelas acabaram ficando no esquecimento devido à funcionalidades e requisitos de campanhas com links patrocinados e integração com programas de afiliados.

Apesar de não ser difícil compreender o modelo uma vez que se acostume a ele, em algumas situações fica estranho não contar com a nomenclatura e termos já tradicionais.

Por exemplo, em nenhuma tabela/coluna existe o termo comentário. No modelo de dados esta forma de interação do usuário com o post é chamada de mensagens. Já a tradicional forma de taxonomia apresentada por tags é representada por seções e categoria em um post. Já template é utilizado estritamente para menus e não faz referência direta à forma de customização do layout do site.

Novamente, assim como no WordPress, o modelo de dados do Joomla não possui nenhuma outra integridade de domínio ou stored procedure que faça restrição ao que é inserido no banco. Apesar disso não ser obrigatório, esta prática abre margem para problemas como SQL Injection onde um usuário malicioso pode tentar invadir o site por meio de caracteres especiais.

Além disso, a falta desta integridade pode permitir dados que invalidem a aplicação como, por exemplo, colocar o valor -2 na coluna count da tabela _categories. Há também algumas colunas de tabelas onde o valor NULL é permitido, tornando necessária uma checagem adicional na aplicação.

Enquanto alguns podem argumentar que isso é responsabilidade da aplicação não é raro encontrar bancos de dados com este tipo de integridade de domínio implementada, fornecendo assim mais uma camada de segurança e consistência de dados.

Em resumo pode-se dizer que o modelo do Joomla é robusto e atende à sua necessidade, porém é um modelo que carrega muito do projeto Mambo. O destaque vai para o foco de armazenar no banco de dados informações tanto de conteúdo como de usuários, configurações, comentários, avaliações, menus, etc.

Com certeza este modelo pode ser melhorado nos aspectos de nomenclatura, padronização, tipagem, normalização e outros. E esta melhoria é responsabilidade da comunidade de desenvolvedores e usuários do Joomla. Infelizmente, melhorias profundas no banco de dados requerem tempo conforme o projeto vai ficando cada vez mais maduro.

Apesar destas ressalvas, o Joomla é um bom CMS que pode ser utilizada para montar muitos projetos e sites interessantes. Obviamente, ele precisa evoluir e continuar a inovar no aspecto de funcionalidades, customização e usabilidade.

Sugiro aos desenvolvedores e à comunidade que procurem também aprimorar o seu modelo de dados, o que pode trazer inúmeros benefícios à ferramenta tornando-a cada vez melhor.

Um grande abraço e até a próxima.

Fonte: Mauro Pichiliani/joomlaclube

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16

nov
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Dicas para Aumentar a Segurança do seu Blog

Em 16, nov 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Todos os dias Crackers, criminosos cibernético antigamente chamados de hackers, tentam invadir computadores, redes inteiras e também sites/blogs.

Nesse artigos focarei em uma das melhores técnicas de prevenção a invasão de sites hospedados na plataforma Linux rodando em php, como é o caso de vários CMS (Sistema de Gestão de Conteúdo, sigla em inglês) como WordPress, Joomla, PhpBB, Magento, dentre outros, a técnica consiste em bloquear o acesso a determinados arquivos via .htaccess.

O .htaccess são arquivos que permitem fazer modificações no padrão do php por diretório, inclusive bloquear o acesso a determinados arquivos.

Um dos arquivos mais críticos é aquele que faz conexão com o banco de dados, pois com a posse desse arquivo o Cracker faz o que bem entender com sua base de dados.

Então mãos a massa:

Abra o arquivo .htaccess que está na raiz do seu site (pasta / public_html / htdocs , caso não encontre consulte a empresa que hospeda seu site).

Agora basta colocar as regras abaixo modificando conforme sua necessidade.

//arquivo que você vai bloquear, no caso o wp-config.php, arquivo de configuração do WordPress

<Files "wp-config.php">
//essa regra bloqueia o acesso
deny from all
</Files>

//arquivo que você vai bloquear, no caso o configuration.php, arquivo de configuração do Joomla!

<Files "configuration.php">
deny from all
</Files>

*Você pode retirar os comentários acima, que estão entre as regras. Salve envie o arquivo de volta ao servidor.

Faça um teste, acesse: http://SEUSITE.com.br/wp-config.php (caso seu site rode pelo CMS WordPress) ou

http://SEUSITE.com.br/configuration.php (caso seu site seja Joomla!). O site deve mostrar uma mensagem de erro, geralmente “Forbidden“.

Pronto!

Com essa simples modificação seu blog estará mais seguro.

Este é um guest post escrito por Marcelo Thomaz do Portal Bragança (site de notícias)

Fonte: Celso Lemes/CriarSites

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27

set
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Como activar a API do FeedBurner

Em 27, set 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A activação da API do FeedBurner é crucial para quem quer aceder às informações do seu Feed RSS, como o número de leitores (tal como temos aqui no site, no topo à direita). Também são muitos os templates do WordPress ou Joomla, que já têm integrada essa funcionalidade, mas se a API não estiver activa, não funciona (por defeito a API está inativa).

Através de imagens, vamos mostrar os passos para ativar a API.

Depois de efetuar o Login no FeedBurner, entramos na administração, que deverá ser algo como o seguinte:

O passo seguinte será entrar na gestão do Feed que desejamos, e clicar em “Publicize“. Vai então aparecer um menu à esquerda com várias opções, e temos que escolher “Awareness API“. A imagem seguinte será já dentro do Awareness API:

Basta agora clicar em “Activate” e já poderá utilizar a API.

Fonte: Bruno Miguel/phpportugal

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12

set
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

WordPress, Drupal ou Joomla: qual a melhor solução para o seu projeto?

Em 12, set 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Com tantas opções de CMS’s disponíveis hoje em dia, com funcionalidades e finalidades diferentes, não faz muito sentido dizer qual deles é o melhor, mas sim qual deles atende melhor as suas necessidades. E, para chegarmos a essa resposta, nada melhor do que uma boa análise das opções que temos disponíveis.

Para começar a brincadeira, trago aqui um pequeno comparativo entre as principais opções livres em CMS’s, baseado em algumas informações do infográfico feito pela DeviousMedia, além de um bate-papo com três especialistas nessas soluções.

WordPress, joomla ou drupal?

Um breve histórico de WordPress, Drupal e Joomla

O mais velho entre os três sistemas é o Drupal, que foi criado pelo programador Dries Buytaert e lançado em 15 de janeiro de 2001. O nome Drupal vem da palavra holandesa “druppel”, que significa “gota”, e atualmente está na sua versão número 7, com uma frequência média de uma atualização a cada 36 dias, desde a sua versão 4.3, lançada em novembro de 2003, num total de 77 atualizações. Aproximadamente 1,6% dos sites da web usam o Drupal, entre eles o The Economist, The White House, MTV, London.gov.uk e The Onion.

Já o WordPress foi criado por Matt Mullenweg a partir do sistema B2/Cafelog, e teve seu lançamento em 27 de maio de 2003. O que começou como um simples sistema para blogs, hoje já na sua versão 3, está consolidado como um CMS bem completo, com uma frequência média de uma atualização a cada 17,8 dias, num total de 164 atualizações. Hoje ele é usado por aproximadamente 14,3% dos sites da web, entre eles o MTV Newsroom, The Ford Story, entre outros. Uma curiosidade é que, desde a sua versão 1.0, a maioria das versões do WordPress leva o nome de um cantor de jazz, como Coltrane ou Gershwin.

Por fim, temos o Joomla, criado a partir do CMS Mambo e lançado em 16 de setembro de 2005. Mantendo uma grande comunidade em vários países e línguas, o Joomla possui 6 versões lançadas, com uma frequência média de uma atualização a cada 49 dias na sua versão 1.5, e uma atualização a cada 25 dias na sua versão 1.6. São 27 atualizações (incluindo versões Beta) entre essas duas versões. Aproximadamente 2,7% dos sites da web usam o Joomla, entre eles estão sites como o Linux.com e o IHOP.

Ambos os sistemas são escritos em PHP, além de serem projetos de código aberto, distribuídos sob a GNU General Public License.

Plugins e Templates

Em praticamente todos os CMS’s, podemos acrescentar novas funcionalidades através de plugins ou módulos, que podem estender o uso do sistema para diversas finalidades. Nesse sentido, o WordPress leva vantagem, tendo os desenvolvedores um número de aproximadamente 14.629 opções disponíveis. No Drupal, esse número é de aproximadamente 8.039, enquanto o Joomla possui uma média de 8.000.

Para quem possui um projeto mais modesto, e pretende abrir mão de uma identidade visual personalizada, usando um modelo de site com funcionalidades definidas e layout pronto, são muitas as opções de templates disponíveis para os diferentes CMS’s. Considerando apenas os templates gratuitos disponíveis nos sites oficiais, temos uma marca de 1415 templates para WordPress e 878 templates para Drupal. No site oficial do Joomla, não constam informações referentes a templates.

Otimização para os mecanismos de busca

Elemento obrigatório na concepção de qualquer projeto web, as técnicas de SEO são hoje uma exigência de praticamente todos os clientes, até daqueles que não têm nem ideia do que isso venha a ser. Mesmo que hoje os principais influenciadores para a definição do posicionamento das páginas nos resultados de busca estejam relacionados à qualidade do conteúdo e à popularidade dos sites, podemos dizer que os primeiros passos para um bom SEO começam na estrutura do código HTML.

Por seguirem bem as práticas recomendadas pela W3C para o desenvolvimento web, ambos os sistemas possuem uma estrutura de código apropriada para o SEO. Contudo, o WordPress ainda leva uma pequena vantagem, por possuir uma estrutura um pouco mais semântica.

Ambos os sistemas possuem boas extensões para SEO, que buscam aprimorar a qualidade de elementos como títulos, sitemaps e URLs. Entre as extensões disponíveis, podemos destacar o WordPress SEO para WordPress, o Pathauto para Drupal, e as extensões AceSEF e sh404SEF para Joomla.

Tecnicamente falando

O WordPress, que ganhou popularidade como uma plataforma para blogs, vem se mostrando a cada dia como um dos CMS’s mais completos que existem. Para Leo Germani do Hacklab, o WordPress foi a ferramenta com a qual ele conseguiu obter os melhores resultados com maior eficiência. “No final de 2006 resolvi adotar um CMS para trabalhar, e experimentei as principais opções. O que me atraiu no WordPress desde o início foi sua simplicidade. Enquanto outros CMS’s demandavam uma curva aprendizado maior, o WordPress se mostrava direto e fácil, tanto do ponto de vista do usuário quanto do ponto de vista do desenvolvedor”, afirma Leo.

Nadir Alves da Bule Comunicação, que já trabalhou com CMS’s como o Plone e o WordPress, afirma que o Joomla possui um grande poder de customização de templates e uma curva de aprendizado muito leve. “As opções de expansão do Joomla sempre foram muito grandes, atualmente existem mais de 8.000 extensões no diretório oficial. Somando isso ao sistema de permissões de usuários e à facilidade de criar websites rápidos e completamente diferentes um do outro, o Joomla tornou-se uma escolha excelente e recomendada aos nossos clientes”.

Já o Drupal é considerando o mais complexo entre as três opções. Mas para Alex Piaz, que trabalha no Instituto Socioambiental (ISA), apesar de a curva de aprendizado do Drupal ser maior em relação aos seus similares, uma vez que você “pega o jeito” tudo fica muito claro, e o desenvolvimento passa a fluir sem maiores dificuldades. “Trabalho com o Drupal desde meados de 2006, pela facilidade de customização e construção de módulos, instalação multisite out of the box, localização e tradução com gettext totalmente desacoplados do core, comunidade atuante e extensa documentação. Tudo isso permite criar websites complexos com muito menos esforço de programação”, conclui Piaz.

As vantagens de cada CMS

Uma das maiores vantagens do WordPress é, sem dúvida, a sua facilidade. Leo Germani considera que esse CMS possui simplicidade e eficiência em todos os sentidos. “Do ponto de vista do usuário, temos um painel administrativo simples, bonito e fácil de usar. Do ponto de vista do desenvolvedor, temos uma arquitetura de templates muito fácil de entender e explorar, uma arquitetura de plugins muito eficiente, e uma estrutura de banco de dados muito simples e poderosa. Além disso, possui uma comunidade imensa e um desenvolvimento consistente, que se mantém firme aos seus princípios: manter o core simples e enxuto, deixando qualquer coisa mais específica para plugins e templates“.

Nadir acredita que a atual expansão e acesso ao Joomla para os novos desenvolvedores pode ser uma grande vantagem sobre os outros CMS’s. “Outra vantagem está no novo gerenciamento de usuários e permissões, que foi a funcionalidade mais esperada para a nova versão, e que agora (versão 1.7) está bem madura e extensível. Nesta nova versão, o sistema multilíngue nativo permite criação e administração de conteúdo para diversos idiomas de forma muito fácil para o cliente”.

Outras vantagens do Joomla levantadas são relativas aos templates e extensões. “A facilidade na criação de templates possibilita que, através de poucas linhas de HTML, seja criado praticamente qualquer tipo de layout em pouco tempo. Outro ponto muito importante são as extensões, que melhoraram muito desde a nova versão, integrando-se bem às novas funcionalidades do core do Joomla, e que possuem uma variedade de funções dificilmente alcançada por outros CMS’s”, conclui Nadir.

Para Piaz, estão nos módulos as maiores vantagens do Drupal. “A quantidade de módulos disponíveis é absurdamente grande, além de o roadmap ser muito claro quanto aos releases. Isso nos dá uma visão de longo prazo (cerca de 3 anos) sobre o caminho a seguir”.

Ainda sobre os módulos, o quesito “compatibilidade” é um dos pontos fortes do Drupal. “Temos praticamente 100% de garantia de que todos os módulos são compatíveis com a versão instalada, ou seja, um módulo feito para a série 6.x irá rodar sem problemas no Drupal 6.1, 6.2 e assim por diante. Um outro ponto importante é que o Drupal sempre oferece um upgrade path a cada nova versão lançada (6.x para 7.x, por exemplo). Assim, a nova versão só é declarada stable quando o upgrade path é disponibilizado”, afirma Piaz.

Para quais projetos cada CMS é indicado?

Muita gente considera que o WordPress é um sistema indicado apenas para a produção de blogs. Leo Germani considera que não há dúvidas de que o WordPress seja realmente a melhor plataforma para essa finalidade, mas que além disso ele é uma ótima solução para sites institucionais ou portais de notícias. “Se você tem um site que é 90% editorial, mas que necessita de funcionalidades como área restrita ou importação de conteúdos externos, o WordPress também é ideal, pois a sua arquitetura de temas e plugin facilita muito para que possamos usá-lo como uma espécie de framework, podendo desenvolver muita coisa sobre ele”.

Quanto ao Joomla, Nadir acredita que ele seja ideal para projetos que vão desde sites de pequeno porte até grandes portais. “Existem projetos específicos para Intranet muito facilitados pelo novo ACL nesta nova versão, e já vimos também uma excelente integração do CMS com o Magento. A gama de possibilidades é muito grande, inclusive diversos sites do governo que requerem muita segurança e estabilidade, hoje utilizam o Joomla“.

Piaz também considera que o Drupal é uma ferramenta ideal para sites e aplicativos web de todos os tipos e tamanhos. “O código do Drupal é bem estruturado, e permite um alto grau de customização sem que seja preciso alterar seu núcleo. Sua robustez pode ser atestada pela quantidade de websites de alto tráfego rodando Drupal“.

Conclusão

Ambos os CMS’s possuem pontos fracos e fortes. Muitos profissionais procuram optar pela ferramenta mais fácil, como é o caso do WordPress, o que pode ser bom em determinado projetos, mas deixar a desejar em outros. Considerando também a questão financeira, profissionais que trabalham com ferramentas mais complexas como o Drupal acabam por ser mais raros, e por isso mais caros.

A verdade é que muitas vezes o uso de um CMS acaba sendo condicionado pela identificação e pelo conhecimento prévio que os desenvolvedores têm na ferramenta. Mas o ideal é que, mesmo que você tenha preferência por um determinado CMS, ainda assim procure conhecer as possibilidades de outros sistemas.

Acredite, saber escolher a ferramenta ideal para cada tipo de projeto pode fazer a diferença.

Fonte: Edu Agni/IMaster

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02

set
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Plataforma ezNcrypt 2.0: Criptografia de Dados Transparente

Em 02, set 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A ezNcrypt 2.0, plataforma de segurança de dados agora expandida para fornecer criptografia transparente de dados (TDE) para a LAMP stack, incluindo quaisquer dados, logs ou arquivos criados/geridos por qualquer aplicação Linux ou serviço, tais como sistemas Apache, Alfresco, Drupal, Joomla e WordPress.

Esta versão mais recente inclui também suporte para bancos de dados PostgreSQL, MongoDB, Cassandra e bancos de dados Drizzle, além do tradicional MySQL, e está disponível em duas versões: EzNcrypt para bancos de dados e Flex ezNcrypt.

O ezNcrypt 2.0 aproveita um estado de armazenamento de chaves no art system (KSS), que fornece autenticação dupla e alta disponibilidade, além de assegurar que as chaves de criptografia nunca sejam armazenadas no servidor,mesmo que os dados sejam criptografados.

Fonte: Under-Linux

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