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11

dez
2011

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Em Blog
Open Source

Por Allison

HP decide transformar o webOS em uma plataforma open source

Em 11, dez 2011 | Sem Comentários | Em Blog, Open Source | Por Allison

Depois de muita indecisão, a HP bateu o martelo em relação ao futuro do webOS: ele será oferecido à comunidade open source. A empresa ainda estará envolvida com a plataforma para ajudar os desenvolvedores e auxiliar na governança para o webOS.

Em um press release, Meg Whitman, CEO da HP, afirmou que o webOS é a única plataforma concebida do zero para dispositivos móveis, conectada à nuvem e escalável. “Ao tomar essa decisão, a HP permite que a criatividade da comunidade open source avance para uma nova gerações de apps e de dispositivos”, acrescentou.

A HP gastou US$ 1.2 bilhões para adquirir a Palm e os recursos do webOS em abril de 2010, mas o investimento não valeu a pena. Levou mais de um ano para a empresa esquematizar e construir o tablet HP TouchPad com webOS, que nunca foi considerado um sucesso. Pelo menos não até o seu preço ser drasticamente reduzido a US$ 99, quando a HP decidiu deixar o setor.

Com o sistema operacional se tornando open source, pode haver um estímulo no mercado para a fabricação de telefones e tablets com ele, já que não será necessária uma taxa de licenciamento. Isso é parecido com o Android, mas o desafio para o webOS é o ecossistema. O Android se tornou a plataforma mais usada em smartphones até o momento, e os desenvolvedores estão construindo apps para ele, assim como para dispositivos com iOS. Nesse sentido, o ecossistema do webOS não é tão forte quanto os dos seus concorrentes.

Com informações de GigaOm

Fonte: IMasters

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23

nov
2011

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Em Blog
Design
HTML

Por Allison

Adobe admite: HTML5 é o futuro

Em 23, nov 2011 | Sem Comentários | Em Blog, Design, HTML | Por Allison

Após a Adobe anunciar que o Flash Player 11.1 pode ser a última versão do Flash para navegadores móveis, Mike Chambers, chefe dos desenvolvedores da Adobe, publicou uma explicação sobre o motivo que levou a empresa a tomar essa decisão.

“A decisão é parte de uma grande mudança estratégica da Adobe”, escreveu Chambers. “Uma dessas mudanças é focar no HTML5, assimm como no Adobe Creative Cloud e nos serviços que ele pode prover”.

Ele ainda listou as cinco razões principais que levou a empresa a se decidir por esse caminho:

  1. O Flash nunca ganhará muita visibilidade em dispositivos móveis, já que a Apple não quis adotar a tecnologia no iPhone e no iPad. “Não importa o que fizéssemos, que o Flash não estaria disponível no iOS da Apple”, disse ele.
  2. Entretanto, o HTML5 é onipresente. “Em dispositivos móveis, o HTML5 oferece um nível similar de presença que o Flash Player oferece ao desktop”, afirmou.
  3. Os usuários não costumam consumir conteúdo em aparelhos móveis do mesmo jeito que o fazem em desktops. As diferenças do tamanho das telas, os problemas com redes sem fio e a disseminação das lojas de aplicativos fizeram do Flash irrelevante em mobiles.
  4. Desenvolver plugins para mobile é mais desafiador do que para desktop. Isso requer mais parcerias com desenvolvedores de OS, de hardware para mobiles e de componentes manufaturados. “Desenvolver o Flash Player para mobile mostrou que é preciso muito mais recursos do que imaginávamos”, admitiu.
  5. A Adobe quis mudar mais recursos para HTML5, e liberando o Flash gratuitamente para dispositivos móveis, e que eles façam o mesmo.

Depois, Chambers assegurou aos desenvolvedorees que o Flash é seguro, e explicou que a Adobe fez um termo de compromisso com o Flash Player para desktops, que tem o foco em permitir que desenvolvedores criem aplicativos móveis através da plataforma Adobe AIR.

Ao final, Chambers disse que cada vez mais o HTML5 vai ocupar as funcionalidades do Flash. “Se um recurso Flash é bem sucedido, ele será integrado ao navegador, e se os desenvolvedores e usuários vão acessá-lo cada vez mais pelo navegador, e não pelo Flash”.

“Muitas das coisas que você já fez usando o Flash, fará com o HTML5 e o CSS3 diretamente no navegador”, concluiu.

Com informações de Mashable

Fonte: IMasters

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10

out
2011

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Em Blog

Por Allison

MonoDevelop 2.8 para C# e .NET está disponível para desenvolvedores

Em 10, out 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A equipe do MonoDevelop liberou a versão 2.8 de seu IDE (Integrated Development Environment) open source para programação em C# e em outras linguagens .NET. Além de trazer mudanças no editor do código-fonte e novas funções para gerenciamento de projeto, o MonoDevelop 2.8 vem principalmente com mudanças para desenvolvedores Mac.

No Mac OS X, o MonoDevelop adiciona suporte para Xcode 4 e integra o serviço de testes do iOS TestFlight. Os pacotes para o MonoTouch e SDK do iOS agora podem ser configurados individualmente. Também há novos modelos de projetos para as plataformas iPad e iPhone, junto com suporte para iOS 5 Storyboards com o objetivo de facilitar o controle de visualização para desenvolvedores de aplicativos.

Além disso, a nova versão vem com um novo editor para criar esquemas de cores para destaque de sintaxe, junto com um novo esquema de cores padrão. Para o gerenciamento de projeto, o IDE possui um novo diálogo Edit References e revisou as visualizações do Class e do Document Outline.

Mais informações sobre a atualização podem ser encontradas nas notas de lançamento. O MonoDevelop 2.8 está disponível para download a partir do site do projeto e do GitHub. O IDE foi feito para assegurar que um base de código unificada ao portar aplicativos .NET criados com Visual Studio para Linux e para Mac OS X.

Texto publicado originalmente no The H

Fonte: IMaster

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22

set
2011

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Em Blog

Por Allison

Gmail for mobile ganha novos recursos

Em 22, set 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

O Google anunciou ontem três novos recursos para o Gmail for mobile que estão chegando ao iOS e ao Android. Eles já estão presentes no serviço disponível para desktop.

Um deles é a possibilidade de facilmente alternar entre múltiplos logins no Gmail:

De acordo com o Google, a estrutura de URLs precisou ser alterada para isso, então a empresa pede que os usuários readicionem suas contas aos favoritos e/ou à Home Screen do seu gadget.

Além disso, o serviço agora suporta a criação de uma assinatura diferenciada e ganhou um recurso de resposta automática durante férias/viagens, permitindo que o usuário especifique data de início e de término.

Fonte: MacMagazine

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25

ago
2011

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Por Allison

HTML 5: Já podemos usá-lo?

Em 25, ago 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Os trabalhos de especificação do HTML 5 estão em andamento há quase quatro anos e boa parte dos desenvolvedores web já conhece e deseja as novidades. Entretanto, o termo HTML 5 é usado como um “guarda-chuva” para diversas melhorias em HTML, JavaScript e CSS, o que dificulta a tarefa de avaliar sua maturidade e adoção. Existem tanto os que defendem que o HTML 5 deva ser adotado, quanto os que apresentam controvérsias, principalmente os problemas de segurança do JavaScript e as diferenças entre os navegadores.

A adoção do HTML 5 certamente depende das necessidades de cada aplicação, mas considerando as funcionalidades mais desejadas nos navegadores modernos, já podemos usá-lo?

Funcionalidades

Para responder a essa pergunta precisamos definir claramente o que significam “funcionalidades mais desejadas” e “navegadores modernos”. As primeiras são aquelas que tornam possível ou facilitam muito a implementação dos requisitos de aplicações ricas para a web. É o caso das funcionalidades definidas pelos conjuntos de tecnologias e especificações, que são apresentados a seguir.

Aplicações Offline

  • Cache da aplicação
  • Persistência chave-valor

As funcionalidades para aplicações online são importantes para trazer a experiência de aplicações desktop para a web, principalmente em ambientes onde a conexão com a internet é lenta ou eventual. A persistência ainda é limitada a 5 MB na maioria dos navegadores, mas é importante notar que esses “bancos de dados do navegador” não têm o objetivo de armazenar todos os dados do usuário indefinidamente; apenas de retê-los até a próxima sincronização com o servidor ou acelerar a carga de páginas.

Novas APIs JavaScript

  • Web Sockets
  • Web Workers
  • Geolocalização
  • Histórico do navegador

As novas APIs JavaScript simplificam o desenvolvimento de diversas funcionalidades que hoje dependem de tecnologias proprietárias não padronizadas ou de particularidades dos navegadores.

Estilo e semântica

  • Tags Semânticas (article, nav, section etc.)
  • Layout em colunas
  • Opacidade
  • Cantos arredondados e bordas

As tags semânticas e o CSS3 são muito importantes para os web designers, que com elas poderão reduzir e melhorar a codificação de layouts de páginas, além de fazer com estilos o que hoje é feito de forma muito mais trabalhosa com imagens, ou mesmo código JavaScript.

Multimídia

  • Tags audio e video
  • Gráficos 2D (tag canvas )

Usando as tags multimídia e para desenho em 2D, o desenvolvedor pode reduzir muito a necessidade de plugins externos, como Java e Flash. Há ganhos em produtividade, desempenho e segurança.

Para conhecer mais sobre estas funcionalidades e diversas outras propostas pelo HTML 5, recomendo esta excelente apresentação do grupo html5rocks.

Navegadores

Para verificar o suporte dos navegadores, vamos considerar a versão mais recente e uma anterior dos três navegadores mais usados no desktop (IE, Firefox e Chrome) e os navegadores padrão dos dispositivos iOS (iPhone/iPad/iTouch) e Android. A tabela abaixo detalha o suporte às funcionalidades selecionadas. Os dados vêm do site caniuse.com, que rastreia a implementação do HTML5 pelos browsers.

IE Firefox Chrome iOS Android
9 8 6 5 13 12 4.3 4.1 2.3 2.2
Cache da aplicação N N S S S S S S S S
Persistência chave-valor S S S S S S S S S S
Web Sockets N N S P S S S N N N
Web Workers N N S S S S N N N N
Geolocalização S N S S S S S S S S
Histórico N N S S S S P N S S
Tags semânticas S N S S S S S S S S
Multimídia S N S S S S S S S N
Gráficos 2D S N S S S S S S S S
Layout em colunas N N S S S S S S S S
Opacidade S P S S S S S S S S
Cantos arredondados S N S S S S S S S S

Pode-se ver que o suporte dos navegadores às funcionalidades fundamentais destacadas nesse artigo já é razoável. As principais deficiências estão no Internet Explorer e no suporte a Web Sockets e Web Workers, principalmente nos smartphones.

Os Web Workers, que são scripts executados em background, juntamente com com os Web Sockets (canais de comunicação bidirecionais com o servidor), são importantes para aplicações onde os usuários interagem entre si, como em chats e jogos. Para contornar a falta de suporte no IE e nos smartphones, pode-se usar AJAX Reverso (Comet) ou frameworks como o Atmosphere e o Kaazing, que permitem que se desenvolva a comunicação bidirecional usando as funcionalidades disponíveis em cada navegador.

As deficiências do Internet Explorer são mais difíceis de se contornar. Além de sugerir que o usuário atualize o navegador, uma alternativa para ter maior suporte ao HTML5 no IE é recomendar a instalação do Chrome Frame, um plugin que faz com que o IE (6 ou mais recente) apresente as páginas usando o engine do Google Chrome.

Conclusão

Claramente, o suporte ao HTML 5 melhora a cada versão dos navegadores e, nos casos em que não é totalmente suportado, existem alternativas. Decidir se o HTML 5 está maduro o suficiente e se as alternativas são aceitáveis ainda é muito particular para cada aplicação. Mas nos casos em que pode ser usado, o HTML 5 certamente torna possível (ou muito mais simples) o desenvolvimento de aplicações ricas para a web.

Fonte: InfoQ

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17

ago
2011

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Em Blog

Por Allison

Skype lança aplicativo para iOS que dá acesso a hotspots Wi-Fi

Em 17, ago 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Em meados do ano passado, o Skype liberou o Skype Access, que permite usar créditos do Skype para acessar pontos de redes WiFi pagos ao redor do mundo. Mas ele só era conveniente para quem tem conta no Skype, não queria ter que assinar ou pagar por um provedor e tinha um computador. Usuários só com um celular ficavam a ver navios.

Mas o Skype liberou hoje um novo aplicativo na iTunes App Store chamado Skype WiFi que dispensa o computador. Ele permite que um usuário do serviço faça login e use a internet de um provedor de acesso sem fio sem precisar de assinatura e direto do iPhone, do iPad ou do iPod Touch.

O aplicativo exige pelo menos a versão 4.1 do sistema. Para usá-lo, basta encontrar um dos pontos de acesso compatíveis, conectar nele, inserir login e senha do Skype no aplicativo e começar a navegar.

Não há limites de uso: o usuário pode enviar ou receber quantos dados quiser quando conectado. A desvantagem é que, dependendo da operadora do ponto de acesso, o preço pode ser bem caro. Aqui no Brasil, as empresas suportadas são Vex, FON e Tomizone. Se a Vex praticar o mesmo preço para acesso via desktop, ele custa R$ 0,49 por minuto.

Fonte: Imaster

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