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Cellcorp

RECURSOS TÉCNICOS

  1. Sistema de gerenciamento – Permite ao usuário administrar de forma fácil e integrada o WEB Site e suas funcionalidades. Todos os recursos descritos neste documento são acessados/gerenciados através deste sistema.
  2. Estatísticas – Índice de visitas por período, índice de visualizações de cada página, tempo de permanência no site, índice de novas visitas, origem geográfica da visita, palavras-chave, páginas mais visitadas, entre muitas outras.
  3. Gerência de comentários – Permite gerenciar os comentários dos visitantes. Os comentários serão exibidos mediante aprovação feita através deste módulo.
  4. Anti-spam – Barra automaticamente comentários com características de spam;
  5. Otimização para ferramenta de buscas (SEO) – Desenvolvimento do site de forma a este ser indexado e encontrado de forma mais fácil pelas ferramentas de busca (Google);
  6. Em português – Todas as ferramentas oferecidas estarão em português;
  7. Funcional em todos os navegadores modernos;
  8. Suporte e treinamento no uso das ferramentas oferecidas;
  9. Formulário de contato;
  10. Formulário de agendamento;
  11. Cadastro no Google Maps – Visa melhorar a visibilidade da empresa e de seu site.
  12. Chat integrado na página inicial do site , visando uma maior comunicação da empresa com os clientes
  13. Perfil e página no Facebook customizada para atender as necessidades da empresa
  14. Perfil no Twitter para manter os clientes sempre atualizados

Linha criativa:

  1. Clean;
  2. Moderna;
  3. Foco na comunicação com os clientes;

Cloud Computing – Definição

A Cloud Computing ou Computação em Nuvem é a grande tendência da Informática e da Internet no momento. Computação em Nuvem é um conceito que se baseia na crença de que, no futuro, ninguém mais precisará instalar softwares em seu computador. Tudo será acessível como serviço da internet. Os softwares tornam-se serviços on-line acessíveis sob demanda levando assim a um novo paradigma da computação: Software como Serviço (‘Software-as-a-Service – SaaS’).

A tendência é, portanto, de usar computadores menos potentes ou outros dispositivos móveis como celulares, etc., desde que com acesso à Internet. Assim, o computador está se transformando em uma simples plataforma de acesso a aplicações, que estariam em uma grande nuvem – a Internet. O diretor executivo da Google Eric Schmidt afirma que o computador do futuro é a Internet.

Neste novo mundo da informática em nuvem, o usuário terá uma conta (nome de login e senha de acesso a um site) lhe possibilitando utilizar aplicativos em tempo real via internet. Assim, todos os dados e trabalhos realizados pelos usuários poderão ser armazenados na nuvem. O acesso podendo ser feito a partir de qualquer lugar do mundo. Os dados das caixas pretas das aeronaves, por exemplo, poderão ser armazenados em tempo real em discos virtuais ‘nas nuvens’. Isto acabaria com os problemas da perca ou danificação das caixas pretas, como foi o caso no acidente da Air France Rio-Paris.

O computador do futuro é, portanto, a Internet. Hoje, se tivermos um problema no nosso computador, corremos o risco de perder todo conteúdo. Porém, com a computação em nuvens, isto não acontece e nós não precisamos nos preocupar. Não importa se usamos o celular, o computador ou qualquer outro dispositivo móvel, tudo estará guardado na internet, na nuvem.

Em realidade, o conceito da computação em nuvem, que é baseado na transformação de softwares em serviços (SaaS), não é novo. Há uma analogia feita com a distribuição da energia elétrica. De fato, na época das gigantescas e famosas rodas de Burden (1851), utilizadas para geração de energia nos Estados Unidos usando a água dos rios, as casas e as indústrias eram responsáveis pela geração de sua própria energia o que limitava sua localização para ficar perto dos rios (fonte de energia), pois não havia, na época, tecnologia para transporte e distribuição dessa energia para longas distâncias. Meio século depois, e graças às invenções de Thomas Edson e à aparição das primeiras usinas de transporte e distribuição de energia (Edson General Electric etc.) as rodas de Burden deixaram de existir, e os donos de fábricas não precisavam mais se preocupar com a geração de energia já que esta se tornou um serviço fornecido por empresas especializadas. Assim, a Computação em Nuvem está sendo considerada hoje como a grande ferramenta de mudança, assim como a eletricidade foi para a revolução industrial.

Portanto, da mesma forma que estamos pagando para serviços como o do fornecimento da energia elétrica, da telefonia etc., pagaríamos normalmente para serviços de computação em nuvem. Basta ter cuidado com os aspectos da qualidade dos serviços oferecidos e com os problemas da segurança de dados.

Empresas como a Google e a Microsoft são as mais avançadas no desenvolvimento de tecnologias para computação em nuvem. O exemplo mais famoso da computação em nuvem é o serviço do e-mail (Gmail da Google, Hotmail da Microsoft, etc.). São serviços gratuitos, que não exigem de nós um software instalado em nosso computador e nem um disco para armazenar os e-mails. Basta termos acesso à Internet para lermos e enviarmos e-mails. Os serviços de e-commerce (Amazon.com, Mercado Livro etc.) são outro exemplo de computação em nuvem. A Google tem vários serviços de computação em nuvem como o Google Talk, Google Maps, Google Docs, DoubleClick e o iGoogle. A Microsoft também está fazendo um grande esforço neste ramo com o projeto arrojado Natal que fornece uma interface natural definindo um conceito revolucionário de jogos interativos. Recentemente, a empresa Adobe disponibilizou uma versão em nuvem de seu famoso software de tratamento de imagens Photoshop.

Assim, no mundo da Computação em Nuvem, pagaríamos apenas pelo uso do serviço e não seremos mais obrigados a comprar licenças de software que geralmente são muito caras para um uso que às vezes é instantâneo. É o advento, na área de Tecnologia da Informação –TI, do conceito de ‘Serviço sob demanda’ ou serviços na medida certa que está nos trazendo economia, conforto, e qualidade.

A Computação em Nuvem é mais uma evolução da tecnologia que deve ser utilizada a favor da humanidade. Ela é considerada hoje como a tecnologia ANYTIME (em qualquer hora), ANYWHERE (a qualquer lugar) e ANYTHING (qualquer serviço). Mas devemos nos preocupar que ela seja uma tecnologia ANYBODY (para todas as pessoas) e não apenas SOMEBODY (para algumas pessoas) promovendo de fato uma verdadeira inclusão social por meio da inclusão digital.

Assim, só por meio do investimento no conhecimento e pela definição de um ambiente favorável com a instalação de um Pólo de Software e de um Parque Tecnológico no Estado para que o Maranhão possa aspirar entrar neste mundo grandioso da TI e desenvolver tecnologias em Nuvem etc. Temos o potencial humano para enfrentar tal desafio desenvolvendo produtos e inovações que gerarão riquezas para todos os maranhenses.

Fonte: Dr. Sofiane Labidi/JornalPequeno

Futuro da web está na interpretação de dados pelos PCs

O futuro da web passa por uma evolução de como a usamos hoje: em vez de ser apenas usada como um repositório de documentos para serem exibidos, a internet do futuro deve possibilitar que os computadores façam a interpretação dos dados e compartilhem essa interpretação com outros computadores. Esse conceito, conhecido como websemântica, já é antigo, cunhado por Tim Berners-Lee, o pai da web, em 1994, mas só agora é que começa a fazer sentido de verdade.

Segundo o analista de Projetos da W3C Brasil, Carlinhos Cecconi, o futuro da web vai usar tecnologias que possam atribuir valores aos dados existentes na web, dando significado ao conteúdo presente na rede. Mas o que isso significa? “Ao programar uma página na internet, o desenvolvedor dá ao computador a capacidade de retornar valores de pesquisa corretos, afirma.

Um exemplo prático disso seria uma pesquisa pelo livro Raízes do Brasil. Hoje, quem faz a análise semântica de que o termo de pesquisa é um livro é o usuário, que filtra os resultados e descarta os assuntos relacionados à botânica, por exemplo. No futuro, não. O próprio computador deve ser capaz de fazer isso sozinho, já que os dados presentes na web já estarão hiperlinkados e significados como sendo o livro de Sérgio Buarque de Hollanda.

HTML 5

De certa forma, segundo o analista da W3C, isso já está acontecendo hoje. Para ele, é difícil prever o quanto da web será feita dessa forma, mas ele acredita que a websemântica seja “comum e trivial”. “É claro que não se vai atribuir valor semântico a tudo que se publica na web. O que é certo é que a websemântica dará maior velocidade à rede”, afirma.

E um dos caminhos para que se acelere a utilização da websemântica é a utilização do HTML 5, linguagem de programação que promete tornar mais simples a implementação dessa tecnologia. Desde o ano passado, empresa como Google, Apple, Microsoft, Mozilla e Opera já implementaram grandes partes dessa linguagem.

Durante palestra no 12º Fórum Internacional Software Livre (fisl12), que acontece até sábado em Porto Alegre, Cecconi demonstrou algumas formas simples de programar, por exemplo, um formulário na web, fazendo com que o público, em sua maioria programadores que nunca mexeram com essa nova linguagem, soltassem interjeições de surpresa com a facilidade em desenvolver conteúdo para web em HTML 5.

“A linguagem HTML 5 torna a web mais simples para quem desenvolve, para quem publica e para quem utiliza a web, tornando a internet muito mais rica, interativa e criativa”, afirma Cecconi.

Fonte: Terra

Geolocalização: o futuro das redes sociais?

A era da simples partilha do dia-a-dia no Twitter e no Facebook estar prestes a acabar.

Agora, a moda é outra e tem outro nome: Geolocalização. As pessoas começam a mudar seus hábitos de utilização das redes sociais, e saber o que os amigos estão fazendo em tempo real ou o que têm a dizer sobre determinado assunto já não basta. Os usuários das redes querem mais! Desejam saber onde seus amigos estão para encontra-los no mundo real e compartilhar experiências em locais diferentes fora do âmbito virtual. Alguns especialistas acreditam que o futuro das redes passará obrigatoriamente pelas plataformas móveis e que as redes sociais que apostarem na geolocalização poderão tornar-se indispensáveis nos próximos tempos.

Há 8 meses, o Foursquare, rede social criada em 2008 e que tem como intuito fazer da partilha da localização um jogo virtual, era apontado por muitos como o novo Twitter. A afirmação movimentou rapidamente o mundo virtual. O Twitter não demorou a responder essa “ameaça” disponibilizando uma ferramenta que permite a localização dos “tweets” feitos por celular. Pouco tempo depois, o Facebook lançou o Facebook Places, visando entrar na corrida da geolocalização com estratégias para incorporar essa funcionalidade aos “updates” dos usuários.

O que torna o Foursquare (e outras redes similares, como o Gowalla) diferente de ferramentas como o Google Latitude e tão interessantes, não é a possibilidade de simplesmente partilhar a localização. O Foursquare também é um estimulante e viciante jogo de disputa entre amigos. Utilizando um dispositivo móvel com acesso a internet, os usuários da rede social podem dar “check-ins” nos locais que visita. Quanto mais “check-ins” a pessoa der, mais chances tem de ganhar diferentes “badges”, recompensas ganhas por ser um usuário assíduo que atinge metas pré-estabelecidas pelo site, oude se teornar “mayor”, espécie de dono virtual do locais registrados na rede.

No Brasil, as empresas ainda não aproveitam totalmente o potencial das redes de geolocalização. Pouco usadas, ainda não possuem métricas acessíveis dispersando a atenção do mundo corporativo. Já no exterior, existem diversas ações publicitárias que utilizam a geolocalização como base. Empresas investem largamente em criar “badges” especiais, relacionar sua marca a eventos com local registrado, premiar “mayors”, entre outras. Cabe ao mercado publicitário nacional inovar e não perder a oportunidade de utilizar essas redes para aumentar as vendas de seus clientes. Aqui, o limite é a criatividade!

Foursquare no Brasil

Apesar de ainda não terem caído no gosto popular, os dados de utilização do Foursquare no Brasil são bastante interessantes e a utilização de internet móvel tem grande potencial para crescer nos próximos anos. Abaixo, os gráficos mostram em quais cidades os brasileiros tem feito mais “check-ins”. Segundo a análise, São Paulo é a cidade que predomina na rede, com 55% do total de “check-ins” registrados. Outras cidades como Rio de Janeiro, Porto Alegre e Belo Horizonte também se destacaram:

Uma constatação interessante é que o volume de chek-ins no aplicativo é muito maior de sexta a domingo. Veja no gráfico abaixo:



Para mais novidades sobre geolocalização e redes sociais, acompanhe a Media Factory no Twitter. Veja novidades também na nossa página do Facebook!

Fonte: http://tudosobremarketingdigital.wordpress.com/2010/12/06/geolocalizacao-o-futuro-das-redes-sociais/

O darwinismo digital e as mídias sociais

Por Fernando Tassinari do IDG NOW

As mídias sociais alcançaram uma massa crítica relevante na população mundial, transcendendo quaisquer outras mídias e todas as plataformas, incluindo mobile e dispositivos de jogos.

O planeta dedica às redes sociais e blogs o equivalente a 22% do tempo total online, ou um em cada quatro minutos e meio. Sem contar que são visitados por três em cada quatro consumidores online.

Daí a importância de as empresas que ainda não acordaram para essa realidade passarem a considerar as mídias sociais como parte indispensável de suas estratégias de marketing digital.

Entre as dificuldades apontadas pelas organizações para inserirem suas marcas nas redes sociais está a de não saber por onde começar, achar que essas redes não podem ser mensuradas e acreditar que sua ausência impede possíveis críticas – o que é um grande equívoco, pois os consumidores falam bem ou mal de uma marca independentemente de ela ter ou não um perfil no Facebook, Twitter, Orkut etc.

Essas empresas também veem como obstáculos a indicação de um responsável para gerenciar esse tipo de conteúdo, a definição de um orçamento específico e a integração a outros esforços de marketing.

Por outro lado, são várias as razões que têm levado inúmeras marcas a monitorar e participar ativamente de sites de relacionamento. A primeira delas é que essas redes funcionam como um termômetro que mede o sucesso das campanhas de mídia, além de atuar como mecanismo de gerenciamento da reputação da marca.

As mídias sociais também contribuem com a geração de insights por meio da voz do consumidor, chegando até mesmo a levar empresas a desenvolverem novos produtos de acordo com os anseios do público-alvo, os chamados produtos colaborativos.

De acordo com o IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), foram contabilizados em 2009 cerca de R$ 950 milhões em investimentos em mídia online no Brasil, com o crescimento de 25,16%. A estimativa é que 2010 feche com um crescimento de 30%, totalizando R$ 1,2 bilhão.

O aumento da participação dos brasileiros nas redes sociais também é um fato: 86% das pessoas que acessam Internet acessam redes sociais, e mais da metade delas acessa mais de uma vez ao dia.

Mais de 350 mil sites já adotaram plugins como o “Curtir”, do Facebook, que geram 2,8 bilhões de impressões por dia – desde que foi criado, o “Curtir” já foi clicado mais de 100 milhões de vezes. Aliás, o Facebook já é a rede que lidera na maioria dos países. Nos Estados Unidos, já chega a 88% o índice de usuários de mídias sociais; no Brasil, o percentual é de 77%, e continua a aumentar em um ritmo vertiginoso.

O fenômeno das redes sociais tem levado a comunicação mundial a mudanças significativas. De um contexto no qual havia uma mensagem única e consistente – comunicador/ receptor –, vivenciamos agora a troca de mensagens com ideias múltiplas e coerentes.

Isso vem sendo chamado de Darwinismo Digital, pelo qual uma ideia original sofre mutações que criam variações. As mutações desfavoráveis são excluídas; as favoráveis são reproduzidas e mais mutações ocorrem. Com isso, só as mutações favoráveis devem sobreviver e continuar a se reproduzir.

Entretanto, a presença de uma marca por si só nos sites de relacionamento não é o suficiente para garantir bons resultados. É fundamental que a empresa avalie como o conteúdo publicado é percebido pela audiência e gerenciado, além de verificar se tem algum valor relevante para as mídias sociais, ou seja, se as ideias fazem diferença na vida das pessoas.

A partir desses pontos, deve-se estabelecer a integração com as estratégias de marketing, cujos programas precisam incluir calls to action para interagir com as plataformas de redes sociais.

Internet – canal de vendas e marketing

No editorial do último boletim Visão do Empreendedor, do Sebrae, J.Octávio Knaack Jr., coloca algumas informações importantes sobre a presença das empresas de pequeno porte na internet.

1- A Associação Comercial de São Paulo, em janeiro de 2010, concluiu que 30% das empresas de pequeno porte já compraram ou venderam pela internet. Mas, o que me chamou atenção foi o outro lado; o das 70% que estão fora. Destas, 47% declararam que não o fizerem por “falta de necessidade de usar esse canal”.

2- Pela outra ponta, a do consumo, foi constatado que 87% dos consumidores domiciliados no estado de São Paulo pretendem comprar produtos pela internet no 3º trimestre deste ano, sendo os segmentos: eletroeletrônicos com 34,2% das intenções: produtos de informática com 28,8% e CD, DVD, livros e revistas com 23,7%, os mais visados. Para 60% a forma preferida de pagamento é o cartão de crédito. Segundo e-bit, o comércio eletrônico faturou R$ 6,7 bilhões no primeiro semestre de 2010. Alta foi de 40% na comparação com o mesmo período de 2009

3- Já pelo olhar da empresa de consultoria Nilsen Company, 86% dos internautas brasileiros, cerca de 61milhões de pessoas, usam a rede social e passam algo em torno de 5 horas por dia navegando nela, uma hora a menos que a média mundial.

4- Outra empresa, a Gartner, estudou um grupo de quatro mil consumidores de dez mercados globais no quarto trimestre de 2009. Concluiu que a maioria dos consumidores troca informações em redes sociais antes de escolher um produto que quer comprar. Mais ainda, descobriu “que as pessoas têm diferentes papeis quando se trata de recomendar produtos para os amigos de suas redes”. Sem entrar nos detalhes, a conclusão é a de que 20% das pessoas influenciam a compra dos outros 74%.

5- Mercado brasileiro de PCs cresceu 20% no primeiro semestre deste ano segundo Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). Destaque para o crescimento de 54% nas vendas de notebooks/netbooks, chegando a 3 milhões de unidades no semestre.

No mesmo boletim, há um link para um post de Eric Santos sobre Marketing Digital. Veja abaixo:

Os Benefícios do Marketing Digital para Pequenas e Médias Empresas

A Internet tem mudado radicalmente a forma com que as empresas podem encontrar e se comunicar com os seus clientes. Para fazer isso anteriormente, as empresas eram obrigadas a gastar grandes verbas para fazer propaganda através dos meios tradicionais, tais como TV, rádio, jornais, revistas, outdoors e panfletos, já que essas eram praticamente as únicas formas de alguém descobrir sobre a oferta de um produto ou serviço.

No entanto, as pessoas hoje estão expostas a muito mais opções de mídia, produtos e canais de informação, e ao mesmo tempo estão cada vez mais eficientes em ignorar propagandas invasivas ou irrelevantes. Além disso, quando querem comprar algo, os consumidores têm confiado na Internet como forma de ajuda na tomada de decisão, buscando mais informações sobre o produto ou empresa, comparando preços, consultando opiniões de outros usuários e aceitando recomendações de amigos nas redes sociais.

Isso tem feito com que qualquer propaganda só seja realmente efetiva quando gera valor real para o seu público, sendo relevante, precisa e baseada na permissão. O Marketing Digital têm algumas características que auxiliam nesta tarefa, permitindo que tenhamos alto retorno sobre o investimento de tempo e dinheiro na comunicação via Internet.

O Marketing Digital:

  • É mensurável: Conseguimos medir em detalhes os resultados de cada campanha e saber o que funciona e o que não funciona, e então continuar investindo nas coisas que dão melhor retorno;
  • É segmentável: Podemos promover ações com um foco muito maior, assim comunicamos e interagimos apenas com o público que tem interesse no que temos a oferecer;
  • Permite atração gratuita: Seja por meio de busca orgânica no Google ou de forma viral via email e redes sociais, é possível atrair potenciais clientes de forma gratuita e crescente para o seu site;
  • Permite a construção de uma audiência: Através da produção de conteúdo relevante, o Marketing Digital possibilita a construção de uma base (ex: emails cadastrados, assinantes de blog, seguidores no Twitter, etc.) que ao longo do tempo se torna um ativo de marketing fundamental para a empresa;
  • Tem ótimo custo-benefício: A combinação das quatro características acima faz com que o Marketing Digital permita que se atinja bons resultados mesmo a partir de baixos investimentos. Combinando a boa aplicação de recursos com idéias inteligentes e ajuda de boas ferramentas, o investimento na Internet tem muito mais retorno se comparado às mídias tradicionais.

Por todas essas características, diversas empresas têm experimentado excelentes resultados e, por conseqüência, têm investido cada vez mais no Marketing Digital. No Brasil, o investimento nesse meio cresce a mais de 30% anualmente (fonte: IAB).

Para as Pequenas e Médias Empresas (PMEs), esses benefícios do Marketing Digital são ainda mais evidentes, já que em geral elas dispõem de poucos recursos para promover os seus produtos e serviços. A Internet é o meio onde boas ideias (simples e objetivas) e uma boa execução têm muito mais valor do que o dinheiro. No entanto, muito empreendedores e responsáveis de marketing das empresas ainda não tiram proveito desse potencial, seja por desconhecerem as técnicas e ferramentas ou mesmo por terem receio da complexidade do meio.

Por conta disso, nosso objetivo aqui é desmitificar o Marketing Digital, mostrando como ele pode ser Simples, Acessível e Efetivo. Criaremos e compartilharemos conteúdos com conceitos, dicas e práticas para utilização eficiente da Internet como canal de comunicação e promoção da sua empresa e produto. Além disso, ao longo do tempo também desenvolveremos ferramentas que irão auxiliar em algumas das principais tarefas do Marketing Digital que discutiremos aqui no blog.

Diante destes argumento, nós da SWX perguntamos. O que sua empresa tem feito?