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Motivos para baixar o Firefox 6

Graças às mais de mil alterações no software, nova versão está mais rápida na inicialização e mais segura na navegação.

Em relação ao antecessor, o Firefox 6 ganhou mais de mil alterações – a maior evolução está na parte interna do software. Ainda assim, poucos motivos já justificam a atualização. Bastam três deles:

Velocidade

De acordo com a Fundação Mozilla, o tempo de inicialização do navegador está bem menor que o do antecessor, principalmente se o usuário tiver o costume de utilizar o recurso Panorama – que facilita a organização das abas.

Qualquer melhoria em relação ao instável desempenho do Firefox 5 já é uma ótima notícia, mas, a rigor, não devemos ser tão otimistas. Quando avaliado por um programa de benchmarking como o Peacekeeper, o recente modelo se mostrou mais lento que seu predecessor para abrir códigos JavaScript.

O software deu nota 4572 ao Firefox 6, menor, portanto, que os 4733 pontos da versão anterior. Para efeito de comparação, o Internet Explorer 9 obteve 4830 e o Chrome, 8400. Vale lembrar, no entanto, que a avaliação feita pelo programa nem sempre reflete na experiência do usuário. Por vezes, apesar da má nota, a impressão que fica é que o browser progrediu em termos de velocidade.

Barra de endereços

Outra boa razão para instalar o update do Firefox é o modo como ele exibe as URLs na barra de endereços. A alteração é pequena, mas facilita a visualização. Em http://www.mozilla.com/en-US/firefox/6.0/releasenotes/, por exemplo, o trecho www.mozilla.com seria destacado.

O recurso já existe há algum tempo no IE e no Chrome. Por mais simples que pareça, facilita muito na hora de identificar a página desejada ou reconhecer rapidamente se ela é legítima – ou seja, se não contém um domínio suspeito.

Segurança

A proteção do browser foi aprimorada, graças às novas opções quanto às permissões dadas aos sites. Ao digitar na barra de endereços “about:permissions”, o usuário poderá configurar quais páginas poderão coletar cookies ou exibir pop-ups, por exemplo.

A grande diferença é que o Firefox 6, dessa maneira, deixa o controle nas mãos do internauta. Ele pode personalizar ainda mais sua navegação, escolhendo os portais em que confia, e quais devem ser tratados com cuidado. Assim, as chances de a máquina ser infectada por um código malicioso – ao abrir uma página comprometedora – ficam menores.

Caso você tenha o Firefox instalado, não se preocupe: irá receber – se ainda não recebeu – um alerta para atualizá-lo. Se estiver disposto a dar uma chance ao software da Mozilla, basta visitar esta página para baixá-lo.

Fonte: PcWorld

Por que Bons Programadores são Preguiçosos e Idiotas

Eu percebi, paradoxalmente o suficiente, que bons programadores precisam ser tanto preguiçosos quanto idiotas.

Preguiçosos, porque apenas programadores preguiçosos irão querer escrever os tipos de ferramentas que podem substituí-los no final. Preguiçosos, porque somente um programador preguiçoso vai evitar escrever código monótono e repetitivo – assim evitando redundância, o inimigo da mantenabilidade e flexibilidade de software. No mais, as ferramentas e processos que vêm disso, disparados pela preguiça, irão aumentar a produção.

Claro, essa é apenas meia verdade. para um programador preguiço para ser um bom programador, ele (ou ela) também devem ser extremamente não-preguiçosos quando é hora de aprender como ser preguiçoso, ou seja, quais ferramentas de software tornam seu trabalho mais fácil, quais técnicas evitam redundância, e como ele pode fazer seu trabalho ter mais mantenabilidade e ser facilmente refatorado.

Segundo (e vou elaborar mais sobre isso porque acho que esse conceito é menos conhecido que o primeiro) um bom programador precisar ser idiota. Por que? Porque se ele é esperto, e ele sabe que é esperto, ele vai:

1. parar de aprender

2. parar de ser crítico a respeito do seu trabalho

Ponto a) tornará mais difícil para ele tentar encontrar novas técnicas para permiti-lo trabalhar mais rápido. Ponto b) tornará difícil a ele debugar seu próprio trabalho, e refatorá-lo. Na batalha interminável entre um programador e o compilador, é melhor para o programador desistir rápido e admitir que é sempre ele e nunca o compilador o culpado (a menos que seja codificação de caracteres, que é a parte que até mesmo compiladores erram.)

Mas existe um ponto mais crucial de porque bons programadores precisam ser idiotas. Isso porque para ele encontrar as melhores soluções a um problema, precisa manter uma mente aberta e pensar fora da caixa (ou melhor, conhecer seu formato real). De certa forma, isso leva à mentalidade de uma criança; incrivelmente criativa porque ele nunca ouviu “não” como resposta.

O direto oposto não seria muito construtivo; ser conhecedor dos parâmetros à mão e aceitá-los. Porque quem sabe quantos limites você acha que existem, na real? Quanto menos você souber, mais radical serão suas escolhas; melhores as ferramentas que você desenvolve, e melhor o produto que você desenvolve com elas.

Eu conheço do meu trabalho um bom programador, quando confrontado com um problemas da gerência, adotará essa mentalidade de ser idiota; ele começará a perguntar as questões mais simples e infantis. Porque ele não aceita os parâmetros sugeridos a ele que alguém acha que definem o problema. Aqui está uma típica conversa da terra perdida do desenvolvimento web:

  • “Desde ontem, nosso cliente não consegue ver o logotipo no web site.”
  • “Ele reiniciou o browser?”
  • “Sim.”
  • “Ele reiniciou o computador?”
  • “Sim.”
  • “Ele limpou seu cache?”
  • “Sim.”
  • “Ele roda Internet Explorer 6?”
  • “Sim.”
  • “Ele tem certeza que não consegue ver?”
  • “Sim.”
  • “Ele olhou para o web site na tela?”
  • “O que?”
  • “Bem, ele pode ter impresso.”
  • “Não, ele estava olhando para a tela.”
  • “Ele também não viu outras imagens além do logo?”
  • “O que? Bem, vou perguntar a ele.”

Apenas para a argumentação (isso foi inteiramente hipotético) vamos dizer que o cliente de fato desligou as imagens do seu browser. Ou seu filho desligou. Seja qual for o caso, essa resposta não seria encontrada se você trabalhasse com um programador em modo1 “esperto”. Nenhuma das perguntas perguntadas pelo programador requerem qualquer habilidade de programação. Não, simplesmente porque o problema é tão estúpido, apenas estupidez pode resolvê-la.

Alguns anos atrás, eu tive uma longa discussão no telefone sobre o web site ter quebrado desde minha última atualização … acabou que a pessoa desabilitou os stylesheets em seu browser. Na época eu teria suspeitado de tudo menos numa solução tão simples e fiquei escutando meia hora de reclamações sobre padrões de qualidade, etc. No final, a premissa que minha atualização foi culpada era apenas isso … uma premissa. Melhor você ouvir apenas os fatos se começar a debugar, e nunca no que as pessoas acham que pode ser a razão.

De forma similar, quando um dos meus colegas programadores me pergunta: “Por que isso não está funcionando?” na maioria das vezes é porque ele está trabalhando no arquivo errado (ex. ele linkou na biblioteca 1, mas alterou na biblioteca 2, e sua revisão não aparece ou simplesmente não linkou na biblioteca.) Quando você pede ajuda a seu colega, particularmente sobre programação, você espera que ele saiba menos sobre o projeto … então ele faz perguntas estúpidas que você evitou perguntar a si mesmo de forma sub-consciente, porque você achava que sabia as respostas, quando de fato não sabia.

Existe outro lado nisso. A pessoa idiota-demais vai somente sair correndo e, sem pensar duas vezes, fazer algo errado. A pessoa esperta-demais vai se sentar e planejar algo certo, sem tomar nenhuma ação. Um programador pragmático está mais ou menos no meio; ele sabe que tomar a decisão errada 1 vez em 10 não machuca os objetivos tão mal quanto 5 decisões certas de 10, e não decidir nada nas outras 5 vezes.

É como a história da centopeia. A centopeia era muito boa em andar com suas cem pernas. Ela nunca pensou em como conseguia andar. Até que um dia, quando um inseto preto grande perguntou a ela “Como você consegue andar com tantos pés? Não acha difícil coordenar seu ritmo?” O inseto grande preto já tinha ido embora, enquanto a centopeia ainda estava sentada, ponderando como ela conseguia andar, se perguntando e (pela primeira vez na vida) até mesmo se preocupando um pouco. Desse dia em diante, a centopeia não conseguia andar mais.

Então, melhor não pensar demais se quiser conquistar alguma coisa. E, claro, essa é somente meia verdade também…

Fonte: blogoscopted
Traduzido por: akitaonrails.com

Designers têm manual HTML5 do W3C

O consórcio W3C – que trabalha no desenvolvimento de padrões da web – publicou uma edição das especificações do HTML5 para desenvolvedores web.

A promessa é de um documento mais palatável aos designers.

Especificações da linguagem já tinham saído, porém mirando os desenvolvedores de browsers, com linguagem altamente técnica, e às vezes cansativa para quem lida mais com o o que vai dentro da internet do que com as portas de acesso.

Segundo o blog Webmonkey, da revista Wired, com o lançamento da versão “oficial”, os programadores têm à disposição duas versões para designers – a do W3C e a do WHATWG (Web Hypertext Application Technology Working Group).

Formado em 2004, o WHATWG é formado por representantes da Apple, Mozilla e Opera, para trabalhar, também, no HTML.

Com a última chamada para colaborações em maio de 2011, na assembleia anual do W3C, o HTML5 está em processo de desenvolvimento de recomendação.

Ainda que não estejam “maduras”, as especificações já valem para as últimas versões dos navegadores mais populares – Internet Explorer, Firefox, Chrome, Safari e Opera.

Fonte: Baguete