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17

fev
2016

Sem Comentários

Em e-commerce

Por Vinicius AC

Principais pontos para um ecommerce de sucesso

Em 17, fev 2016 | Sem Comentários | Em e-commerce | Por Vinicius AC

O comércio eletrônico já é, há algum tempo, uma boa oportunidade de negócio. Estre as vantagens estão, poder vender para consumidores de todo o mundo e não precisar de um ponto de venda físico.

Porém, existem vários pontos importantes que precisam ser considerados na hora de abrir um negócio online. Alguns desses pontos, valem também para lojas tradicionais, outros, são exclusivos das lojas virtuais.

Público Alvo

Antes de tudo, é preciso conhecer e entender o seu público alvo. Identificar principais dificuldades, desejos e necessidades. Faixa de renda e canais de comunicação mais usados.

Estoque e Logística

Ter um bom estoque é importante para qualquer negócio que venda produtos. Em um negócio online, a logística tem um papel de destaque. Quanto mais vendas, maior deve ser o estoque e mais eficiente deve ser a logística. Atrasos na entrega geram muita insatisfação. Um cliente insatisfeito pode causar um grande estrago nas redes sociais.

Ajuda muito quando a plataforma da loja virtual tem um bom controle de estoque, gerenciamento de pedidos e cálculo automático do frete.

Divulgação

Não adianta ter o melhor estoque, preço ou um visual legal, se ninguém sabe que a sua loja existe. É para isso que existe o marketing digital. As duas ferramentas mais importantes hoje são as publicações pagas do facebook e os links patrocinados do google. Complementarmente vem o e-mail marketing, twiiter, instagram, linkedin e blog corporativo. É preciso estar presente e explorar as ferramentas mais usadas pelo seu público-alvo, por isso é tão importante conhecê-lo bem. Para tornar a divulgação mais fácil e eficiente, a loja deve possuir integração com as principais redes sociais, ser otimizada para as ferramentas de busca (SEO) e ter uma área reservada para a publicação de notícias interessantes para o público alvo do negócio.

Formas de pagamento

Oferecer diversas opções de pagamento e parcelamento é fundamental. Por isso é importante que a loja tenha suporte aos serviços que intermedeiam pagamentos online, como o PagSeguro que, além de ser bastante conhecido do público brasileiro, oferece mais de 25 meios de pagamento e parcelamento online.

Plataforma

É preciso escolher uma plataforma que seja simples para utilizar e que atenda bem a todos os pontos citados. Porém, não adianta contratar um serviço simples e que atenda às suas necessidades iniciais, se ele não puder ser facilmente expandido quando sua loja estiver com muito tráfego ou quando demandas por novos recursos surgirem.

Na plataforma Virtuaria, caso sua loja cresça (muitos acessos), ela poderá ser migrada para um servidor mais potente de forma simples e gradual para você, além de transparente para seus clientes. Cada loja Virtuaria pode ter seu próprio servidor dedicado na nuvem, sendo que o fornecedor é a Amazon ( aws.amazon.com ), nada menos que a maior empresa do mundo nesse setor. Isso significa que, para uma loja Virtuaria, o infinito é o limite.

Mobile

Uma pesquisa recente feita pelo Google indicou que atualmente 60% do tráfego da internet vem de dispositivos móveis. Com tanta gente assim usando essa tecnologia é importantíssimo ter uma loja virtual que se adapte a diversos tamanhos de tela para permitir uma boa experiência de uso também nos dispositivos móveis.

Para piorar, ou melhorar, dependendo do ponto de vista, recentemente o google alterou seu algorítimo para penalizar, em pesquisas feitas a partir de dispositivos móveis, os sites não adaptados para estes dispositivos (não responsivos). Isso significa simplesmente que para 60% do trafego da internet, sua loja pode deixar de existir.

Por: Vinicius Castro / Virtuaria

Fonte: http://virtuaria.com.br/2015/04/principais-pontos-para-um-ecommerce-de-sucesso/

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21

mar
2012

Sem Comentários

Em Blog
Redes Sociais

Por Allison

Twitter começa a usar SPDY do Google

Em 21, mar 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Redes Sociais | Por Allison

Fonte: IMasters

Com informações de The H

O Twitter começou a usar o protocolo SPDY, do Google, para administrar as solicitações da web a partir de navegadores que entendem a alternativa para HTTP. Ainda que a novidade não tenha sido anunciada oficialmente, um engenheiro do Twitter postou um screenshot que mostrava que o protocolo estava disponível na API da rede social. O SPDY começou em 2009 como um experimento para acelerar a web ao usar só um requerimento ao invés de vários requerimentos HTTP. E, também, permitindo a criptografia a compressão por padrão. O Google introduziu o SPDY no Chrome e no Chromium e, depois, em vários outros sites da empresa.

O protocolo tem sido submetido ao IETF como um padrão futuro. O seu uso no Twitter é a primeira grande implementação fora do Google, além da Amazon que utiliza o SPDY na comunicação entre seus servidores e o Kindle Fire.

A maioria dos navegadores não mostra o uso do SPDY aos usuários, sendo assim, muitos o usam sem saber. Agora, graças ao plugin Chrome SPDY Indicator, já é possível saber quando o SPDY está sndo usado.

O Chrome, Chromium e o Firefox 11 são os únicos navegadores que suportam o SPDY até agora. O diretor de plataforma web da Mozilla, Chris Blizzard, disse que o Firefox 13 terá o protocolo ativado por padrão. Uma versão inspirada no Chrome SPDY Indicator já está disponível para o Firefox 11.

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29

fev
2012

Sem Comentários

Em Blog
HTML
SEO

Por Allison

Como o HTML5 pode influenciar na otimização para mecanismos de busca (SEO)

Em 29, fev 2012 | Sem Comentários | Em Blog, HTML, SEO | Por Allison

Por Sergio Nascimento

Nova semântica do HTML5 e SEO devem andar juntas. Como critério de desempate, o site que tiver um conteúdo de qualidade bem organizado (HTML5/semântica) terá prioridade para mecanismos de busca, em especial o Google. E relevância de conteúdo envolve tanto um bom conteúdo – leia-se, o mais enxuto e aderente possível ao que você deseja transmitir em um post ou página do seu site ou portal – como um código bem estruturado e relevante em web semântica, sendo o HTML5 a opção mais confiável atualmente para organizar essas informações, “traduzindo-as” da melhor forma possível para os robôs de busca.

Pois bem. Pensando nisso, Sergio Nascimento aka Elvis Detona, especialista em web standards, HTML5 e CSS3, elaborou algumas dicas básicas para aqueles que desejam usar a nova semântica do HTM5 com o intuito de obter um posicionamento adequado nos buscadores:

Para mim, cada página tem que ter APENAS um <h1>, mas o W3C, na especificação do HTML5, coloca que cada section pode ter um <h1>, mas eu não uso assim.

“Se eu usar vários <h1>, o Google vai me punir?” O Google não vai punir… isso usando HTML5 ou não. A não ser que você use de forma inadequada.

Além disso, utilize as tags adequadas de acordo com o seu conteúdo, heading tags seguindo uma hierarquia, tag de navegação <nav>, cabeçalho <header>, conteúdo <section>, <article>, <p>, <video>, <audio>, <figure>… os novos types de formulário (email, search, url, tel…), link relations, microdata…

Volto a lembrar, o Google quer conteúdo com qualidade e semântica.

INFELIZMENTE, existem técnicas que “bagunçam” toda a organização do código/semântica a fim de se obter melhores resultados nos buscadores. (Essa de colocar vários h1 na página é lenda, ok?) Não é isso que o Google quer… mas em algumas situações, o resultado é bem melhor sim! Só tem que ficar esperto para não ser punido.

Quando você desenvolve um projeto é claro que quer resultado (conversão/venda de produto ou serviço), mas acho que não é só isso! EU, Sergio (@elvisdetona), penso num todo. Desenvolvo sempre meus projetos pensando num bom resultado nos buscadores e que seja o mais acessível/compatível possível com a maioria dos dispositivos que têm acesso à web.

Se você pensa “Eu preciso ficar em primeiro no Google a qualquer custo”, não se preocupe tanto com semântica e siga a orientação de caras especialistas em SEO.

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28

fev
2012

Sem Comentários

Em Blog
Python

Por Allison

Python 2.7 está disponível no App Engine do Google

Em 28, fev 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Python | Por Allison

Com informações de The H

Fonte: IMasters

O Google anunciou que o Python 2.7 está disponível em sua plataforma App Engine como uma funcionalidade com suporte completo. A versão 2.7 traz várias melhorias ao suporte do App Engine para Python, como suporte para multithreading, para lidar com requisições simultâneas, para fazer o upload do bytecode do Python, para gerar o bytecode e para manipular bibliotecas e JSON nativo. Segundo a empresa, o multithreading e o suporte para requisições simultâneas devem permitir que os desenvolvedores usem completamente a CPU.

Além disso, os desenvolvedores do Google adicionaram a Python Imaging Library (PIL), a biblioteca de computação científica NumPy, e a biblioteca de processamento em XML/HTML lxml ao tempo de execução da App Engine para Python. O novo tempo de execução suporta apenas a versão 1.2 do framework Django – as versões anteriores suportavam Django 0.96 e 1.2 – logo, os desenvolvedores terão que atualizar seus aplicativos baseados em Django. O suporte para Djangoforms foi removido, e o Google sugere o WTForms como alternativa.

Outras modificações estão listadas neste guia. Um novo App Engine SDK para Python está disponível para download. A App Engine é um sistema cobrado comercialmente, mas o Google afirma que aplicativos podem utilizar 1 GB de armazenamento e “CPU e largura de banda suficientes para suportar uma entrega eficiente de cerca de 5 milhões de page views por mês” gratuitamente.

O Python 2.7 é o último branch da série Python 2, que será sucedida pelo Python 3, cujo lançamento ainda não tem previsão.

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10

fev
2012

Sem Comentários

Em Blog
Cloud Computing

Por Allison

Em breve, Google lançará seu próprio serviço de armazenamento em nuvem

Em 10, fev 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Cloud Computing | Por Allison

Com informações Diário do Android

Fonte: IMasters

De acordo com o The Wall Street Journal, o Google está muito próximo de lançar o Drive, ou GDrive. Esse é o nome do serviço de armazenamento na nuvem da empresa, que irá concorrer diretamente com o Dropbox e o Box.

Com ele, o usuário poderá acessar seus arquivos e documentos de onde quer que esteja e com qualquer dispositivo, desde que tenha acesso à Internet. Também será possível fazer upload de fotos, documentos, e vídeos para os servidores do Google.

A ideia da empresa é organizar e centralizar esse serviço, já que hoje o usuário já pode acessar de qualquer lugar Docs, YouTube, Google Music e Picasa. Só que, nesse caso, cada canal armazena um tipo de arquivo específico.

A expectativa é que o Google Drive seja lançado em poucas semanas ou meses. O serviço será gratuito até uma determinada quantidade de espaço.

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26

jan
2012

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Google propõe atributo de HTML para facilitar o autocompletar

Em 26, jan 2012 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Por Thássius Veloso

Fonte: IMasters

O Google publicou um artigo, no blog que mantém voltado para webmasters, aconselhando a adoção de um novo parâmetro em formulários encontrados em todo momento na internet. A proposta do gigante da web é muito simples: que no código-fonte do formulário apareçam atributos de HTML específicos para que o navegador complete automaticamente a informação que o usuário precisaria adicionar manualmente ali.

De acordo com a empresa, o Chrome e outros browsers já oferecem o autocompletar com alguma taxa de acerto. Entretanto, a situação ficaria ainda melhor se o navegador não precisasse adivinhar se o campo pede o nome ou o endereço de e-mail, por exemplo.

Se depender do Google, a seguinte estrutura será adotada nos formulários:

<input type=”text” name=”field1” x-autocompletetype=”email” />

Através da presença do atributo “x-autocompletetype”, o desenvolvedor especifica qual é a informação que o campo apresentado e, assim que lê isso, o navegador pode adicionar a informação automaticamente.

Para tanto, o autocompletar tem que estar ativo no browser. Além disso, o usuário precisa ter preenchido a informação antes pelo menos uma vez para que fique salva.

Até agora, apenas o Google se comprometeu com o atributo e disse que ele está instalado no Chrome. Outras empresas que oferecem o autocompletar devem implementa-lo, mas o Google não disse quais são essas companhias. Ainda é importante observar que o atributo foi lançado em caráter experimental e não passou por endosso do W3C, o consórcio que regula os padrões para a web.

Aqui está o texto completo relatando a proposta do atributo.

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05

jan
2012

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Como começar nesse mundo louco da Web?

Em 05, jan 2012 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Eu sempre recebo perguntas no forum do mxmasters ou mesmo por e-mail, de pessoas que devem estudar para começar a desenvolver seus sites ou mesmo algumas dicas e/ou também qual referência de blog/site que seria interessante. Acho o que a pessoa tem que aprender, de forma sólida é html e css. É impressionante os “analfabetos” de html e css, devido a utilização de programas como Dreamweaver. Mas tudo pode ser revertido. Muitos defendem que desenvolver os códigos é um retrocesso, conhecido “reinventar a roda”, mas não se trata de reinventar, e sim saber o que é mais produtivo, e sem sombra de duvidas, desenvolver o seus próprio código é a melhor solução. Mas por quê? Não podemos pensar na concepção imediata do site, temos que pensar nas mudanças que irão ocorrer, e você pode ter certeza que irão ocorrer.

Então vamos colocar alguns pontos que seriam interessantes ser estudado e algumas dicas:

  • Aprender html e css, isso é de vital importância. Não depender de programas, se em algum momento você tiver apenas o bloco de notas, você resolve.
  • Aprender a utilizar um editor de imagem, como photoshop, ou fireworks, ou outros programas. Não tenha medo de testá-los até encontrar um que te agrade mais.
  • Aprenda Javascript, ou aprenda a utilizar um framework, uma boa pedida é o jquery, é de fácil aprendizado e muito produtivo.
  • Aprenda alguma linguagem server-side, indico o php, por ser uma linguagem de fácil aprendizado, e por ter muito material na web.
  • Adquira livros. Na maioria dos casos vão te ensinar coisas que tutoriais não ensinam de uma maneira mais sólida.
  • Aprenda a utilizar o Google. Sabendo pesquisar, e não tendo preguiça você consegue arrumar soluções rápidas;
  • Não desista na primeira dificuldade. Esse é mau de muitas pessoas, quando esbarram no primeiro desafio, não tentam resolver. Lembre-se da sugestão anterior.
  • Participe dos fóruns. Você vai encontrar muitas soluções de duvidas que você tem.
  • Aprenda a ajudar. Quando você tentar ensinar algo, você aprender muito mais.
  • Não seja arrogante. Acredite, dizer que sabe tudo de determinado assunto, é comprovadamente mentira, existe sempre algo a aprender.
  • Aprenda a filtrar as informações. Nem tudo que escrito nos blog é uma verdade absoluta(inclusive no meu);
  • E não utilize o IE. Parece brincadeira, e até um pouco. Mas outros navegadores, como firefox não são simples navegadores, e sim ferramentas de desenvolvimento. Na sua caminhada, com certeza você vai odiar o IE6.
  • Não tenha medo de outros idiomas, nada que o Google tradutor não possa te ajudar.

Espero que essas dicas sejam válidas, isso não é uma regra, ou mantra que deve ser dito, mas são alguns passos que te ajudarão nessa nova jornada.

Fonte: DavidCHC

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20

dez
2011

Sem Comentários

Em Blog
Redes Sociais

Por Allison

3 maneiras simples de aumentar o tráfego de usuários/visitantes no Blog

Em 20, dez 2011 | Sem Comentários | Em Blog, Redes Sociais | Por Allison

Hoje em dia, existem várias ferramentas/técnicas que nos ajudam a aumentarmos o tráfego de usuários e visitantes em nossos blog. É obvio que nem tudo funciona da maneira que desejamos, mas caso você use algumas boas ferramentas disponíveis na Web, você pode aumentar drasticamente o tráfego de usuários/visitantes em seu blog.

É importante lembrar que o alto tráfego de usuários em um blog não determina se aquele é um blog de sucesso. Se pensarmos melhor, é fácil conseguir milhares visitantes em um blog, enviando posts para os agregadores de conteúdos. Mas como nem tudo são flores, a qualidade do tráfego de usuários desse tipo de site é ruim, ou seja, as pessoas que chegam até o seu blog, na maioria das vezes, não permanecem muito tempo, aumentando a taxa de rejeição daquele blog.

Use o Google+ para o promover o blog

O Google+ (ou Google Plus, como preferir) é a nova rede social da Google que foi lançada recentemente, contando com mais de 25 milhões de usuários. O Google+ foi a rede social que conseguiu chegar à 25 milhões de usuários mais rápido entre as redes sociais mais famosas, como o Facebook, Twitter e MySpace. A rede também está disponível para iPad, iPhone e iPod Touch, além de ser compatível com outros dispositivos moveis, facilitando assim, o acesso de mais usuários a rede.

Para termos uma ideia melhor desse número, basta sabermos que o Facebook e Twitter demoraram mais de dois anos para chegar a esse marco, enquanto que o Google Plus é um projeto recém criado, mais especificamente, foi criado em 28 de junho de 2011.

Enfim, use todo o potencial desse novo projeto para promover o seu blog e seus produtos, crie uma nova conta, caso ainda não tenha uma e comece a publicar conteúdo de qualidade diariamente. Nunca deixe seu público a só, publique conteúdo interessante e novo dia após dia, isso vai atrair muitos usuários para sua página no Google+ e com certeza vai aumentar o tráfego de usuários/visitantes no blog.

A Google lançou algum tempo atrás, uma extensão oficial do Google Plus para seu navegador Google Chrome. O lançamento foi feito no mês de agosto, atualmente possui quase 300 mil usuários, e com ela podemos marcar qualquer página com +1, uma forma de dizer que aquela tal página é legal e que seus amigos deveriam conferi-lá.

Use e abuse do Twitter

O Twitter é um dos mais importantes sites de mídia social da atualidade. Então, podemos usar o Twitter para começar a aumentar o tráfego dos nossos blogs. Existem muitos blogueiros que não dão atenção a todo o potencial do micro-blogging mais famoso do planeta, mas você não deve ser assim.

De acordo com algumas pesquisas, o Twitter passou dos 300 milhões de usuários, o que representa quase toda a população dos Estados Unidos. São milhões de usuários acessando frequentemente o micro-blogging para conferir os novos tweets, então nada melhor que você usar todo esse potencial a favor do seu blog. O importante é participar da rede social e não perder tempo.

Vamos dizer que você não tem tempo para aplicar todas as técnicas para si mesmo. Então, o que você vai fazer? Desistir de usar o Twitter para promover seu blog? Não. Você pode usar ferramentas que agendam tweets e os publicam automaticamente na data determinada.

Se você ainda não possui uma conta na rede, crie agora mesmo, personalize-a e comece a publicar diariamente conteúdo de qualidade referente a seu nicho. Lembre-se também de divulgar a sua página do Twitter em seu blog, a fim de conseguir seguidores de qualidade. Inclusive, você pode adicionar ícones flutuantes de alta qualidade do Twitter em seu blog no Blogger para atrair mais rapidamente os seguidores.

O título é o item mais importante do post

Eu sempre digo na LifeFind.com.br que blogar é fácil, difícil é conseguir ser um blogueiro bem sucedido no nicho escolhido. São vários os fatores que definem um blog de sucesso, e você deve prestar atenção em vários aspectos para encontrar o caminho certo, no qual você deve percorrer para ser bem sucedido enquanto blogueiro.

Nunca se esqueça disso: o título de um post é o item mais importante daquele conteúdo. Um título bem feito pode chamar drasticamente a atenção do leitor/usuário, que consequentemente vai clicar no link do título para conferir o conteúdo completo daquele post.

Nunca crie títulos com muitas pontuações, excesso de letras maiúsculas, muito longos, etc. Caso queria saber um como mais sobre esse assunto de título de post, recomendado a leitura completa do artigo “10 fantásticos tipos de títulos para artigos que realmente funcionam! ” publicado por nosso colega Paulo Faustino em seu blog Escola Dinheiro. No artigo citado acima, o autor comenta sobre os principais tipos de títulos que podem ser usado em seu blog para atrair rapidamente os visitantes e usuários.

Este é um guest post criado por Euler Esrael do blog Life Find.

Fonte: CriarSites

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17

dez
2011

Sem Comentários

Em Blog
Wordpress

Por Allison

Como Criar ou Recuperar um Backup de seus Posts no Blogger

Em 17, dez 2011 | Sem Comentários | Em Blog, Wordpress | Por Allison

Assim como acontece com nossos computadores, os servidores de hospedagens também estão suscetíveis a problemas diversos, como arquivos corrompidos, problemas com os bancos de dados ou mesmo uma invasão, que podem levar a perda dos dados de todos os sites armazenados. Por isso é importante sempre ter uma cópia de segurança de todo o conteúdo publicado em nossos sites e blogs para o caso de alguma catástrofe.

É necessário criar cópias de segurança no Blogger

Embora o Blogger não tenha a fama de apresentar problemas com seus servidores, algumas pessoas tem reclamado de que seus blogs foram excluídos sem explicação clara, o que é um problema que poderia ser amenizado com uma cópia de todos os posts, já que desta forma seria possível recuperar pelo menos o conteúdo.

Além disso a cópia de segurança também pode ser útil para quem pensa em mudar de blog, já que a cópia poderia ser utilizada para transferir o conteúdo de um blog para outro, inclusive do Blogger para WordPress.

Se você usa o WordPress, confira o artigo “Crie cópias de segurança de seu blog WordPress“.

Como exportar o blog no Blogger

Se você tem um blog no Blogger e deseja criar uma cópia de segurança de seu conteúdo, acesse o painel de controle e clique na aba “Configurações“. Lá você encontrará as opções “Importar Blog“, “Exportar Blog” e “Excluir Blog“.

Clique em “Exportar Blog” e na nova página clique no botão “Fazer Download do Blog” para iniciar o download de um arquivo XML que contém os posts de seu blog.

Como importar o blog

Se você precisa recuperar uma cópia por qualquer motivo, você deve acessar o painel de controle, clicar em “Configurações” e desta vez clicar em “Importar Blog“.

Na janela que aparece selecione o arquivo que você exportou anteriormente em seu computador, digite a palavra anti fraude que apare e clique no botão “Importar Blog“.

Dicas

Para manter seu blog seguro é recomendado que você faça backups periódicos dependendo da frequência com que você publica seus posts, desta forma você mantém sempre uma cópia com os últimos posts publicados.

Para quem pretende importar posts de outro blog, lembre-se de que o Google está penalizando sites e blogs com conteúdo duplicado (cópia). Portanto se pensa em fazer isso, recomendo que apague o blog antigo depois de fazer a transferência.

Se pretende excluir seu blog, tenha em mente que não poderá voltar atrás.

Nota

Vi a dica deste artigo no Life Find no artigo “Fazendo o backup do layout e das postagens no Blogger“.

Fonte: Celso Lemes/CriarSites

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01

dez
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Ferramenta de buscas open source vai concorrer com Google e Bing

Em 01, dez 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Após mais de cinco anos de desenvolvimento, ativistas de software livre lançaram o YaCy, uma ferramenta de busca descentralizada para concorrer com Google e Bing.

O serviço é gratuito e produz os resultados de busca em uma rede P2P (ponto a ponto), que seriam os usuários. O objetivo disso é fazer com que empresas não tenham controle sobre as buscas.

O projeto tem apoio da FSFE (Free Software Foundation Europe), e a rede do YaCy conta, atualmente, com cerca de 600 pontos. Além disso, ele já tem atualmente 1.4 bilhões de documentos em seu índice e trata cerca de 130 mil pedidos de busca por dia.

Os organizadores do projeto esperam que a ferramenta de buscas cresça junto com outras opções de software livres, como identi.ca e Diáspora, que são redes sociais alternativas ao Twitter e ao Facebook.

Alguns motores de busca são baseados na tecnologia do YaCy, como o sciencenet, do Karlsruhe Institute of Technology, que oferece buscas por conteúdo científico.

Com informações de Inter IT e de Notícias Linux

Fonte: IMasters

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30

nov
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Os três grandes mitos do marketing digital

Em 30, nov 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Não é à toa que o marketing digital se tornou uma das prioridades nos investimentos em publicidade e propaganda. É uma forma prática, dinâmica e acessível para empresas de qualquer porte ou segmento promover seus negócios e manter contato com clientes e consumidores. Um bom exemplo é o Google Adwords, um canal de publicidade em que uma pessoa com algumas horas de treinamento é capaz de criar e gerenciar seu próprio anúncio de publicidade. Outro mais recente é a Like Store do Facebook, em que é possível não só divulgar, mas vender os produtos diretamente na fan page.

De tanto ler, ver e ouvir falar sobre essas aparentes facilidades, empresários e gestores passaram a acreditar em “mitos” que conferem poderes sobrenaturais ao marketing digital. Com base em experiências pessoais, vou relatar três dos mitos mais comuns.

Mito 1: É possível fazer marketing digital sem Marketing

Recentemente fui consultado para o lançamento de um novo site de compras coletivas. Ao ser apresentado ao projeto, fiquei preocupado com o fato de não haver praticamente nenhuma característica que o distinguisse de outras centenas de sites da categoria. Levantei a questão e me surpreendi com a resposta. Para os empreendedores, relevante não era ter um diferencial para se destacar dos concorrentes, mas sim uma propaganda boa o suficiente para chamar atenção e gerar tráfego.

Assim como eles, muitas outras empresas se enganam ao pensar que só publicidade é capaz de fazer de qualquer produto um sucesso. Ela pode até gerar visibilidade para a empresa ou produto por um determinado período, mas não se sustenta ao longo do tempo.

Banners, links patrocinados, ações em redes sociais, newsletters e outras iniciativas online só funcionam se fizerem parte de um mix de marketing abrangendo pesquisa de mercado e público-alvo, análise de oportunidades, definição de uma estratégia de diferenciação para o produto, política de preços, canais de venda e monitoramento dos resultados por meio de indicadores. Quanto mais este Marketing estiver estruturado, maior o potencial da publicidade realizada através do marketing digital gerar retorno efetivo.

Mito 2: Marketing digital é a solução milagrosa para meus problemas

O dono de um site de camisetas personalizadas nos procurou para saber como poderíamos ajudá-lo a alcançar seus concorrentes, que estavam “bombando” nas vendas. Antes de eu terminar de explicar como funcionava nosso trabalho ele já me questionava sobre os resultados. Na sua visão, a conta era simples: “minhas vendas não estão indo bem, então vou investir X em uma agência de marketing digital e eles vão aumentar meu faturamento em 10X”.

Isso pode até acontecer, mas não basta somente contratar a agência e esperar os resultados. Antes de mais nada, o trabalho de um profissional de marketing é compreender por que as vendas estão baixas. Quais os pontos fortes dos concorrentes, quais os pontos fracos da sua empresa e o que o cliente em potencial está procurando, de modo a estabelecer uma estratégia e um plano de ação envolvendo tanto iniciativas online quanto off-line.

No caso em particular detectamos que a loja era praticamente desconhecida, enquanto o principal concorrente era um conhecido case de loja inovadora, inclusive com várias matérias na imprensa nacional e internacional. Seu produto era de qualidade e o preço até abaixo do que a média, mas as estampas não chamavam atenção. Por outro lado, outras lojas apresentavam camisetas segmentadas de acordo com o gosto do cliente (filmes, atores, bandas de rock) ou permitiam que a própria pessoa criasse sua estampa personalizada. As vendas eram limitadas ao site, enquanto a concorrência comercializava suas camisetas em outros sites e redes de varejo.

Para alcançar o tão almejado resultado, portanto, seria necessário investir não só em publicidade mas em um reposicionamento da marca e de sua atuação no mercado, o que não estava nos planos da empresa. Ou seja, a conta não era tão simples de fechar quanto inicialmente parecia.

3. Fazer marketing digital custa uma mixaria ou sai até de graça

Uma metalúrgica interessada em fazer publicidade por meio de links patrocinados solicitou uma proposta. Fiz uma apresentação para a diretoria, explicando os detalhes de como o trabalho funcionava, o orçamento estimado para campanha e o valor do nosso trabalho de gerenciamento.

“Mas se já estamos pagando para o Google, para que pagar também a você?”, foi o questionamento de um dos diretores, quase ofendido pelo fato de eu cobrar por um serviço que ele considerava gratuito. “Afinal o Google não é de graça?”

Não adiantou tentar explicar que o “investimento” era destinado a remunerar os profissionais responsáveis pelo gerenciamento da campanha. Para dizer a verdade até hoje não sei nem por que me chamaram lá, se eles mesmos podiam fazer o serviço “de graça”.

Assim como o Google, muitos sites oferecem recursos gratuitos, contribuindo para a percepção de que marketing digital é “barato” ou mesmo “na faixa”. Na verdade os sites colocam à disposição algumas ferramentas gratuitas que, utilizadas por um bom profissional, são capazes de gerar bons resultados. Nesse sentido, comparado com a propaganda em jornais, revistas ou TV, o investimento no marketing digital é muito menor.

Mesmo o caso de pequenos empresários que conseguem promover seus negócios nas redes sociais “sem gastar nada” nas redes sociais, por exemplo, na verdade investiram muito do seu tempo (um dos ativos mais valiosos de hoje) em aprender os recursos dos sites e em interagir com os clientes e consumidores.

Em vez de “barato” ou “caro”, a empresa deveria avaliar o custo-benefício das ações de marketing digital comparado às alternativas.

Os relatos acima podem soar como desabafo, e de uma certa forma são mesmo. Mas também servem de alerta para as empresas que estão investindo ou pensam em investir em marketing digital. Comparado com outras formas de publicidade e propaganda ele pode ser mais simples, ágil e apresentar custo menor, mas os resultados sempre vão depender do trabalho de profissionais (internos ou externos), dos recursos investidos e de muitos testes e avaliações.

Como os americanos costumam dizer: “no pain, no gain” (sem dor não há ganhos). O marketing digital não é exceção.

Fonte: Silvio Tanabe/ClikaMarkenting

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29

nov
2011

Sem Comentários

Em Blog
Wordpress

Por Allison

Usuários do WordPress podem colocar anúncios em seus sites com o WordAds

Em 29, nov 2011 | Sem Comentários | Em Blog, Wordpress | Por Allison

Conforme anunciado no Web 2.0 Summit, em San Francisco, a Automattic, a companhia por trás do WordPress.com, e a Federated Media se uniram para oferecer aos milhões de usuários do WordPress a capacidade de colocar anúncios em seus sites. O projeto é chamado de WordAds, e os interessados podem acessá-lo através deste link.

Em seu blog oficial, o WordPress afirmou que a iniciativa vem de frequentes pedidos dos usuários da plataforma. Além disso, a empresa afirmou que “os usuários merecem algo melhor que o AdSense”, do Google.

O WordAds é opcional e vai permitir que os proprietários de sites WordPress ganhem dinheiro com publicidade ao disponibilizarem anúncios de marcas – e aqui é onde a Federated Media entra.

Entretanto, nem todo site em WordPress será qualificado para o programa. De acordo com a página de inscrição, apenas sites públicos e com domínios personalizados serão considerados. Além disso, a seleção será baseada no nível de tráfego e de engajamento, no tipo de conteúdo e na linguagem usada no site.

Com informações de TechCrunch

Fonte: IMasters

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