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Desenvolvedores do GNOME criam o Boxes, uma nova integração para virtualização

Com o aumento do uso de máquinas virtuais e de conexões remotas, os desenvolvedores do GNOME estão trabalhando em uma nova integração para o ambiente desktop. Chamada de Boxes, a novidade oferece um único ambiente para criar executar espaços virtuais que podem vir de imagens locais, máquinas virtuais remotas ou sessões remotas do protocolo SPICE.

Os desenvolvedores vêm trabalhando em uma implementação baseada na linguagem de programação Vala, e melhorando as bibliotecas de fundação libvirt e spice-gtk, que são escritas em C. Eles anunciaram o primeiro release e já demonstraram as capacidades do aplicativo.

O desenvolvedor Zeeshan Ali Khattak explicou que, embora os desenvolvedores já utilizem o virt-manager e já tenham sanado as necessidades em nível empresarial de um administrador de sistema, havia a necessidade de uma virtualização e de uma aplicação de conexão remota para o usuário final. E essa necessidade é atendida com o Boxes.

O projeto ainda está em estágios iniciais e, por isso, há vários problemas, sendo o maior deles a falta de suporte para disquetes, quando a virtualização é feita no Qemu. Entretanto, com a nova interface de usuário, os usuários já são capazes de criar e de executar máquinas virtuais ou conexões de sistemas remotos sem esforço.

Para quem quiser contribuir com o projeto, os desenvolvedores estão procurando ajuda para trabalhar na interface de usuário e para aprimorar as bibliotecas libosinfo e libvirt-glib, nas quais o projeto é baseado.

Fonte: IMasters

Chega ao mercado o GNOME 3.2

O projeto GNOME lançou o GNOME 3.2, a primeira grande revisão da terceira geração do GNOME. A nova versão solucionou muitas das idiossincrasias no GNOME 3, que recebeu várias críticas dos usuários, e também incluiu novos programas que oferecem melhor integração entre o desktop e o serviço de nuvem.

Uma das novas características é o suporte à conta online. Isso coloca uma entrada nas configurações do sistema e o menu do usuário com o qual ele pode armazenar seus dados de acesso para os serviços online, tais como dados de conta Google. Outras aplicações são capazes de consultar o as informações e usá-las para acessar o serviço de nuvem.

O aplicativo Empathy e o Evolution são alguns dos programas que conseguem usar as contas online. O Empathy, por exemplo, recupera informações da conexão do IM e, consequentemente, requer pouca configuração.

A configuração de tela da nova versão permite ao usuário especificar se cada conta configurável pode ser usada para reconciliar e-mail, calendário, contatos de dados, dados de IM e documentos. No entanto, a versão de pré-lançamento do Fedora 16, que foi usada para conhecer um pouco do GNOME 3.2, só permite a configuração de conta Google. Está previsto suporte para outros serviçois online, como Yahoo!, Flickr, Exchange e Facebook.

Novas entradas

Dois novos programas, Contatos e Documentos, também usam as contas online. O GNOME Contatos tem um design muito simples e pode ser usado para visualizar e modificar dados de contatos salvos na Empathy, no Evolution, ou configurados nos serviços online. O GNOME Documentos é destinado a fornecer uma visão simples e acesso aos documentos locais e remotos.

Outra característica nova é o Sushi, uma aplicação de visualização rápida que pode ser usada de dentro do gerenciador de arquivos Nautilus. O Sushi mostra uma pré-visualização do arquivo selecionado quando a barra de espaço for pressionada no Nautilus. Pressionando a barra de espaço novamente, a visualização fecha. O Sushi é capaz de exibir visualizações de arquivos de imagem, PDFs, arquivos de texto e vários outros tipos de arquivo.

Web apps

Um novo recurso no browser Epiphany do GNOME pode ser usado para salvar aplicações já embutidas no navegador, como o Twitter, para o desktop como aplicações web. Eles podem, então, ser lançados a partir da área de aplicativo do sistema.

Isso pode ser útil para sites usados frequentemente, como Facebook, Google+, ou Twitter. As aplicações web são executadas em seu próprio processo, o que significa que elas não são afetados o navegador falhar. Elas usam os cookies do perfil do navegador. Se o usuário clicar em um link para outro domínio, a partir de um aplicativo web, ele é aberto no navegador.

Texto publicado originalmente em: The H

Fonte: IMaster