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17

dez
2011

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Cloud Computing

Por Allison

Computação Em Nuvem: Definições De Padrões Publicadas

Em 17, dez 2011 | Sem Comentários | Em Blog, Cloud Computing | Por Allison

Após muito tempo de trabalho e 15 versões preconcebidas, o Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST) publicou as definição padrões para Computação em Nuvem ( ou nuvem de computação – cloud computing). O novo conceito de computação emergente na web agora está mais quente ainda com a discussão sobre o que é exatamente computação em nuvem e como saber aproveitá-la da melhor forma.

É bem certo que as empresas carecem e demandam desta definição, o que ajudará a determinar o nível e êxito sobre as implementações de tecnologia da informação, além de descobrir se atendem aos modelos de nuvem,” diz Peter Mell, do NIST.

Definição de Computação em Nuvem

Computação em Nuvem é um modelo de oferta de serviços pelos servidores web que provê acesso a uma rede de aplicações e informações, sendo possível a conexão de qualquer localização, ou seja, uma rede compartilhada de recursos de computação como redes, servidores, armazenamento, aplicativos e serviços.

Exemplos d eaplicações que você provavelmente já utiliza em Nuvem: Google Doc, Gmail, Skydrive, Windows Live, etc.

O modelo de nuvem completo é composto de cinco características essenciais, três modelos de serviço e quatro modelos de implementação.

Características essenciais

  • Auto-atendimento sob demanda – Um consumidor pode unilateralmente dispor de capacidades de computação, tais como tempo de servidor e armazenamento em rede, conforme necessário, automaticamente, sem a necessidade de interação humana com cada prestador de serviço.
  • Amplo acesso à rede – Recursos são disponibilizados através da rede e acessados por meio de mecanismos-padrão que promovam o uso por plataformas-cliente heterogêneas com qualquer capacidade de processamento (por exemplo, telefones celulares, tablets, notebooks e estações de trabalho).
  • Agrupamento (pooling) de recursos – Os recursos de computação do provedor são agrupados para atender múltiplos consumidores através de um modelo multi-inquilino, com diferentes recursos físicos e virtuais atribuídos dinamicamente e redesignados novamente de acordo com a demanda do consumidor. Há um senso de independência de localização em que o cliente geralmente não tem controle ou conhecimento sobre a localização exata dos recursos disponibilizados, mas pode ser capaz de especificar um local em um nível maior de abstração (por exemplo, estado, país, ou datacenter). Exemplos de recursos incluem armazenamento, processamento, memória e largura de banda de rede.
  • Elasticidade rápida – Capacidades podem ser elasticamente provisionadas e liberadas, em alguns casos automaticamente, para se ajustar à escala, crescente ou decrescente, compatível com a demanda. Para o consumidor, as capacidades disponíveis para provisionamento frequentemente parecem ser ilimitadas e podem ser apropriadas em qualquer quantidade e a qualquer momento.
  • Medição do serviço – Sistemas em nuvem controlam e otimizam automaticamente o uso dos recursos, aproveitando uma capacidade de medição em algum nível de abstração apropriado para o tipo de serviço (por exemplo, contas de armazenamento, processamento, largura de banda e usuário ativo).

Modelos de Implementação de Nuvem

Nuvem privada

A infraestrutura de nuvem é provisionada para uso exclusivo por uma única organização, compreendendo múltiplos consumidores (por exemplo, unidades de negócio).

Ela pode ser controlada, gerenciada e operada pela organização, um terceiro, ou alguma combinação deles, e pode existir com ou sem premissas.

Nuvem comunitária

A infraestrutura de nuvem é provisionada para uso exclusivo por uma comunidade específica de consumidores de organizações que têm preocupações comuns (por exemplo, considerações referentes a missão, requisitos de segurança, política e compliance).

Ela pode ser controlada, gerenciada e operada por uma ou mais das organizações na comunidade, um terceiro, ou alguma combinação deles, e pode existir com ou sem premissas.

Nuvem pública

A infraestrutura de nuvem é provisionada para uso aberto ao público em geral. Ela pode ser controlada, gerenciada e operada por organização empresarial, acadêmica ou governamental, ou alguma combinação delas. Ela existe sob as premissas do fornecedor da nuvem.

Nuvem híbrida

A infraestrutura de nuvem é uma composição de duas ou mais infra-estruturas de nuvem distintas (privada, comunitária ou pública) que permanecem como entidades únicas, mas são unidas por tecnologia padronizada ou proprietária que permita a portabilidade de dados e aplicativos (por exemplo, balanceamento de carga entre nuvens).

Leia mais em InovaçãoTecnológia ou veja a definição completa que está disponível no endereço: http://csrc.nist.gov/publications/PubsSPs.html

Fonte: nuvemseo

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20

nov
2011

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Por Allison

Closure Stylesheets do Google facilita a manipulação de código CSS extenso

Em 20, nov 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

O Google liberou como open source sob a Licença Apache 2.0, o projeto Closure Stylesheets, que define uma extensão do padrão CSS e oferece ferramentas, para facilitar a manipulação de arquivos CSS extensos.

Parte do pacote Closure Tools e criado em Java, o projeto adiciona variáveis, funções, condicionais e mixins ao CSS. Com o Closure Stylesheets o desenvolvedor trabalha com as Google Stylesheets (GSS), que são processadas pela ferramenta para gerar arquivos CSS padrão, usados por aplicações ou sites web.

Variáveis

Variáveis são definidas usando @def:

@def BG_COLOR              rgb(235, 239, 249);
@def DIALOG_BG_COLOR       BG_COLOR;
body {
background-color: BG_COLOR;
}
.dialog {
background-color: DIALOG_BG_COLOR;
}
 
O CSS resultante para o bloco acima é:
 
body {
background-color: #ebeff9;
}
.dialog {
background-color: #ebeff9;
}

Functions

O projeto introduz uma série de funções aritméticas para a manipulação de valores númericos (ex.: medidas em pixels): add(),sub(), mult(), div(), min() e max(). Veja um exemplo com a função add():

@def LEFT_WIDTH    100px;
@def LEFT_PADDING  5px;
@def RIGHT_PADDING 5px;
.content {
position: absolute;
margin-left: add(LEFT_PADDING,
LEFT_WIDTH,
RIGHT_PADDING,
px);

Aqui está o bloco de CSS resultante:

.content {
position: absolute;
margin-left: 110px;
}

Condicionais

O Closure Stylesheets permite o uso de @if, @elseif e @else para a criação de estruturas condicionais baseadas no valor de algumas variáveis.

Mixins

Mixins são estruturas que permitem o reuso de declarações parametrizadas. Veja um exemplo:

@defmixin size(WIDTH, HEIGHT) {
width: WIDTH;
height: HEIGHT;
}
.image {
@mixin size(200px, 300px);
}

Os mixins são especialmente úteis para tratar questões de compatibilidade entre navegadores web:

@defmixin gradient(POS, HSL1, HSL2, HSL3, COLOR, FALLBACK_COLOR) {
background-color: FALLBACK_COLOR; /* fallback color if gradients are not supported */
background-image: -webkit-linear-gradient(POS, hsl(HSL1, HSL2, HSL3), COLOR);               /* Chrome 10+,Safari 5.1+ */
/* @alternate */ background-image: -moz-linear-gradient(POS, hsl(HSL1, HSL2, HSL3), COLOR); /* FF3.6+ */
/* @alternate */ background-image: -ms-linear-gradient(POS, hsl(HSL1, HSL2, HSL3), COLOR);  /* IE10 */
/* @alternate */ background-image: -o-linear-gradient(POS, hsl(HSL1, HSL2, HSL3), COLOR);   /* Opera 11.10+ */
}
.header {
@mixin gradient(top, 0%, 50%, 70%, #cc0000, #f07575);
}

O código acima gera o seguinte resultado:

.header {
background-color: #f07575;
background-image: -webkit-linear-gradient(top,hsl(0%,50%,70%) ,#cc0000);
background-image: -moz-linear-gradient(top,hsl(0%,50%,70%) ,#cc0000);
background-image: -ms-linear-gradient(top,hsl(0%,50%,70%) ,#cc0000);
background-image: -o-linear-gradient(top,hsl(0%,50%,70%) ,#cc0000);
}
 

O Closure Stylesheets também pode ser usado para concatenar vários arquivos CSS em um só e fazer a minificação do código. A ferramenta faz verificações estáticas na sintaxe e é capaz de inverter valores em expressões (RTL flipping), além de renomear classes.

O Closure Tools, o projeto principal que contém o Closure Stylesheets, traz um compilador, uma biblioteca e templates para a manipulação de grandes aplicações JavaScript. As ferramentas são usadas internamente pelo Google, em produtos como GMail, Google Docs e Google Maps. O projeto foi tornado open source em 2009.

Fonte: Abel Avram/traduzido por Leonardo Galvão/InfoQ

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22

set
2011

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Por Allison

Gmail for mobile ganha novos recursos

Em 22, set 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

O Google anunciou ontem três novos recursos para o Gmail for mobile que estão chegando ao iOS e ao Android. Eles já estão presentes no serviço disponível para desktop.

Um deles é a possibilidade de facilmente alternar entre múltiplos logins no Gmail:

De acordo com o Google, a estrutura de URLs precisou ser alterada para isso, então a empresa pede que os usuários readicionem suas contas aos favoritos e/ou à Home Screen do seu gadget.

Além disso, o serviço agora suporta a criação de uma assinatura diferenciada e ganhou um recurso de resposta automática durante férias/viagens, permitindo que o usuário especifique data de início e de término.

Fonte: MacMagazine

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20

set
2011

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Você pode confiar na nuvem?

Em 20, set 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Recentes falhas e interrupções frequentes em serviços da Google, Amazon e Microsoft levantam sérias questões sobre o quão confiável eles realmente são.

A nuvem está caindo! A nuvem está caindo! Sério, continua caindo! Se não é o Google Docs ou o Gmail, é o Microsoft Office 365, o Hotmail e o SkyDrive. Nos últimos meses, as interrupções aconteceram com frequência maior que a a desejada.

Se você faz uso pessoal de serviços como o Gmail, ou Hotmail, ou outros livres serviços gratuitos baseados em nuvem, e o seu e-mail ficar offline por uma hora ou quatro, isso provavelmente não será o fim do mundo. Mas se você for uma empresa usuária do Google Apps ou do Office365, falhas como esta são mais do que apenas um incômodo. Eles podem afetar diretamente a produtividade, e parar o seu negócio.

Provedores de serviços de cloud computing podem e devem fazer mais para eliminar falhas e impedir interrupções. Mas, o fato, é que elas acontecerão, ainda que esporadicamente. Por isso você precisa ter um plano B, e talvez um Plano C, para evitar maiores transtornos.

Se as suas comunicações empresariais contam com o Gmail, o que você faz quando ele fica offline? Se seus dados são armazenados no SkyDrive, da Microsoft, no SharePoint, como você continuar a fazer negócios quando a nuvem da Microsoft cai? Aqui estão algumas opções a considerar:

  1. Software local – Se os seus serviços de cloud estiverem offline, você pode tentar fazer as coisas da maneira mais antiga, com software local. Muitas empresas adotam serviços como Google Apps ou Office365 especificamente para evitar pagar as taxas de licença de pacotes como o Office, da Microsoft. Mas, o Office 365 oferece uma opção de pagar uma taxa mensal mais elevada e obter o software local, além de serviços baseados em nuvem.
  2. Dados locais – Armazenar seus dados apenas na nuvem é uma proposta precária, com ou sem interrupções da nuvem. Mesmo que você use uma solução baseada em nuvem para armazenamento de dados primários, você deverá manter uma cópia de backup local de seus dados para ter acesso a eles mesmo durante uma interrupção.
  3. Plano de fallback – Desenvolver um plano B e garantir que os funcionários saibam o que é. Se o e-mail comercial está offline, você pode recorrer à comunicação usando endereços de e-mail pessoal, ou usar o Facebook messaging, o Skype ou os serviços de mensagens instantâneas. Há uma abundância de opções – você só precisa determinar qual usar e comunicá-la de forma proativa para que todos estejam na mesma página quando a situação ocorrer.

A resposta de fundo à questão “você pode confiar na nuvem?” é “não”. Você deve esperar haja interrupções e estar preparado para elas”.

Qual é o meu plano de backup quando a nuvem não está disponível?

Fonte: Tony Bradley/PC World

Nosso Comentário

Bom artigo, mas que supervaloriza algumas coisas. Para a maioria das empresas, digamos 99%, a pequena (eu nem lembro a última vez que notei) instabilidade do GMail ou do GoogleDocs não representa nenhum problema. Uso o GMail e o Docs já a alguns anos e nunca tive nenhum problema. Mesmo assim, como seguro morreu de velho, costumo fazer backup de algumas contas de emails (redirecionamento automático mantendo cópia), algumas planilhas e documentos mais importantes. É óbvio que os servidores do google, amazon ou microsoft podem falhar, mas são muito mais seguros/estáveis que o servidor da rede local da SWX, por exemplo.

Vinicius Castro

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24

jul
2011

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Por Allison

Google libera arquivos de 10GB no Docs

Em 24, jul 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Docs, suíte de programas online para edição de documentos do Google, agora aceita arquivos com até 10 GB de tamanho.

Antes, os usuários do serviço podiam ter arquivos com no máximo 1 GB. A informação foi revelada por Scott Johnston, o responsável pelo desenvolvimento do Google Docs, na rede social Google+.

Contudo, para usar o tamanho máximo, o usuário precisa ter o armazenamento pago da Google (O mais barato, de cinco dólares, fornece 20 GB de espaço na nuvem. Clique aqui e veja os preços dos demais).

Mesmo pagando, o usuário encontra limitações no serviço: o espaço só pode ser usado para armazenamento de vídeos, imagens e áudios. Os documentos de textos, apresentações e planilhas continuam com restrições e não podem ultrapassar, respectivamente, 1 MB, 10 MB e 20 MB, para serem armazenados no serviço.

A conta gratuita no Docs não teve mudança e continua liberando apenas 1 GB de espaço para cada um dos seus usuários. Segundo rumores, o Google deve aumentar o espaço em breve para cerca de 7 GB, o mesmo montante que é oferecido para as contas do Gmail.

Fonte: Info

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