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Apache Wicket 1.5: Novo Sistema de Eventos e Componentes HTML5

O Apache Wicket lançou a versão 1.5 do seu framework. Os desenvolvedores dizem que trabalharam bastante sobre esta versão durante os últimos dois anos, razão pela qual a lista de novas funções é tão extensa. Os desenvolvedores expressamente ressaltaram, que todos os módulos utilizados devem passar por atualizações quando o usuário faz um update para a versão 1.5, porque a estrutura Wicket nova não é mais compatível com os módulos de versões anteriores.

Além de diversos novos componentes HTML5 (EmailTextField , NumberTextField , UrlTextField e RangeTextField ), manipulação de URL e new browser caching, os desenvolvedores também apresentaram um novo mecanismo de eventos para a comunicação entre os módulos individuais Wicket.

Fonte: Under-Linux

Ruby on Rails 3.1 está disponível

David Heinemeier Hansson, criador do framework web Ruby on Rails, anunciou que a versão 3.1 do Rails já está disponível. Essa última versão do Rails traz uma grande gama de melhorias ao framework, como o “asset pipelining”, que torna o gerenciamento e uso de código JavaScript e CSS mais simples e eficiente promovendo-os como “cidadãos de primeira classe” em um projeto Rails, streaming HTTP, que envia previamente folhas de estilo e código JavaScript ao navegador enquanto o servidor está construindo uma resposta, e a alteração da biblioteca padrão JavaScript, de Prototype para jQuery.

Outras melhorias incluem migrações reversíveis, um mapa de identidade criado por demanda para a recuperação rápida de registros, além de numerosas mudanças no Action Pack, Active Record, Active Model, Active Resource e Active Support. Detalhes completos dessas mudanças podem ser encontradas nas notas de lançamento.

O Ruby on Rails 3.1 pode ser baixado diretamente do repositório GitHub, o framework está licenciado sob uma licença MIT.

Fonte: H-online

Microsoft cria plataforma para construção de gadgets em casa

Gadgeteer permite que hackers desenvolvam plataformas para protótipos de dispositivos eletrônicos caseiros

Hackers de hardware, que curtem construir seus próprios gadgets, devem dar uma olhada em uma novidade da Microsoft, que promete economizar tempo na hora de fazer protótipos de novos dispositivos: uma plataforma de desenvolvimento de software para gadgets feitos em casa, chamada .Net Gadgeteer.

“O .Net Gadgeteer utiliza o .Net Micro Framework para tornar a escrita de códigos para seu dispositivo tão fácil quanto fazê-lo para desktop, Web ou Windows Phone” explicou a empresa de Redmond no novo site que lançou para o software. A Microsoft prevê que o público inicial da plataforma sejam educadores, inventores e pessoas que desenvolvem por hobby. Os designers de hardware também poderão utilizar a ferramenta também para construir protótipos rapidamente.

O software foi desenvolvido pelo Grupo de Sensores e Dispositivos da Microsoft Research, divisão de pesquisas da empresa. Até agora, os pesquisadores já construíram diversos componentes a partir da plataforma, como uma câmera e um flipbook digital.

O Gadgeteer é uma plataforma para escrever softwares que controlam dispositivos simples feitos em casa, feito a partir de componentes compatíveis com ela. Começando com uma placa-mãe com processador integrado, os desenvolvedores podem montar um aparelho ao adicionar sensores, telas, câmeras, luzes, botões, controles de motor, entre outros componentes. As peças do Gadgeteer terão o mesmo tipo de conector, eliminando a necessidade de soldas.

Os usuários podem escrever seus códigos no Visual Studio, utilizando C# e o software de plug-in da Gadgeteer. Através do recurso Itellisense do Visual Studio, o software de código adiciona um conjunto de prompts que podem ajudar aos desenvolvedores a completarem seus códigos. O programa de controle resultante pode ser baixado para o dispositivo a partir de uma conexão USB para a placa-mãe.

A GHI Eletronics oferece um kit básico de componentes eletrônicos que é compatível com a Gadgeteer, que custa 250 dólares. A Microsoft espera que outros fabricantes de eletrônicos comecem a vender outras peças compatíveis com a plataforma.

Fonte: PCWorld

Reflection: maximizando a produtividade em Java

Reflection API (ou Reflexão em português) é muito usado por aplicações que necessitam examinar ou modificar o comportamento de aplicações que estão sendo executadas na maquina virtual Java (JVM). É uma técnica avançada utilizada por programadores mais experientes, mas é extremamente útil, pois é uma técnica poderosa e permite aos aplicativos executar operações que de outra forma seria impossível, geralmente tais técnicas são aplicadas quando quer construir o seu próprio Framework, pois com ela é possível:

Recursos de extensibilidade

Um aplicativo pode fazer uso externo de classes definidas pelo usuário através da criação de instâncias de objetos de extensibilidade usando seus nomes totalmente qualificados, ou seja, únicos.

Navegadores de classe e Ambientes de Desenvolvimento Visuais

Um navegador de classes precisa ser capaz de enumerar os membros de classes, enquanto os ambientes de desenvolvimento visual pode se beneficiar fazendo uso de informações de tipo disponíveis na reflexão para ajudar o desenvolvedor a escrever código correto. Ex. Netbeans e Eclipse

Depuradores e Ferramentas de Teste

Depuradores precisam ser capazes de examinar os membros privados em classes. Ferramentas de teste pode fazer uso de reflexão para sistematicamente chamar um conjunto de APIs detectável definido em uma classe, para assegurar um alto nível de cobertura de código em um conjunto de testes. Ex. jUnit e Debug do Netbeans ou Eclipse.

Quem nunca teve a necessidade de chamar um método pertencente a toda classe e seus objetos chamado getClass(), este método faz parte de um conjunto de métodos para descobrir classes, construtores, campos, métodos além de sua lista de membros, seja eles herdados ou não, ou mesmo privados.

E quando precisamos obter os descritores de uma classe de driver de banco de dados usando, por exemplo, o Class.forName(“com.mysql.jdbc.Driver”).

Fonte: Oracle.Com