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21

dez
2011

Um Comentário

Em Blog
Linux

Por Allison

40 anos de evolução das shells

Em 21, dez 2011 | Um Comentário | Em Blog, Linux | Por Allison

Uma verdade que não se pode negar, ou rebater, é que as shells estão aí para ficar, mesmo que cada vez mais só nos bastidores, em modo não-interativo, ou nas mãos de usuários experientes, que apreciam seus recursos.

Mas você sabia que a shell original – o primeiro /bin/sh, escrito por Ken Thompson – surgiu há quarenta anos, em 1971 (dois anos depois do nascimento do próprio Unix) e tinha menos de 900 linhas de código? Isso porque boa parte do que hoje conhecemos como comandos builtin da shell (incluindo elementos essenciais, como o if), na época, eram apenas utilitários externos, até mesmo recursos como o glob (que “interpreta” caracteres especiais como * e ? em parâmetros correspondentes a nomes de arquivo) eram implementações à parte, e a shell era exclusivamente interativa. A capacidade de interpretar scripts veio mais tarde.

Em compensação, recurso,s como pipes (| ou, na época, ^) e redirecionamento de entrada e saída (<, >, >>, etc.) já estavam presentes.

Daí pra frente a evolução foi acelerada: Stephen Bourne criou a Bourne Shell (que ainda pode ser vista em sistemas contemporâneos) em 1977, fazendo a base do que no final da década de 1980 surgiu como o mestiço /bin/bash (Bourne Again Shell) que hoje vemos como shell default em boa parte das distribuições Linux, do OS X e de outros sistemas UNIX e Unix-like atuais.

Um livro que trata do assunto e está sendo muito comentado pelos profissionais é o Bombando o Shell, do Júlio Neves. O foco do livro está na interatividade das shells, incluindo o controle de diálogos em modo gráfico.

Com informações de BR-Linux.org

Fonte: IMasters

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13

dez
2011

Sem Comentários

Em Blog
Wordpress

Por Allison

WordPress 3.3, de codinome Sonny, é lançado

Em 13, dez 2011 | Sem Comentários | Em Blog, Wordpress | Por Allison

O WordPress 3.3 foi liberado ontem. De codinome Sonny, em homenagem ao saxofonista Sonny Stitt, a versão 3.3 do CMS adiciona várias funcionalidades e melhorias relacionadas à experiência do usuário e navegação, entre outros.

A nova versão traz um novo uploader de mídia em HTML5, que usa o Plupload, um manipulador de upload open source que inclui funcionalidades de arrastar e soltar. O Plupload tem métodos de reserva, incluindo Flash e envio padrão para navegadores que não suportam HTML5.

Outras mudanças incluem a adição de um novo importador do Tumblr, e melhorias no suporte para coedição e na performance em geral.

Para desenvolvedores, o WordPress lançou um novo editor de API, uma nova versão do jQuery e melhorias no Codex, entre outras novidades.

Mais detalhes sobre o WordPress 3.3 podem ser encontrados nas notas de lançamento e no change log. A nova versão está disponível para download a partir do site do projeto.

Com informações de The H

Fonte: IMasters

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23

nov
2011

Sem Comentários

Em Blog
Design
HTML

Por Allison

Adobe admite: HTML5 é o futuro

Em 23, nov 2011 | Sem Comentários | Em Blog, Design, HTML | Por Allison

Após a Adobe anunciar que o Flash Player 11.1 pode ser a última versão do Flash para navegadores móveis, Mike Chambers, chefe dos desenvolvedores da Adobe, publicou uma explicação sobre o motivo que levou a empresa a tomar essa decisão.

“A decisão é parte de uma grande mudança estratégica da Adobe”, escreveu Chambers. “Uma dessas mudanças é focar no HTML5, assimm como no Adobe Creative Cloud e nos serviços que ele pode prover”.

Ele ainda listou as cinco razões principais que levou a empresa a se decidir por esse caminho:

  1. O Flash nunca ganhará muita visibilidade em dispositivos móveis, já que a Apple não quis adotar a tecnologia no iPhone e no iPad. “Não importa o que fizéssemos, que o Flash não estaria disponível no iOS da Apple”, disse ele.
  2. Entretanto, o HTML5 é onipresente. “Em dispositivos móveis, o HTML5 oferece um nível similar de presença que o Flash Player oferece ao desktop”, afirmou.
  3. Os usuários não costumam consumir conteúdo em aparelhos móveis do mesmo jeito que o fazem em desktops. As diferenças do tamanho das telas, os problemas com redes sem fio e a disseminação das lojas de aplicativos fizeram do Flash irrelevante em mobiles.
  4. Desenvolver plugins para mobile é mais desafiador do que para desktop. Isso requer mais parcerias com desenvolvedores de OS, de hardware para mobiles e de componentes manufaturados. “Desenvolver o Flash Player para mobile mostrou que é preciso muito mais recursos do que imaginávamos”, admitiu.
  5. A Adobe quis mudar mais recursos para HTML5, e liberando o Flash gratuitamente para dispositivos móveis, e que eles façam o mesmo.

Depois, Chambers assegurou aos desenvolvedorees que o Flash é seguro, e explicou que a Adobe fez um termo de compromisso com o Flash Player para desktops, que tem o foco em permitir que desenvolvedores criem aplicativos móveis através da plataforma Adobe AIR.

Ao final, Chambers disse que cada vez mais o HTML5 vai ocupar as funcionalidades do Flash. “Se um recurso Flash é bem sucedido, ele será integrado ao navegador, e se os desenvolvedores e usuários vão acessá-lo cada vez mais pelo navegador, e não pelo Flash”.

“Muitas das coisas que você já fez usando o Flash, fará com o HTML5 e o CSS3 diretamente no navegador”, concluiu.

Com informações de Mashable

Fonte: IMasters

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22

nov
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

YouTube melhora player HTML5 e se prepara para abandonar Flash

Em 22, nov 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

É época de mudanças no YouTube. Enquanto os designers do site trabalham para modificar a interface atual, os programadores parecem estar se empenhando na nova versão do player HTML5 do YouTube, que ganhou novos recursos. Segundo o blog Google Operating System, o player “está cada vez mais pronto para substituir o Flash”.

A nova versão do player (que está em testes há meses) agora tem opções de exibição de vídeos em 480p e 1080p e ganhou uma série de menus contextuais que já existem no player tradicional do popular site de vídeos. Além das já conhecidas legendas e anotações, agora o player em HTML5 conta com um sistema nativo de exibição em tela cheia e ganhou um menu que oferece as opções de copiar a URL do vídeo por link, por tempo e código de incorporação em páginas da rede.

Até o momento, a novidade está em fase de testes e ainda não existe uma data para substituir o Flash por completo, embora até mesmo a Adobe esteja focando ultimamente os seus esforços no poder do HTML5. Mas quem já tem as versões beta do Chrome e do Firefox, que contam com suporte às tags de HTML5 necessárias para fazer o player funcionar, pode ativar o teste nesta página.

Fonte: João Brunelli Moreno/IMasters

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09

nov
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

A Adobe não vai mais desenvolver o Flash para dispositivos móveis

Em 09, nov 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A Adobe decidiu encerrar o desenvolvimento do Flash para navegadores móveis. A partir de agora a proposta da empresa é concentrar seus esforços na criação de ferramentas para aplicações móveis nativas e explorar o desenvolvimento HTML5 em suas principais ferramentas.

A empresa pretende apresentar mais detalhes sobre a estratégia para o futuro em uma reunião com analistas financeiros que acontece hoje, 9 de novembro em Nova York. A Adobe delineou os principais pontos da estratégia em um comunicado à imprensa, mencionando a canalização de recursos para aumentar o investimento em desenvolvimento com HTML5 através das ferramentas Dreamweaver, Edge e PhoneGap, bem como um ajuste de seus planos para a tecnologia Flash:

Vamos concentrar os recursos da nossa equipe de Flash em oferecer as experiências mais avançadas na web, incluindo jogos e vídeos de alta qualidade, além de aplicações móveis.

Os parceiros da Adobe começam a mudar o planejamento em relação ao Flash. A seguir um trecho de um post descrevendo o planejamento da ZDNet, uma empresa parceira da Adobe:

Nosso trabalho futuro com Flash em dispositivos móveis será focado em permitir que os desenvolvedores empacotem suas aplicações nativas com Adobe Air nas principais lojas de aplicativos móveis. Não vamos mais adaptar o Flash Player para novas versões de navegador, sistema operacional ou mesmo para configurações específicas de dispositivo. O licenciamento de uma parte do nosso código permite que desenvolvedores optem por continuar o trabalho lançando suas próprias implementações. Vamos continuar apoiando o Android e o PlayBook, com correções críticas e atualizações de segurança.

Essa movimentação da Adobe já era esperada. Nos últimos tempos, alguns sinais apontam para o fato de que a Adobe precisa fazer algo radical em relação ao Flash. Para se ter uma ideia sobre a situação dessas tecnologias em relação à evolução do HTML5, veja os artigos HTML5 vs Flash: onde está a Adobe? e Qual é o futuro de Flash e Flex? (ambos em inglês) publicados no InfoQ.com.

Um primeiro sinal de alarme para o Flash, é claro, veio da Apple em 2007, com a decisão de não incluir o Flash no iPhone. Um post contundente de Steve Jobs, Pensamentos sobre o Flash, explica que o Flash consome recursos demais dos smartphones e a Adobe não conseguiria evoluir a tecnologia para esses tipos de dispositivos. O fato de a Adobe só lançar o Flash para Mobile em junho de 2010, para Android, confirmou que a empresa não conseguia acompanhar o ritmo e a evolução do mercado de smartphones.

A Adobe agora tem uma estratégia dupla: aplicações nativas móveis e HTML5. Recentemente, a empresa comprou a Nitobi, criadora do PhoneGap. (O PhoneGap é um framework de desenvolvimento móvel, open source e cross-platform, com a estratégia de gerar aplicações nativas a partir de HTML e JavaScript.) Ao mesmo tempo, a empresa pretende investir mais em ferramentas para HTML5, para garantir o seu espaço nesse segmento de soluções web.

Fonte: Postado por Abel Avram , traduzido por Eder Magalhães/InfoQ

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18

out
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

WordPress 3.3 ganha versão beta 1

Em 18, out 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Ryan Boren, chefe de desenvolvimento do WordPress, anunciou o primeiro beta da versão 3.3 do CMS. Entre as melhorias estão uma novo uploader de mídia em HTML5.

Nas versões anteriores o uploader usou um diálogo de seleção de arquivos padrão para a selecionar arquivos a serem enviados, enquanto que a versão anterior à 3.3 utiliza Plupload, um manipulador de upload open source, que inclui funcionalidades de arrastar e soltar. O redimensionamento da imagem está disponível dentro do navegador. O Plupload tem métodos de reserva, incluindo Flash e envio padrão para navegadores que não suportam HTML5.

Muitas mudanças têm sido realizadas pelos administradores. O backend agora suporta “admin pointers”, pequenos textos exibidos quando o usuários seleciona uma parte da interface; eles trazem informações sobre as novas features do WP.

Os admin pointers podem ser configurados não só pelos desenvolvedores, mas também pelos designers que irão, no futuro, ser capaz de implementá-los para explicar as opções de configuração personalizada dos tema.

Além disso, houve melhorias na barra de menu administrativo, além de um novo tutorial para iniciantes e uma área de dashboard adaptável, que automaticamente redimensiona para dispositivos móveis.

A previsão para o lançamento do WordPress 3.3 é o final de novembro. A versão beta já está disponível para download e pode ser instalada ou testada usando o plugin para teste do WordPress Beta. É necessário PHP 5.2.4 e MySQL 5.0, ou versões mais atualizadas.

Boren afirmou que os desenvolvedores estão “fazendo quase que diariamente uma checagem nos bugs no #wordpress-dev para reduzir a contagem de ticket”, e solicita que os usuários que descobrirem bugs os informem no fórum WordPress alpha/beta ou na lista de discussão wp-testers.

Com informações de The H

Fonte: IMasters

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28

jul
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Até 2016, 2,1 bilhões de dispositivos móveis terão browser HTML 5

Em 28, jul 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Cerca de 2,1 bilhões de dispositivos móveis terão browsers HTML 5 até 2016, apontou uma pesquisa realizada pela ABI Research. Em 2010, eram apenas 109 milhões. Enquanto a informação oficial da World Wide Web Consortium (W3C) é que o padrão HTML 5 não estará completo até 2020, a ABI Research acredita que 25 características atualmente em desenvolvimento vão se tornar amplamente utilizadas em intervalos variados dentro dos próximos três a cinco anos.

“Nós esperamos que as ferramentas HTML 5 em categorias como gráficos, multimídia, interação com os usuários, armazenamento de dados, entre outras, serão adotadas de forma massiva mais rápido do que se esperava. Nós falamos em um período de três a cinco ano”, afirmou Mark Beccue, analista sênior da empresa, em material publicado originalmente na Business Wire. “Haverá essa aceleração por causa da guerra entre os sistemas operacionais dos smartphones. Acredito que a Apple será a líder nesse processo de mudança e consequentemente a primeira a ser beneficiada.”

A vantagem competitiva da Apple decorre de visão e de sua falta de fragmentação. “A chave para o crescimento em HTML 5 é capacidades do navegador. A Apple vai desenvolver rapidamente as capacidades características para seus navegadores e será capaz de empurrar as atualizações para os seus dispositivos”, diz Beccue. “O Android não tem a capacidade de se mover tão rapidamente. Já a Blackberry tem uma quota de mercado, mas a sua base instalada de celulares com navegadores HTML5 é limitada.”

Uma característica importante do HTML 5, o vídeo, faz um papel importante em desafiar o popular software plug-in Adobe Flash Player. O recurso permitiria a transmissão de vídeo sem a necessidade de ativar um plug-in. Embora as discussões da indústria cheguem à conclusão de que o Flash não irá desaparecer, Beccue pensa diferente. “Eu acho que o desaparecimento do Flash está mais perto do que as pessoas pensam.”

Fonte: ItWeb

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13

jan
2011

Um Comentário

Em Blog

Por Vinicius AC

Piores Erros de SEO

Em 13, jan 2011 | Um Comentário | Em Blog | Por Vinicius AC

Fonte: FrankMarcel baseado em Worst SEO Mistakes

Uso de Flash

Tudo bem, eu sei que o Google já anunciou que agora indexa Flash, lê o conteúdo texto presente em documentos Flash e que os desenvolvedores podem ficar tranquilos. Mas sejamos críticos. Quantos sites em Flash (totalmente ou maior parte em Flash) você viu surgir entre os primeiros resultados no seu ramo de atuação online desde a “revelação” do Google?

É óbvio que é possível rankear um site em Flash entre os primeiros, mas é mais rápido e mais simples rankear um site em HTML. Não que o Flash deva ser abandonado completamente. Ele é interessante para menus animados, ou logos de sites com alguma animação, ou qualquer coisa que seja dispensável e não contenha o conteúdo importante do site.

É um erro manter todo o site dentro de um arquivo Flash ou seu conteúdo importante.

Mau Uso de Title Tags

Como mau uso de title tags está incluído nao usar title tags (sério! existem páginas “com” o título “Untitled Document” na web)  e conteúdo duplicado pelas title tags do site, ou seja, títulos duplicados.

untitled-document

É muito comum empresas usarem o nome em todas as páginas sem especificar o conteúdo da página, assim, em todas as páginas fica o título “Empresa X”, ao invés de “Empresa X”, “Produtos – Empresa X”, “Departamento B – Empresa X” e assim por diante.

Ainda hoje muitos sites falham com a title tag de alguma forma, logo com esta tag que é tao importante para o posicionamento dos sites. Se os SEO’s e desenvolvedores em geral testassem um pouco mais a title tag em seu site, viriam como sutilezas fazem toda a diferença no posicionamento do site.

Robots.txt Mal Configurado

O robots.txt é um arquivo que oferece ao webmaster algum controle sobre o que os robôs de busca podem ou não acessar em um site. Basta especificar o crawler a ser controlado e as regras com as sintaxes Allow e Disallow para permitir e bloquear o acesso, respectivamente. No robots.txt é importante, também, definir o caminho para o sitemap XML do site com a sintaxe Sitemap.

O perigo está em definir-se o robots.txt com a regra Disallow:/, que bloqueia todo o site, ou bloquear alguma parte importante do site por acidente. Parece óbvio, mas ainda acontece hoje em dia. E um site bloqueado no robots.txt não indexa mesmo. Tanto Google quanto Yahoo! já afirmaram que em casos assim são necessários muitos links (muitos mesmo!) para que uma página bloqueada tenha a possibilidade de ser indexada.

“Sub-uso” de Links Internos

Esse é o que pode soar mais estranho e é mesmo o mais absurdo. Muitos e muitos sites falham em sua linkagem interna. Tudo bem, alguns sites são grandes demais para serem linkados de toda parte, mas se limitar aos links do menu de navegação é um sub-uso do poder de linkagem interna de um site. A linkagem interna é a mais barata e mais fácil de ser manipulada.

Sim, os links externos podem ser mais fortes e mais importantes para o ranking, mas se os links internos não forem bem utilizados, toda essa força externa vai ficar sub-utilizada também e pode ser a diferença entre o seu site e a primeira posição no ranking.

Usar Frames e iFrames

Essa também é uma das tristes verdades da Internet – Ainda existem sites que utilizam frames (vamos entender iframes também, quando for mencionado frames, tanto faz um pelo outro). E por que frames não devem ser utilizados? Quando o frame é utilizado para estruturar um site, ou seja, cada porção do site (cabeçalho, sidebar, conteúdo, rodapé, etc.) é criada separada de todas as outras e reunidas em um arquivo para organizar todas essas partes, o Google não interpreta esse arquivo como “detentor” de todos os conteúdos de cada parte. Ele interpreta cada frame como uma página completa e única, assim, ele indexa cada frame, e não o arquivo único como um todo.

Isso não é uma regra absoluta, mas tem uma chance muito grande de acontecer. O resultado é que uma pessoa pode fazer uma busca e, ao invés de aparecer o site completo, apareça somente o cabeçalho ou sidebar, e a pessoa fica sem o conteúdo que estava buscando – Uma experiência ruim para o usuário, e você sabe como o Google não gosta disso…

Uso de Cloaking

Nem é preciso dizer muito, nao é? Cloaking, aquela técnica de mostrar conteúdos diferentes para uma pessoa e para um bot de busca, é Black Hat! E, portanto, punido pelo Google. O problema mesmo é que as vezes o cloaking deriva do Geo Targeting, quando este é mal feito. O Geo Targeting é uma técnica permitida pelo Google, que até dá os conselhos de como fazer certo: se o conteúdo vai se diferenciar com base na localização geográfica do usuário (país ou cidade ou qualquer regiao), então se o googlebot se indentificar como da região X ou Y, ele deve receber o mesmo conteúdo que um usuário da região X ou Y, caso contrário…

Uso de cloaking intencionalmente para driblar o Google é black hat. Deve-se tomar cuidado para não causar um cloaking por acidente.

SPAM

Parece óbvio, mas muita gente nao entende as diversas formas de spam. Spam não é somente um email indesejado. Spam, ou spammer, também é a pessoa que erra na estratégia de divulgação do site ou blog e passa a espalhar seus links por todo lado: fóruns, blogs, etc. Normalmente, não dá a mínima para o blog ou fórum deixa um comentário genérico (“Adorei o post! Visite o meu site: www.naoseidivulgar.com.br”). Para não mencionar quando são usados sistemas automatizados de postagem, em que o mesmo comentário entra dezenas de vezes no mesmo post.

É impressionante a frequência com que isso acontece. É uma pena.

Uso de URLs não Otimizadas

O principal problema deste ponto é que a maioria dos sites primeiro cresce demais em conteúdo para depois começar a se preocupar com as URLs. A imensa facilidade de usar parâmetros p=2&id=43&etc=infinito também desencoraja os desenvolvedores a investir o tempo (e não perder tempo) com a otimização das URLs do site.

Neste ponto, o SEO deve trabalhar junto com o desenvolvedor para que a melhor solução de otimização de URL no site seja encontrada. Ainda não encontrei um sistema que impeça este trabalho. Sites em html, php, asp ou de sistemas de CMS como WordPress, Blogspot ou Joomla, todos permitem que se tenha URLs otimizadas, é questão de se programar corretamente mesmo.

A propósito, recomendo esses posts para você aprender a otimizar URLs no Blogspot e no WordPress, e como otimizar URLs em sites no geral.

Conteúdo Duplicado

Este é um dos maiores vilões do SEO, especialmente por que ele pode atacar sem que você perceba. Para não dizer que ele pode ser causado pelo próprio webmaster. Muitas pessoas tem dúvida sobre o que é ou não conteúdo duplicado, não tem certeza se determinada ação pode gerar ou não conteúdo duplicado e, especialmente, como evitar conteúdo duplicado óbvio, como receitas, especificações de produtos e afins.
Mas tudo tem solução e o primeiro passo é identificar conteúdo duplicado: basta ir ao Google e procurar por um trecho do texto que você quer testar, colocando o texto entre àspas. E para cada caso, uma solução diferente, mas isso eu vou deixar para outro post, por que este já está grande o suficiente.

Piores Erros de SEO

Esses são os principais pontos de lá que eu destaco como principais erros de SEO. A solução para esses problemas não é tão difícil, um pouco de pesquisa ou mesmo uma consultoria com pessoal especializado em otimização de sites com certeza pode resolver todos. Para qualquer dúvida ou sugestão de outros erros de SEO, não deixe de comentar!

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