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23

nov
2011

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Por Allison

Google anuncia nova ferramenta para criar apresentações

Em 23, nov 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Novidades no Google Docs. A gigante da web apresentou nessa terça-feira (18) uma nova versão da ferramenta para criar apresentações no melhor estilo PowerPoint, sem ser necessário sair do navegador. Utilizando recursos do HTML5, finalmente os usuários têm uma maneira mais completa de criar slideshows sem recorrer ao concorrente da Microsoft ou ao Keynote da Apple.

Numa primeira olhada, o internauta percebe que o visual da ferramenta de apresentações do Docs segue o padrão estabelecido dos outros produtos do Google. No entanto, ficou mais limpo e agradável de usar. Fora o visual, o Google aposta principalmente na colaboração como recurso matador da ferramenta.

Assim como acontece na criação de textos e planilhas, os usuários podem trabalhar numa mesma apresentação simultaneamente, realizando alterações e adicionando novos itens. Cada internauta ganha um marcador individual baseado em cores para determinar que, naquele momento, ele está mexendo em certo trecho do documento.

Transições e animações compõem a ferramenta renovada. Dá para definir animações específicas para cada item adicionado ao slideshow, inclusive as formas criadas a partir do recurso de desenho livre. O mesmo vale para as transições entre slides, que seguem as diretrizes definidas pelo HTML5.

Justamente por depender do HTML5, a ferramenta de apresentações mostrada hoje só funciona em navegadores mais modernos. Se for o Chrome, criação do Google para concorrer com Firefox, Opera e outros browsers, – a compatibilidade é garantida.

Os usuários vão perceber um aviso informando sobre a nova versão da ferramenta na próxima vez que entrarem no Docs. Basta confirmar que querem ver as novidades para terem a ferramenta devidamente habilitada.

Originalmente publicado em The Official Google Blog

Fonte: TechTudo

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22

nov
2011

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Em Blog

Por Allison

YouTube melhora player HTML5 e se prepara para abandonar Flash

Em 22, nov 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

É época de mudanças no YouTube. Enquanto os designers do site trabalham para modificar a interface atual, os programadores parecem estar se empenhando na nova versão do player HTML5 do YouTube, que ganhou novos recursos. Segundo o blog Google Operating System, o player “está cada vez mais pronto para substituir o Flash”.

A nova versão do player (que está em testes há meses) agora tem opções de exibição de vídeos em 480p e 1080p e ganhou uma série de menus contextuais que já existem no player tradicional do popular site de vídeos. Além das já conhecidas legendas e anotações, agora o player em HTML5 conta com um sistema nativo de exibição em tela cheia e ganhou um menu que oferece as opções de copiar a URL do vídeo por link, por tempo e código de incorporação em páginas da rede.

Até o momento, a novidade está em fase de testes e ainda não existe uma data para substituir o Flash por completo, embora até mesmo a Adobe esteja focando ultimamente os seus esforços no poder do HTML5. Mas quem já tem as versões beta do Chrome e do Firefox, que contam com suporte às tags de HTML5 necessárias para fazer o player funcionar, pode ativar o teste nesta página.

Fonte: João Brunelli Moreno/IMasters

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02

set
2011

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Por Allison

Beta 1 do Ubuntu 11.10 Oneiric Ocelot é liberado

Em 02, set 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A Canonical e os desenvolvedores do Ubuntu liberaram o primeiro beta da versão 11.10 da distribuição Linux de codinome Oneiric Ocelot. Segundo o cronograma de desenvolvimento, ainda haverá um segundo beta, previsto para ser lançado em 22 de setembro, e a versão final deve chegar em 13 de outubro.

A versão traz o kernel do Linux 3.0.0-9.15 – que é baseado no Linux 3.0.3 -, uma interface Unity atualizada e melhorada, com componentes do GNOME 3.1.5, e um pré-release do GNOME 3.2, que oferece serviços sob o shell do desktop.

Os desenvolvedores ressaltam que a funcionalidade Places passou a se chamar Lenses, e agora disponibiliza informações de múltiplas fontes, como arquivos, coleções de músicas e redes sociais.

Os pacotes de atualização incluem Python 3.2, GCC 4.6.1, CUPS 1.5.0, Shotwell 0.11 e a versão 3.4.2 do LibreOffice (a 3.4.3 chegou no final de agosto). Pacotes adicionais incluem a ferramenta de backup Déjà Dup. Além disso, foi incluído do beta do Firefox 7, e o Thunderbird t beta é agora o cliente de e-mail padrão.

Outras mudanças incluem um novo switcher para Alt+Tab, suporte para multiarch e nova tela login que usa LightDM e Unity 2D.

Como em todos os releases de desenvolvimento, o uso do sistema em ambientes de produção e em sistemas de missão crítica não é recomendável. Aqueles que testarem a versão são encorajados a dar feedback e a reportar bugs.

Fonte: IMaster

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25

ago
2011

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Por Allison

HTML 5: Já podemos usá-lo?

Em 25, ago 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Os trabalhos de especificação do HTML 5 estão em andamento há quase quatro anos e boa parte dos desenvolvedores web já conhece e deseja as novidades. Entretanto, o termo HTML 5 é usado como um “guarda-chuva” para diversas melhorias em HTML, JavaScript e CSS, o que dificulta a tarefa de avaliar sua maturidade e adoção. Existem tanto os que defendem que o HTML 5 deva ser adotado, quanto os que apresentam controvérsias, principalmente os problemas de segurança do JavaScript e as diferenças entre os navegadores.

A adoção do HTML 5 certamente depende das necessidades de cada aplicação, mas considerando as funcionalidades mais desejadas nos navegadores modernos, já podemos usá-lo?

Funcionalidades

Para responder a essa pergunta precisamos definir claramente o que significam “funcionalidades mais desejadas” e “navegadores modernos”. As primeiras são aquelas que tornam possível ou facilitam muito a implementação dos requisitos de aplicações ricas para a web. É o caso das funcionalidades definidas pelos conjuntos de tecnologias e especificações, que são apresentados a seguir.

Aplicações Offline

  • Cache da aplicação
  • Persistência chave-valor

As funcionalidades para aplicações online são importantes para trazer a experiência de aplicações desktop para a web, principalmente em ambientes onde a conexão com a internet é lenta ou eventual. A persistência ainda é limitada a 5 MB na maioria dos navegadores, mas é importante notar que esses “bancos de dados do navegador” não têm o objetivo de armazenar todos os dados do usuário indefinidamente; apenas de retê-los até a próxima sincronização com o servidor ou acelerar a carga de páginas.

Novas APIs JavaScript

  • Web Sockets
  • Web Workers
  • Geolocalização
  • Histórico do navegador

As novas APIs JavaScript simplificam o desenvolvimento de diversas funcionalidades que hoje dependem de tecnologias proprietárias não padronizadas ou de particularidades dos navegadores.

Estilo e semântica

  • Tags Semânticas (article, nav, section etc.)
  • Layout em colunas
  • Opacidade
  • Cantos arredondados e bordas

As tags semânticas e o CSS3 são muito importantes para os web designers, que com elas poderão reduzir e melhorar a codificação de layouts de páginas, além de fazer com estilos o que hoje é feito de forma muito mais trabalhosa com imagens, ou mesmo código JavaScript.

Multimídia

  • Tags audio e video
  • Gráficos 2D (tag canvas )

Usando as tags multimídia e para desenho em 2D, o desenvolvedor pode reduzir muito a necessidade de plugins externos, como Java e Flash. Há ganhos em produtividade, desempenho e segurança.

Para conhecer mais sobre estas funcionalidades e diversas outras propostas pelo HTML 5, recomendo esta excelente apresentação do grupo html5rocks.

Navegadores

Para verificar o suporte dos navegadores, vamos considerar a versão mais recente e uma anterior dos três navegadores mais usados no desktop (IE, Firefox e Chrome) e os navegadores padrão dos dispositivos iOS (iPhone/iPad/iTouch) e Android. A tabela abaixo detalha o suporte às funcionalidades selecionadas. Os dados vêm do site caniuse.com, que rastreia a implementação do HTML5 pelos browsers.

IE Firefox Chrome iOS Android
9 8 6 5 13 12 4.3 4.1 2.3 2.2
Cache da aplicação N N S S S S S S S S
Persistência chave-valor S S S S S S S S S S
Web Sockets N N S P S S S N N N
Web Workers N N S S S S N N N N
Geolocalização S N S S S S S S S S
Histórico N N S S S S P N S S
Tags semânticas S N S S S S S S S S
Multimídia S N S S S S S S S N
Gráficos 2D S N S S S S S S S S
Layout em colunas N N S S S S S S S S
Opacidade S P S S S S S S S S
Cantos arredondados S N S S S S S S S S

Pode-se ver que o suporte dos navegadores às funcionalidades fundamentais destacadas nesse artigo já é razoável. As principais deficiências estão no Internet Explorer e no suporte a Web Sockets e Web Workers, principalmente nos smartphones.

Os Web Workers, que são scripts executados em background, juntamente com com os Web Sockets (canais de comunicação bidirecionais com o servidor), são importantes para aplicações onde os usuários interagem entre si, como em chats e jogos. Para contornar a falta de suporte no IE e nos smartphones, pode-se usar AJAX Reverso (Comet) ou frameworks como o Atmosphere e o Kaazing, que permitem que se desenvolva a comunicação bidirecional usando as funcionalidades disponíveis em cada navegador.

As deficiências do Internet Explorer são mais difíceis de se contornar. Além de sugerir que o usuário atualize o navegador, uma alternativa para ter maior suporte ao HTML5 no IE é recomendar a instalação do Chrome Frame, um plugin que faz com que o IE (6 ou mais recente) apresente as páginas usando o engine do Google Chrome.

Conclusão

Claramente, o suporte ao HTML 5 melhora a cada versão dos navegadores e, nos casos em que não é totalmente suportado, existem alternativas. Decidir se o HTML 5 está maduro o suficiente e se as alternativas são aceitáveis ainda é muito particular para cada aplicação. Mas nos casos em que pode ser usado, o HTML 5 certamente torna possível (ou muito mais simples) o desenvolvimento de aplicações ricas para a web.

Fonte: InfoQ

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11

ago
2011

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Por Allison

Designers têm manual HTML5 do W3C

Em 11, ago 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

O consórcio W3C – que trabalha no desenvolvimento de padrões da web – publicou uma edição das especificações do HTML5 para desenvolvedores web.

A promessa é de um documento mais palatável aos designers.

Especificações da linguagem já tinham saído, porém mirando os desenvolvedores de browsers, com linguagem altamente técnica, e às vezes cansativa para quem lida mais com o o que vai dentro da internet do que com as portas de acesso.

Segundo o blog Webmonkey, da revista Wired, com o lançamento da versão “oficial”, os programadores têm à disposição duas versões para designers – a do W3C e a do WHATWG (Web Hypertext Application Technology Working Group).

Formado em 2004, o WHATWG é formado por representantes da Apple, Mozilla e Opera, para trabalhar, também, no HTML.

Com a última chamada para colaborações em maio de 2011, na assembleia anual do W3C, o HTML5 está em processo de desenvolvimento de recomendação.

Ainda que não estejam “maduras”, as especificações já valem para as últimas versões dos navegadores mais populares – Internet Explorer, Firefox, Chrome, Safari e Opera.

Fonte: Baguete

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11

ago
2011

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Por Allison

Amazon lança aplicativo que permite ler livros na nuvem

Em 11, ago 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A Amazon lançou nesta quarta-feira, 10, o Kindle Cloud Reader, aplicativo que permite ao usuário acessar seus livros eletrônicos a partir de um navegador, mesmo estando offline, e sem necessidade de downloads. Disponível para Safari em iPad, Safari em computadores desktop e Chrome, o Kindle Cloud Reader sincroniza a biblioteca e importa informações como última página lida, notas, destaques e marcadores, feitos no leitor da Apple ou em outro aplicativo para o aparelho.

“Desenvolvemos o app para que os usuários possam acessar seus livros diretamente do navegador e sem necessidade de conexão à internet. A flexibilidade do HTML5 também nos permitiu criar um único aplicativo capaz de adaptar o conteúdo a mais de uma plataformas que o cliente deseje usar”, explica a diretora da divisão de Kindle da Amazon, Dorothy Nicholls.

O Cloud Reader, acessível em www.amazon.com/cloudreader , também traz um botão que possibilita o acesso à Kindle Store – onde há 950 mil títulos disponíveis. Quando utilizado no iPad, o aplicativo oferece este e outros itens adaptados para a navegação por toque. Em todas as plataformas é possível, ainda, personalizar tamanho da fonte e cores de fundo de tela, entre outras características.

Segundo a Amazon, o Kindle Cloud Reader também está disponível, nos próximos meses, para navegadores como Internet Explorer e Firefox, além de browsers para tablets como o BlackBerry Playbook.

Fonte: Terra

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04

ago
2011

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Por Allison

Interon tem plataforma SaaS para aplicações

Em 04, ago 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Servoy promete aliar velocidade e robustez na entrega de aplicações na nuvem

A Interon, empresa brasileira dedicada à evolução de aplicações de negócios, traz ao Brasil o Servoy, plataforma de desenvolvimento e implantação de aplicações em Cloud Computing, não só na modalidade SaaS, como também em PaaS e IaaS. A plataforma atende tanto ISVs (fornecedores independentes de software) como organizações.

Segundo a empresa, o Servoy é a plataforma ideal para evoluir aplicações Visual FoxPro. Ele oferece multi-plataforma para desenvolvimento (Windows, Mac e Linux), runtime (tempo de execução), cenários de cloud computing e multi-navegadores (Internet Explorer, Firefox, Google Chrome, Safari, Opera) com desenvolvimento web móvel. Também permite desenvolver códigos tanto para desktop quanto para web, a partir de uma única base de código.

A plataforma acompanha as tendências do mercado de software, que aposta fortemente na adoção do Cloud Computing. O modelo SaaS permite que as aplicações desenvolvidas sejam executadas em um servidor, e o cliente as acessa pela internet. Desta maneira, não há a necessidade de instalar o sistema no computador do cliente.

Por estar no modelo SaaS, o Servoy traz vantagens como redução do investimento inicial, implementação mais rápida de aplicações e interface simples e intuitiva, que permite que todos os aspectos básicos da solução possam ser conhecidos em apenas uma semana, de acordo com a Interon.

Com o Servoy, todos os dados da solução são armazenados em um banco de dados SQL (o Servoy já vem com o banco de dados Sybase, mas pode-se usar o banco de dados que preferir), ou seja, não estão em formato físico no disco. O Servoy apenas controla a interface para os dados, portanto se a aplicação ficar fora do ar, os dados não ficarão corrompidos.

Outro benefício é a baixa latência na rede. O Servoy Client se comunica com o Servoy Server via Java SSL criptografado e compactado. Ele utiliza a técnica lazy load, em que apenas os dados dos formulários que estão sendo utilizados são enviados pela rede, reduzindo assim o consumo desta.

Com o recurso de internacionalização, é possível desenvolver uma solução em idioma nativo. Usando o i18n, é possível adicionar a referência ao idioma que a aplicação irá disponibilizar. Assim, o Servoy carrega automaticamente o idioma correto, baseado na configuração selecionada pelo usuário.

Ele também permite estilização, o que torna simples definir padrões como fonte, cor, alinhamento, configuração de bordas, do que adicioná-los manualmente para cada elemento do formulário.

O Servoy também oferece ambiente flexível. Oferece suporte completo para o JavaBean, Java applets e plugins, permitindo integrar, personalizar e estender funcionalidades para a aplicação Servoy, da maneira como for necessário.

O Servoy é composto pelas seguintes funcionalidades:

IDE de Desenvolvimento – conjunto de ferramentas necessárias para desenvolvimento de soluções de diversos níveis de complexidade;

Servoy Server – responsável por manter conexões com as bases de dados, sincronismo automático entre Cliente-Servidor, controlar transações, adicionar e configurar plugins, controle de versões de aplicações, execução de processos Batch, etc;

Servoy SmartClient – executa uma aplicação desenvolvida no Servoy em formato desktop. É uma aplicação 100% Java que mantém uma conexão dinâmica com o servidor de aplicação;

Servoy Runtime – cria versões de Stand-Alone de aplicações desenvolvidas no Servoy, sendo possível executar toda estrutura da aplicação e base de dados em uma máquina local;

Servoy WebClient – a mesma solução desenvolvida para SmartClient pode ser executada como WebClient sem implementação ou configuração adicional;

Sybase Anywhere – o banco de dados Sybase está incluso no pacote de instalação do Servoy, ficando a critério da empresa escolher se deseja trabalhar com ele ou com outro banco de dados.

Fonte: Metaanalise

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