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28

jul
2011

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Por Allison

Matz (criador do Ruby) junta-se à Heroku

Em 28, jul 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A Heroku, empresa que fornece uma solução popular de cloud computing para aplicações Ruby on Rails e Node.js, anunciou em 12 de julho a contratação de Yukihiro Matsumoto, o criador da linguagem Ruby, como seu novo arquiteto-chefe. Matz, como é conhecido popularmente, foi contratado para continuar seu trabalho na equipe Ruby Core e para reduzir possíveis limitações com aplicações Ruby rodando na nuvem. Além disso, existe a possibilidade de que diversos outros membros da equipe do Ruby Core sejam também contratados pelo Heroku para exercerem funções semelhantes.

Em uma entrevista a um site japonês, Matz comentou que sua missão será continuar melhorando a qualidade e mantendo funcional a linguagem Ruby. Também comentou que a segurança de um emprego dedicado ao desenvolvimento da linguagem e o feedback da Heroku, com seus usuários experientes da linguagem Ruby, podem acelerar o progresso do desenvolvimento do Ruby. Embora Matz tenha recebido o cargo de arquiteto-chefe do Heroku, não deverá se envolver em decisões de negócio e manter seu bom relacionamento com outras empresas que apoiam o código aberto, como por exemplo a Engine Yard.

Em nota oficial da Heroku foi anunciado que a empresa “sente-se honrada em retribuir com a comunidade e com Matz”, provendo recursos para que ele e sua equipe continuem o desenvolvimento do Ruby. Embora a Heroku esteja sediada em São Francisco, EUA, Matz inicialmente trabalhará remotamente de Matsue, no Japão, onde mora com sua esposa e quatro filhos.

Fonte: InfoQ

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23

jul
2011

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Em Blog

Por Allison

Microsoft lança Office 365, um adversário para o Google Apps

Em 23, jul 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A Microsoft lançou nesta terça-feira a versão na nuvem do Office em 38 países. O Office 365 ainda não está disponível em português brasileiro mas, segundo a companhia, a versão deve chegar na “segunda onda” de lançamentos – sem data definida. O pacote inclui todos os softwares já conhecidos do pacote Office como Word, Excel, PowerPoint e Outlook.

O diretor-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, destacou durante palestra de lançamento do 365 nesta terça-feira o aspecto colaborativo que a nuvem traz.”A colaboração é fundamental para o crescimento de um negócio e achamos que a melhor tecnologia de colaboração deveria estar disponível para todos. Com poucos cliques, Office 365 oferece às pequenas e médias empresas as ferramentas de colaboração poderosas que impulsionaram as grandes empresas durante anos”, disse Ballmer.

A grande novidade é que agora o pacote Office pode ser acessado a partir de qualquer dispositivo conectado à internet, inclusive os da rival Apple, ou que rodem Android, do Google. A empresa de Bill Gates disponibiliza duas opções para o interessados no novo pacote. Para profissionais e pequenas empresas (com até 25 funcionários), há a assinatura profissional do 365 ou o chamado plano P. O preço inicial da assinatura do Plano P é de US$ 6 mensais. Para grandes organizações, a Microsoft disponibiliza a assinatura ‘Enterprise’ ou Plano E, que custa a partir de US$ 10 mensais.

O plano P permite acesso a e-mals, documentos, calendários e contatos. De acordo com a Microsoft, é possível usar o aplicativo sem ter conhecimento de TI.

Já o plano E é destinado para empresas com “necessidades de TI avançadas”. O pacote disponibiliza integração com o Active Directory, arquivo de e-mail avançado, e Office Professional Plus. Nesse caso, a Microsoft oferece suporte técnico 24 horas por dia.

A Microsoft também promete segurança com o aplicativo, dizendo que os arquivos são armazenados nos “melhores centros de dados”, que disponibiliza recuperação de arquivos e que conta com as principais certificações de segurança (SAS 70 e ISO 27001).

Google x Microsoft

O Google já havia dado fim ao monopólio da Microsoft com o Office, que segundo o jornal The Guardian gera 50% dos lucros da gigante, há muito tempo por conta do Google Apps. Agora, que a rival lançou a sua própria versão do pacote na nuvem, o Google passou ter alguma dor de cabeça.

Na véspera do lançamento do Office 365, o Google postou em seu blog 365 razões para usar o Google Apps. A corrida é principalmente pelos usuários corporativos. No mês passado, a rede de hotéis InterContinental, que tem 25 mil empregados em escritórios, anunciou a migração para o Google Apps.

Especialistas dizem que o Google ainda detém a vantagem para oferecer produtos mais baratos (até US$ 50 por ano) e algumas vezes gratuitamente. Para o analista da Gartner, Matt Cain, essa é uma oportunidade única para a Microsoft. “Se a Microsoft tropeçar, ela abre a porta para o Google, que já uma enorme ameaça para o Office no longo prazo”, disse o analista ao Guardian.

A recente onda de computação torna não só o Google uma ameaça para a Microsoft. Em termos de serviços de e-mail, a IBM, a Zimbra e a Sales.com já oferecem softwares na nuvem que vem ganhando popularidade nos EUA e na Inglaterra.

Para a analista Melissa Webster, analista da consultoria IDC, a Microsoft não tinha como escapar da nuvem. “Não há dúvida de que foi a popularidade do Google Apps que empurrou a Microsoft (para a nuvem)”, concluiu a analista ao jornal inglês.

Cloud computing? Entenda o que é essa tal de ‘nuvem’

A Cloud Computing, ou Computação em Nuvem, está se tornando cada vez mais falada e mais usada. Mas você sabe mesmo o que é este tipo de computação que promete alterar totalmente a forma como trabalhamos no computador e na internet? E nossos dados, estarão seguros nesta nuvem? Será que existe algum perigo de que percamos nossas informações e arquivos? Quais as vantagens e desvantagens de se trabalhar dessa forma? Muitas são as perguntas, e a respostas vão surgindo com o tempo. Algumas já existem, então, vamos a elas. Clique aqui e descubra o que é essa tal de nuvem, e alguns exemplos de Cloud Computing que estão por aí.

Fonte: TecnologiaTerra

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21

jul
2011

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Em Blog

Por Allison

Desenvolvedores repensam banco de dados na nuvem

Em 21, jul 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Fornecedores como NimbusDB, Xeround, ParAccels e Cloudant estão criando soluções para gerenciar grandes volumes de informações em cloud.

Diversas companhias estão desenvolvendo novas tecnologias de banco de dados para resolver a deficiência de seus sistemas para gerenciar informações no ambiente de cloud computing.

Quatro delas contaram como estão realizando esse trabalho durante um painel na conferência Estrutura GigaOm, realizada esta semana em São Francisco (EUA), para debater a infraestrutura para cloud computing. São elas: NimbusDB, Xeround, ParAccels e Cloudant.

O problema básico que essas empresas estão tentando resolver é a dificuldade de escalonamento dos bancos de banco de dados em sistemas em clusters com servidores x86. Executivos das quatro fornecedoras disseram que precisam fazer com que esse ambiente seja elástico para aumentar ou reduzir o processamento de acordo com a demanda por processamento.

“O problema essencial, a meu ver, é que os atuais sistemas de gestão de banco de dados relacional não são escaláveis, disse Jim Starkey, arquiteto sênior do banco de dados de código aberto MySQL.

Starkey é fundador e CTO da NimbusDB, que está tentando resolver esse problema com o desenvolvimento de uma tecnologia que adota a linguagem de consulta padrão SQL.

O software da NimbusDB permite que um grande número de bancos de dados seja gerenciado automaticamente em um ambiente distribuído. Starkey diz que os desenvolvedores devem ser capazes de começar pequeno, desenvolvendo uma aplicação em uma máquina local, e depois transferir o seu banco de dados para uma nuvem pública, sem precisar colocá-lo offline.

A NimbusDB ainda está em estágio inicial desse trabalho e Starkey não informou data de entrega da solução. A empresa espera fornecer o software de graça.

Com o mesmo objetivo, a Xeround está tentando resolver o problemas com uma solução em MySQL. A versão beta conta com cerca de 2 mil clientes, segundo informou o CEO da companhia, Razi Sharir. O software quer oferecer a elasticidade da nuvem, com mesma a familiaridade da codificação do SQL.

“Somos um banco de dados distribuído que funciona na memória, que se divide em vários nós virtuais e vários centros de dados e serve muitos clientes ao mesmo tempo”, disse Sharir. Ele afirmou que a escala e a elasticidade são tratadas pelo serviço automaticamente.

O serviço da Xeround já está disponível na Europa e EUA, fornecido por provedores de cloud, incluindo Amazon e Rackspace.

Sharis oberva que que os clientes do banco de dados em nuvem, em geral, precisam executar suas aplicações no mesmo centro de dados, ou próximos uns dos outros, por razões de desempenho.

Grandes volumes de dados

Diferentemente da solução da Xeround, o software da ParAccel foi projetado para executar cargas de trabalho de análise em grandes bancos de dados distribuído, em torno 25 TB, infomou o CTO da companhia, Barry Zane.

“Somos o resumo dos grandes dados”, diz Zane. Clientes da ParAccel são empresas que dependem da análise de grande quantidade de dados, incluindo serviços financeiros, companhias de publicidade e de varejo online.

A Interclick recorreu à ParAccel para realizar análises demográficas de dados para permitir que empresas de publicidade online saibam quais anúncios devem mostrar aos usuários finais. A companhia roda um banco de dados de cerca de 2TB em um cluster de 32 nós. Outros clientes com conjuntos de dados maiores usam uma arquitetura baseada em disco.

A ParAccel também permite que desenvolvedores façam consultas no SQL, mas com extensões para que eles possam usar a estrutura MapReduce, software que faz a distribuição e a análise de uma enorme quantidade de dados.

“SQL é uma linguagem realmente poderosa, é muito fácil de usar para ações incrivelmente sofisticadas, mas claro que também há uma série de atividades que não pode realizar”, avalia Zane.

Já a Cloudant, que produz software para nuvens privadas e públicas, foi a única empresa que afirmou durante o painel estar desenvolvendo um banco de dados “não SQL”. A solução foi projetada para gerenciar tanto dados estruturados como não estruturados, e ainda para encurtar o “ciclo de vida de aplicativos”, disse o cofundador e cientista-chefe Mike Miller.

“Aplicativos não têm de passar por uma fase complexa de modelagem de dados”, afirma Miller. A interface de programação é HTTP. “Isso significa que você pode se inscrever e começar a conversar com o banco de dados de um navegador e construir aplicativos dessa maneira. Estamos tentando torná-lo mais fácil de implementar.”

Desafios do hardware

Enquanto bancos de dados em nuvem podem resolver problemas de escala, também apresentam novos desafios, reconhecem os palestrantes. A qualidade do servidor na nuvem pública é “muitas vezes um problema”, afirma Zane da ParAccels. Por isso, as empresas para quem a alta velocidade de análise é crítica, podem optar por comprar e gerenciar seu próprio hardware.

E enquanto muitos prestadores de serviços alegam não acreditar na nuvem, a realidade é muitas vezes diferente, diz Miller. Fornecedores de software em nuvem precisam realizar “uma engenharia reversa” para descobrir o que as arquiteturas de serviços como a Amazon EC2 possuem “por trás da cortina”, a fim de obter o máximo desempenho do software de banco de dados.

Fonte: Computerworld

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