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Apoio Escritório Virtual

RECURSOS TÉCNICOS

  1. Sistema de gerenciamento – Permite ao usuário administrar de forma fácil e integrada o WEB Site e suas funcionalidades. Todos os recursos descritos neste documento são acessados/gerenciados através deste sistema.
  2. Estatísticas – Índice de visitas por período, índice de visualizações de cada página, tempo de permanência no site, índice de novas visitas, origem geográfica da visita, palavras-chave, páginas mais visitadas, entre muitas outras.
  3. Gerência de comentários – Permite gerenciar os comentários dos visitantes. Os comentários serão exibidos mediante aprovação feita através deste módulo.
  4. Anti-spam – Barra automaticamente comentários com características de spam;
  5. Otimização para ferramenta de buscas (SEO) – Desenvolvimento do site de forma a este ser indexado e encontrado de forma mais fácil pelas ferramentas de busca (Google);
  6. Em português – Todas as ferramentas oferecidas estarão em português;
  7. Funcional em todos os navegadores modernos;
  8. Suporte e treinamento no uso das ferramentas oferecidas;
  9. Formulário de contato;
  10. Email – Até 10 contas de email, cada uma com 10Gb de espaço, com endereço @nomedaempresa.com.br. Até 20 redirecionadores com endereço @nomedaempresa.com.br.
  11. Cadastro no Google Maps – Visa melhorar a visibilidade da empresa e de seu site.

RECURSOS FUNCIONAIS:

  1. Publicação de conteúdo de forma fácil e rápida;
  2. As publicações tem botões para o visitante facilmente recomendar as mesmas, seja por email, orkut, facebook ou twiiter;
  3. Comentário moderados nas publicações.
  4. Ótima comunicação com os clientes.

Diferenciais da Empresa:

  1. Qualificação da Equipe;
  2. Especialização dos serviços prestados;

Linha criativa:

  1. Clean;
  2. Moderna;
  3. Destaque para os clientes;
  4. Destaque para os serviços prestados;

12 dicas para falir a sua empresa

Fonte: saiadolugar.com.br

Este texto faz parte da coluna da Plataforma Brasil feito especialmente para os leitores do Saia do Lugar.

Você deseja falir? Evidentemente que não. Quem desejaria isso em sã consciência?
Certamente ninguém.

As consequências seriam evidentemente desastrosas, envolvendo complicações jurídicas de toda ordem e danos ao patrimônio pessoal, sem contar com a sensação de um trator passando por cima da sua auto-estima empresarial.

Para abordar o assunto, escolhemos uma forma pouco usual. Vamos correr na direção oposta da solução, mostrando justamente quais são as atitudes, métodos e práticas que podem transformar o seu sonho empreendedor em um pesadelo.

Observe:

1-  Ao fechar o primeiro grande contrato, inunde a sua percepção de que de agora em diante tudo vai dar certo e passe a gastar por conta, tendo a certeza de que muitos outros virão.

2- Se você está começando e antes trabalhava em uma grande empresa como executivo, de forma alguma deixe de lado as comodidades de antigamente. Jamais comece a sua pequena empresa sem uma boa secretária bilíngue, nunca se estabeleça em um endereço modesto com um pequeno espaço, e invista pesado na decoração.

3- Logo no início, independentemente do porte do seu negócio ou mesmo da necessidade, trabalhe duro para adequar a sua cultura empresarial aos modismos de gestão da ocasião. Persiga-os nas publicações especializadas, investindo tempo e dinheiro nisso.

4- Não se preocupe em ter um bom contador, e não perca tempo com a questão administrativa e documental.

5- Mantenha sempre um cego e exuberante otimismo, pois ser pragmático e cuidadoso representam comportamentos retrógados e conservadores que em nada representam os novos tempos de crescimento ininterrupto e progresso sem fim. Não peca o seu tempo avaliando os riscos, e deixe de uma vez por todas os pensamentos negativos para trás.

6- Reaja com irritação, sempre que escutar um relato ou análise sobre determinado problema, que não coincida com a sua opinião.

7- Peça sugestões para os problemas e questões da empresa, mas ao escutá-las apoie apenas e exclusivamente aquelas ou aquela pessoa que expressou ideias que coincidam com as suas.

8- Fortaleça e promova única e exclusivamente, os colaboradores que lhe dirijam elogios, reconhecimento, aceitação e apoio como chefe.

9- No trato com seus colaboradores e ao transmitir instruções ou orientações, não seja prático ou direto. Adote uma comunicação oblíqua, difusa, holística e rarefeita. Abandone para sempre o hábito da objetividade.

10- Combata as atitudes e posicionamentos dotados de personalidade e senso crítico, promovendo sempre o “senso comum” e as “frases de efeito”.

11- Não admita em nenhuma hipótese os erros que você mesmo cometeu. Isso pode enfraquecer a sua liderança.

12- Desaprove com vigor aqueles que assumem os seus próprios erros, por mais honestos que sejam, afinal de contas o sua empresa nasceu para ser grande e por isso mesmo é um lugar para profissionais perfeitos.

A lista poderia ser mais longa e de um humor ainda mais ácido, mas se conseguir evitar as situações que descrevemos, estará dando um decisivo passo para a prosperidade e  solidez do seu negócio.

Boa sorte.
Gustavo Chierighini, da Plataforma Brasil

Twitter corporativo – agrade e obtenha resultados

Este ótimo artigo foi originalmente publicado na HSM Online. São conselhos básicos e preciosos para obtenção de bons resultados no Twitter, que merecem destaque em meio a uma inundação de dicas e fórmulas mágicas.

Twitter corporativo: sou um “vendedor” chato ou atento ao meu público?
Segundo Silvio Tanabe, do Magoweb, tudo depende da postura que a empresa adota: a do “vendedor chato” ou a de quem procura entender o que as pessoas querem.

A pergunta é natural diante de tantas notícias e reportagens na imprensa sobre quem está se dando bem, principalmente no Twitter. E a resposta parece ser clara: quanto mais tempo a empresa demorar a participar das redes sociais, menores serão as chances de explorar todas essas oportunidades. Isso explica a correria das empresas em entrar nessa nova onda. Um estudo recente realizado pela consultoria Deloitte com empresas de diversos portes e segmentos em todo o país revelou que 70% das organizações afirmaram utilizar redes sociais.

Até aí, ótimo! O problema é quando as empresas, ansiosas por resultados rápidos, colocam “o carro na frente dos bois” – a expressão é tão antiga quanto válida. A mesma pesquisa mostrou que as redes e as mídias sociais são encaradas mais como veículo de propaganda do que de relacionamento, captura de pedidos, suporte ao cliente e integração de equipes. Em vez disso, querem “faturar” de alguma forma: insistem em oferecer seus produtos nas comunidades, fazem propaganda descarada nos blogs, enviam mensagens comerciais sem permissão etc. Ou, por outro lado, participam dessas mídias sem propósito definido, simplesmente “por participar”, para fazer parte e ver o que acontece.

A conseqüência desta postura é uma comunicação com conteúdo irrelevante, propaganda demais, foco de menos e, pior, a reação contrária dos internautas, que pode ir da indiferença à indignação. Por essas razões, os índices de sucesso nas redes sociais estão abaixo do que poderiam estar. Em vez de escolher o caminho mais rápido, o ideal é trilhar pelo mais seguro. Além de maior potencial para gerar resultados, fazer um planejamento prévio com base no conhecimento das mídias sociais, do perfil do público-alvo e em ações sintonizadas com outras ferramentas de marketing digital, pode gerar menos probabilidade de rejeição. Os principais aspectos a serem levados em conta neste sentido são:

Entenda a dinâmica das redes – Comunidades, blogs e Twitter possuem uma dinâmica própria, que só são compreendidas quando se faz parte delas. Portanto, antes de delegar a tarefa a terceiros, é essencial que você participe para ter uma noção mais clara sobre as regras de conduta e formas de abordagem mais apropriadas. Uma das primeiras coisas que descobrirá, por experiência própria, é porque ninguém nesse meio gosta de vendas diretas.

Entenda como o seu público-alvo interage – Estude como seus clientes, consumidores ou prospects participam das mídias sociais. Eles a utilizam para conhecer a opinião de outras pessoas sobre o seu produto, para reclamar ou elogiar? Estão interessados em assuntos profissionais ou pessoais? Quais os sites mais frequentados (Orkut, Facebook, Sonico, MySpace, Via6, Linked In, Plaxo ou outro)? E, se não participam, isso ocorre por falta de tempo, interesse ou dificuldade em acompanhar estas novidades? O que os motivaria a fazer parte de uma rede social?

Defina a estratégia – As etapas acima são fundamentais para o passo seguinte que é definir a estratégia de atuação, que pode se dar em três níveis principais:

  1. Canais relacionamento – atendimento a reclamações, esclarecimento de dúvidas;
  2. Interação com clientes e consumidores;
  3. Comunicação – divulgação de lançamentos ou atualizações de produtos, informações práticas
  4. Campanhas de fidelização – promoções exclusivas para quem participa ou segue em suas comunidades, blogs ou Twitter.

Independente da escolha, é essencial atuar de forma integrada a outras iniciativas de marketing utilizadas pela empresa, sejam online (website, e-mail marketing, links patrocinados, banners) ou offline (anúncios, mala direta, assessoria de imprensa etc)

Crie um diferencial – Só participar não é o bastante. É preciso participar de forma diferenciada. Seja por meio de conteúdo exclusivo, promoções especiais ou atendimento personalizado. É a melhor maneira de conquistar atenção, fidelidade do público e, principalmente, fazer com que as suas iniciativas sejam divulgadas pelos próprios participantes por meio do boca a boca.

Tenha objetivos claros e mensure os resultados – Uma das grandes vantagens do marketing digital é dispor de recursos que permitem mensurar os resultados das mais diversas formas. Use isso a seu favor, estabelecendo objetivos e metas claras para cada mídia social. Uma dica para facilitar a tarefa é canalizar as ações das mídias sociais no site da empresa. Por exemplo, em uma promoção pelo Twitter, faça com que os internautas tenham de visitar o site para conhecer as regras ou os prêmios. Dessa forma, é possível mensurar em detalhes a audiência e o tráfego do site e relacioná-los com a receptividade da campanha. É também uma forma dos internautas conhecerem mais sobre a sua empresa e outros produtos oferecidos.

Por Silvio Tanabe (Consultor da Magoweb Marketing Digital e Soluções para Internet – www.magoweb.com/clinicadigital)

Internet – canal de vendas e marketing

No editorial do último boletim Visão do Empreendedor, do Sebrae, J.Octávio Knaack Jr., coloca algumas informações importantes sobre a presença das empresas de pequeno porte na internet.

1- A Associação Comercial de São Paulo, em janeiro de 2010, concluiu que 30% das empresas de pequeno porte já compraram ou venderam pela internet. Mas, o que me chamou atenção foi o outro lado; o das 70% que estão fora. Destas, 47% declararam que não o fizerem por “falta de necessidade de usar esse canal”.

2- Pela outra ponta, a do consumo, foi constatado que 87% dos consumidores domiciliados no estado de São Paulo pretendem comprar produtos pela internet no 3º trimestre deste ano, sendo os segmentos: eletroeletrônicos com 34,2% das intenções: produtos de informática com 28,8% e CD, DVD, livros e revistas com 23,7%, os mais visados. Para 60% a forma preferida de pagamento é o cartão de crédito. Segundo e-bit, o comércio eletrônico faturou R$ 6,7 bilhões no primeiro semestre de 2010. Alta foi de 40% na comparação com o mesmo período de 2009

3- Já pelo olhar da empresa de consultoria Nilsen Company, 86% dos internautas brasileiros, cerca de 61milhões de pessoas, usam a rede social e passam algo em torno de 5 horas por dia navegando nela, uma hora a menos que a média mundial.

4- Outra empresa, a Gartner, estudou um grupo de quatro mil consumidores de dez mercados globais no quarto trimestre de 2009. Concluiu que a maioria dos consumidores troca informações em redes sociais antes de escolher um produto que quer comprar. Mais ainda, descobriu “que as pessoas têm diferentes papeis quando se trata de recomendar produtos para os amigos de suas redes”. Sem entrar nos detalhes, a conclusão é a de que 20% das pessoas influenciam a compra dos outros 74%.

5- Mercado brasileiro de PCs cresceu 20% no primeiro semestre deste ano segundo Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). Destaque para o crescimento de 54% nas vendas de notebooks/netbooks, chegando a 3 milhões de unidades no semestre.

No mesmo boletim, há um link para um post de Eric Santos sobre Marketing Digital. Veja abaixo:

Os Benefícios do Marketing Digital para Pequenas e Médias Empresas

A Internet tem mudado radicalmente a forma com que as empresas podem encontrar e se comunicar com os seus clientes. Para fazer isso anteriormente, as empresas eram obrigadas a gastar grandes verbas para fazer propaganda através dos meios tradicionais, tais como TV, rádio, jornais, revistas, outdoors e panfletos, já que essas eram praticamente as únicas formas de alguém descobrir sobre a oferta de um produto ou serviço.

No entanto, as pessoas hoje estão expostas a muito mais opções de mídia, produtos e canais de informação, e ao mesmo tempo estão cada vez mais eficientes em ignorar propagandas invasivas ou irrelevantes. Além disso, quando querem comprar algo, os consumidores têm confiado na Internet como forma de ajuda na tomada de decisão, buscando mais informações sobre o produto ou empresa, comparando preços, consultando opiniões de outros usuários e aceitando recomendações de amigos nas redes sociais.

Isso tem feito com que qualquer propaganda só seja realmente efetiva quando gera valor real para o seu público, sendo relevante, precisa e baseada na permissão. O Marketing Digital têm algumas características que auxiliam nesta tarefa, permitindo que tenhamos alto retorno sobre o investimento de tempo e dinheiro na comunicação via Internet.

O Marketing Digital:

  • É mensurável: Conseguimos medir em detalhes os resultados de cada campanha e saber o que funciona e o que não funciona, e então continuar investindo nas coisas que dão melhor retorno;
  • É segmentável: Podemos promover ações com um foco muito maior, assim comunicamos e interagimos apenas com o público que tem interesse no que temos a oferecer;
  • Permite atração gratuita: Seja por meio de busca orgânica no Google ou de forma viral via email e redes sociais, é possível atrair potenciais clientes de forma gratuita e crescente para o seu site;
  • Permite a construção de uma audiência: Através da produção de conteúdo relevante, o Marketing Digital possibilita a construção de uma base (ex: emails cadastrados, assinantes de blog, seguidores no Twitter, etc.) que ao longo do tempo se torna um ativo de marketing fundamental para a empresa;
  • Tem ótimo custo-benefício: A combinação das quatro características acima faz com que o Marketing Digital permita que se atinja bons resultados mesmo a partir de baixos investimentos. Combinando a boa aplicação de recursos com idéias inteligentes e ajuda de boas ferramentas, o investimento na Internet tem muito mais retorno se comparado às mídias tradicionais.

Por todas essas características, diversas empresas têm experimentado excelentes resultados e, por conseqüência, têm investido cada vez mais no Marketing Digital. No Brasil, o investimento nesse meio cresce a mais de 30% anualmente (fonte: IAB).

Para as Pequenas e Médias Empresas (PMEs), esses benefícios do Marketing Digital são ainda mais evidentes, já que em geral elas dispõem de poucos recursos para promover os seus produtos e serviços. A Internet é o meio onde boas ideias (simples e objetivas) e uma boa execução têm muito mais valor do que o dinheiro. No entanto, muito empreendedores e responsáveis de marketing das empresas ainda não tiram proveito desse potencial, seja por desconhecerem as técnicas e ferramentas ou mesmo por terem receio da complexidade do meio.

Por conta disso, nosso objetivo aqui é desmitificar o Marketing Digital, mostrando como ele pode ser Simples, Acessível e Efetivo. Criaremos e compartilharemos conteúdos com conceitos, dicas e práticas para utilização eficiente da Internet como canal de comunicação e promoção da sua empresa e produto. Além disso, ao longo do tempo também desenvolveremos ferramentas que irão auxiliar em algumas das principais tarefas do Marketing Digital que discutiremos aqui no blog.

Diante destes argumento, nós da SWX perguntamos. O que sua empresa tem feito?

A gestão 40-20-40

O artigo abaixo é de uma simplicidade, objetividade e praticidade genial, por isto, resolvi compartilha-lo com vocês. No mínimo é bastante pragmático e interessante. Ainda não tive a oportunidade de adaptar o modelo proposto a minha realidade, mas garanto que desde que li, tenho as ideias descritas bem guardadas na mente.

Me parece que a versão original foi publicada aqui: http://webinsider.uol.com.br/2010/06/05/o-modelo-40-20-40-na-sua-empresa/

A gestão 40-20-40 se aplica à sua empresa?

Um modelo onde uma empresa pequena, com dois sócios e mais três bons profissionais, pode construir um negócio lucrativo e prazeroso.

Por Iuri Brito

Vou apresentar o modelo 40-20-40, que criei a partir do mais importante que aprendi em dez anos de empresa, dez de universidade e dez de empreendedor.

Para iniciar, abandone a ideia de que uma empresa é um lugar para dar lucro. Como em qualquer coisa na vida, se você pensar nisso, vai construir apenas interesses, em uma casa de vantagens, sem lugar para gratidão.

Desde que entendi que ser empresário é empresariar pessoas, tenho buscado um modelo cada vez mais simples, de fácil entendimento, que faça de cada negócio um lugar divertido e interessante para todos que lá estão. Não pense que é fácil e nem que consegui completar essa tarefa.

O que eu posso narrar é que a cada dia me dedico mais a um novo e simples modelo de negócio, o 40-20-40. Um modelo de negócio para construir lugares divertidos, com pessoas valorizadas e clientes interessantes. Simples assim.

As regras básicas primeiro

Vamos iniciar pelo principio. Primeiro quero explicar que sempre adorei implodir nomes, conceitos e invenções linguísticas para falar a mesma coisa. Lets keep it simple!

Em se tratando de negócios, sigo apenas três regras de ouro:

  • Seja simples: simples de fazer, gerenciar, com poucas pessoas e poucas entregas. Simples mesmo;
  • Seja lucrativo: orientado ao mercado e que garanta uma rentabilidade de 40% aos sócios;
  • Seja independente: pessoas inteligentes, com bons salários e incentivo para tocar o negócio.

Essas são as minhas; crie e carregue as suas.

Qual o resumo de um negócio?

Para resumir algo tão complexo como o negócio de uma empresa, aproveito um ensinamento interessante do livro do Guy Kawasaky.

Em três perguntas, você tem que resumir sua empresa:

  • Por que vamos iniciar a empresa?
    Para unir pessoas inteligentes, gerenciar empresas interessantes em um negócio de excelente qualidade e rentabilidade.
  • Por que o público deve comprar o produto?
    Porque oferecemos excelência em gestão no modelo 40-20-40 garantindo lucro para os sócios.
  • Por que gente qualificada deve trabalhar nela?
    Porque precisamos de poucas pessoas, recebendo ótimos salários, com reconhecimento e desafios.

Se você não sabe responder suas três perguntas, cuidado, pois algo muito errado está acontecendo.

Quem faz parte do seu negócio?

Posso listar vários itens – clientes, fornecedores ou mesmo a sociedade. Mas sendo prático, o cliente é o fim, para quem o negócio existe, o fornecedor é outro negócio e à sociedade você não vai dar atenção se sua casa estiver pegando fogo.

Vou simplificar em três itens:

  1. Sócios ou investidores: bonitas palavras. Mas vou resumir. Quem vai carregar a responsabilidade do negócio? Suas vantagens e preocupações? Aproveitando a deixa, que tal chamarmos eles de donos, os donos do lugar, felicidades e aborrecimentos? Justo?
  2. Equipe operacional: equipe, time, grupo ou como você queira chamar. Eu prefiro manter em pessoas. Seres humanos com vários desejos, que querem ter boas condições, fazer um bom trabalho e serem valorizados. Poderia chamar de sub-sócios, pois são realmente o negócio, mas sem o peso dos donos da responsabilidade. Seria justo chamar de funcionários os que fazem o negócio funcionar?
  3. Custos do negócio: esses últimos são os piores. O que custamos, sempre contrariados a pagar. E não pensem que são os donos que pagam. São os donos, os funcionários e os clientes, tudo está no custo do produto. Simples assim: seu aluguel, impostos, tinta da impressora. Que tal mantermos em custo o que custamos a querer pagar ou comprar?

Entendendo o modelo 40-20-40

Agora vamos ser práticos. Resumindo o que penso sobre negócios:

  • Se os donos carregam todo o peso, sugiro algo simples, que levem 40% de tudo que entrar nesse negócio. Simples assim, imagine sua empresa – vale a pena carregar o piano se todo mês 40% são seus?
  • Os funcionários, poucos, reconhecidos e bem remunerados, conseguimos fazer isso com 20%? Imagine se for 100 mil a sua receita e três pessoas para pagar? Parece que temos gordos 20 mil para três pessoas. Interessante?
  • Os custos… como odeio os custos. Vamos ser simples – 40% de toda a empresa vão para eles. Inclua impostos, investimentos, aluguel e o que mais imaginar. Coloque também uma parte para inadimplência e uma parcela para o lucro! Com 40% você consegue fazer tudo?

Exemplo prático…

Vamos replanejar o negócio. Ok. Desde o seu início, incluindo produto e equipe. Repense tudo, se precisar faça como eu e divida sua empresa em partes. Enfim, extreme makeover. Vamos por partes!

  1. Primeira sugestão, pense em um grupo de amigos. Como exemplo o mágico cinco de uma mesa de bar. Não dois para brigarem, três para pedirem opinião ou quatro para formar dois casais. Falo de cinco. Essa pode ser a equipe da empresa.
  2. Depois imagine que dois serão sócios, pois preciso de dois donos da responsabilidade para equilibrar o peso. Seja um que goste de cliente (comercial) outro que goste do produto (gerente).
    E some a esses outros três profissionais – um que goste de organizar as coisas (adm) e dois que adorem fazer o produto (técnicos).
    Pronto, time simples, hierarquia de um nível, pessoas competentes que você adoraria trabalhar junto. Conseguiu? (Na dúvida lembre de terceirizar todo o resto.)
  3. Agora pense no seu produto. Ou o que realmente gosta de fazer e corte todo o resto. Você consegue planejar um negócio lucrativo, com poucos clientes (máximo 10)? Pense e repense… quanto você conseguir fechar essa fórmula avance.
  4. Por fim, vamos aos os números. Você consegue colocar um valor agradável para o 40-20-40? Por exemplo, faturar 50 mil ao mês com 10 mil para cada sócio. Com cada funcionário que faz funcionar a empresa, recebendo em média de 3,7 mil para cada pessoa, onde todos fazem o que gostam, parece bom?
  5. Agora imagine elevar isso ao ótimo dos 100 mil, onde cada dono da responsabilidade carrega o peso por 20 mil, onde cada um da equipe apaixonada pelo que faz fica com 7 e todo o resto fica bem pago e acomodado. Parece ótimo?

E agora José?

Peraí, com isso tudo simplificado, sem marketês no vocabulário, você agora deve estar pensando sobre a sua empresa (dono ou onde trabalha), imaginando os números e pensando que o problema nunca foi o cliente ou o mercado… sim, meu amigo, o problema sempre foi apenas um – como o seu negócio foi criado.

Sendo sincero, vou dar uma dica (a que estou seguindo há um bom tempo). Se você não consegue fazer seu negócio nesse modelo, repense ou desista. Ser dono da responsabilidade, em uma empresa cheia de voluntários financeiros, com clientes mercenários e custos pesados para carregar não me parece muito inteligente e humano.

Para ser sincero, acredite em mim quando digo que é bem mais divertido você se dedicar todos os dias a um grupo de pessoas interessantes, a um produto do qual você tem orgulho e a clientes que você adora. Todos os dias. É bem mais divertido criar negócios 40-20-40.

Um último lembrete: você trabalha para sua empresa ou sua empresa trabalha para você?

Fonte: Webinsider