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17

maio
2017

Sem Comentários

Em e-commerce
Empreendedorismo

Por Vinicius AC

A estrela mundial do ecommerce é o Brasil

Em 17, maio 2017 | Sem Comentários | Em e-commerce, Empreendedorismo | Por Vinicius AC

Somos o sétimo mercado online do planeta e o maior mercado da América Latina. Mesmo assim, a perspectiva de crescimento do ecommerce brasileiro ainda é muito alta, pois cerca de 45% da população brasileira não usa a internet de forma ativa e 80% nunca fizeram uma compra online.

O gráfico abaixo mostra comparativamente o potencial de vendas online dos 7 maiores mercados do mundo. Veja que o Brasil aumenta sua participação de 5,3% em 2016 para 9,3% em 2020. É o maior crescimento percentual entre os países mostrados no gráfico.

Potencia Mercados Ecommerce

Imagine que você deseja expandir suas vendas online para outro país e está em dúvida entre Alemanha e França. Hoje, o potencial do mercado da Alemanha ( 8,4% ) é maior que o da França ( 6,1% ), porém o mercado Alemão tende a perder importância em relação ao da França. Este é um parâmetro importante para embasar sua decisão. Pois bem, a minha recomendação é que você pense melhor e invista mesmo é no mercado online brasileiro, afinal de contas, os mercados da Alemanha, Inglaterra e França, tendem a perder importância em relação ao do Brasil (essa pesquisa T-Index é de 2016, já na crise).

Lembrando que estamos falando de potencial do mercado e não do tamanho. Esse potencial é medido pelo número de habitantes com acesso a internet, valor médio das compras, tamanho do mercado, entre outros fatores, e não somente pelas vendas totais no final do ano.

 

Mas e a crise?

Todos os setores estão sendo afetados pela crise, porém nem todos da mesma forma. O gráfico abaixo mostra claramente que o potencial do mercado online é tão grande que, mesmo em 2016, um dos piores anos da nossa história, o crescimento ainda foi bastante expressivo. A expectativa é que em 2021 o faturamento do ecommerce brasileiro chegue a 85 bilhões de reais.

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Projeção de crescimento do ecommerce brasileiro até 2021 (Gráfico: Ecommerce Brasil)

 

Varejo Físico

Em contrapartida, o varejo tradicional teve crescimento negativo em 2015 e 2016. Muito da queda nas vendas das lojas de tijolos está relacionado a crise, porém o ecommerce tem sua cota de participação. São duas forças atuando em paralelo contra o crescimento do varejo físico, crise e ecommerce.

Virtuaria - Varejo físico e online

O impacto do ecommerce sobre o varejo tradicional é uma tendência mundial. Um exemplo é a morte dos shopping nos EUA.

Hoje, nos EUA, muitos shopping estão morrendo e o ecommerce continua crescendo. Os mais afetados são os shoppings na periferia. No Brasil, os shoppings ainda estão muito bem, na maioria dos casos. Porém dentro de alguns anos, alcançaremos a maturidade que o mercado americano tem hoje, e então, nossos shoppings também começarão a morrer.

A tendência é que as lojas físicas atuem como um ponto de apoio as lojas virtais, permitindo experiências aos clientes que não são possíveis online, como demonstrações do uso dos produtos, diversão, treinamentos, atendimento personalizado, entre outras coisas. São coisas que ajudam a conquistar os corações dos clientes e a construir uma reputação positiva, inclusive nas redes sociais. Isso já acontece com algumas grandes marcas mundiais, como a Apple, onde as lojas físicas focam mais na experiência dos clientes do que na própria venda.

Hoje, a maioria dos consumidores brasileiros já pesquisam online antes de realizar uma compra em uma loja física. Com o tempo, cada vez mais eles pesquisarão online e também comprarão online. Mesmo aqueles que visitarem a loja física para dar uma olhada nos detalhes do produto, cada vez mais vão preferir efetivar a compra através da internet. Isso mostra a importância de integrar bem o físico e o virtual, cada um com seus pontos fortes.

Céu de Brigadeiro

O motor do crescimento do ecommerce tem sido os novos consumidores virtuais e a diversificação das vendas. Hoje, calçados, roupas, produtos de beleza e alimentícios estão crescendo acima da média e ampliando sua participação no mercado virtual, no passado recente foram os eletrônicos, muitos em breve, outros setores se destacarão.

Nos Estados Unidos, 67% da população  fez ao menos uma compra online em 2016. No brasil, apenas 20% da população costuma fazer compras online. A perspectiva é que 100 milhões de brasileiros passem a comprar online nos próximos 8 ou 10 anos. Um número impressionante que deixa claro o potencial do ecommerce brasileiro.

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Por Vinicius Castro
CEO SWX Virtuaria

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17

maio
2017

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Em e-commerce
Empreendedorismo

Por Vinicius AC

Como vender alimentos online

Em 17, maio 2017 | Sem Comentários | Em e-commerce, Empreendedorismo | Por Vinicius AC

A compra de comida pela internet está ganhando cada vez mais força. Tanto os grandes players do setor têm aderido a esta tendência, quanto pequenas empresas locais. A tendência de crescimento tem beneficiado empresas de todos os tamanhos.

Segundo pesquisa feita pela empresa Croma Marketing Solutions, é no setor de alimentos onde existe uma maior distância entre o percentual de compradores que hoje já adquirem mercadorias online e os que dizem estar dispostos a fazê-lo no futuro próximo. De acordo com a pesquisa, 22% dos entrevistados adquirem hoje alimentos e bebidas pela internet, mas uma fatia de 38% espera poder fazê-lo nos próximos três anos. O estudo, feito com o patrocínio de companhias como Coca-Cola e Carrefour, identificou que a busca por conveniência tende a levar os compradores a comprar utilizando meios digitais.

Sejam lanches rápidos, doces, salgados, bebidas, refeições simples ou sofisticadas, as boas opções para os consumidores, como por exemplo a Chef In Bag, que oferece deliciosos pratos gourmet prontos em 10 minutos, sem conservantes ou aditivos químicos, ou o Xino, e sua deliciosa culinária chinesa e japonesa, só vem crescendo.

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Novos Consumidores

O comportamento do consumidor está mudando rapidamente e os pedidos, antes limitados a uma consulta ao telefone de 3 ou 4 estabelecimentos conhecidos, cada vez mais vem sendo feitos depois de uma boa pesquisa online sobre as melhores opções disponíveis na cidade. Eles querem saber nome, ingredientes, preço, visual, forma de preparo, entre outras coisas. A concorrência agradece aos proprietários e sócios de restaurantes que ainda não visualizam a internet como uma ferramenta importante de incremento das receitas no delivery.

 

nhoque-com-file-525x395Uma imagem vale mais que mil pedidos

Mas como vender comida online? Uma das coisa mais importantes para o sucesso de uma loja virtual de alimentos são as imagens dos pratos. É preciso ter fotos grandes, bonitas, com ótimo foco e iluminação. Em uma loja física, uma hamburgueria, por exemplo, é possível sentir o cheiro, conversar com os garçons ou até mesmo experimentar algo, antes de pedir a comida. Nos pedidos a distância, não há nada disso.

Trocando em miúdos, a maioria das pessoas deve salivar ao visualizar as fotos dos pratos. Caso contrário, sua loja virtual não está boa o bastante.

Para uma pequena empresa, pode ser proibitivo o custo de contratação de um profissional para fotografar a comida. Porém, se for possível, é altamente recomendado. Caso não seja possível, tente falar com um amigo ou parente que gosta de fotografia, mesmo que não seja um profissional. Tratar as imagens em um bom software de edição de fotografias também ajuda muito.

 

Ninguém tem muita paciência quando está com fome

Quase tão importante quanto ter boas imagens é ter uma loja ágil e objetiva. Quanto menos cliques, melhor. O cliente deve ter a opção de abrir a página de um produto e ver todos os detalhes, incluindo as lindas imagens. Porém, tão importante quanto, é poder adicislide_virtsandonar vários produtos ao carrinho sem ter que abrir página por página. Qualquer cliente deve conseguir comprar acessando somente duas páginas da sua loja virtual: 1 – Página do catálogo. 2 – Página de finalização da compra (checkout); São 2 passos e nada mais.

O checkout deve ser rápido. Nada de vários passos, pois já está provado que um único passo é mais eficiente (converte mais). Nada de solicitar informações desnecessárias, como RG, idade, nome da mãe, etc. A não ser na venda bebidas alcoólicas, só é necessário o nome do cliente, informações de entrega, email e telefone.

O cadastro para realizar a compra deve ser opcional, porém, se o cliente desejar cadastrar-se, isso deve ser feito de forma integrada ao checkout. Deseja cadastrar-se? Informe uma senha na tela de checkout. Não deseja criar um cadastro? Continue sua compra normalmente. Simples assim, afinal todas as informações necessárias para criação do cadastro, o cliente já informa naturalmente para poder finalizar a comprar. Para clientes já cadastrados, todos os dados de finalização da compra devem ser preenchidos automaticamente. Forçar o cliente ir a uma tela específica só para fazer um cadastro, é pecado mortal.

Garantir que os pedidos cheguem com aparência, temperatura e sabor delicioso aos clientes, faz muita diferença. Dependendo do tipo de alimento vendido, isso pode ser um pesadelo. Usar embalagens adequadas ajuda muito. São desafios do delivery em geral, não apenas do online.

 

Ofereça múltiplos canais

Use sua loja online para fazer seu cliente conhecer e ter vontade de comprar seu produto, porém ofereça a opção de tirar dúvidas via chat (integrado a loja ou whatsapp) ou email. Não deixe de usar facebook, instagram e outras redes sociais para atrair clientes. E se possível, crie filiais em plataformas de terceiros, como IFood.

Mas porque não usar apenas o IFood ou similares? Porque nestes casos, você está essencialmente pagando para alugar um espaço pertencente a outra empresa. Você paga mais para usá-las, sendo que a concorrência é muito mais baseada no preço, já que são várias lojas com produtos semelhantes no mesmo site. Use essas plataformas para atrair e fidelizar novos clientes que mais tarde vão pesquisar no google e cair direto no seu restaurante online, com a sua marca, suas cores, suas características visuais (layout) e com as funcionalidades que você precisa. É mais seguro ter o seu negócio online 100% sobre seu controle.

Por Vinicius Castro
SWX Virtuaria

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21

jan
2017

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Em e-commerce

Por Vinicius AC

9 Fundamentos para abrir uma loja virtual de sucesso

Em 21, jan 2017 | Sem Comentários | Em e-commerce | Por Vinicius AC

Muitos empreendedores pensam que basta montar a loja virtual para começar a vender. Os mais conscientes acham que basta mandar emails para uma lista de contatos e em alguns dias as vendas vão estar bombando. O resultado é frustração e vontade de desistir logo no início.

 

1 – Resolva um problema de um grupo específico de pessoas

Essa é a mais importante. Para um negócio na internet dar certo, é preciso ter ao menos 1 bom produto ou serviço. Mas o que é um bom produto? É um produto com preços competitivos e, principalmente, que resolve a algum problema de um grupo específico e bem definido de pessoas.

Porque apenas ter preços competitivos não é o ideal? Porque os gigantes do ecommerce também tem. Além disso, ter apenas o preço como diferencial não faz muito bem para o fluxo de caixa de nenhuma empresa, e muito menos para uma empresa pequena.virtuaria-solu01

O Brasil tem mais de 100 milhões de internautas e esse número só cresce. Se você conseguir atrair a atenção de 0,1% deles, serão 100 mil pessoas. Se resolver bem ao menos um problema importante para eles, sua loja virtual vai vender bem. E o melhor, os gigantes do ecommerce não serão páreo para você, pois eles não tem condições de focar “apenas” em 50 ou 100 mil pessoas.

Claro que ter um público alvo bem definido e um produto que resolva um problema importante para esse público alvo, é apenas o primeiro passo. Complementarmente a essa questão, faz toda a diferença fazer divulgação de forma contínua e focada. Um negócio na internet mal divulgado é como um ponto comercial no meio do oceano.

Assim como tudo na vida, existe a questão da escolha entre gastar tempo ou gastar dinheiro para atingir os objetivos. Caso queira investir tempo, seguem algumas formas baratas para divulgar seu negócio continuamente na internet.

 

2 – Página do Produto

A página do produto tem que ser perfeita. É fundamental ter muitas imagens de qualidade, se possível, ao menos 1 vídeo, e um texto bem feito.
A página do produto tem que mostrar claramente o seu produto solucionando um problema do seu público alvo. Isto é fundamental.
Complementarmente, podem ser colocados depoimentos, cases de sucesso, etc.
Como se fosse pouco, isso tudo tem que ser feito sem poluir a tela, ou seja, de forma bonita e organizado. Uma boa opção é incluir uma boa hierarquia de tópicos, slides para exibir as imagens, entre outras coisas.
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3 – Crie Conteúdo

Publicar conteúdo relevante e de qualidade é a melhor maneira de chamar a atenção e construir uma relação com o seu público-alvo. Seja no email ou numa seção de notícias dentro do site, a melhor maneira de vender seu produto é não oferecendo o produto diretamente ao cliente. Parece contraditório, mas é verdade. A receita básica é:

  1. Publique conteúdo relacionado a solução de problemas ou a desejos que fazem parte da vida do seu público alvo, e em troca receba gratidão e confiança;
  2. Sutilmente e de vez em quando, mostre no meio desses conteúdos que os desejos ou problemas podem ser supridos ou resolvidos também pelos seus produtos, e receba em troca mais vendas;

Gratidão e confiança fazem com que até mesmo quem não nunca foi cliente de uma empresa, se torne disseminador da marca.

Conteúdo autoral (criado por alguém da empresa) dá muito mais resultado do que reprodução de conteúdo criado por terceiros. Mas é válido, de vez em quando, reproduzir uma notícia de um jornal ou um blog, com as devidas referências, claro.

Google: Como se fosse pouco, faz toda a diferença para os sites de pesquisa (como o Google) a qualidade do conteúdo de um site. Quanto maior e melhor o conteúdo, mais chances do seu site aparecer entre os primeiros resultados. E o melhor, sem pagar nada em anúncios (Google Adwords).

 

4 – Email Marketing

O email é uma ótima ferramenta para a manutenção da relação com os clientes. Se você publica conteúdo interessante para seu público alvo, seus email serão considerados interessantes e serão lidos. Caso contrário, serão mais um entre centenas e podem até contribuir para construir uma visão negativa da sua marca. Desde que usado com sutileza, pode ser uma forma para aumentar as vendas gastando pouco.

 

5 – Facebook e outras redes sociais

Se você não quer gastar muito com impulsionamento, a única forma de ter algum resultado positivo através das redes sociais é tendo bom conteúdo para oferecer.

 

6 – Participe de eventos da sua área

Pesquise sobre os eventos voltados para o seu ramo de negócios e procure comparecer, de preferência levando algum folder impresso com informações. É uma excelente forma de criar e manter contatos.

 

7 – Seja um especialista online

Use a tecnologia a seu favor. Reserve um tempo todos os dias para pesquisar na internet, fóruns e discussões sobre temas que tenham a ver com seu negócio. Torne-se um participante ativo com comentários e respostas que ajudem outros internautas. Ser ativo em redes sociais, é uma ótima forma de conquistar novos clientes sem gastar nada.

 

8 – Faça contato com a mídia local

Aparecer em reportagens gera boa reputação. Para receber cobertura da mídia local, sejam jornais, TVs, rádios, etc, é preciso uma notícia nova e na hora certa. Se possível, uma assessoria de imprensa pode ajudar a conseguir esse espaço, tanto em jornais como na TV ou no rádio.

 

9 – Não deixe os clientes escaparem

Use ferramenta para traser os clientes de volta, como sistemas de recuperação de carrinhos abandonados. Custa muito menos trazer de volta um cliente que quase comprou o seu produto do que atrair um novo. Se você não vê um cliente há algum tempo, mande um e-mail personalizado (esse processo pode ser automatizado) perguntando se está tudo bem. Para um cliente que passou por uma situação ruim, use o telefone, reconheça a situação e pergunte se há algo que você possa fazer. Um desconto também é bom. Ser gentil com os clientes é a propaganda mais inteligente e barata que existe.

Por Vinicius Castro – CIO Virtuaria
vinicius@virtuaria.com.br

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24

jul
2016

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Em e-commerce

Por Vinicius AC

Tenha uma causa ou desista de uma vez

Em 24, jul 2016 | Sem Comentários | Em e-commerce | Por Vinicius AC

Ter uma causa é possuir uma justificativa para acordar todos os dias. Qual o porquê de vender o que você vende? Ter uma excelente resposta é fundamental, pois fará o cliente compreender qual a razão do seu negócio existir. Essa existência deve ser algo além de fornecer o produto A ou o serviço B.

Causas inspiram as pessoas a darem o seu melhor, mesmo que diante de grandes dificuldades. Enquanto algumas causas podem inspirar temporariamente, uma causa realmente importante pode inspirar definitivamente, ou seja, ser uma fonte infinita de motivação.

Foco

 

Mais Clientes

Você já parou para pensar porque a Apple é uma das empresas com a maior quantidade de clientes fiéis do mundo? Obviamente a primeira resposta é o fato da marca oferecer aos seus clientes produtos com excelente qualidade. Mas não se engane, não é só isso (muito pelo contrário!). A Apple vende a sensação de se sentir diferente, especial. Ou seja, a causa da Apple é “vender estilo e exclusividade”. Isso foi muito bem fundamentado ao logo de anos e consequentemente propagado entre os clientes.

 

Exemplos de causa em grandes marcas:

Apple: Pense diferente;

Coca-cola: a alegria de viver;

McDonald’s: o mundo lúdico;

Nike: o instinto cosmopolita revolucionário.

Google: Não seja mau.

Alphabet*: Faça a coisa certa.

* Alphabet é corporação que controla Google, criada no final de 2015.

 

Também Tenha um Sonho

Uma causa é uma poderosa fonte de motivação, mas ainda é abstrata. Para transformá-la em algo concreto, insira sua causa dentro de um sonho, uma visão de futuro. É simples, basta imaginar como sua empresa será no futuro. É importante documentar o sonho e compartilhá-lo com toda a equipe.

O sonho tem que ser grande. Porém, também tem que ser factível e alinhado com sua causa. De nada adianta ter um grande sonho que seja exclusivamente impulsionado pelo desejo de ficar rico, por exemplo. É preciso sintonia entre uma grande causa, um grande propósito e um grande sonho. Com isso e com muito esforço, será possível criar um negócio de sucesso que pode até te deixar rico.

 

Sonhe Grande

Dá o mesmo trabalho, sonhar grande ou pequeno, é o que diz Jorge Paulo Lemann, homem mais rico do Brasil, dono de algumas das maiores empresas do mundo. Lemann também diz:

“Sempre vendi o sonho muito maior do que o tamanho da empresa. É claro que se você vende um sonho que não chega nem perto da realidade, a turma não acredita. Nós gostamos de metas anuais ‘esticadas’. Porém, tem que ser esticada, mas não impossível”.

 

Mesmo que Comece Pequeno

Mirar em um sonho grande, significa conseguir algo importante mesmo que esse sonho não seja parcialmente realizado. Uma pesquisa da Endeavor mostra que a maioria dos empreendedores de sucesso começou localmente, mas planejou em escala global.

Veja o que disse Reid Hoffman, fundador e presidente do LinkedIn, no Endeavor Entrepreneur Summit em São Francisco:

“É claro que você pode mirar em um alvo maior, porque você pode acabar com algo menor de qualquer forma. E parte da razão de isso ser uma regra no empreendedorismo é porque se você não começar mirando alto, quase nunca vai conseguir chegar lá. Tem que ser assim: ‘Como posso ter um impacto global?’. Eu acho que todas as empresas de alto impacto devem pensar em escala global por natureza hoje em dia, por causa da forma como o ecossistema do mercado funciona.  Aí você pensa ‘OK, como eu posso entrar nesse jogo?’. Um dos maiores desafios é como construir algo muito forte com o foco local e então partir para o jogo global. Por exemplo, nós lançamos o LinkedIn com 13 países na lista, e acho que completamos  todos os países em 4 meses, porque para cada pessoa que reclamava que seu país não estava na lista, nós o adicionávamos.”

 

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24

jul
2016

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Em e-commerce

Por Vinicius AC

Conheça bem seu Inimigo, o Chargeback

Em 24, jul 2016 | Sem Comentários | Em e-commerce | Por Vinicius AC

chargebackExistem vários tipos de solicitações de cancelamento de pagamentos em compras online. São as chamadas contestações ou chargebacks.

Chargeback é uma transação contestada pelo titular do cartão, que entra em contato com a operadora e alega que não recebeu o produto/serviço, ou não reconhece o lançamento em sua fatura.

O chargeback é um dos grandes temores para os proprietários de lojas virtuais. O lojista vende e depois descobre que o valor da venda não será recebido. Se o valor da venda já tiver sido creditado para o logista, ele será imediatamente estornado ou lançado como débito no caso de inexistência de fundos no momento do estorno.

 

Os principais motivos de chargeback são:

  1. Não reconhecimento na fatura: Muitas vezes o comprador não consegue associar a compra na loja virtual ao nome que aparece na fatura do cartão.
  2. Desacordo comercial: A loja virtual, de alguma maneira, não cumpre o prometido.
    Exemplos:

    • A loja não entrega o produto ou não cumpre o prazo estipulado para entrega;
    • A mercadoria comprada não está de acordo com aquilo que o comprador esperava (funcionalidade ou aparência) ou veio com defeito;
    • Auto-fraudes – O comprador age de má fé e efetua o cancelamento da compra. Além de ficar com o produto, ainda fica com o valor devolvido em seu cartão de crédito;
    • Fraudes – Utilização indevida de dados e cartões de pessoas não relacionadas às compras, ou seja, de terceiros. Pode ser efetuada por meio de clonagem de cartões, engenharia social, roubo de dados.

 

Fraudes:

Tentativas de fraudes na internet sobre clientes e lojas virtuais representaram 4,1% das 55 milhões de compras realizadas no primeiro semestre de 2015. Ou seja, mais de 2 milhões de compras foram fraudes. Percentualmente, o norte é a região com mais tentativas de fraudes, seguido por nordeste e centro oeste  (Fonte: ClearSale).

O problema é muito maior do que se imagina. Não ganha notoriedade porque não interessa às administradoras de cartões de crédito a divulgação de fraudes na utilização de seus cartões.

Dificilmente é considerado o lado dos lojistas neste problema. No caso de uma compra online, normalmente, quando a fraude é descoberta, o primeiro passo do titular do cartão é solicitar o cancelamento do pagamento. Porém, muitas vezes, a mercadoria já foi enviada. Isso é ainda mais grave no caso das auto-fraudes, ou seja, o titular do cartão age de má fé e solicita o cancelamento do pagamento após a compra. Muitos logistas sustentam que uma boa parte chargebacks atuais são auto-fraudes.

 

Administradoras de Cartões de Crédito

Salvo raras exceções, as administradora de cartão de crédito não fazem nenhuma análise de risco nas transação efetuadas pela Internet. Só é feita a conferência dos dados cadastrais informados e a disponibilidade de saldo na conta do cliente. Ou seja, o risco é todo do lojista.

Nos contratos firmados diretamente com as administradoras de cartão, normalmente os lojistas arcam a maioria dos riscos e obrigações.

 

Operadoras de Pagamento Online

São empresas ( PagSeguro, Paypal, Bcash, Moip, Mercado Pago, Pagar.me, etc. ) que atuam como intermediadoras de pagamento online, oferecendo diversas formas de pagamento, entre elas, pagamento via cartões de crédito. Essas empresas, costumam realizar análise de risco e garantir as vendas aprovadas. Naturalmente, haverá um custo extra em termos de taxas, nas vendas efetuadas através dessas intermediadoras.

 

A Novela da Aprovação do Pagamento

Quanto mais cuidadosa for a operadora de pagamentos online com a segurança, maior a probabilidade de ocorrerem falsos positivos, ou seja, uma compra correta ser cancelada e o logista perder uma venda.

Outro problema, é o pagamento demorar a ser autorizado. Algumas vezes o pagamento passa 6, 8, 12 e até 48 horas com o status “Em Análise”. Nesse tempo, a empresa operadora estará verificando tudo para garantir que é uma compra válida. Porém, normalmente os clientes odeiam esperar tanto para ter seu pagamento aprovado.

A análise é feita tanto no cliente, quanto na loja. Se sua loja tem um determinado volume de vendas e ocorre um incremento repentino no valor das vendas, é comum o processamento dos pagamentos demorar um pouco mais que o normal.

Também é comum que para produtos com preço mais baixo, o pagamento seja aprovado mais rapidamente, do que para produtos mais caros.

Alguns tipos de produtos costumam ser alvo mais frequentes de fraudes, como por exemplos celulares e outros eletrônicos. Nesses casos, costuma ocorrer uma porcentagem mais alta de pagamentos não autorizados e uma demora maior na análise dos pagamentos.

Algumas operadoras, inclusive, ligam para os clientes para confirmar a compra, antes de autorizar o pagamento. Se por algum motivo, o cliente não atender a ligação, o pagamento não é autorizado.

 

Como resolver o problema do chargeback?

Hoje, não tem como resolver 100%.

Em algum momento, todas as operadoras de pagamento vão gerar dor de cabeça. Normalmente, a eficiência em relação a diminuição dos prejuízos dos logistas com chargebacks, é inversamente proporcional ao valor das taxas cobradas nas transações. Taxas menores, podem representar mais riscos. Taxas maiores, mais segurança.

Porém, existem relatos de problemas com todas as empresas. No geral a máxima é “Ruim com elas, muito pior sem”. 😉

 

Disputas

Algumas operadoras de pagamento online tem sistemas onde os consumidores abrem contestações em relação a compra efetuada. Esses sistemas, ao menos permitem que os logistas se defendam apresentando provas de que o produto foi enviado da forma solicitada pelo consumidor.

No PagSeguro, por exemplo, existe um sistema chamado “Central de Disputas”. A promessa é que o vendedor estará protegido do chargeback quando:

(a) Enviar comprovação válida de entrega do produto e/ou prestação do serviço no prazo de 2 dias, quando solicitado, através da Central de Soluções em sua conta PagSeguro;
(b) Comprovar a participação do Comprador na especificação do produto e/ou serviço. Ex.: escolha de tamanho, cor, quantidade e etc.;
(c) Comprovar a entrega do produto através do AR (Aviso de Recebimento) assinado pelo portador do cartão ou pelo comprador;
(d) Informar o código de rastreamento válido de envio do produto (confirmado pelo site dos Correios ou transportadoras) nos detalhes da transação em sua conta PagSeguro;
(e) Efetuar a entrega do produto somente nos endereços cadastrados pelo comprador na PagSeguro;
(f)  Enviar documentação completa solicitada pela PagSeguro para análise e possível desbloqueio do pagamento contestado;
(g) Comprovar que houve esforços para resolver junto ao comprador problemas de desacordo comercial (exemplo: impossibilidade da prestação de serviços ofertados, produto indisponível ou avariado, etc.);
(h) Nos casos de duplicidade de pagamento, enviar comprovação válida de entrega dos 2 (ou mais) produto(s) e/ou prestação do serviço, no prazo de 2 dias, quando solicitado, através da Central de Soluções em sua conta PagSeguro;
Fonte: https://pagseguro.uol.com.br/regras-de-uso.jhtml

Por Vinicius Castro – CIO Virtuaria

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22

abr
2016

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Em Blog
e-commerce

Por Vinicius AC

Os Gigantes do Ecommerce

Em 22, abr 2016 | Sem Comentários | Em Blog, e-commerce | Por Vinicius AC

gigecom01Maior empresa de e-commerce da Índia, a Flipkart foi avaliada recentemente, durante uma rodada de investimento, em 15,5 bilhões de dólares, cerca de 46 bilhões de reais. O investimento pretendido é de mais de 500 milhões de dólares. Entre os grandes participantes da rodada, está a Tiger Global, um dos fundos de investimentos mais atuantes no setor de tecnologia e comércio eletrônico no mundo, que em 2012 comprou 30% da Netshoes e já fez investimentos no Facebook, Netflix e LinkedIn.

O Flikart tem números incríveis, como por exemplo 30 milhões de produtos,8 milhões de pacotes entregues por mês e 45 milhões de usuários registrados. Flipkart entrega em mais de 1.000 cidades e vilas indianas. Atualmente, conta com 33 mil funcionários.

O patrimônio líquido dos dois fundadores da Flipkart, Sachin e Binny Bansal, ex-executivos da Amazon, deve crescer 1,16 bilhão de dólares cada. A dupla têm participação idêntica, 7,5% cada, na empresa que eles lançaram como um ecommerce de livros em 2007. Os irmão serão os primeiros bilionários do mundo do e-commerce na Índia.

Brasil

Apesar de ter 1,2 bilhão de habitantes, a Índia é menor que o Brasil em alguns pontos, inclusive na lista de maiores países do mundo no quesito ecommerce. O PIB do Brasil é maior que o da Índia. Em compensação, a classe média indiana tem 300 milhões de pessoas, mais que o dobro da brasileira. Por outro lado, a renda per capita no Brasil é muito mais alta que na Índia.

A reflexão é que temos potencial para crescer vários bilhões ainda, pois os nossos gigantes são vários, mas somados, não chegam nem perto do gigante indiano.

O maior player do ecommerce brasileiro é a B2W, que detém as marcas Americanas.com, Submarino e Shoptime, com faturamento de US$ 2,477 bilhões em 2014. No ranking dos 50 maiores e-varejistas do mundo, segundo levantamento da consultoria Deloitte, estão incluídas duas empresas brasileiras. As Americanas.com que ocupa o 15 º lugar  e a Hermes/Comprafacil.com, na 45º posição. A lista considera apenas empresas que detêm o próprio estoque e leva em conta o faturamento das vendas online no ano fiscal de 2012, encerrado em junho de 2013 (um pouco desatualizado).

Mundo

O maior ecommerce do mundo é o Alibaba, avaliado em mais de 201 bilhões de dólares, teve mais de 255 milhões de clientes em 2014, a maior parte no mercado asiático. Com uma oferta pública inicial de 21 bilhões de dólares, o Alibaba ultrapassou a Amazon como maior e mais valiosa empresa de comércio eletrônico do mundo.
Um vasto império de comércio eletrônico, o Alibaba engloba atacado, varejo, compras coletivas e pagamentos. Carismático, fundaior do Alibaba, Jack Ma, não faz segredo de suas ambições globais. O Alibaba está batendo na porta da Amazon nos Estados Unidos e na Europa. Enquanto isso, a Amazon está fazendo esforços para expandir sua pequena presença no mercado chinês.

Valor de mercado de algumas empresas, segundo a Forbes:

1 –  Alibaba   —-  $201.7 bilhões —- China
2 –  Amazon  —-  $175.1 bilhões —- EUA
3 –  eBay      —-  $68.9 bilões     —- EUA
4 –  Flipkart   —-  $ 15.5 bihões   —- Índia

Veja também a lista (dados do início de 2013) das maiores do mundo no segmento de ecommerce ( apenas empresas que detêm o próprio estoque):

1) Amazon – EUA – US$ 51,7 bilhões
2) Apple.inc – EUA – US$ 8,6 bilhões
3) Wal-Mart – EUA – US$ 7,5 bilhões
4) Otto – Alemanha – US$ 7,41 bilhões
5) Beijing Jingdong Century Trading – China – US$ 6,66 bilhões
6) Tesco – Reino Unido – US$ – 4,76 bilhões
7) Liberty Interactive – EUA – US$ 4,39 bilhões
8) Dell.inc – EUA – US$ 4,37 bilhões
9) Casino – França – US$ 3,42 bilhões
10) Jia.com – China – US$ 3,2 bilhões
15) Americanas.com – Brasil – US$ 2,47 bilhões
45) Hermes (Comprafacil.com) – Brasil – US$ 1,03 bilhões

Jack MaJack Ma – Fundador do Alibaba

Por: Vinicius Castro / Virtuaria

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22

abr
2016

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Em Blog
e-commerce

Por Vinicius AC

Irmãs faturam com ecommerce de camisetas

Em 22, abr 2016 | Sem Comentários | Em Blog, e-commerce | Por Vinicius AC

irm01Do virtuaria.com.br.

As irmãs Andrea e Renata, adoravam trocar a cidade de São Paulo, onde moram, pelo Rio de Janeiro na época do carnaval. Andrea, que trabalhava como estilista na confecção da mãe, fazia uma camiseta personalizada diferente para cada dia que ela, a irmã e o grupo de amigas passassem na cidade maravilhosa.

As camisetas chamaram atenção por suas estampas diferentes e mensagens descontraídas. Foi tanto sucesso, que em 2011, as irmãs resolveram transformar a tradição de carnaval em um negócio rentável, a loja virtual Carmensitas.

O investimento inicial da empresa foi de R$ 15 mil. “Como utilizamos a infraestrutura da confecção da nossa família, nossos custos foram reduzidos”, afirma Andrea.

Andrea deixou de ser estilista da confecção familiar para se dedicar totalmente à nova marca. Já Renata, parou de trabalhar na área de arquitetura para ajudar a irmã na parte de criação dos produtos da Carmensitas. Juntas cuidam de toda parte de criação e desenvolvimento de coleção da marca.

“Aqui tudo o que fabricamos e comercializamos é feito no Brasil, faz parte da nossa cultura e dos nossos valores, valorizar a indústria nacional! Nosso know how vem de família, lá dos tempos da vovó que há mais de 40 anos está no mercado da moda! Amamos o que fazemos, por isso tudo é feito com muito carinho por nós mesmas, e cada detalhe é pensado antes de ser colocado no ar e vestir as Carmensitas por aí. Buscamos inspiração em tudo que vivemos, com um olho nas tendências, mas sempre adaptadas ao que gostamos de usar e que tenha a cara da marca.”, dizem Andrea e Renata

A marca se diferencia por vender camisetas com estampas diferentes e mensagens divertidas. Pouco tempo após o lançamento da marca, uma blogueira famosa no segmento de moda e beleza fez um post sobre algumas das peças. Isso fez com que a procura pelos produtos da Carmensitas aumentasse consideravelmente. “Nossa média é de 400 a 500 acessos diários no site. Quando alguma blogueira faz uma postagem citando a marca, o site chega a receber mais de 2000 visitas”, diz a estilista.

Atualmente, além das camisetas desenhadas por Andrea e Renata, a Carmensitas também vende acessórios e objetos de outras marcas. Os produtos são selecionados em uma curadoria feita pelas irmãs. “Lançamos uma nova coleção por mês, então escolhemos o que tem a ver com a linha. Sempre temos alguma coisa nova. Como somos um e-commerce, os clientes querem ver uma novidade toda vez em que acessam o site”, afirma Andrea.

O desenho das camisetas também requer um cuidado especial. “A nossa essência consiste em não desenvolvermos o que está na moda e sim o que gostamos. Nossas estampas são exclusivas e o atendimento é personalizado”, diz a empreendedora. Os produtos do site saem por valores entre R$ 89 e R$ 169.

As irmãs consideram que a combinação de produtos personalizados com tom de novidade em épocas específicas é certeiro para o negócio delas. Parece estar funcionando: em 2014, o faturamento da Carmensitas foi de R$ 800 mil.

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21

mar
2016

Sem Comentários

Em e-commerce

Por Vinicius AC

E-commerce cresce 24% e chega R$ 35,8 bi em 2014

Em 21, mar 2016 | Sem Comentários | Em e-commerce | Por Vinicius AC

No Brasil, o e-commerce apresentou um crescimento de 24% em relação a 2013, com um faturamento de 35,8 bilhões. Ao todo, foram mais de 50 milhões de consumidores únicos, sendo que 10,2 milhões realizaram sua primeira compra online. Foram mais de 100 milhões de pedidos com um valor médio de R$ 347.

São dados são da pesquisa E-bit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico. Para 2015, a E-bit prevê um crescimento nominal de 20%, atingindo faturamento estimado de R$ 43 bilhões.

Varejistas menores tiveram um crescimento nas vendas online de 14,4% em 2014. O número é apenas um pouco menor que os 15,4% de crescimento do e-commerce dos Estados Unidos. Em geral, nos Estados Unidos, as vendas online cresceram 16% em 2014, enquanto nas lojas físicas esse crescimento ficou em 2,4%.

 

MOBILE COMMERCE

Vendas por smartphone e tablets, o mobile commerce, atingiram quase 10% do total de vendas online de 2014. A maioria (62%) desses consumidores online ainda estão nas classes A e B, ante as classes C e D (27%). As transações via smartphones se tornaram maioria (56%) no decorrer de 2014, tendo superado os tablets, que iniciaram o ano na frente com 60%.

A penetração dos smartphones na audiência online brasileira chegou a 72% no final de 2014, segundo a pesquisa anual “Brasil Conectado” da IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau). Também segundo essa pesquisa, 72% dos entrevistados apontaram ter smartphone com acesso à Internet. Trata-se de um crescimento de 20% em relação à edição de 2013 do mesmo estudo.

A conclusão é que a porcentagem de vendas via smartphones deve crescer ainda mais em 2015, principalmente com um grande aumento dos consumidores das classes C e D no mercado online.

Os dados acima mostram a importância de ter uma loja virtual preparada para ser acessada e realizar vendas através de dispositivos móveis.

A loja Virtuaria, segundo o teste do Google, é incrível neste quesito. Veja: https://www.google.com/webmasters/tools/mobile-friendly/?url=demo01.virtuaria.com.br

Virtuaria é uma startup parceira da SWX Softwares.

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21

mar
2016

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Em e-commerce

Por Vinicius AC

Correios – Como embalar o seu produto

Em 21, mar 2016 | Sem Comentários | Em e-commerce | Por Vinicius AC

Fonte: Virtuaria

Para o cliente que deseja enviar um objeto via Correios, o correto acondicionamento dos objetos é muito importante para assegurar que as remessas cheguem bem a seus destinos.

Recomenda-se que todo objeto seja acondicionado pelo remetente em embalagem que resista ao peso, à forma e à natureza do conteúdo, bem como as condições de transporte.

A embalagem pode ser adquirida nos Correios, em outros fornecedores ou fabricada pelo próprio cliente, desde que atenda às condições recomendadas: envelopes, caixas, pacotes e rolos feitos de papel, plástico, isopor, madeira ou metal, embrulhados em papel liso e resistente.

A seguir, sugerimos algumas formas de acondicionamento por tipo de material a ser enviado.

1. Objetos de vidro e outros objetos frágeis

Atenção: Os Correios não possuem tratamento especial para o transporte de objetos frágeis, portanto a embalagem utilizada deverá garantir a segurança interna da encomenda.

– Embrulhe cada item individualmente com uma folha de jornal, papelão corrugado ou plástico bolha disponível para venda no mercado. (1)

– Coloque os itens dentro de uma caixa de papelão ou outro material resistente a impactos (ex.: madeira ou metal) (2)

– Preencha os espaços vazios entre os itens e entre as paredes da caixa com papel, isopor ou outra substância protetora e absorvente, para limitar o movimento dos objetos. Se for jornal, faça bolas de papel para forrar a caixa e apoiar os objetos. Isto impede choques entre os objetos e a caixa durante o transporte. (3)

– Antes de fechar coloque mais bolinhas de jornal entre os objetos e a tampa da caixa para evitar a pressão de outras caixas no empilhamento;

– Caso esteja reutilizando caixa de outras mercadorias, embrulhe a caixa com papel liso e resistente.

– Feche bem a caixa com fita adesiva. (4)

– Fixe a etiqueta com o endereço completo (principalmente o CEP) do destinatário em destaque na parte superior com o título DESTINATÁRIO e o endereço do remetente completo na parte de cima da maior face da caixa. (5)

      Recomendamos o uso de etiquetas nos padrões dos Correios para maior segurança no encaminhamento dos objetos, diminuindo as chances de ser enviado para endereço errado por mau endereçamento. Para que você possa confeccioná-las de forma prática, oferecemos o Endereçador, gerador de etiquetas, e o SIGEP WEB, Gerenciador de Postagens dos Correios que, além de gerar etiquetas, agiliza a postagem de encomendas mediante a preparação prévia das encomendas a serem entregues aos Correios (disponível apenas a clientes com contrato).

Consulte os limites de dimensões para caixas e pacotes.

2. Objetos que não podem amassar (mapas, cartazes, etc.)

– Enrole o item entre duas folhas de papel grosso (kraft ou cartão); (1 e 2)

– Prenda o conjunto com fita adesiva, com cuidado para não colar o item; (3)

– Coloque o conjunto dentro de uma caixa de papelão ou outro material resistente a impactos (ex.: madeira ou metal)

– Preencha os espaços vazios entre os itens e entre as paredes da caixa com papel, isopor ou outra substância protetora e absorvente, para limitar o movimento dos objetos. Isto impede choques entre os objetos e a caixa durante o transporte. (4)

– Feche bem a caixa com fita adesiva. (5)

– Embrulhe-a com papel liso e resistente e fixe a etiqueta com o seu endereço e o endereço do destinatário na maior face da caixa. (6)

      Recomendamos o uso de etiquetas nos padrões dos Correios para maior segurança no encaminhamento dos objetos, diminuindo as chances de ser enviado para endereço errado por mau endereçamento. Para que você possa confeccioná-las de forma prática, oferecemos o Endereçador, gerador de etiquetas, e o SIGEP WEB, , Gerenciador de Postagens dos Correios que, além de gerar etiquetas, agiliza a postagem de encomendas mediante a preparação prévia das encomendas a serem entregues aos Correios (disponível apenas a clientes com contrato).

Você também pode enviar desenhos, plantas, telas, objetos que não podem dobrar ou amassar, em um tubo (ou caixa em forma de prisma) confeccionado em papelão, PVC ou outro material resistente a impactos. Feche o tubo com tampa ou papelão liso e resistente, fixando a etiqueta com o seu endereço e o endereço do destinatário.

Consulte os limites de dimensões para rolos, tubos e prismas.

3. Objetos flexíveis que podem amassar (tecidos, roupas, borrachas, etc.)

Objetos flexíveis que podem amassar (tecidos, roupas, toalhas, etc) podem ser enviados em caixas ou sacos plásticos resistentes. Na falta de caixa de papelão apropriada para o envio de mercadoria, poderá ser feito pacote ou embrulho.

Para fazer o pacote:

– Empilhe todas as peças a serem embrulhadas;

– Embrulhe as peças com papelão, papel pardo ou plático resistente e feche bem com fita adesiva; (2)

Coloque seu endereço e o endereço do destinatário na maior face do embrulho e, se preferir, amarre com barbante para garantir a unidade do embrulho. (3)

      Recomendamos o uso de etiquetas nos padrões do Correios para maior segurança no encaminhamento dos objetos, diminuindo as chances de ser enviado para endereço errado por mau endereçamento. Para que você possa confeccioná-las de forma prática, oferecemos o Endereçador gerador de etiquetas, e o SIGEP WEB , Gerenciador de Postagens dos Correios que, além de gerar etiquetas, agiliza a postagem de encomendas mediante a preparação prévia das encomendas a serem entregues aos Correios (disponível apenas a clientes com contrato).

Consulte os limites de dimensões para caixas e pacotes.

4. Objetos pontiagudos ou cortantes


Fig. 1: Instruções de acondicionamento de objetos pontiagudos ou cortantes

Os objetos cortantes ou pontiagudos (ferramentas e utensílios cortantes ou perfurantes como facas, garfos, tesouras, etc.) deverão ter as pontas e os gumes convenientemente resguardados.

Para tanto:

– Embrulhe as pontas e os gumes com plástico-bolha, papel ou jornal (1)

– Reforce o embrulho com fita adesiva.

– Coloque o item dentro de uma caixa de papelão ou outro material resistente a impactos (ex.: madeira ou metal) (2)

– Preencha os espaços vazios entre os itens e entre as paredes da caixa com papel picado, bolas de jornal, serragem, isopor ou outra substância protetora e absorvente, para limitar o movimento dos objetos. Isto impede choques entre os objetos e a caixa durante o transporte. (3)

– Feche bem a caixa com fita adesiva.

– Caso esteja reutilizando caixa de outras mercadorias, embrulhe-a com papel liso e resistente.

– Fixe a etiqueta com o seu endereço e o endereço do destinatário na maior face da caixa.

      Recomendamos o uso de etiquetas nos padrões dos Correios para maior segurança no encaminhamento dos objetos, diminuindo as chances de ser enviado para endereço errado por mau endereçamento. Para que você possa confeccioná-las de forma prática, oferecemos o Endereçador, gerador de etiquetas, e o SIGEP WEB, Gerenciador de Postagens dos Correios que, além de gerar etiquetas, agiliza a postagem de encomendas mediante a preparação prévia das encomendas a serem entregues aos Correios (disponível apenas a clientes com contrato).

Consulte os limites de dimensões para caixas e pacotes.

5. Objetos longos até 105 cm

Objetos longos devem estar protegidos por material rígido que impeça o objeto de ser dobrado acidentalmente.

Para tanto:

– Envolva o objeto com papelão ou outro material resistente (1), prendendo-o com fita adesiva reforçada em várias tiras (2).

– Coloque duas peças de madeira ou outro material rígido resistente a impactos e prenda o conjunto com fita adesiva reforçada. A madeira deve ser mais longa e mais larga que o objeto, mas não pode ultrapassar o limite de 105 cm. (3)

– Envolva o conjunto com papelão ou outro material resistente (4)

– Embrulhe-o com papel liso e resistente e fixe a etiqueta com o seu endereço e o endereço do destinatário na maior face do pacote. (5)

      Recomendamos o uso de etiquetas nos padrões dos Correios para maior segurança no encaminhamento dos objetos, diminuindo as chances de ser enviado para endereço errado por mau endereçamento. Para que você possa confeccioná-las de forma prática, oferecemos o Endereçador, gerador de etiquetas, e o SIGEP WEB, Gerenciador de Postagens dos Correios que, além de gerar etiquetas, agiliza a postagem de encomendas mediante a preparação prévia das encomendas a serem entregues aos Correios (disponível apenas a clientes com contrato).

Você também pode enviar objetos longos em um tubo ou caixa em forma de prisma confeccionado em papelão, PVC ou outro material resistente a impactos. Fixe a etiqueta com o seu endereço e o endereço do destinatário.

Consulte os limites de dimensões para rolos, tubos, prismas, caixas e pacotes.

6. Líquidos e substâncias facilmente liquidificáveis

Líquidos e substâncias facilmente liquidificáveis devem ser duplamente embalados para evitar o extravasamento do conteúdo.

Para tanto:

– Coloque a substância em um recipiente hermeticamente fechado (garrafas, frascos, potes, caixas, etc.). Feche bem e sele a tampa com fita adesiva. (1)

– Coloque-a dentro de outro de recipiente impermeável e resistente a impactos (uma lata de metal, por exemplo) (2) e preencha os espaços vazios com serragem, espuma, papel picado ou outro material absorvente em quantidade suficiente para absorver toda a substância em caso de rompimento ou vazamento. (3)

– Feche o recipiente e vede-o com fita adesiva reforçada

– Coloque-o em uma caixa de papelão ou embrulhe-o com papel liso e resistente. (4)

– Fixe a etiqueta com o seu endereço e o endereço do destinatário na maior face do pacote. (5)

      Recomendamos o uso de etiquetas nos padrões dos Correios para maior segurança no encaminhamento dos objetos, diminuindo as chances de ser enviado para endereço errado por mau endereçamento. Para que você possa confeccioná-las de forma prática, oferecemos o Endereçador, gerador de etiquetas, e o SIGEP WEB, Gerenciador de Postagens dos Correios que, além de gerar etiquetas, agiliza a postagem de encomendas mediante a preparação prévia das encomendas a serem entregues aos Correios (disponível apenas a clientes com contrato).

7. Pós, pequenos grãos e substâncias gordurosas dificilmente liquidificáveis (ex.: Sabão mole, ungüentos, resinas)


Assim como os líquidos, devem ser duplamente acondicionados.

A função da primeira embalagem é evitar a entrada ou perda de umidade. Pode ser um saco plástico, caixa de metal, madeira ou papelão com proteção impermeável. (1)

A segunda embalagem tem a função de proteger o rompimento da primeira e a fuga do conteúdo. Pode ser uma caixa de papelão ou outro material resistente a impactos. (2)

– Feche bem a caixa com fita adesiva.

– Caso esteja reutilizando caixa de outras mercadorias, embrulhe-a com papel liso e resistente para fixar a etiqueta com o seu endereço e o endereço do destinatário na maior face da caixa.

      Recomendamos o uso de etiquetas nos padrões dos Correios para maior segurança no encaminhamento dos objetos, diminuindo as chances de ser enviado para endereço errado por mau endereçamento. Para que você possa confeccioná-las de forma prática, oferecemos o Endereçador, gerador de etiquetas, e o SIGEP WEB, Gerenciador de Postagens dos Correios que, além de gerar etiquetas, agiliza a postagem de encomendas mediante a preparação prévia das encomendas a serem entregues aos Correios (disponível apenas a clientes com contrato).

8. Outros objetos

Metais preciosos
A embalagem deverá ser constituída de uma caixa de metal resistente, ou de madeira com pelo menos um centímetro de espessura, ou de sacos duplos sem costura. Caso seja usada caixa de madeira chapeada, sua espessura pode ser limitada a cinco milímetros, contanto que as arestas de tais caixas sejam reforçadas por meio de cantoneiras.

Brinquedos, telefone celular, aparelhos eletrônicos, jogos, material eletrônico e elétrico
Não considere a embalagem do fabricante como suficientemente protegida. Embale a caixa original numa segunda caixa um pouco maior de papelão ou de outro material resistente a impactos.

CDs, DVDs, Fitas Cassete/VHS, Token, Disquetes, Pen Drives, Chips ou assemelhados.

Caixa ou envelope confeccionado com material resistente a impactos.

Obs.: Os Correios oferecem várias opções de embalagens de papelão. Para conhecê-las, vá a uma agência ou acesse a loja Correios Online e veja as opções disponíveis.

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17

fev
2016

Sem Comentários

Em e-commerce

Por Vinicius AC

Principais pontos para um ecommerce de sucesso

Em 17, fev 2016 | Sem Comentários | Em e-commerce | Por Vinicius AC

O comércio eletrônico já é, há algum tempo, uma boa oportunidade de negócio. Estre as vantagens estão, poder vender para consumidores de todo o mundo e não precisar de um ponto de venda físico.

Porém, existem vários pontos importantes que precisam ser considerados na hora de abrir um negócio online. Alguns desses pontos, valem também para lojas tradicionais, outros, são exclusivos das lojas virtuais.

Público Alvo

Antes de tudo, é preciso conhecer e entender o seu público alvo. Identificar principais dificuldades, desejos e necessidades. Faixa de renda e canais de comunicação mais usados.

Estoque e Logística

Ter um bom estoque é importante para qualquer negócio que venda produtos. Em um negócio online, a logística tem um papel de destaque. Quanto mais vendas, maior deve ser o estoque e mais eficiente deve ser a logística. Atrasos na entrega geram muita insatisfação. Um cliente insatisfeito pode causar um grande estrago nas redes sociais.

Ajuda muito quando a plataforma da loja virtual tem um bom controle de estoque, gerenciamento de pedidos e cálculo automático do frete.

Divulgação

Não adianta ter o melhor estoque, preço ou um visual legal, se ninguém sabe que a sua loja existe. É para isso que existe o marketing digital. As duas ferramentas mais importantes hoje são as publicações pagas do facebook e os links patrocinados do google. Complementarmente vem o e-mail marketing, twiiter, instagram, linkedin e blog corporativo. É preciso estar presente e explorar as ferramentas mais usadas pelo seu público-alvo, por isso é tão importante conhecê-lo bem. Para tornar a divulgação mais fácil e eficiente, a loja deve possuir integração com as principais redes sociais, ser otimizada para as ferramentas de busca (SEO) e ter uma área reservada para a publicação de notícias interessantes para o público alvo do negócio.

Formas de pagamento

Oferecer diversas opções de pagamento e parcelamento é fundamental. Por isso é importante que a loja tenha suporte aos serviços que intermedeiam pagamentos online, como o PagSeguro que, além de ser bastante conhecido do público brasileiro, oferece mais de 25 meios de pagamento e parcelamento online.

Plataforma

É preciso escolher uma plataforma que seja simples para utilizar e que atenda bem a todos os pontos citados. Porém, não adianta contratar um serviço simples e que atenda às suas necessidades iniciais, se ele não puder ser facilmente expandido quando sua loja estiver com muito tráfego ou quando demandas por novos recursos surgirem.

Na plataforma Virtuaria, caso sua loja cresça (muitos acessos), ela poderá ser migrada para um servidor mais potente de forma simples e gradual para você, além de transparente para seus clientes. Cada loja Virtuaria pode ter seu próprio servidor dedicado na nuvem, sendo que o fornecedor é a Amazon ( aws.amazon.com ), nada menos que a maior empresa do mundo nesse setor. Isso significa que, para uma loja Virtuaria, o infinito é o limite.

Mobile

Uma pesquisa recente feita pelo Google indicou que atualmente 60% do tráfego da internet vem de dispositivos móveis. Com tanta gente assim usando essa tecnologia é importantíssimo ter uma loja virtual que se adapte a diversos tamanhos de tela para permitir uma boa experiência de uso também nos dispositivos móveis.

Para piorar, ou melhorar, dependendo do ponto de vista, recentemente o google alterou seu algorítimo para penalizar, em pesquisas feitas a partir de dispositivos móveis, os sites não adaptados para estes dispositivos (não responsivos). Isso significa simplesmente que para 60% do trafego da internet, sua loja pode deixar de existir.

Por: Vinicius Castro / Virtuaria

Fonte: http://virtuaria.com.br/2015/04/principais-pontos-para-um-ecommerce-de-sucesso/

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17

fev
2016

Sem Comentários

Em e-commerce

Por Vinicius AC

A panfletagem não morreu, apenas mudou

Em 17, fev 2016 | Sem Comentários | Em e-commerce | Por Vinicius AC

Desde que a internet, quase, se universalizou no Brasil começamos a ver pipocarem texto sobre a morte da panfletagem. Eu mesmo já fiz um. Na fase de transição que estamos passando muitos obituários são escritos e muito se mostram errados, mas não há problema nisso. Assim, vamos ver como aproveitar esta forma tradicional de divulgação que está se transformando.

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Panfletagem tradicional x Internet

Estou definindo panfletagem tradicional como deixar um entregador de panfleto em um ponto de alto fluxo de pessoas, de carro ou a pé, entregando papéis aos que passam. Esse tipo de panfletagem de fato está morrendo.

O primeiro problema para este tipo de ação são seus custos frente ao retorno. Confeccionar 10 mil panfletos custa em média R$200,00 em um estimativa otimista [0] já a entrega vai custar em torno de R$70,00[1]. O alcance dessa campanha será de, no mais otimista dos cenários, de 20 mil pessoas se considerarmos que cada panfleto será visto por duas pessoas em média.

Ou seja, para ter um alcance possível de 20 mil pessoas o valor investido será de R$270,00

Para atingir uma quantidade semelhante de pessoas na internet, mais especificamente Facebook ADS, o investimento médio será de R$15,00 (conforme a imagem abaixo)[2], com a vantagem que podemos direcionar a publicação para pessoas que realmente podem ter interesse no negócio em questão e não somente transeuntes de uma determinada esquina[3].

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Exemplo de campanha com orçamento baixo e bom alcance

Outro ponto é a responsabilidade ambiental, uma vez que a panfletagem tradicional gera muito lixo e, a depender do público da sua empresa e de como ela trabalha essa questão, pode ser um problema também de marca. Além dos casos em que a prefeitura coíbe a prática por conta do custo com a limpeza e da aparência ruim que fica na cidade após a panfletagem.

Portanto, se a sua empresa investe em panfletagem comece a considerar investir em anúncios na internet, é mais barato e você tem controle de quem receberá sua publicação, quantos receberam, quantos interagiram com ela e etc.

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A nova panfletagem

O que consideramos de nova panfletagem, na verdade é um conceito antigo, e muito bom, chamado marketing de guerrilha que “utiliza-se de maneiras não convencionais para executar suas atividades de marketing e com orçamentos “apertados”[4].

Assim, podemos utilizar novas abordagens para a panfletagem que busque se diferenciar da mensagem on-line por meio de aspectos que a web ainda não consegue entregar que são a experiência tátil e humana. Abaixo imagens de ações que seguem esse conceito aplicado no aquecido e concorrido mercado imobiliário.

A parte bonita e complicada dessa estratégia é que ela não tem uma receita pronta e uma análise mal feita pode nos levar a erros que assustem o cliente e não os encante. Por isso é bom estar atento ao mercado e ao seu público para entender o que os impactará positivamente. Uma dica neste caso é fazer pequenos testes na prática antes de iniciar a ação propriamente dia.

Os valor dessas ações são equivalentes aos de panfletagem tradicional[2], mas a possibilidade da sua peça ir pro lixo é menor, além do impacto que irá causar estimulando o boca a boca que é a melhor e mais efetiva ação de marketing que inventamos.

A dica final é combinar essa ação de guerrilha com ações de links patrocinados, sobretudo em redes sociais e direcionadas para a região ou grupo social que foi impactado pela “nova” panfletagem. Vai ser mais difícil que a abordagem tradicional, mas nunca disse que seria fácil. Então, mãos à obra!

 *Mike Gabriel trabalha com a comunicação da SWX Softwares

 

Fonte: http://virtuaria.com.br/2014/07/panfletagem-nao-morreu-apenas-mudou/

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21

jan
2014

Sem Comentários

Em Blog
Destaques
Vídeos

Por Mike Lopes

SWX Direto da Trincheira 02 – Framework Chef, Ecommerce, Ruby on Rails e Campus Party

Em 21, jan 2014 | Sem Comentários | Em Blog, Destaques, Vídeos | Por Mike Lopes

No SWX Direto da trincheira 02, trazemos mais novidades do que rola na SWX Softwares. Se você ainda não viu, clique e confira:

Podcast explicando como funciona o framework chef e exemplificado a partir da nossa experiência na SWX.

Neste texto debatemos estratégia de ecommerce a partir da ferramenta adotada, se ela será sua ou alugada a terceiros.

Como utilizar o componente Model da arquitetura MVC? Comece a conhecer um pouco mais de Ruby on Rails na primeira parte deste tutorial.

A SWX foi convidada para a área Startup & Makers da Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia do mundo que tem sua versão brasileira acontecendo em São Paulo de 27 de janeiro a 2 de fevereiro.

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