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Como começar nesse mundo louco da Web?

Eu sempre recebo perguntas no forum do mxmasters ou mesmo por e-mail, de pessoas que devem estudar para começar a desenvolver seus sites ou mesmo algumas dicas e/ou também qual referência de blog/site que seria interessante. Acho o que a pessoa tem que aprender, de forma sólida é html e css. É impressionante os “analfabetos” de html e css, devido a utilização de programas como Dreamweaver. Mas tudo pode ser revertido. Muitos defendem que desenvolver os códigos é um retrocesso, conhecido “reinventar a roda”, mas não se trata de reinventar, e sim saber o que é mais produtivo, e sem sombra de duvidas, desenvolver o seus próprio código é a melhor solução. Mas por quê? Não podemos pensar na concepção imediata do site, temos que pensar nas mudanças que irão ocorrer, e você pode ter certeza que irão ocorrer.

Então vamos colocar alguns pontos que seriam interessantes ser estudado e algumas dicas:

  • Aprender html e css, isso é de vital importância. Não depender de programas, se em algum momento você tiver apenas o bloco de notas, você resolve.
  • Aprender a utilizar um editor de imagem, como photoshop, ou fireworks, ou outros programas. Não tenha medo de testá-los até encontrar um que te agrade mais.
  • Aprenda Javascript, ou aprenda a utilizar um framework, uma boa pedida é o jquery, é de fácil aprendizado e muito produtivo.
  • Aprenda alguma linguagem server-side, indico o php, por ser uma linguagem de fácil aprendizado, e por ter muito material na web.
  • Adquira livros. Na maioria dos casos vão te ensinar coisas que tutoriais não ensinam de uma maneira mais sólida.
  • Aprenda a utilizar o Google. Sabendo pesquisar, e não tendo preguiça você consegue arrumar soluções rápidas;
  • Não desista na primeira dificuldade. Esse é mau de muitas pessoas, quando esbarram no primeiro desafio, não tentam resolver. Lembre-se da sugestão anterior.
  • Participe dos fóruns. Você vai encontrar muitas soluções de duvidas que você tem.
  • Aprenda a ajudar. Quando você tentar ensinar algo, você aprender muito mais.
  • Não seja arrogante. Acredite, dizer que sabe tudo de determinado assunto, é comprovadamente mentira, existe sempre algo a aprender.
  • Aprenda a filtrar as informações. Nem tudo que escrito nos blog é uma verdade absoluta(inclusive no meu);
  • E não utilize o IE. Parece brincadeira, e até um pouco. Mas outros navegadores, como firefox não são simples navegadores, e sim ferramentas de desenvolvimento. Na sua caminhada, com certeza você vai odiar o IE6.
  • Não tenha medo de outros idiomas, nada que o Google tradutor não possa te ajudar.

Espero que essas dicas sejam válidas, isso não é uma regra, ou mantra que deve ser dito, mas são alguns passos que te ajudarão nessa nova jornada.

Fonte: DavidCHC

A Adobe não vai mais desenvolver o Flash para dispositivos móveis

A Adobe decidiu encerrar o desenvolvimento do Flash para navegadores móveis. A partir de agora a proposta da empresa é concentrar seus esforços na criação de ferramentas para aplicações móveis nativas e explorar o desenvolvimento HTML5 em suas principais ferramentas.

A empresa pretende apresentar mais detalhes sobre a estratégia para o futuro em uma reunião com analistas financeiros que acontece hoje, 9 de novembro em Nova York. A Adobe delineou os principais pontos da estratégia em um comunicado à imprensa, mencionando a canalização de recursos para aumentar o investimento em desenvolvimento com HTML5 através das ferramentas Dreamweaver, Edge e PhoneGap, bem como um ajuste de seus planos para a tecnologia Flash:

Vamos concentrar os recursos da nossa equipe de Flash em oferecer as experiências mais avançadas na web, incluindo jogos e vídeos de alta qualidade, além de aplicações móveis.

Os parceiros da Adobe começam a mudar o planejamento em relação ao Flash. A seguir um trecho de um post descrevendo o planejamento da ZDNet, uma empresa parceira da Adobe:

Nosso trabalho futuro com Flash em dispositivos móveis será focado em permitir que os desenvolvedores empacotem suas aplicações nativas com Adobe Air nas principais lojas de aplicativos móveis. Não vamos mais adaptar o Flash Player para novas versões de navegador, sistema operacional ou mesmo para configurações específicas de dispositivo. O licenciamento de uma parte do nosso código permite que desenvolvedores optem por continuar o trabalho lançando suas próprias implementações. Vamos continuar apoiando o Android e o PlayBook, com correções críticas e atualizações de segurança.

Essa movimentação da Adobe já era esperada. Nos últimos tempos, alguns sinais apontam para o fato de que a Adobe precisa fazer algo radical em relação ao Flash. Para se ter uma ideia sobre a situação dessas tecnologias em relação à evolução do HTML5, veja os artigos HTML5 vs Flash: onde está a Adobe? e Qual é o futuro de Flash e Flex? (ambos em inglês) publicados no InfoQ.com.

Um primeiro sinal de alarme para o Flash, é claro, veio da Apple em 2007, com a decisão de não incluir o Flash no iPhone. Um post contundente de Steve Jobs, Pensamentos sobre o Flash, explica que o Flash consome recursos demais dos smartphones e a Adobe não conseguiria evoluir a tecnologia para esses tipos de dispositivos. O fato de a Adobe só lançar o Flash para Mobile em junho de 2010, para Android, confirmou que a empresa não conseguia acompanhar o ritmo e a evolução do mercado de smartphones.

A Adobe agora tem uma estratégia dupla: aplicações nativas móveis e HTML5. Recentemente, a empresa comprou a Nitobi, criadora do PhoneGap. (O PhoneGap é um framework de desenvolvimento móvel, open source e cross-platform, com a estratégia de gerar aplicações nativas a partir de HTML e JavaScript.) Ao mesmo tempo, a empresa pretende investir mais em ferramentas para HTML5, para garantir o seu espaço nesse segmento de soluções web.

Fonte: Postado por Abel Avram , traduzido por Eder Magalhães/InfoQ

Adobe disponibiliza versão beta da ferramenta Muse

A Adobe disponibilizou hoje uma versão de testes de sua nova ferramenta chamada de Muse.

Ela é baseada na plataforma AIR e permite a criação e a publicação de sites de maneira fácil e rápida, o que o torna perfeito para usuários que não querem lidar com código e ferramentas mais complexas como o Dreamweaver.

De acordo com a empresa, a ferramenta utiliza os mais recentes padrões web, como HTML5 e CSS3.

Além disso, o Muse permite a criação de sites “trial”, que são hospedados pela própria Adobe. Dessa forma, os usuários podem testar os sites criados antes de publicá-los definitivamente.

O Adobe Muse Beta é compatível com Windows, Mac OS X e requer o Adobe AIR instalado.

Fonte: IMaster