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Torne-se um Desenvolvedor Android

Fonte: BlogdoExpert


Iniciar a carreira de desenvolvedor de aplicativos para dispositivos móveis pode ser promissor. Só em 2011, o mercado internacional de apps movimentou cerca de 6,8 bilhões de dólares. Até 2015, esse momentate pode chegar a algo entre 25 bilhões e 38 bilhões de dólares ao ano, de acordo com as consultorias MarketsandMarkets e Forrester Researc.

De acordo com João Moretti, diretor da consultoria MobilePeople, especializada em soluções de mobilidade corporativa, este mercado sempre terá vagas para os profissionais bem qualificados.

Apesar de o momento ser favorável, o interessado deve possuir alguns requisitos antes de publicar os seus aplicativos na loja virtual.

“Há 8 vagas abertas para desenvolvedor Android em minha empresa. É difícil achar um profissional porque muitos programadores dizem conhecer mais do que realmente sabem. É melhor dizer que saberá aproveitar as oportunidades de aprendizado durante a atuação na empresa do que decepcionar e frustrar a expectativa da companhia em relação a ele”, diz o Moretti.

O salário inicial de um desenvolvedor Android, segundo Moretti, é de 4 mil reais. A quantia pode variar de acordo com a região, aplicativos publicados e conhecimento na área.

“A vantagem de programar para este sistema operacional é o crescimento da plataforma e o interesse de vários fabricantes em usar esta tecnologia”, diz.

Veja abaixo oito dicas do especialista para criar os primeiros apps:


1 – Conheça o ambiente de programação – A primeira dica do especialista é estudar muito sobre o assunto. “O interessado deve ter em mente que criar aplicativos para dispositivos móveis não é tão simples como, por exemplo, programar para páginas da internet em versão para computadores”, diz.

Vale conversar com outros desenvolvedores para saber como é o ambiente de programação, mercado de trabalho e exigências para atuar na área. Muitos sites reúnem tópicos dedicados ao tema.

2 – Não exija muitos recursos avançados – Antes de criar um app, o desenvolvedor deve ter em mente que há certas limitações no ambiente mobile. No caso dos apps móveis, há algumas particularidades dos próprios dispositivos e que variam bastante de acordo com cada modelo e fabricante. Alguns aparelhos possuem recursos mais limitados em relação a outros dispositivos, como GPS, resolução de tela, câmera e duração de bateria.

O profissional deve ficar atento a isso. Exigir alto poder de processamento pode fazer a bateria durar menos e frustrar o usuário. “Estes detalhes não são notados quando o profissional trabalha com desenvolvimento para a versão de aplicativos web para desktops, pois os equipamentos são ligados na energia elétrica e praticamente todos os computadores suportam as exigências do software”, diz.

3 – Estude Java – O interessado em atuar na área deve saber a linguagem de programação Java. Para quem deseja dar os primeiros passos no assunto é possível ter uma noção do ambiente no site Code Year, da Codecademy. O serviço envia exercícios interativos semanais durante um ano e guia o usuário por meio de breves explicações.

Para iniciar o curso online, é necessário apenas informar um endereço de e-mail. As aulas dispensam a instalação de programas no computador do usuário.

4 – Matricule-se em um curso – O interessado também pode procurar uma escola profissionalizante que ofereça um treinamento de desenvolvimento para Android. “Há a opção de ler apostilas online e outros tipos de documentação grátis na internet, além de fóruns oficiais e outros criados por desenvolvedores”, comenta o diretor.

5 – Estude inglês – É fundamental estudar este idioma, segundo o diretor. Quem não possui ao menos o conhecimento intermediário de inglês terá dificuldade em ler os livros sobre o assunto, buscar ajuda na internet e usar o conhecimento adquirido ao criar os apps.

“Há uma carência de profissionais que falam inglês. A pessoa não precisa falar bem, mas ela deve ter um nível bom de leitura e interpretação para poder assimilar o conteúdo de estudo. Além de textos compartilhados na internet, há também livros e a maioria deles está em inglês”, diz.

6 – Baixe os softwares de desenvolvimento – Os interessados em criar apps para o sistema operacional móvel do Google devem ter o Java JDK instalado no computador, além do SDK do Android, que fornecerá as ferramentas e APIs necessárias para começar a desenvolver aplicativos que executam em dispositivos com Android.

O SDK do Android acompanha exemplos de códigos para começar a criar os apps e um simulador de telas de smartphones e tablets. Este software pode ser instalado nos sistemas operacionais Mac OS, Linux e Windows.

Além destes programas, que são essenciais para começar a desenvolver os aplicativos para Android, o interessado também pode optar por usar um software que simplifique a interface de programação e ofereça ferramentas adicionais. Vale conferir o Eclipse e o Plug-in ADT (Android Development Tools) para Eclipse, o MotoDev Studio(baseado em Eclipse), o Sencha (para criar app em HTML5), PhoneGap (que também suporta os sistemas operacionais iOS, BlackBerry, Windows Phone, WebOS e Symbian) e Appcelerator.

“A maior dificuldade em trabalhar com os softwares de desenvolvimento é a falta de experiência dos desenvolvedores e documentação atualizada compartilhada na web. Com certeza há grande carência de documentação. Não existe um guia pronto, atualizado e fácil de ser encontrado”, diz Moretti.

7 – Mantenha os apps atualizados – Isso garantirá a compatibilidade do aplicativo com os tablets e smartphones mais recentes. Desenvolver para Android não exige que o profissional compre um dispositivo móvel com este sistema operacional, pois os testes podem ser feitos no simulador dos softwares de criação. Apesar disso, Moretti recomenda testar os apps exaustivamente em mais de um aparelho físico (de prefências de fabricantes distintos e com diferentes versões do Androis) antes de divulgá-los na loja virtual.

“As constantes atualizações de modelos podem prejudicar o desenvolvimento dos apps para Android. Alguns aparelhos deixam de suportar alguns apps ou versões de sistema operacional após o lançamento de uma nova versão de Android, por isso é tão importante que o desenvolvedor acompanhe as mudanças do mundo mobile”, diz.

8 – Publique seu app no Google Play – Após elaborar um aplicativo, é hora de divulgá-lo na loja virtual, também conhecida como Android Market. O Google requer a criação de uma conta de desenvolvedor e o pagamento da taxa de registro que custa 25 dólares por meio do serviço Google Checkout.

Qual o local correto para adicionar scripts em seu site?

Outro dia, após publicar o artigo “Como Adicionar o Código do Google Analytics ao Blogger e WordPress” tivemos uma pequena discussão relacionada a qual parte do código da página, devemos adicionar o código de monitoramento do Google Analytics.

O correto seria adicionar perto da tag </body> que se encontra já no final do código da páginas, porém um dos visitantes perguntou: _ Porque no final?

Temos vários motivos para que o código do Google Analytics seja adicionado no final do código da página. Confira alguns deles.

Ps. Se você não tem idéia de como uma página é construída, recomendo que aperte o botão direito do mouse e clique em “Exibir código fonte” para que você não fique perdido durante o resto deste artigo.

Agilidade no carregamento

Os sites são carregados no computador dos visitantes de acordo com a sequência dos elementos presentes na página. Se você sobrecarregar o início do código da página, com elementos que deveriam estar no final, você poderá deixar o carregamento do que é realmente importante para o visitante mais lento. Conteúdo!

Melhor para SEO

Especialistas em SEO dizem que o Google indexa apenas uma determinada quantidade de KB da página e que todo o resto é ignorado. Por isso, se você deixar elementos desnecessários no começo, o indexador pode deixar de indexar o conteúdo ou outra coisa que seria mais vital para o posicionamento do site.

Monitoramento correto dos visitantes

Ao adicionar o código de monitoramento do Google Analytics no começo do código da página, você poderia coletar dados incorretos sobre os visitantes que acessam seu site, já que existem casos em que o carregamento da página é interrompido/travado por algum motivo ou o visitante desiste de acessar o site antes de carregar a página completamente.

Neste caso, como o código de monitoramento está mais perto do começo do código da página, ele poderia ser contabilizado, mesmo sem o visitante ter permanecido na página.

“É claro que isso não seria um problema se você deseja apenas ter números para aumentar seu EGO”.

Outros exemplos

Existem scripts que exigem que seus códigos sejam adicionados no local exato em que você deseja que ele apareça dentro da página, como é o caso de chats, contadores de visitas, players de músicas e etc.

Mas também existem alguns scripts, que independente do local da página em que você o adicione, ele sempre será exibido (seja lá o que for) em locais determinados pelo código fornecido pelo desenvolvedor. Um exemplo disso é a barra de ferramentas do Wibiya, que não importa se você o adicione no começo, meio ou fim da página. A barra sempre aparecerá no rodapé, exatamente como pode ser visto aqui no CriarSites.com.

Portanto, neste caso não faria sentido adicionar o código no começo do código da página, já que isso estaria atrapalhando o desempenho do site de diversas formas.

Conclusões

Cada script deve ser adicionado ao site de acordo com as especificações do fornecedor de forma que ele funcione corretamente e da melhor maneira. Portanto, recomendo que procure informações no site que fornece o script e que faça como ele descreve.

Fonte: Celso Lemes/CriarSities

Oracle retira licença para distribuir Java com Linux

Em um breve comunicado, a Oracle Corporation afirmou que suspendeu a “Operating System Distributor License for Java” (DLJ), que foi criada pela Sun, em 2006.

A licença (não-livre) permitiu que distribuidores Linux empacotassem e distribuíssem o Java em suas distribuições Linux. A Sun tornou essa licença disponível depois de lançar o Java como open source na conferência JavaOne, em 2006. Ele foi projetado para garantir que os usuários tivessem acesso fácil aos pacotes, contendo o sistema Java durante o processo de desenvolvimento do OpenJDK.

O desenvolvedor do Debian, Silvestre Ledru, questionou sobre “quem” mantém o pacote do Java ao funcionário da Oracle, Dalibor Topic, que explicou as razões da decisão da Oracle no seu blog.

Fonte: Under-Linux