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PostgreSQL 9.2 beta melhora escalabilidade e adiciona JSON

Fonte: IMasters

Com informações de The H

O beta da versão 9.2 do PostgreSQL foi liberado. A promessa é de que a nova versão traga melhorias em desempenho que habilitem melhor escalabilidade horizontal e vertical. Além disso, uma nova otimização – varredura apenas de índex permite que pesquisas evitem a leitura de tabelas subjacentes e apenas busque pelos índices. A nova funcionalidade acontece automaticamente, mas há vários problemas para sua efetividade.

De acordo com os desenvolvedores, melhorias em lidar com cargas de trabalho somente de leitura permitiram que o banco de dados escalasse usando 64 cores e atuasse em 300 mil consultas por segundo. Também houve mudanças para reduzir o consumo de energia do CPU e melhorias em escalabilidade horizontal incluem suporte para replicação em cascata, considerando cadeias de servidores de replicação e reduzindo requerimentos de transferência de dados entre data centers.

Novas funcionalidades foram adicionadas, incluindo suporte para JSON data type, levando em conta bancos de dados relacionais híbridos que podem armazenar documentos em JSON, e JSON functions, que pode converter array e dados de fila em JSON.

O uso do beta não é recomendado em ambientes de produção e em sistemas de missão crítica. Aqueles dispostos a testá-lo são encorajados a fornecer feedback e a reportar bugs. De acordo com o cronograma do projeto, a versão final do PostgreSQL 9.2 será lançada no terceiro trimestre deste ano.

Mais informações sobre o beta podem ser encontradas nas notas de lançamento de na documentação atualizada. Ele está disponível para download para Windows, Mac OS X, Linux, FreeBSD e Solaris.

Cuidados com a computação na nuvem

Fonte: Marcelo A. Rezende/IMasters


Temos falado e lido muito sobre Cloud Computing. Acredito que todos já tenham entendido o que é a tecnologia, suas vantagens e, mais que isso, que veio para ficar. Porém, em um relatório divulgado recentemente pela Business Software Alliance (BSA), que aborda iniciativas e políticas para garantir o desenvolvimento da computação na nuvem, um dado negativo chama a atenção: dos 24 países que fizeram parte da pesquisa, o Brasil foi o último colocado do ranking, conseguindo apenas 35 pontos de 100 possíveis.

Um dos pontos que contribuíram para o mal resultado é que no Brasil não há legislação específica para combater os crimes ligados à computação. Quando falamos em Cloud Computing, alguns acreditam que o risco aumenta, pois a concentração de informações em grande quantidade em Datacenter pode ser considerada como ponto crítico. Risco? Será que alguém ainda acredita que deixar os dados da empresa armazenados dentro da própria empresa é mais seguro do que mantê-los em Datacenters? Acreditar nisso seria o mesmo que acreditar que corremos mais risco de sermos assaltados deixando o dinheiro no banco do que os carregando conosco pra cima e pra baixo.

O risco, como em tudo relacionado à tecnologia, está mais relacionado ao processo – principalmente no que se refere às pessoas – do que à tecnologia em si, e com Cloud Computing não seria diferente. Como nosso foco é falar principalmente para micro, pequenas e médias empresas, vamos tratar sobre as medidas que podem ser tomadas para evitar surpresas ao ingressar na nuvem. Essas dicas seguem mais a linha de abordar o processo do que tecnologia:


  • Defina quais aplicações e dados migrará para a nuvem – antes de “comprar por impulso” uma solução baseada na nuvem, cheque se de fato você e sua equipe de colaboradores precisam acessá-la de qualquer lugar. Pode parecer redundante, mas para utilizar uma solução em Cloud Computing é necessário acesso à internet. Claro que cada vez mais isso deixa de ser problema, operadoras oferecem planos de conexão 3G, smartphones e tablets aos montes, mas uma das grandes vantagens em se adotar uma solução na web é que teremos acesso a ela em qualquer lugar que tenha conexão com a internet e que poderemos disponibilizá-la a um numero maior de pessoas. Mas se isso não é fundamental em um primeiro momento, talvez seja necessário reavaliar ou adiar provisoriamente esse plano.
  • Faça um planejamento para a migração – uma vez concluído que sua empresa precisa ou vê vantagens em adotar esse tipo de solução, é necessário que haja um planejamento. O maior impacto estará na mudança cultural pela qual a organização precisará passar, já que pessoas são naturalmente resistentes a mudanças. Sugiro que a migração seja feita de forma gradativa e, sempre que avançar uma nova etapa, teste o ambiente antes de torná-lo definitivo. Isto trará mais confiança aos envolvidos.
  • Escolha a solução adequadamente – o mercado possui diversas empresas capacitadas e que oferecem soluções web. Existem no mercado muitas opções, tanto de aplicações quanto apenas de espaço em Datacenters, mas não se deixe levar pelo preço e nem mesmo pelo nome da empresa. Questione um pouco mais sobre o tipo de solução adotada, a estrutura dos equipamentos, a política de back-up, o tempo de disponibilidade etc. Pesquise na internet sobre problemas com atuais clientes e exija tudo que for oferecido em contrato. Algum tempo atrás, um grande provedor teve problemas e diversas empresas tiveram dificuldades por conta disso.
  • Crie um plano de redundância de internet – Como falei na primeira dica, o principal requisito para quem utiliza uma solução Cloud Computing é o acesso à internet, por isso é importante que ela esteja disponível o maior tempo possível. Vejo algumas empresas que se prejudicam ao adotar uma solução web por não levarem em conta o acesso à internet. Imaginemos uma aplicação crítica ligada ao faturamento da empresa e que esteja hospedada na nuvem; o provedor está OK, mas o que fará se um caminhão passar em frente a sua empresa e arrancar o fio que provê o acesso à internet dela? Irá ficar sem faturar? Hoje, existem planos de acesso à internet a custos baixíssimos e ter dois provedores ligados a um balanceador de carga é fundamental para que não corra o risco de ficar offline inesperadamente.
  • Certifique-se de quem terá acesso às informações – Talvez seja esse o item que mais oferece risco. Adotar uma política que trate os níveis de permissão diferenciadamente e determinando quem, o que, quando e de onde pode ser acessado, e, principalmente, o que pode fazer com aquela informação, garantirá maior segurança. Um vendedor que insere pedidos quando visita os clientes, por exemplo, não precisa ter acesso ao fluxo de caixa da empresa, e nem há razão para que acesse dado algum em um feriado em que não deveria estar trabalhando.
  • Proteja a sua infraestrutura – Se sua empresa tomar todos os cuidados sobre os quais falamos até agora e tiver problemas de segurança, arrisco a dizer que o problema partiu de dentro da própria empresa. É impossível imaginar que uma empresa que migre para a nuvem não utilize firewall em sua rede ou que proteja os terminais com antivírus gratuito. É muito mais fácil uma pessoa obter uma senha ou uma informação privilegiada em um computador da empresa do que quando a informação trafega na internet ou diretamente no Datacenter.

Essas dicas são genéricas e os cuidados a serem tomados com a segurança podem ser diferentes quando mudamos a aplicação, a plataforma e o dispositivo. Porém, acredito que, seguindo os cuidados mínimos, os usuários de Cloud Computing não terão problemas relacionados à segurança.

Microsoft disponibiliza SQL Server 2012 RC0

Com informações de Porta 25

Fonte: IMasters

A Microsoft disponibilizou o SQL Server 2012 RC0, que já pode ser baixado no site oficial do SQL Server 2012. A liberação ocorreu cinco meses depois do TechEd 2011, quando a empresa convidou desenvolvedores e profissionais de TI a fazerem o download do CTP3 do SQL Server 2012, de codinome Denali.

O SQL Server 2012 viabiliza uma plataforma de informação pronta para a nuvem, capaz de ajudar as organizações a tirar melhor proveito de informações extraídas de dados estruturados, não-estruturados e de fontes de dados em cloud gerenciadas por um serviço de BI gerenciado pelo próprio usuário.

Além disso, ele traz novas ferramentas para desenvolvedores, recursos para otimização do seu uso em cloud pública ou privada, novos recursos de relatórios, melhorias nas ferramentas de integração de dados com qualquer tipo de fonte para análises de business intelligence, entre outras novidades.

A versão final do produto será lançada ainda neste semestre, e a Microsoft realiza um evento online no dia 7 de março para detalhar melhor as inovações do lançamento.