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3 maneiras simples de aumentar o tráfego de usuários/visitantes no Blog

Hoje em dia, existem várias ferramentas/técnicas que nos ajudam a aumentarmos o tráfego de usuários e visitantes em nossos blog. É obvio que nem tudo funciona da maneira que desejamos, mas caso você use algumas boas ferramentas disponíveis na Web, você pode aumentar drasticamente o tráfego de usuários/visitantes em seu blog.

É importante lembrar que o alto tráfego de usuários em um blog não determina se aquele é um blog de sucesso. Se pensarmos melhor, é fácil conseguir milhares visitantes em um blog, enviando posts para os agregadores de conteúdos. Mas como nem tudo são flores, a qualidade do tráfego de usuários desse tipo de site é ruim, ou seja, as pessoas que chegam até o seu blog, na maioria das vezes, não permanecem muito tempo, aumentando a taxa de rejeição daquele blog.

Use o Google+ para o promover o blog

O Google+ (ou Google Plus, como preferir) é a nova rede social da Google que foi lançada recentemente, contando com mais de 25 milhões de usuários. O Google+ foi a rede social que conseguiu chegar à 25 milhões de usuários mais rápido entre as redes sociais mais famosas, como o Facebook, Twitter e MySpace. A rede também está disponível para iPad, iPhone e iPod Touch, além de ser compatível com outros dispositivos moveis, facilitando assim, o acesso de mais usuários a rede.

Para termos uma ideia melhor desse número, basta sabermos que o Facebook e Twitter demoraram mais de dois anos para chegar a esse marco, enquanto que o Google Plus é um projeto recém criado, mais especificamente, foi criado em 28 de junho de 2011.

Enfim, use todo o potencial desse novo projeto para promover o seu blog e seus produtos, crie uma nova conta, caso ainda não tenha uma e comece a publicar conteúdo de qualidade diariamente. Nunca deixe seu público a só, publique conteúdo interessante e novo dia após dia, isso vai atrair muitos usuários para sua página no Google+ e com certeza vai aumentar o tráfego de usuários/visitantes no blog.

A Google lançou algum tempo atrás, uma extensão oficial do Google Plus para seu navegador Google Chrome. O lançamento foi feito no mês de agosto, atualmente possui quase 300 mil usuários, e com ela podemos marcar qualquer página com +1, uma forma de dizer que aquela tal página é legal e que seus amigos deveriam conferi-lá.

Use e abuse do Twitter

O Twitter é um dos mais importantes sites de mídia social da atualidade. Então, podemos usar o Twitter para começar a aumentar o tráfego dos nossos blogs. Existem muitos blogueiros que não dão atenção a todo o potencial do micro-blogging mais famoso do planeta, mas você não deve ser assim.

De acordo com algumas pesquisas, o Twitter passou dos 300 milhões de usuários, o que representa quase toda a população dos Estados Unidos. São milhões de usuários acessando frequentemente o micro-blogging para conferir os novos tweets, então nada melhor que você usar todo esse potencial a favor do seu blog. O importante é participar da rede social e não perder tempo.

Vamos dizer que você não tem tempo para aplicar todas as técnicas para si mesmo. Então, o que você vai fazer? Desistir de usar o Twitter para promover seu blog? Não. Você pode usar ferramentas que agendam tweets e os publicam automaticamente na data determinada.

Se você ainda não possui uma conta na rede, crie agora mesmo, personalize-a e comece a publicar diariamente conteúdo de qualidade referente a seu nicho. Lembre-se também de divulgar a sua página do Twitter em seu blog, a fim de conseguir seguidores de qualidade. Inclusive, você pode adicionar ícones flutuantes de alta qualidade do Twitter em seu blog no Blogger para atrair mais rapidamente os seguidores.

O título é o item mais importante do post

Eu sempre digo na LifeFind.com.br que blogar é fácil, difícil é conseguir ser um blogueiro bem sucedido no nicho escolhido. São vários os fatores que definem um blog de sucesso, e você deve prestar atenção em vários aspectos para encontrar o caminho certo, no qual você deve percorrer para ser bem sucedido enquanto blogueiro.

Nunca se esqueça disso: o título de um post é o item mais importante daquele conteúdo. Um título bem feito pode chamar drasticamente a atenção do leitor/usuário, que consequentemente vai clicar no link do título para conferir o conteúdo completo daquele post.

Nunca crie títulos com muitas pontuações, excesso de letras maiúsculas, muito longos, etc. Caso queria saber um como mais sobre esse assunto de título de post, recomendado a leitura completa do artigo “10 fantásticos tipos de títulos para artigos que realmente funcionam! ” publicado por nosso colega Paulo Faustino em seu blog Escola Dinheiro. No artigo citado acima, o autor comenta sobre os principais tipos de títulos que podem ser usado em seu blog para atrair rapidamente os visitantes e usuários.

Este é um guest post criado por Euler Esrael do blog Life Find.

Fonte: CriarSites

YouTube melhora player HTML5 e se prepara para abandonar Flash

É época de mudanças no YouTube. Enquanto os designers do site trabalham para modificar a interface atual, os programadores parecem estar se empenhando na nova versão do player HTML5 do YouTube, que ganhou novos recursos. Segundo o blog Google Operating System, o player “está cada vez mais pronto para substituir o Flash”.

A nova versão do player (que está em testes há meses) agora tem opções de exibição de vídeos em 480p e 1080p e ganhou uma série de menus contextuais que já existem no player tradicional do popular site de vídeos. Além das já conhecidas legendas e anotações, agora o player em HTML5 conta com um sistema nativo de exibição em tela cheia e ganhou um menu que oferece as opções de copiar a URL do vídeo por link, por tempo e código de incorporação em páginas da rede.

Até o momento, a novidade está em fase de testes e ainda não existe uma data para substituir o Flash por completo, embora até mesmo a Adobe esteja focando ultimamente os seus esforços no poder do HTML5. Mas quem já tem as versões beta do Chrome e do Firefox, que contam com suporte às tags de HTML5 necessárias para fazer o player funcionar, pode ativar o teste nesta página.

Fonte: João Brunelli Moreno/IMasters

Node v0.6.0 é lançado

A equipe de desenvolvimento do Node anunciou o terceiro branch estável do Node v0.6. Segundo os desenvolvedores, eles congelarão JavaScript, C++ e interfaces binárias para todos os releases v0.6.

As maiores diferenças entre as versões v0.4 e v0 são: suporte nativo para Windows usando I/O Completion Ports para sockets; equilíbrio de carregamento integrado entre múltiplos processos; melhor suporte para IPC entre instâncias do Node; melhor linha de comando do debugger; ligação integrada ao zib para compressão; e atualização do v8 3.1 para 3.6.

Para dar suporte ao Windows, os desenvolvedores retrabalharam grande parte da arquitetura principal. Havia o receio de que isso prejudicasse a performance em sistemas UNIX, mas esse não foi o caso.

Na última versão do Node, a v0.4, os desenvolvedores só conseguiram rodar o Node no Windows com Cygwin. Entretanto, eles conseguiram importantes melhorias ao focar nas APIs nativas.

Por enquanto, usuários não têm acesso a um bom caminho para construírem módulos de aplicativos em Visual Studio – isso será feito em releases futuros.

Para aqueles que atualizarem suas bases de código da v0.4 para v0.6, há uma documentação disponível que mostra a maioria dos problemas com os quais eles terão que lidar. Apesar da longa lista de mudanças, a maior parte da API permaneceu intocável.

Além disso, os desenvolvedores informaram que o ciclo de liberação de versões do Node será bem apertado agora. Eles esperam liberar uma nova versão estável em janeiro e desejam sincronizar a liberação de releases com a do Chrome e a do V8, que é de 6 semanas.

Mais detalhes sobre as mudanças da v0.5.12 para a v0.6.0 e benchmarks podem ser encontrados aqui. O download do Node v0.6.0 pode ser feito através deste link e sua documentação está disponível aqui.

Fonte: IMasters

OpenBSD 5.0 é lançado

OpenBSD 5.0 foi publicado hoje, seis meses após o lançamento da versão 4.9. O mais recente lançamento do projeto do sistema operacional livre baseado em BSD UNIX-like, inclui um número de drivers novos e atualizados, melhorias de desempenho e novas funcionalidades. OpenBSD 5.0 inclui o GNOME 2.32.2, KDE 3.5.10 e Xfce 4.8.0 como ambientes desktop. Ele também contém uma série de pacotes novos e atualizados, incluindo as versões 3.5.19, 3.6.18 e 5.0 do navegador Firefox, o PHP 5.2.17 e 5.3.6, LibreOffice 3.4.1 e o Chrome 12.

Mais detalhes sobre o lançamento, incluindo uma lista completa das novas funcionalidades e mudanças, podem ser encontrados no anúncio oficial, notas de lançamento e no log de ​​alterações. A versão 5.0 do OpenBSD está disponível para baixar em um dos espelhos do projeto.

Fonte: Under-Linux

Google libera ferramenta de análise do JavaScript como projeto open source

O Google anunciou que liberou o ScriptCover como um projeto open source. Disponível como uma extensão do navegador Chrome, o ScriptCover é uma ferramenta do JavaScript que oferece estatísticas em tempo real, linha a linha do código para os sites.

Além disso, o recurso disponibiliza resultados à medida que a página continua a ser carregada e é atualizado automaticamente quando o usuário interage com o site. A ferramenta destaca cada uma das linhas de código que foi executada para uma análise mais detalhada.

De acordo com Ekaterina Kamenskaya, engenheira de software do Google, o detector de cobertura de código é útil ao realizar testes manuais e automáticos e para compreender e debugar códigos complexos. Ela acrescentou que desenvolvedores acreditam que futuras versões do ScriptCover podem incluir suporte para outras métricas e relatórios mais completos, com opções de exportar para os formatos HTML e XML, assim como a capacidade de apresentar estatísticas de cobertura para um servidor para análise.

Mais detalhes sobre o ScriptCover podem ser encontrados aqui. Hospedada no Google Code, a ferramenta está sob a licença Apache Licence 2.

Texto originalmente publicado em The H

Fonte: IMasters

Google mostra preview de linguagem voltada para programação web estruturada

Em um post no Google Code, o Google apresentou um preview do Dart, uma linguagem de programação tipada com suporte opcional a classes para a construção de aplicativos web.

Entre os objetivos da linguagem estão criar uma linguagem estruturada e flexível para programação web; torná-la familiar, natural e fácil de aprender para programadores; assegurar que ela entregue alto desempenho em todos os navegadores modernos e em ambientes desde para aparelhos portáteis até execução do lado do servidor.

A Dart mira uma ampla gama de cenários de desenvolvimento: desde um projeto pequeno e simples até projetos de larga escala, que necessitem de padronização de código para expressar a intenção do programador. Além disso, ela tem dois tipos, e isso significa que os desenvolvedores podem começar a codificar sem tipos e adicioná-los posteriormente, caso seja necessário.

O código da Dart pode ser executado de duas maneiras diferentes: em uma máquina virtual nativa ou na engine do JavaScript, usando um compilador que traduz o código do Dart para JavaScript. Isso quer dizer que o desenvolvedor pode escrever um aplicativo web em Dart e compilá-lo e rodá-lo em um browser moderno. O VM do Dart ainda não está integrado ao Chrome.

A linguagem vem com um conjunto de bibliotecas básicas e ferramentas para checar, compilar e executar o código do Dart.

O Google disponibilizou a linguagem e algumas ferramentas preliminares em código aberto no endereço dartlang.org. A empresa conta com o feedback dos interessados para o desenvolvimento da linguagem – http://try.dartlang.org/s/WVoN.

A empresa afirmou que espera que a Dart evolua rapidamente para uma plataforma sólida para programação web estruturada.

Fonte: IMaster

DOM Snitch 0.717 com Recurso de Verificação Heurística

DOM Snitch é uma ótima ferramenta de segurança, que pode ser classificada como uma extensão experimental desenvolvida para o Chrome, permitindo que os desenvolvedores e testers possam identificar práticas inseguras, comumente encontradas em código do cliente. O recurso de verificação heurística apresentado pela ferramenta, a torna muito mais potente. A verificação heurística é o processo de checagem em relação a existência de malware, que ainda não seja conhecido ou reconhecido como tal.

Compondo as características de maior importância desta solução, está a questão do funcionamento em tempo real, onde os desenvolvedores e testers podem observar a ocorrência de modificações, e como acontecem dentro do navegador, sem que haja a necessidade de percorrer o código JavaScript com um depurador ou pausar a execução de sua aplicação.

Há também a questão da facilidade de utilização: através do built-in de segurança (heurística), tanto os desenvolvedores mais avançados quanto os menos experientes, podem rapidamente identificar áreas do aplicativo que estejam sendo testadas e que precisam de maior atenção.

Finalizando as características mais importantes, há maior colaboração para que os desenvolvedores e testers exportem e compartilhem as modificações que forem capturadas no DOM Snitch, enquanto estiverem em processo de solução de problemas.

Dom Snitch 0.717 traz ainda uma pequena atualização para lists values, ignoradas em /scanner/heuristics/ReflectedInput.js,além de mudanças heurísticas, UX e elaboração de relatórios. Para os interessados em fazer o download dessa ferramenta, ela está hospedada no Google Code.

Fonte: Under-Linux

HTML 5: Já podemos usá-lo?

Os trabalhos de especificação do HTML 5 estão em andamento há quase quatro anos e boa parte dos desenvolvedores web já conhece e deseja as novidades. Entretanto, o termo HTML 5 é usado como um “guarda-chuva” para diversas melhorias em HTML, JavaScript e CSS, o que dificulta a tarefa de avaliar sua maturidade e adoção. Existem tanto os que defendem que o HTML 5 deva ser adotado, quanto os que apresentam controvérsias, principalmente os problemas de segurança do JavaScript e as diferenças entre os navegadores.

A adoção do HTML 5 certamente depende das necessidades de cada aplicação, mas considerando as funcionalidades mais desejadas nos navegadores modernos, já podemos usá-lo?

Funcionalidades

Para responder a essa pergunta precisamos definir claramente o que significam “funcionalidades mais desejadas” e “navegadores modernos”. As primeiras são aquelas que tornam possível ou facilitam muito a implementação dos requisitos de aplicações ricas para a web. É o caso das funcionalidades definidas pelos conjuntos de tecnologias e especificações, que são apresentados a seguir.

Aplicações Offline

  • Cache da aplicação
  • Persistência chave-valor

As funcionalidades para aplicações online são importantes para trazer a experiência de aplicações desktop para a web, principalmente em ambientes onde a conexão com a internet é lenta ou eventual. A persistência ainda é limitada a 5 MB na maioria dos navegadores, mas é importante notar que esses “bancos de dados do navegador” não têm o objetivo de armazenar todos os dados do usuário indefinidamente; apenas de retê-los até a próxima sincronização com o servidor ou acelerar a carga de páginas.

Novas APIs JavaScript

  • Web Sockets
  • Web Workers
  • Geolocalização
  • Histórico do navegador

As novas APIs JavaScript simplificam o desenvolvimento de diversas funcionalidades que hoje dependem de tecnologias proprietárias não padronizadas ou de particularidades dos navegadores.

Estilo e semântica

  • Tags Semânticas (article, nav, section etc.)
  • Layout em colunas
  • Opacidade
  • Cantos arredondados e bordas

As tags semânticas e o CSS3 são muito importantes para os web designers, que com elas poderão reduzir e melhorar a codificação de layouts de páginas, além de fazer com estilos o que hoje é feito de forma muito mais trabalhosa com imagens, ou mesmo código JavaScript.

Multimídia

  • Tags audio e video
  • Gráficos 2D (tag canvas )

Usando as tags multimídia e para desenho em 2D, o desenvolvedor pode reduzir muito a necessidade de plugins externos, como Java e Flash. Há ganhos em produtividade, desempenho e segurança.

Para conhecer mais sobre estas funcionalidades e diversas outras propostas pelo HTML 5, recomendo esta excelente apresentação do grupo html5rocks.

Navegadores

Para verificar o suporte dos navegadores, vamos considerar a versão mais recente e uma anterior dos três navegadores mais usados no desktop (IE, Firefox e Chrome) e os navegadores padrão dos dispositivos iOS (iPhone/iPad/iTouch) e Android. A tabela abaixo detalha o suporte às funcionalidades selecionadas. Os dados vêm do site caniuse.com, que rastreia a implementação do HTML5 pelos browsers.

IE Firefox Chrome iOS Android
9 8 6 5 13 12 4.3 4.1 2.3 2.2
Cache da aplicação N N S S S S S S S S
Persistência chave-valor S S S S S S S S S S
Web Sockets N N S P S S S N N N
Web Workers N N S S S S N N N N
Geolocalização S N S S S S S S S S
Histórico N N S S S S P N S S
Tags semânticas S N S S S S S S S S
Multimídia S N S S S S S S S N
Gráficos 2D S N S S S S S S S S
Layout em colunas N N S S S S S S S S
Opacidade S P S S S S S S S S
Cantos arredondados S N S S S S S S S S

Pode-se ver que o suporte dos navegadores às funcionalidades fundamentais destacadas nesse artigo já é razoável. As principais deficiências estão no Internet Explorer e no suporte a Web Sockets e Web Workers, principalmente nos smartphones.

Os Web Workers, que são scripts executados em background, juntamente com com os Web Sockets (canais de comunicação bidirecionais com o servidor), são importantes para aplicações onde os usuários interagem entre si, como em chats e jogos. Para contornar a falta de suporte no IE e nos smartphones, pode-se usar AJAX Reverso (Comet) ou frameworks como o Atmosphere e o Kaazing, que permitem que se desenvolva a comunicação bidirecional usando as funcionalidades disponíveis em cada navegador.

As deficiências do Internet Explorer são mais difíceis de se contornar. Além de sugerir que o usuário atualize o navegador, uma alternativa para ter maior suporte ao HTML5 no IE é recomendar a instalação do Chrome Frame, um plugin que faz com que o IE (6 ou mais recente) apresente as páginas usando o engine do Google Chrome.

Conclusão

Claramente, o suporte ao HTML 5 melhora a cada versão dos navegadores e, nos casos em que não é totalmente suportado, existem alternativas. Decidir se o HTML 5 está maduro o suficiente e se as alternativas são aceitáveis ainda é muito particular para cada aplicação. Mas nos casos em que pode ser usado, o HTML 5 certamente torna possível (ou muito mais simples) o desenvolvimento de aplicações ricas para a web.

Fonte: InfoQ

Motivos para baixar o Firefox 6

Graças às mais de mil alterações no software, nova versão está mais rápida na inicialização e mais segura na navegação.

Em relação ao antecessor, o Firefox 6 ganhou mais de mil alterações – a maior evolução está na parte interna do software. Ainda assim, poucos motivos já justificam a atualização. Bastam três deles:

Velocidade

De acordo com a Fundação Mozilla, o tempo de inicialização do navegador está bem menor que o do antecessor, principalmente se o usuário tiver o costume de utilizar o recurso Panorama – que facilita a organização das abas.

Qualquer melhoria em relação ao instável desempenho do Firefox 5 já é uma ótima notícia, mas, a rigor, não devemos ser tão otimistas. Quando avaliado por um programa de benchmarking como o Peacekeeper, o recente modelo se mostrou mais lento que seu predecessor para abrir códigos JavaScript.

O software deu nota 4572 ao Firefox 6, menor, portanto, que os 4733 pontos da versão anterior. Para efeito de comparação, o Internet Explorer 9 obteve 4830 e o Chrome, 8400. Vale lembrar, no entanto, que a avaliação feita pelo programa nem sempre reflete na experiência do usuário. Por vezes, apesar da má nota, a impressão que fica é que o browser progrediu em termos de velocidade.

Barra de endereços

Outra boa razão para instalar o update do Firefox é o modo como ele exibe as URLs na barra de endereços. A alteração é pequena, mas facilita a visualização. Em http://www.mozilla.com/en-US/firefox/6.0/releasenotes/, por exemplo, o trecho www.mozilla.com seria destacado.

O recurso já existe há algum tempo no IE e no Chrome. Por mais simples que pareça, facilita muito na hora de identificar a página desejada ou reconhecer rapidamente se ela é legítima – ou seja, se não contém um domínio suspeito.

Segurança

A proteção do browser foi aprimorada, graças às novas opções quanto às permissões dadas aos sites. Ao digitar na barra de endereços “about:permissions”, o usuário poderá configurar quais páginas poderão coletar cookies ou exibir pop-ups, por exemplo.

A grande diferença é que o Firefox 6, dessa maneira, deixa o controle nas mãos do internauta. Ele pode personalizar ainda mais sua navegação, escolhendo os portais em que confia, e quais devem ser tratados com cuidado. Assim, as chances de a máquina ser infectada por um código malicioso – ao abrir uma página comprometedora – ficam menores.

Caso você tenha o Firefox instalado, não se preocupe: irá receber – se ainda não recebeu – um alerta para atualizá-lo. Se estiver disposto a dar uma chance ao software da Mozilla, basta visitar esta página para baixá-lo.

Fonte: PcWorld

Google anuncia Native Client embutido no Chrome 14

O Google anunciou no Chrome Blog que a mais recente versão beta do Chrome, a 14, tem o Native Client embutido. Trata-se de uma tecnologia open source que permite que um navegador rode código nativo compilado. Ou seja, é o “elo perdido” entre aplicativos nativos e aplicativos web.

Essa implementação permite que códigos C e C++ sejam executados dentro do navegador enquanto mantém a segurança que tecnologias web como JavaScript oferecem.

Como resultado, segundo o Google, os desenvolvedores podem implementar os códigos nativos de suas bibliotecas e sua expertise em seus aplicativos web.

A maior parte do trabalho com essa tecnologia foi feita com a API Pepper Plugin (PPAPI), que é uma evolução da API Netscape Plugin (NPAPI), usada pela maioria dos navegadores.

O Google vem trabalhando no Native Client há mais de um ano e, em fevereiro, durante a conferência I/O, a empresa começou a falar sobre o potencial da tecnologia.

Fonte: TechCrunch

Designers têm manual HTML5 do W3C

O consórcio W3C – que trabalha no desenvolvimento de padrões da web – publicou uma edição das especificações do HTML5 para desenvolvedores web.

A promessa é de um documento mais palatável aos designers.

Especificações da linguagem já tinham saído, porém mirando os desenvolvedores de browsers, com linguagem altamente técnica, e às vezes cansativa para quem lida mais com o o que vai dentro da internet do que com as portas de acesso.

Segundo o blog Webmonkey, da revista Wired, com o lançamento da versão “oficial”, os programadores têm à disposição duas versões para designers – a do W3C e a do WHATWG (Web Hypertext Application Technology Working Group).

Formado em 2004, o WHATWG é formado por representantes da Apple, Mozilla e Opera, para trabalhar, também, no HTML.

Com a última chamada para colaborações em maio de 2011, na assembleia anual do W3C, o HTML5 está em processo de desenvolvimento de recomendação.

Ainda que não estejam “maduras”, as especificações já valem para as últimas versões dos navegadores mais populares – Internet Explorer, Firefox, Chrome, Safari e Opera.

Fonte: Baguete

Amazon lança aplicativo que permite ler livros na nuvem

A Amazon lançou nesta quarta-feira, 10, o Kindle Cloud Reader, aplicativo que permite ao usuário acessar seus livros eletrônicos a partir de um navegador, mesmo estando offline, e sem necessidade de downloads. Disponível para Safari em iPad, Safari em computadores desktop e Chrome, o Kindle Cloud Reader sincroniza a biblioteca e importa informações como última página lida, notas, destaques e marcadores, feitos no leitor da Apple ou em outro aplicativo para o aparelho.

“Desenvolvemos o app para que os usuários possam acessar seus livros diretamente do navegador e sem necessidade de conexão à internet. A flexibilidade do HTML5 também nos permitiu criar um único aplicativo capaz de adaptar o conteúdo a mais de uma plataformas que o cliente deseje usar”, explica a diretora da divisão de Kindle da Amazon, Dorothy Nicholls.

O Cloud Reader, acessível em www.amazon.com/cloudreader , também traz um botão que possibilita o acesso à Kindle Store – onde há 950 mil títulos disponíveis. Quando utilizado no iPad, o aplicativo oferece este e outros itens adaptados para a navegação por toque. Em todas as plataformas é possível, ainda, personalizar tamanho da fonte e cores de fundo de tela, entre outras características.

Segundo a Amazon, o Kindle Cloud Reader também está disponível, nos próximos meses, para navegadores como Internet Explorer e Firefox, além de browsers para tablets como o BlackBerry Playbook.

Fonte: Terra