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A relação entre cloud computing e mobilidade

Fonte: Cezar Taurion / IMasters

Na minha opinião, cloud e mobilidade têm uma relação tão íntima e sinérgica que não podemos falar de um assunto sem incluir o outro. Sem um ambiente dinâmico de cloud computing no background, torna-se impossível atender aos requisitos de escalabilidade e flexibilidade que os apps demandam. Além disso, com cloud, os apps inovadoras podem explorar novas funcionalidades, como as proporcionadas por imensos volumes de dados (Big Data), impossíveis de serem coletados individualmente. Esta sinergia já aparece em aplicações como o DropBox e iCloud. O serviço Google Maps Coordinate também é um outro belo exemplo desta sinergia. Na verdade, estamos visualizando duas nuvens sinérgicas: de um lado, uma nuvem de dispositivos móveis que as pessoas possuem, sejam smartphones e tablets, de diversos fornecedores e tecnologias e de outro, o imenso poder computacional concentrado em “cloud data centers”. Estas duas nuvens, conectadas, criam o espaço para criarmos apps inovadores.

Nos próximos anos, mais e mais apps inovadores vão surgir e se tornar, pelo menos por algum tempo, “killer applications”. Isto significa que elas terão dezenas ou até mesmo centenas de milhões de downloads por mês durante algum tempo. Estas aplicações, quando utilizadas,  demandarão uma imensa capacidade computacional para atender aos seus usuários. E um complicador a mais, com demanda  altamente variada, quase impossível de prever. Um data center tradicional, configurado para atender os períodos de pico será excessivamente custoso e tornaria o projeto inviável.

Este cenário não é nada impossível, uma vez que hoje já existe mais de um bilhão de smartphones e em 2, ou 3 anos teremos dois bilhões deles. Com o surgimento de smartphones mais baratos, produzidos na China, como os ZTE e Huawei, este numero deverá aumentar significativamente. Apesar da capacidade computacional dos smartphones e tablets ser bem poderosa, seu elevado consumo de bateria em aplicações intensivas em computação, demanda que as operações computacionais mais complexas sejam efetuadas na retaguarda, em cloud data centers.

E estes novos apps demandarão recursos computacionais complexos que precisam de um forte suporte  de computação e armazenamento. Alguns exemplos? Imaginemos aplicações para varejistas, que explorem a personalização de ofertas baseadas no conhecimento contextual do cliente. Onde ele está, seus gostos, seus hábitos de consumo, etc, tudo obtido em tempo real, exatamente quando ele se encontrar diante de um produto na gôndola de uma loja. Estes dados não estarão armazenados no dispositivo móvel, mas na nuvem. Além disso, acrescente análises comportamentais baseadas nas emoções demonstradas pelos rostos das pessoas diante de um produto. Vejam o caso da empresa suiça de tecnologia de reconhecimento facial, a Nviso, que se intitula software de reconhecimento emonional baseado no movimento dos olhos e micromovimentos faciais.

Analisar e tomar decisões baseados em todo este complexo emaranhado de dados demanda alta capacidade de processamento, que só pode ser efetuado em cloud data centers. Além disso, os apps em smartphones e tablets terão interfaces com a Internet das Coisas, com objetos, como sua própria casa interagindo om você. Aliás, hoje você sai de casa com seu smartphone, suas chaves de casa e seus cartões de crédito e débito. Em breve, estes cartões e as chaves estarão no seu smartphone. Este será seu unico objeto. Mas além da casa teremos o carro, os eletrodomésticos,  etc. A interface natural será via cloud, uma vez que estes dispositivos demandarão diversas interfaces e precisarão acessar informações que garantam a segurança no seu uso. Tudo isso tem que estar em uma nuvem e não no próprio smartphone, mesmo porque você vai ter mais de um aparelho móvel. Ou trocá-lo com frequência…

Estes apps serão de negócios e não apenas para usuários finais com a maioria dos apps atuais. A cada dia, tablets e smartphones absorvem o trabalho profissional feito hoje em desktops e laptops e nos próximos anos eles passarão a ser a principal interface dos funcionários das empresas com os seus sistemas corporativos. Uma simples aritmética ajuda a visualizar esta situação: de maneira geral um tablet ou smartphone dobra de capacidade computacional a cada ano e meio ou menos. O ciclo de troca dos desktops e laptops em uma empresa é de três ou quatro anos em média. Bem, basta imaginar como estarão os smartphones e tablets daqui a três anos, quando  empresa for renovar seu parque computacional de desktops e laptops. Será que os tablets e  smartphones não atenderão plenamente aos requisitos de segurança e capacidade? E com as novas apps em nuvem, que estará bem mais consolidada daqui a trÊs anos, é, na minha opinião, inevitável que os dispositivos móveis passarão ser maioria no ambiente de trabalho após o próximo ciclo de renovação tecnológico.

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Leia a  conclusão aqui: http://imasters.com.br/tecnologia/mobile/a-relacao-entre-cloud-computing-e-mobilidade/

Cellcorp

RECURSOS TÉCNICOS

  1. Sistema de gerenciamento – Permite ao usuário administrar de forma fácil e integrada o WEB Site e suas funcionalidades. Todos os recursos descritos neste documento são acessados/gerenciados através deste sistema.
  2. Estatísticas – Índice de visitas por período, índice de visualizações de cada página, tempo de permanência no site, índice de novas visitas, origem geográfica da visita, palavras-chave, páginas mais visitadas, entre muitas outras.
  3. Gerência de comentários – Permite gerenciar os comentários dos visitantes. Os comentários serão exibidos mediante aprovação feita através deste módulo.
  4. Anti-spam – Barra automaticamente comentários com características de spam;
  5. Otimização para ferramenta de buscas (SEO) – Desenvolvimento do site de forma a este ser indexado e encontrado de forma mais fácil pelas ferramentas de busca (Google);
  6. Em português – Todas as ferramentas oferecidas estarão em português;
  7. Funcional em todos os navegadores modernos;
  8. Suporte e treinamento no uso das ferramentas oferecidas;
  9. Formulário de contato;
  10. Formulário de agendamento;
  11. Cadastro no Google Maps – Visa melhorar a visibilidade da empresa e de seu site.
  12. Chat integrado na página inicial do site , visando uma maior comunicação da empresa com os clientes
  13. Perfil e página no Facebook customizada para atender as necessidades da empresa
  14. Perfil no Twitter para manter os clientes sempre atualizados

Linha criativa:

  1. Clean;
  2. Moderna;
  3. Foco na comunicação com os clientes;

Especialista da Oracle lança Java 7 no Cesumar

O engenheiro sênior da Oracle nos Estados Unidos, Roger Brinkley, líder mundial da Comunidade Java ME, esteve na Cesumar para fazer o lançamento do Java 7, a mais recente versão dessa ferramenta utilizada na construção de sistemas web, móveis (celular, tablets), embarcados (videogames, televisões, robôs, carros) e corporativos.

Maringá foi uma das poucas cidades brasileiras privilegiadas com o lançamento. De acordo com o especialista, que passou por 11 cidades do país, Maringá esteve no roteiro de lançamento da nova ferramenta “por causa dos profissionais aqui existentes, que estão à frente da comunidade de usuários Java na região, e da ótima receptividade que sempre temos”.

Presente pela segunda vez na instituição, Brinkley fez palestra para estudantes, professores dos cursos de tecnologia da informação e profissionais da comunidade, discorrendo sobre as novidades do programa e as características brasileiras e regionais desse mercado.

As principais novidades introduzidas no Java 7 conforme explicou, são o framework Fork/Join, que permite aumentar o desempenho de aplicações Java aproveitando os múltiplos núcleos/processadores das máquinas atuais; o invokedynamic, que permitirá que linguagens dinâmicas possam executar de modo mais rápido na JVM; a nova sintaxe da linguagem para o gerenciamento automático de recursos de I/O; e outras melhorias introduzidas pelo Project Coin.

Brinkley disse ainda que duas razões colocaram o Brasil na lista dos países visitados para o lançamento do produto: uma foi o número de desenvolvedores Java e outra por causa dos esforços e do engajamento das comunidades de desenvolvedores no campo do Open Source, muitas vezes sem interesse comercial ou mesmo do governo.

Além de Maringá, receberam a visita do especialista Porto Alegre, São José do Rio Preto, Brasília, Goiânia, São Paulo, João Pessoa, Natal, Fortaleza, Salvador, Toledo (PR).

Fonte: imprensa@cesumar.br

2011: ano de tuitar na nuvem e de buscar soluções de mobilidade

Empregos tradicionais estão com os dias contados, mas há muitas oportunidades para quem souber trabalhar estrategicamente com softwares sociais e computação móvel.

Por Computerworld/EUA
Preston Gralla

O profissional que trabalha na área de TI se acostumou a gastar muito tempo desenvolvendo habilidades específicas, como manipular cada peculiaridade de um servidor Exchange, realizar implantações e atualizações abrangentes em escala corporativa e gerenciar data centers.

No entanto, se todas as previsões para os próximos anos estiverem certas, ele pode começar a se despedir de todas essas atividades. O emprego de TI do amanhã terá foco em redes sociais, computação em nuvem e uso estratégico de smartphones e tablets. E isso acontecerá mais rápido do que a maioria pensa.

Um dos estudos que busca provar essa tese foi elaborado pelo IDC, e concluiu que a substituição das plataformas tradicionais de TI por todos esses novos modelos deve se acelerar em 2011. De acordo com o analista da consultoria Frank Gens, as tecnologias de transformação vão revolucionar toda a indústria, que buscará estar mais próxima da futura plataforma dominante.

Assustados, os profissionais tenderão a desacreditar essas tendências dizendo que não passam de rumores sem sentido. Em parte porque muitas tarefas serão eliminadas e porque isso implicará que, em 2011, os profissionais gastem mais tempo tuitando na nuvem. Mas a transformação será real. E isso é uma coisa boa: os profissionais devem se preocupar em ser mais estratégicos e gastar menos tempo adquirindo habilidades de apertadores de parafuso.

O IDC chama a nova plataforma da rede social como um conjunto de “softwares sociais de negócios”. Como qualquer um imagina, esse tipo de software tem mais a ver com o Twitter e o Facebook. A parte mais óbvia do uso dessas redes sociais pelas corporações será aquela  relacionada a clientes e parceiros de negócios, ou seja, no relacionamento com agentes externos. Mas a parte interna, de colaboração, compartilhamento de informação, busca de expertise em blogs, fóruns de discussões online e wikis, é o grande desafio. Os profissionais terão de desenvolver uma plataforma para isso. E mais: todas as comunicações externas devem estar integradas com as internas, gerando inteligência real.

Em um contexto de computação em nuvem, é esse tipo de atividade que causa mais impacto no cotidiano das pessoas, e que libera os profissionais de TI para pensar estrategicamente em como fazer com que as suítes de aplicações combinem com os objetivos de negócios.

Outro elemento da nova plataforma, a computação móvel, já chegou e deve ser mais dominante em 2011. De acordo com o IDC, nos próximos 18 meses smartphones e tablets venderão mais que PCs. E como essa tendência é irreversível, os dispositivos móveis serão a maneira principal de interação entre as pessoas e os recursos de TI da companhia. O trabalho dos profissionais de TI, nesse contexto, será o de fazer com que a mobilidade seja mais eficiente, produtiva e segura.

As mudanças podem ser assustadoras, mas há um lado bom mesmo para os profissionais: no futuro eles serão mais estratégicos e terão mais segurança no seu emprego. Isso acontecerá porque se é fácil substituir um apertador de parafuso, o mesmo não pode ser dito da substituição de um profissional estratégico, com conhecimento da cultura e do dia-a-dia da corporação.

Fonte: Computer World

Geolocalização: o futuro das redes sociais?

A era da simples partilha do dia-a-dia no Twitter e no Facebook estar prestes a acabar.

Agora, a moda é outra e tem outro nome: Geolocalização. As pessoas começam a mudar seus hábitos de utilização das redes sociais, e saber o que os amigos estão fazendo em tempo real ou o que têm a dizer sobre determinado assunto já não basta. Os usuários das redes querem mais! Desejam saber onde seus amigos estão para encontra-los no mundo real e compartilhar experiências em locais diferentes fora do âmbito virtual. Alguns especialistas acreditam que o futuro das redes passará obrigatoriamente pelas plataformas móveis e que as redes sociais que apostarem na geolocalização poderão tornar-se indispensáveis nos próximos tempos.

Há 8 meses, o Foursquare, rede social criada em 2008 e que tem como intuito fazer da partilha da localização um jogo virtual, era apontado por muitos como o novo Twitter. A afirmação movimentou rapidamente o mundo virtual. O Twitter não demorou a responder essa “ameaça” disponibilizando uma ferramenta que permite a localização dos “tweets” feitos por celular. Pouco tempo depois, o Facebook lançou o Facebook Places, visando entrar na corrida da geolocalização com estratégias para incorporar essa funcionalidade aos “updates” dos usuários.

O que torna o Foursquare (e outras redes similares, como o Gowalla) diferente de ferramentas como o Google Latitude e tão interessantes, não é a possibilidade de simplesmente partilhar a localização. O Foursquare também é um estimulante e viciante jogo de disputa entre amigos. Utilizando um dispositivo móvel com acesso a internet, os usuários da rede social podem dar “check-ins” nos locais que visita. Quanto mais “check-ins” a pessoa der, mais chances tem de ganhar diferentes “badges”, recompensas ganhas por ser um usuário assíduo que atinge metas pré-estabelecidas pelo site, oude se teornar “mayor”, espécie de dono virtual do locais registrados na rede.

No Brasil, as empresas ainda não aproveitam totalmente o potencial das redes de geolocalização. Pouco usadas, ainda não possuem métricas acessíveis dispersando a atenção do mundo corporativo. Já no exterior, existem diversas ações publicitárias que utilizam a geolocalização como base. Empresas investem largamente em criar “badges” especiais, relacionar sua marca a eventos com local registrado, premiar “mayors”, entre outras. Cabe ao mercado publicitário nacional inovar e não perder a oportunidade de utilizar essas redes para aumentar as vendas de seus clientes. Aqui, o limite é a criatividade!

Foursquare no Brasil

Apesar de ainda não terem caído no gosto popular, os dados de utilização do Foursquare no Brasil são bastante interessantes e a utilização de internet móvel tem grande potencial para crescer nos próximos anos. Abaixo, os gráficos mostram em quais cidades os brasileiros tem feito mais “check-ins”. Segundo a análise, São Paulo é a cidade que predomina na rede, com 55% do total de “check-ins” registrados. Outras cidades como Rio de Janeiro, Porto Alegre e Belo Horizonte também se destacaram:

Uma constatação interessante é que o volume de chek-ins no aplicativo é muito maior de sexta a domingo. Veja no gráfico abaixo:



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Fonte: http://tudosobremarketingdigital.wordpress.com/2010/12/06/geolocalizacao-o-futuro-das-redes-sociais/