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brasil

27

mar
2012

Sem Comentários

Em Blog
Cloud Computing

Por Allison

Cuidados com a computação na nuvem

Em 27, mar 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Cloud Computing | Por Allison

Fonte: Marcelo A. Rezende/IMasters


Temos falado e lido muito sobre Cloud Computing. Acredito que todos já tenham entendido o que é a tecnologia, suas vantagens e, mais que isso, que veio para ficar. Porém, em um relatório divulgado recentemente pela Business Software Alliance (BSA), que aborda iniciativas e políticas para garantir o desenvolvimento da computação na nuvem, um dado negativo chama a atenção: dos 24 países que fizeram parte da pesquisa, o Brasil foi o último colocado do ranking, conseguindo apenas 35 pontos de 100 possíveis.

Um dos pontos que contribuíram para o mal resultado é que no Brasil não há legislação específica para combater os crimes ligados à computação. Quando falamos em Cloud Computing, alguns acreditam que o risco aumenta, pois a concentração de informações em grande quantidade em Datacenter pode ser considerada como ponto crítico. Risco? Será que alguém ainda acredita que deixar os dados da empresa armazenados dentro da própria empresa é mais seguro do que mantê-los em Datacenters? Acreditar nisso seria o mesmo que acreditar que corremos mais risco de sermos assaltados deixando o dinheiro no banco do que os carregando conosco pra cima e pra baixo.

O risco, como em tudo relacionado à tecnologia, está mais relacionado ao processo – principalmente no que se refere às pessoas – do que à tecnologia em si, e com Cloud Computing não seria diferente. Como nosso foco é falar principalmente para micro, pequenas e médias empresas, vamos tratar sobre as medidas que podem ser tomadas para evitar surpresas ao ingressar na nuvem. Essas dicas seguem mais a linha de abordar o processo do que tecnologia:


  • Defina quais aplicações e dados migrará para a nuvem – antes de “comprar por impulso” uma solução baseada na nuvem, cheque se de fato você e sua equipe de colaboradores precisam acessá-la de qualquer lugar. Pode parecer redundante, mas para utilizar uma solução em Cloud Computing é necessário acesso à internet. Claro que cada vez mais isso deixa de ser problema, operadoras oferecem planos de conexão 3G, smartphones e tablets aos montes, mas uma das grandes vantagens em se adotar uma solução na web é que teremos acesso a ela em qualquer lugar que tenha conexão com a internet e que poderemos disponibilizá-la a um numero maior de pessoas. Mas se isso não é fundamental em um primeiro momento, talvez seja necessário reavaliar ou adiar provisoriamente esse plano.
  • Faça um planejamento para a migração – uma vez concluído que sua empresa precisa ou vê vantagens em adotar esse tipo de solução, é necessário que haja um planejamento. O maior impacto estará na mudança cultural pela qual a organização precisará passar, já que pessoas são naturalmente resistentes a mudanças. Sugiro que a migração seja feita de forma gradativa e, sempre que avançar uma nova etapa, teste o ambiente antes de torná-lo definitivo. Isto trará mais confiança aos envolvidos.
  • Escolha a solução adequadamente – o mercado possui diversas empresas capacitadas e que oferecem soluções web. Existem no mercado muitas opções, tanto de aplicações quanto apenas de espaço em Datacenters, mas não se deixe levar pelo preço e nem mesmo pelo nome da empresa. Questione um pouco mais sobre o tipo de solução adotada, a estrutura dos equipamentos, a política de back-up, o tempo de disponibilidade etc. Pesquise na internet sobre problemas com atuais clientes e exija tudo que for oferecido em contrato. Algum tempo atrás, um grande provedor teve problemas e diversas empresas tiveram dificuldades por conta disso.
  • Crie um plano de redundância de internet – Como falei na primeira dica, o principal requisito para quem utiliza uma solução Cloud Computing é o acesso à internet, por isso é importante que ela esteja disponível o maior tempo possível. Vejo algumas empresas que se prejudicam ao adotar uma solução web por não levarem em conta o acesso à internet. Imaginemos uma aplicação crítica ligada ao faturamento da empresa e que esteja hospedada na nuvem; o provedor está OK, mas o que fará se um caminhão passar em frente a sua empresa e arrancar o fio que provê o acesso à internet dela? Irá ficar sem faturar? Hoje, existem planos de acesso à internet a custos baixíssimos e ter dois provedores ligados a um balanceador de carga é fundamental para que não corra o risco de ficar offline inesperadamente.
  • Certifique-se de quem terá acesso às informações – Talvez seja esse o item que mais oferece risco. Adotar uma política que trate os níveis de permissão diferenciadamente e determinando quem, o que, quando e de onde pode ser acessado, e, principalmente, o que pode fazer com aquela informação, garantirá maior segurança. Um vendedor que insere pedidos quando visita os clientes, por exemplo, não precisa ter acesso ao fluxo de caixa da empresa, e nem há razão para que acesse dado algum em um feriado em que não deveria estar trabalhando.
  • Proteja a sua infraestrutura – Se sua empresa tomar todos os cuidados sobre os quais falamos até agora e tiver problemas de segurança, arrisco a dizer que o problema partiu de dentro da própria empresa. É impossível imaginar que uma empresa que migre para a nuvem não utilize firewall em sua rede ou que proteja os terminais com antivírus gratuito. É muito mais fácil uma pessoa obter uma senha ou uma informação privilegiada em um computador da empresa do que quando a informação trafega na internet ou diretamente no Datacenter.

Essas dicas são genéricas e os cuidados a serem tomados com a segurança podem ser diferentes quando mudamos a aplicação, a plataforma e o dispositivo. Porém, acredito que, seguindo os cuidados mínimos, os usuários de Cloud Computing não terão problemas relacionados à segurança.

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03

dez
2011

Sem Comentários

Em Blog
Redes Sociais

Por Allison

Como Criar uma Fã Page no Facebook

Em 03, dez 2011 | Sem Comentários | Em Blog, Redes Sociais | Por Allison

O Facebook é uma rede social que vem crescendo a cada dia e já conta com a participação de mais de 30 milhões de Brasileiros, que o utilizam como uma forma de diversão, para aproximar as pessoas e também para divulgação de negócios, eventos, websites, imagem e etc.

Se você já o está utilizando ou ainda pensa em utilizá-lo para este fim, você pode aproveitar ainda mais o potencial do Facebook criando uma Fã Page, que servirá como um meio de manter as pessoas a par das novidades.

Confira a Página de Fã do Criar Sites no Facebook.

Como criar uma Fã Page

Para começar, logue-se em seu perfil no Facebook e em seguida acesse este endereço http://www.facebook.com/pages/create.php. Você verá uma página como mostra a imagem abaixo. Escolha a opção que melhor se encaixa com a ideia que você tem para sua Fã Page.

No caso do CriarSites.com eu escolhi a opção “Causa ou Comunidade“.

Preencha os dados e clique em “Começar“.

Feito isso, sua página de fãs já estará criada, mas ainda não estará totalmente acessível para o público. Você deve fazer as configurações básicas como adicionar uma foto, descrição e publicar algo no mural de recados.

Como trocar o endereço de sua Fã Page

Por padrão a URL de dua Fã Page vai conter alguns números, mas ele também permite alterar o final do endereço para algo mais sugestivo, como é o caso do https://www.facebook.com/criarsitessocial, no entanto esta opção somente está disponível depois que mais de 25 pessoas curtirem sua fã page.

Se este for o seu caso, clique no botão “Editar” que aparece no canto direito superior e clique no link que aparece no campo “Nome de usuário“.

Divulgue sua nova Fã Page

Depois de pronto, chegou a hora de começar a divulgar sua Fã Page. Se você tiver um site ou blog, poderá adicionar um Like Box, que é uma caixa que mostra uma foto das últimas pessoas que curtiram sua Fã Page.

Fonte: Celso Lemes/Criar Site

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23

nov
2011

Sem Comentários

Em Blog
PHP

Por Allison

Sistema de login em PHP sem Banco de Dados

Em 23, nov 2011 | Sem Comentários | Em Blog, PHP | Por Allison

Bem, recentemente decidi começar a criar scripts em php e coloca-los no “oSabetudo.com”, para que todas as pessoas interessadas na criação de sites os possam utilizar.

Este é o meu primeiro tópico aqui no “oSabeTudo” onde consta o meu primeiro script. Este script é um simples sistema de login sem a utilizar um banco de dados, que impede os visitantes não logados de aceder a páginas restritas, caso um visitante tente aceder a uma página restrita através do link directo sem que tenha sessão iniciada, a página irá redirecioná-lo para a página de login. Visto que este sistema de login não utiliza banco de dados, você pode apenas ter um utilizador, com uma senha e um login personalizado por si, depois basta divulgar esses dados aos visitantes que quer que acedam a páginas restritas.

Faça o Download do script através do link abaixo:

Download do sistema de login sem banco de dados em php por Daniel O.

Dados:

Por defeito o nome de utilizador e a senha são “user” e “senha” respectivamente (sem as aspas) mas estes dados podem ser alterados por si.

Instalação

Para instalar este script no seu site, basta descompactar os ficheiros e colocá-los na raiz do seu site.

Coloque o seguinte código na secção <body> das páginas que quer tornas restritas.

    // Inicia a sessão
    session_start();
    // Envia o utilizador para a página de login se não efectuar login com sucesso
    if ($_SESSION["Login"] != “TRUE”) {
    header(“Location: login.php”);
    }
    echo(” <form method=\”POST\” action=\”\”>
    <p><input type=\”submit\” name=\”logout\” value=\”Terminar Sessão\” /></p>”);
    if(isset($_POST["logout"])){
    session_destroy();
    header(“Location: login.php”);
    }

Para alterar a senha e o utilizador, basta aceder ao ficheiro “session_start.php”.

Para alterar o utilizador, altere a linha 12 mas mantenha as aspas, por exemplo, para mudar o utilizador de user para teste, basta colocar “teste” com as aspas na linha 12.

Para alterar a senha, basta alterar a linha 14 do arquivo, mas tal como acontece com o utilizador, na senha também tem de manter as aspas.

Fonte: Daniel O./OSabeTudo

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30

set
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Amazon anuncia CloudFront no Brasil, acelerando o AWS na América Latina

Em 30, set 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A Amazon anunciou um novo local de distribuição de conteúdo para o serviços CloudFront e Route 53 no Brasil. Com isso, os usuários de toda América Latina passam a contar com mais performance e menor latência na transferência de dados a partir dos centros de dados da Amazon, além de acelerar a resolução das consultas DNS geradas a partir dessa região.

O CloudFront é um serviço integrado ao Amazon Web Services que viabiliza a distribuição de conteúdo aos usuários finais com baixa latência e alta taxa de transferência de dados. Mais que um CDN (Content Delivery Network), roteando as informações para a região de distribuição mais próxima, o CloudFront tira proveito de serviços como o Amazon S3 para obter maior desempenho na entrega dos dados.

O CloudFront tem enfoque na entrega conteúdo estático (imagens, vídeos, arquivos JavaScript, CSS etc.) com baixa latência. Por exemplo, sua aplicação web pode estar hospedada em um conjunto de servidores dentro ou fora da Amazon, e os arquivos estáticos seriam servidos pelo CloudFront. E independentemente de qual país o usuário esteja acessando sua aplicação, esse conteúdo estático será servido por um datacenter mais próximo do usuário, diminuindo assim o tempo de resposta e aumentando a velocidade de download dos arquivos. O CloudFront é utilizado por diversas grandes empresas para essa finalidade, como Sega, Netflix, IMDB, Second Life, e muitos outros.

  1. No Brasil todas as funcionalidades do CloudFront são suportadas; as principais são:
  2. Streaming de arquivos de mídia armazenados no Amazon S3;
  3. Invalidação de dados em cache;
  4. Customização de um outro local para o back-end como alternava ao Amazon S3;
  5. Estipulação de regras para acesso a conteúdo privado;

O Route 53 é um serviço de DNS escalável e de alta disponibilidade. Foi criado para otimizar o mapeamento de nomes de domínios para endereços IP, realizando essa operação como parte das atividades de roteamento das requisições de usuários para a infraestrutura da Amazon (e outros serviços).

Com o lançamento do centro de distribuição em São Paulo, o Brasil passa a fazer parte de um grupo seleto de 20 regiões com centro de distribuição de conteúdo que até então estavam restritas ao EUA, e partes da Europa e da Ásia. Essa é uma ótima notícia para os desenvolvedores e usuários dos serviços de infraestrutura da Amazon no Brasil e em toda a América Latina.

Fonte: Eder Magalhães, Rafael Nunes/InfoQ

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07

set
2011

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Em Blog

Por Allison

Windows ganha instalador de MySQL

Em 07, set 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A Oracle anunciou que já está disponível um novo instalador do MySQL para o Windows. Usando o GUI-based, os usuários podem instalar todos os produtos do MySQL ao mesmo tempo – um sistema de atualização integrado para todos os produtos instalados já está incluído. A empresa afirma que o instalador do banco de dados de códigos abertos para o Windows irá simplificar e reduzir o tempo do processo de instalação.

Ao mesmo tempo, a Oracle confirmou que terminou a certificação da Enterprise Edition do MySQL para o Windows Server 2008 R2 Clustering Failover, permitindo que os usuários do Windows instalem aplicativos que exijam altos níveis de disponibilidade.

A companhia irá realizar um seminário online para demonstrar suas novas ferramentas no dia 15 de setembro, às 11h, no horário de Brasília. Mais informações e detalhes no site do seminário.

Fonte: The H

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17

ago
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Skype lança aplicativo para iOS que dá acesso a hotspots Wi-Fi

Em 17, ago 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Em meados do ano passado, o Skype liberou o Skype Access, que permite usar créditos do Skype para acessar pontos de redes WiFi pagos ao redor do mundo. Mas ele só era conveniente para quem tem conta no Skype, não queria ter que assinar ou pagar por um provedor e tinha um computador. Usuários só com um celular ficavam a ver navios.

Mas o Skype liberou hoje um novo aplicativo na iTunes App Store chamado Skype WiFi que dispensa o computador. Ele permite que um usuário do serviço faça login e use a internet de um provedor de acesso sem fio sem precisar de assinatura e direto do iPhone, do iPad ou do iPod Touch.

O aplicativo exige pelo menos a versão 4.1 do sistema. Para usá-lo, basta encontrar um dos pontos de acesso compatíveis, conectar nele, inserir login e senha do Skype no aplicativo e começar a navegar.

Não há limites de uso: o usuário pode enviar ou receber quantos dados quiser quando conectado. A desvantagem é que, dependendo da operadora do ponto de acesso, o preço pode ser bem caro. Aqui no Brasil, as empresas suportadas são Vex, FON e Tomizone. Se a Vex praticar o mesmo preço para acesso via desktop, ele custa R$ 0,49 por minuto.

Fonte: Imaster

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13

ago
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Unesp usa computação em nuvem para divulgar resultados do Vestibular

Em 13, ago 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Cloud Computing permite acessos simultâneos sem que o site fique congestionado

A Unesp passou a utilizar a tecnologia cloud computing (computação em nuvem, em português), sistema que possibilita alta disponibilidade de serviços de rede e grande desempenho sem a necessidade de investimento em equipamentos. A experiência foi realizada na divulgação do resultado do Vestibular Meio de Ano, realizado nos meses de junho e julho, quando cerca de 12 mil alunos se inscreveram no concurso. A Universidade utiliza o cloud computing por meio da ANSP (Academic Network of São Paulo), projeto da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

“Essa foi a primeira experiência desse sistema em vestibulares no Brasil”, afirma o coordenador da ANSP e professor da USP Luis Fernandez Lopez. Com o cloud computing, as listas de aprovados nas duas fases puderam ser consultadas sem atropelos para os candidatos e a Universidade. O resultado foi considerado bastante satisfatório pela Unesp e serviu como piloto para o Vestibular de dezembro, época em que o exame recebe cerca de 80 mil inscritos.

Coordenador do GRC (Grupo de Redes de Computadores) da Reitoria, Carlos Coletti diz que o serviço oferecido pela Unesp utilizou um ambiente com 100 GB de espaço em disco, 5 GHz de processamento, 10 GB de memória e 10 Mbps de rede.

Uma grande vantagem do cloud computing, segundo explica Coletti, é que não há a necessidade da instituição ou da empresa investir em servidores no Datacenter para atender demandas periódicas. Esses equipamentos podem ficar ociosos grande parte do tempo, além de se tornarem obsoletos rapidamente, gerando a necessidade de novos investimentos.

“É a tecnologia ideal para sites que têm picos de acessos e períodos de ociosidade alternados”, enfatiza Lopez. De acordo com o pesquisador, o modelo empregado pela Unesp é o mesmo que vem sendo usado pelo governo americano há dois anos. O governo brasileiro também anunciou esta semana que vai utilizar o sistema de nuvem, para evitar congestionamento de rede na divulgação de informações referentes a impostos, editais e concursos públicos, por exemplo.

Segurança

Além das universidades e órgãos oficiais, os bancos também podem se beneficiar do modelo, já que há aumento na demanda nas segundas-feiras pela manhã e nas sextas-feiras à tarde no sistema bancário on-line. Para Lopez, esse é um setor que tem necessidades específicas de segurança que ainda precisam ser desenvolvidas.

Ainda não é possível evitar ataques hackers do tipo DDoS (Distributed Denial of Service), como aqueles organizados em forma de protesto contra sites de empresas ou órgãos governamentais por meio de uma quantidade devastadora de acessos para retirar sites da web. Entretanto, na maior parte dos casos, a nuvem lida com esses ataques muito melhor que servidores individuais, de acordo com o pesquisador, porque, enquanto um servidor normal está preparado para suportar centenas de acessos simultâneos, uma nuvem comercial típica pode suportar até milhões desses acessos.

Fonte: ABN News

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23

jul
2011

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Em Blog

Por Allison

Mercado nacional de software cresce 21,3% em 2010

Em 23, jul 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Enquanto o crescimento do mercado de software mundial cresceu 0,5% em 2010, o Brasil deu um salto 21,3% no ano passado. Os dados são da pesquisa Mercado Brasileiro de Software – Panorama e Tendências, realizada pelo IDC e divulgada pela Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes) nesta segunda-feira. O País movimento US$ 19,04 bilhões nessa área em 2010, o que representa 1,8% do mercado global, colocando o Brasil na 11ª posição no ranking mundial.

Por outro lado, a participação de programas desenvolvidos no País respondeu por apenas 30% do mercado nacional no ano passado. ¿Hoje 70% do software consumido no país é importado. Isso acontece porque, infelizmente, o modelo adotado no Brasil é baseado em serviços, que atende dois terços do mercado total, exige um número maior de profissionais e ainda apresenta uma produtividade econômica 30% menor¿, afirma em nota Gérson Schmitt, presidente da Abes. Pela primeira vez a pesquisa fez uma avaliação da participação do software livre, que respondeu por apenas 2,95% do total, movimentando US$ 0,5 bilhão.

As exportações de softwares e serviços brasileiros atingiram a marca de US$ 420 milhões, segundo a pesquisa, um crescimento de 15,7%. Para o segundo semestre de 2011, a pesquisa indica que o crescimento no mercado de Tecnologia da Informação e Comunicação do País deva fica ficar em 10,3%, enquanto a área de softwares e serviços deva ter um aumento de 10,5%.

Fonte: Terra

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23

jul
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Futuro da web está na interpretação de dados pelos PCs

Em 23, jul 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

O futuro da web passa por uma evolução de como a usamos hoje: em vez de ser apenas usada como um repositório de documentos para serem exibidos, a internet do futuro deve possibilitar que os computadores façam a interpretação dos dados e compartilhem essa interpretação com outros computadores. Esse conceito, conhecido como websemântica, já é antigo, cunhado por Tim Berners-Lee, o pai da web, em 1994, mas só agora é que começa a fazer sentido de verdade.

Segundo o analista de Projetos da W3C Brasil, Carlinhos Cecconi, o futuro da web vai usar tecnologias que possam atribuir valores aos dados existentes na web, dando significado ao conteúdo presente na rede. Mas o que isso significa? “Ao programar uma página na internet, o desenvolvedor dá ao computador a capacidade de retornar valores de pesquisa corretos, afirma.

Um exemplo prático disso seria uma pesquisa pelo livro Raízes do Brasil. Hoje, quem faz a análise semântica de que o termo de pesquisa é um livro é o usuário, que filtra os resultados e descarta os assuntos relacionados à botânica, por exemplo. No futuro, não. O próprio computador deve ser capaz de fazer isso sozinho, já que os dados presentes na web já estarão hiperlinkados e significados como sendo o livro de Sérgio Buarque de Hollanda.

HTML 5

De certa forma, segundo o analista da W3C, isso já está acontecendo hoje. Para ele, é difícil prever o quanto da web será feita dessa forma, mas ele acredita que a websemântica seja “comum e trivial”. “É claro que não se vai atribuir valor semântico a tudo que se publica na web. O que é certo é que a websemântica dará maior velocidade à rede”, afirma.

E um dos caminhos para que se acelere a utilização da websemântica é a utilização do HTML 5, linguagem de programação que promete tornar mais simples a implementação dessa tecnologia. Desde o ano passado, empresa como Google, Apple, Microsoft, Mozilla e Opera já implementaram grandes partes dessa linguagem.

Durante palestra no 12º Fórum Internacional Software Livre (fisl12), que acontece até sábado em Porto Alegre, Cecconi demonstrou algumas formas simples de programar, por exemplo, um formulário na web, fazendo com que o público, em sua maioria programadores que nunca mexeram com essa nova linguagem, soltassem interjeições de surpresa com a facilidade em desenvolver conteúdo para web em HTML 5.

“A linguagem HTML 5 torna a web mais simples para quem desenvolve, para quem publica e para quem utiliza a web, tornando a internet muito mais rica, interativa e criativa”, afirma Cecconi.

Fonte: Terra

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12

ago
2010

Um Comentário

Em Blog

Por Vinicius AC

Autorregulamentação conflita com partidarização

Em 12, ago 2010 | Um Comentário | Em Blog | Por Vinicius AC

Judith defendeu o uso político da imprensa a pouquíssimo tempo, estão é muito suspeita esta defesa da autorregulamentação. É escandaloso que um órgão/setor/entidade explicitamente partidarizada deseje se autorregular.

Autorregulamentação no jornalismo

JUDITH BRITO ( Da Folha )
Democracias de verdade dispensam leis de imprensa. Valem para as empresas jornalísticas e os jornalistas as mesmas leis de danos morais que valem para a sociedade em geral. Disse muito bem um grande jornalista brasileiro, Cláudio Abramo, num texto hoje já clássico, que “não existe uma ética específica do jornalista: sua ética é a mesma do cidadão”. Lembrou Abramo: “O que o jornalista não deve fazer que o cidadão comum não deva fazer? O cidadão não pode trair a palavra dada, não pode abusar da confiança do outro, não pode mentir”.

Mesmo assim, diante da grande presença e da influência que têm os meios de comunicação nas democracias modernas, nelas os jornalistas, as empresas e as associações representativas do setor costumam definir princípios éticos que devem ser obedecidos no exercício da atividade.

De uma forma geral, são princípios que seguem a fórmula simples e evidente do mestre Abramo. No Brasil, muitas empresas jornalísticas têm seus códigos de ética. A Associação Nacional de Jornais também tem seu código de ética e autorregulamentação. Com o fim da Lei de Imprensa que vigorava até o ano passado, tem crescido no país o debate sobre a necessidade de autorregulamentação mais efetiva do exercício do jornalismo.

Há quem fale em autorregulamentação como antídoto contra a criação de conselhos ou mecanismos chapa-branca de regulamentação, na linha de propostas tentadas nos últimos anos por grupos obscurantistas partidários do “controle social da mídia”.

É preciso deixar bem claro que qualquer iniciativa de interferência de instâncias governamentais no exercício do jornalismo estará sempre fadada à inconstitucionalidade. Nossa Constituição é categórica no sentido de que a liberdade de expressão não pode sofrer nenhum tipo de restrição. Por isso, o Supremo Tribunal Federal acabou com a famigerada Lei de Imprensa.

De qualquer forma, contudo, é válido o debate sobre a autorregulamentação. Em outras democracias modernas, em diferentes graus e modelos, a autorregulamentação está institucionalizada. Criou-se nesses países toda uma cultura de respeito a princípios éticos fundamentais para que o jornalismo siga cumprindo seu essencial papel na sociedade.

Mais do que a criação de uma instância de autorregulamentação, o que precisamos no Brasil é exatamente disseminar ainda mais a cultura de respeito aos princípios éticos do jornalismo. Os cidadãos devem estar atentos para os códigos de ética de cada jornal, de cada veículo de comunicação, e cobrar que sejam seguidos. Não podemos nunca esquecer que a credibilidade é o maior patrimônio do jornalismo.

Em relação ao Judiciário, o fundamental é que nunca se avance contra os princípios da Constituição e se pratique a censura. Todo o conceito de liberdade de expressão está baseado no fundamento de que qualquer punição nesse campo se dará sempre a posteriori. Afinal, acima de tudo, a sociedade tem direito à informação, sem restrições ou censura.

A democracia brasileira, da qual muito devemos nos orgulhar, é uma obra em progresso iniciada com a Constituição de 88. A liberdade de expressão consagrada nessa Constituição tem sido um elemento fundamental desse processo e assim deve permanecer. Cabe avançarmos na cultura da autorregulamentação para valorizarmos o exercício do jornalismo com liberdade e responsabilidade.

In Folha, por Judith Brito, presidente da ANJ (Associação Nacional de Jornais)
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A imprensa como partido político

Por Washington Araújo em 20/4/2010, do Observatório da Imprensa

Esperei baixar a poeira. Em vão, porque a poeira existiu apenas na internet. E tudo porque me causou estranheza ler no diário carioca O Globo (18/3/2010) a seguinte declaração de Maria Judith Brito, presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ) e executiva do grupo Folha de S.Paulo:

“A liberdade de imprensa é um bem maior que não deve ser limitado. A esse direito geral, o contraponto é sempre a questão da responsabilidade dos meios de comunicação e, obviamente, esses meios de comunicação estão fazendo de fato a posição oposicionista deste país, já que a oposição está profundamente fragilizada. E esse papel de oposição, de investigação, sem dúvida nenhuma incomoda sobremaneira o governo.”

E como a poeira não baixou resolvi colocar no papel as questões que foram se multiplicando, igual praga de gafanhotos, plantação de cogumelos, irrupção de brotoejas. Ei-las:

1. É função da Associação Nacional de Jornais, além de representar legalmente os jornais, fazer o papel de oposição política no Brasil?

2. É de sua expertise mensurar o grau de força ou de fraqueza dos partidos de oposição ao governo?

3. Expirou aquela visão antiquada que tínhamos do jornalismo como sendo o de buscar a verdade, a informação legítima, para depois reportar com a maior fidelidade possível todos os assuntos que interessam à sociedade?

4. Como conciliar aquela função antiquada, própria dos que desejam fazer o bom jornalismo no Brasil, como tentei descrever na questão anterior, com a atuação político-partidária, servindo como porta-voz dos partidos de oposição?

Mesmo assim sinto ser oportuno aclarar que entendo como papel da mídia atividades como registrar, noticiar os fatos, documentar, fiscalizar os poderes, denunciar abusos e permitir à população uma compreensão mais ampla da realidade que nos abarca. Neste rol de funções não contemplo o de ser porta-voz de partido político, seja este qual for. Ora, o governo tem limites de ação: operacionais, constitucionais, políticos. A mídia, quando não investida de poderes supraconstitucionais, também tem seus limites que não são tão flexíveis a ponto de atender as conveniências dos seus proprietários ou concessionários. É prudente e sábio reconhecer que em uma sociedade democrática todos os setores precisam de regulação – e a mídia não é diferente. E é bom que não seja. Afinal, a lei é soberana e a ela todos devem se submeter, já escrevia o pensador Shoghi Effendi (1897-1957) na segunda metade de 1950. Nada mais atual que isto.

Veja matéria completa aqui: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=586JDB003

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