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banco de dados

14

maio
2012

Sem Comentários

Em Blog
Dados
Wordpress

Por Allison

Puxar informações de comentários do banco de dados do WordPress

Em 14, maio 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Dados, Wordpress | Por Allison

Fonte: IMasters/Paulo Faustino

Uma das melhores formas de coletar e-mails dos usuários é através do formulário de comentários do WordPress. Ao invés de usar um plugin, é possível criar uma função customizada para criar uma listagem de e-mails a partir dos dados submetidos pelos usuários. O truque é conseguir puxar a informação dos comentários do banco de dados do WordPress e fornecer, por exemplo, uma caixa de submissão de comentário com subscrição por e-mail.

Essa tática pode ser usada para várias funcionalidades além de coletar e-mails dos usuários, como puxar a informação dos comentários, a data, o URL do comentador, e basicamente toda a informação que esteja na tabela wp_comments do WordPress. Recentemente, os colegas do blog digwp realizaram alguns testes interessantes com essa tabela, e você poderá fazer o mesmo, caso pretenda puxar informações de comentários do banco de dados do seu WordPress.

Você pode puxar e mostrar qualquer tipo de informação dessa tabela em qualquer página ou artigo do seu site. O que você necessita é uma página não-pública (ou outra localização) para mostrar os resultados (“não-pública” especialmente se você quiser puxar e-mails dos usuários). O ideal é você criar uma página privada ou selecionar um template customizado que tenha disponível. Ao carregar a página, aparecem todos os e-mails dos usuários, por exemplo.

Puxar informações do banco de dados

Se você tem uma página com formulário de captura de e-mails e pretende coletar a informação num local específico, para depois contatar esses usuários por e-mail, terá forçosamente que usar algumas funções customizadas do WordPress. Para puxar a informação, teremos que realizar algumas queries no banco de dados do WordPress, selecionar as nossas colunas da tabela wp_comments e depois mostrar essas informações em uma página personalizada/privada.

A respeito das queries SQL, puxar informações da tabela de comentários é muito básico e simples, mas puxar informações de comentários de um artigo em específico, por exemplo, já é bem mais complexo. Para fazê-lo, iremos necessitar da seguinte query:

SELECT DISTINCT comment_author, comment_author_email, comment_author_IP
FROM (
SELECT DISTINCT comment_author, comment_author_email, comment_author_IP
FROM wp_comments WHERE comment_post_ID = 1
) AS WHATEVER

Como pode ver, com essa query podemos puxar qualquer coluna da tabela wp_comments. Na query de exemplo, estamos selecionando as colunas comment_author, comment_author_email, e comment_author_IP.

Se você tiver acesso ao seu banco de dados, você pode usar programas como o phpMyAdmin para executar a query automaticamente. Caso não tenha acesso, teremos que usar uma página privada do WordPress para o efeito. Abra um template de página do WordPress e coloque o seguinte código depois da função the_content():

<?php //grab the data
$comment_info = $wpdb->get_results("SELECT DISTINCT comment_author, comment_author_email, comment_author_IP
FROM (SELECT DISTINCT comment_author, comment_author_email, comment_author_IP
FROM wp_comments
WHERE comment_post_ID = 1
) AS WHATEVER");
// display the results
echo '<ul>';
foreach($comment_info as $info) {
echo '<li><strong>'. $info->comment_author .'</strong> - '. $info->comment_author_email .' - <small>'. $info->comment_author_IP .'</small></li>';
}
echo '</ul>';
?>

Selecione apenas o ID do artigo e voilá! Quando você visita a sua página privada no browser, você irá ver uma listagem similar a esta:

  • Guilherme – gui@hotmail.com – 123.456.789
  • Antônio – max@gmail.com – 987.654.321
  • Salvador Dali – dali@email.com – 456.789.123

Até já!

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27

abr
2012

Sem Comentários

Em Blog
Dados

Por Allison

Versão 5.5.23 do MariaDB é liberada e traz melhorias de desempenho

Em 27, abr 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Dados | Por Allison

Fonte: IMasters

Com informações de The H

A versão 5.5.12 do MariaDB, um substituto drop-in para o MySQL, foi publicada pelos desenvolvedores no Monty Program. O primeiro release estável para o banco de dados open source inclui melhorias de desempenho e a adição de novas funcionalidades em relação ao MySQL 5.5.23, no qual foi baseado.

De acordo com os desenvolvedores, a funcionalidade thread pool agora está significativamente mais eficiente, tornando-se comparável à mesma funcionalidade de fonte fechada no MySQL Enterprise. Outras mudanças incluem uma opção @@skip_replication e atualizações para o mysql_real_connect(), assim como a adição de um novo argumento INSTALL SONAME e otimizações em LIMIT ROWS EXAMINED.

Os desenvolvedores ressaltaram que, como o MariaDB 5.5.23 inclui o MariaDB 5.3.6, a atualização corrige um problema sério de segurança que poderia permitir que um usuário se conectasse com uma senha inválida em certas circunstâncias. Usuários com versões mais antigas são alertados para realizarem a atualização o mais rápido possível.

Mais detalhes sobre a nova versão, incluindo uma lista completa de mudanças, podem ser encontrados neste link, nas notas de lançamento e no change log. O MariaDB 5.5.23 está disponível para download para sistemas de 32 e de 64 bits.

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25

abr
2012

Sem Comentários

Em Blog
Dados

Por Allison

Apache Cassandra 1.1 está disponível para download

Em 25, abr 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Dados | Por Allison

Fonte: IMasters

Com informações de The H

A Apache Software Foundation anunciou a disponibilidade da versão 1.1 do Apache Cassandra, o banco de dados distribuído “NoSQL” de código aberto e altamente escalável. A versão traz melhorias em seu cache, na integração do Hadoop, no controle de armazenamento e de diretório de dados, e na escalabilidade.

O CQL, Cassandra Query Language, também foi revisto e passou a figurar como a versão 3.0, com um evoluído modelo de esquema e a capacidade de criar tabelas com várias colunas de chaves primárias e outras alterações.

O Cassandra 1.1 foi liberado sob a licença Apache 2.0 e releases binários estão disponíveis para download a partir do site do projeto.

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22

abr
2012

Sem Comentários

Em Blog
Dados

Por Allison

O que é e como usar o MySQL?

Em 22, abr 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Dados | Por Allison

Fonte: Pedro Pisa/TechTudo


O MySQL é um sistema gerenciador de banco de dados relacional de código aberto usado na maioria das aplicações gratuitas para gerir suas bases de dados. O serviço utiliza a linguagem SQL (Structure Query Language – Linguagem de Consulta Estruturada), que é a linguagem mais popular para inserir, acessar e gerenciar o conteúdo armazenado num banco de dados.

Na criação de aplicações web abertas e gratuitas, o conjunto de aplicações mais usado é o LAMP, um acrônimo para Linux, Apache, MySQL e Perl/PHP/Python. Nesse conjunto de aplicações, inclui-se, respectivamente, um sistema operacional, um servidor web, um sistema gerenciador de banco de dados e uma linguagem de programação. Assim, o MySQL é um dos componentes centrais da maioria das aplicações públicas da Internet.

O sistema foi desenvolvido pela empresa sueca MySQL AB e publicado, originalmente, em maio de 1995. Após, a empresa foi comprada pela Sun Microsystems e, em janeiro de 2010, integrou a transação bilionária da compra da Sun pela Oracle Corporation. Atualmente, a Oracle, embora tenha mantido a versão para a comunidade, tornou seu uso mais restrito e os desenvolvedores criaram, então, o projeto MariaDB para continuar desenvolvendo o código da versão 5.1 do MySQL, de forma totalmente aberta e gratuita. O MariaDB pretende manter compatibilidade com as versões lançadas pela Oracle.

Como usar o MySQL

Para utilizar o MySQL, é necessário instalar um servidor e uma aplicação cliente. O servidor é o responsável por armazenar os dados, responder às requisições, controlar a consistência dos dados, bem como a execução de transações concomitantes entre outras. O cliente se comunica com o servidor através da SQL. A versão gratuita do MySQL é chamada de Edição da Comunidade e possui o servidor e uma interface gráfica cliente.

Interface inicial do MySQL Workbench

O servidor deve ser instalado e configurado para receber conexões dos clientes. No MySQL, o principal cliente é a interface gráfica cliente fornecida pela Oracle, denominada MySQL Workbench. Através do MySQL Workbench, pode-se executar consultas SQL, administrar o sistema e modelar, criar e manter a base de dados através de um ambiente integrado. O MySQL Workbench está disponível para Windows, Linux e Mac OS.

Na interface de modelagem de base de dados do MySQL Workbench, pode-se definir as entidades da base de dados, seus atributos e relacionamentos. Em banco de dados, deve-se definir configurações importantes para os bancos de dados, como as chaves primárias e estrangeiras e os atributos que devem ser indexados. Todas essas configuras são definidas nessa interface.

Interface de modelagem da base de dados do MySQL Workbench

Na figura abaixo, apresenta-se a interface de administração do aplicativo, a qual consiste de informações sobre o status do sistema, como uso de processamento, memória e conexões simultâneas, e de configurações do sistema de gerenciamento e das bases de dados.

Configurações do sistema gerenciador consistem, entre outras mais complexas, da porta TCP, que deve ser conectada, e da pasta onde os arquivos das bases de dados são salvos no disco. As configurações específicas das bases de dados consistem na codificação dos dados, nas permissões de acesso, por exemplo.

Interface de administração do MySQL Workbench

No editor genérico de consultas, ilustrado na imagem abaixo, o administrador pode executar consultas para buscar informações especificas ou testes. Basta inserir a consulta SQL, na parte superior da janela, e os resultados são exibidos na guia “Output” da metade inferior da janela. Na guia “Overview”, o administrador pode obter os nomes das tabelas, visões e rotinas de cada base de dados criada no sistema.

Editor genérico de consultas SQL do MySQL Workbench

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17

abr
2012

Sem Comentários

Em Blog
Dados

Por Allison

MySQL 5.6.2 introduz a interface NoSQL

Em 17, abr 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Dados | Por Allison

Fonte: IMasters

Com informações de The H

A Oracle lançou a versão 5.6.2 do MySQL, que ganhou melhorias no recurso de replicação e a capacidade de passar do framework SQL para um acesso mais rápido a dados e para performace parecida com NoSQL.

Reagindo às demandas dos clientes para a melhoria da velocidade de transação, o MySQL 5.6.2 introduz uma interface NoSQL usando a API memcached, que permite aos usuários acessar diretamente o mecanismo de armazenamento InnoDB, ignorando completamente o SQL, mantendo a compatibilidade com o modelo de banco de dados relacional. Os recursos do NoSQL foram originalmente vistas em um “laboratório instantâneo” em abril de 2011. A replicação também tem recebido vários novos recursos no MySQL 5.6.2, incluindo melhorias de desempenho e melhorias de integridade de dados, tais como novas replicações de checksums e a recuperação automática de escravos de banco de dados com falhas.

Mais informações sobre o lançamento você encontra aqui. O software experimental está licenciado sob a GPLv2 e pode ser baixado do site do MySQL Labs. Como acontece com todo o software experimental, os usuários são lembrados de que o objetivo é usá-los em teste e não deve ser usados em ambientes de produção.

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11

abr
2012

Sem Comentários

Em Blog
Dados
Redes Sociais

Por Allison

Twitter abre código de melhorias que promoveu no MySQL

Em 11, abr 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Dados, Redes Sociais | Por Allison

Fonte: IMasters

Com informações de The H

O Twitter anunciou que está abrindo o código do trabalho que fez para melhorar o MySQL em seus sistemas de produção. O microblog é um grande usuário do MySQL – utiliza-o para timeline, dados do usuário, gráfico de interesse e armazenamento de tweets – e vem adaptando-o às suas necessidades.

As mudanças incluem tornar o MySQL mais monitorável ao exportar mais informações da engine de armazenamento InnoDB e fazer com que o MySQL se torne mais previsível ao alocar buffers na inicialização em máquinas com muita quantidade de memória, além de melhorar intervalos e cancelamentos em consultas.

Outras modificações otimizam o MySQL para sistemas baseados em SSD ao mudar o comportamento para reduzir o número de escritas no disco, o que deveria melhorar a expectativa de vida dos drives SSD. Além disso, o Twitter desenvolveu uma técnica para exportar e restaurar o pool buffer InnoDB, que é usado como parte de suas ferramentas de construção para fornecer restaurações contínuas para sistemas.

As alterações foram publicadas no GitHub sob a licença New BSD e estão documentadas. Além disso, o histórico de mudanças está disponível.

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10

abr
2012

Sem Comentários

Em Blog
Dados

Por Allison

Apache CouchDB 1.2 aumenta velocidade e comprime mais

Em 10, abr 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Dados | Por Allison

Fonte: IMasters

Com informações de The H

Os desenvolvedores do Apache CouchDB anunciaram melhorias em desempenho e em segurança na versão 1.2 do banco de dados NoSQL. A atualização também traz uma nova implementação de replicação e o padrão para habilitar compressão de arquivos para o banco de dados e para os arquivos do index view.

Além disso, a nova versão foi lançada junto com uma reforçada presença do banco de dados na Apache Software Foundation.

O CouchDB faz muito uso do format de dados JSON e, na 1.2, os desenvolvedores moveram partes críticas do parser do JSON para o Com (usando a biblioteca yail), que, segundo eles, melhorou a latência e a taxa de transferência do sistema. Bancos de dados e índices para views agora são passados através do sistema de compressão Snappy, do Google, reduzindo a quantidade de dados transferida para e a partir do disco; essa redução em I/O também melhorou o desempenho do banco de dados e permitiu vários aprimoramentos em algoritmos, o que resultou na melhoria de operações comuns, como a construção de views.

A segurança também foi modificada no Apache CouchDB 1.2, o que levou a algumas rupturas de compatibilidade com versões anteriores. Agora, o banco de dados dos usuários não está legível para todos e, ao acessar os dados no replicador do banco de dados, irá retornar documentos retirados de informações confidenciais, como senhas e tokens OAuth. O CouchDB agora gerencia, de forma consistente, o hashing de senhas antes de seu armazenamento, em vez de confiar nos aplicativos do cliente para isso. Além disso, segredos do OAuth dentro do banco de dados e cookies de autenticação persistente também são suportados pelo CouchDB.

Outras mudanças incluem um novo sistema replicador, que, segundo os desenvolvedores, é mais confiável e rápido que o anterior; maior abrangência de opções de configuração para permitir melhor tuning para ambientes particulares; e melhorias no sistema de building e de logging, além de várias correções de bugs.

Detalhes estão disponíveis aqui. O Apache CouchDB 1.2 pode ser baixado neste link, e uma versão para Mac OS X chegará em breve.

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28

mar
2012

Sem Comentários

Em Blog
NoSQL

Por Allison

Um olhar sobre alguns bancos de dados NoSQL

Em 28, mar 2012 | Sem Comentários | Em Blog, NoSQL | Por Allison

Fonte: Mikayel Vardanyan/IMasters

Texto original disponível em http://blog.monitis.com/index.php/2011/06/06/a-look-at-some-nosql-databases-mongodb-redis-and-basho-riak/

Em um artigo anterior, falei sobre o NoSQL e algumas ferramentas para serem usadas com ele. Neste artigo, daremos uma olhada no MongoDB, no Redis e no Riak.

O MongoDB combina o melhor dos armazenamentos chave-valor, documentos de bancos de dados, bancos de dados (ou database?) de objeto e sistemas de gerenciamento de bancos de dados relacionais (RDBMS). Isso significa que o MogoDB executa o sharding automaticamente (como com armazenamentos chave-valor), permite documentos de schema dinâmicos baseados em JSON, e oferece uma rica linguagem de query na forma de RDBMS. Além disso, o MongoDB oferece auto-sharding (o sharding de dados novos e pré-existentes é feito automaticamente) e um recurso de implementação MapReduce.

Dê uma olhada mais de perto no cluster MongoDB, e você verá que ele é feito de vários tipos de servidores:

  • Servidores shard que armazenam dados
  • Servidores de configuração que armazenam a configuração
  • Servidores router que recebem e roteiam as solicitações
  • Uma thread de servidor usando MapReduce

Alguns fatos adicionais sobre MongoDB: é uma ferramenta de armazenagem distribuída orientada a documentos e usa a linguagem de implementação C++. Com o progresso do schema, documentos do tipo JSON são armazenados, e schemas dinâmicos podem ser usados. Entre as companhias que usam o MongoDB encontramos: Shutterfly, Evite e The New York Times. Impressionante! Uma das coisas bacanas das quais gosto a respeito desse produto é a existência de uma interface web bastante boa, que permite testar o MongoDB em seu browser – mas usando uma shell JavaScript.

O Redis não é um simples armazenamento chave-valor, porque suporta uma variedade de valores em diferentes estruturas de dados, tais como listas e conjuntos de binary-safe strings, bem como conjuntos ordenados, que contêm uma pontuação de números float. No ano passado, o VMWare se tornou patrocinador do Redis.

Ele possui uma orientação chave-valor, e sua linguagem de implementação é ANSI C. Entretanto, o Redis não é distribuído. Sob seu schema, Redis oferece um armazenamento chave-valor, usando um nome-chave de servidor para armazenar e recuperar valores. Como MongoDB, o Redis tem uma lista impressionante de clientes – incluindo Python, Twisted Python e a nova linguagem do Google, Go. O Redis é open source, e há uma página muito bacana que oferece um tutorial Redis que permite experimentá-lo diretamente de seu browser usando JavaScript. Descubra-a em http://try.redis-db.com.

Riak é um banco de dados híbrido fabricado pela BashoTecnologies, mas é baseado no Amazon Dynamo. Funciona como um banco de dados (tradução de database?) orientado para documentos, e também com um armazenamento chave-valor distribuído. É tolerante a falhas e faz escalas linearmente. É direcionado para uso em aplicativos web. Como o Cassandra, não tem um controlador central, e assim não tem um ponto único de falhas.

O Riak é um armazenamento de chaves/valor plenamente distribuído, e implementa o MapReduce.

O design do Riak inclui três elementos básicos: buckets, chaves e valores. Os dados são organizados em buckets, que são pouco mais do que flat namespaces para agrupar logicamente pares chave/valor. Os buckets podem armazenar os dados diretamente ou através de links para outro bucket. Todos os nós no cluster têm o mesmo papel. O sharding de dados (existentes ou novos) é feito automaticamente entre os nós.

O Riak vem tanto em versão comercial quanto em versão open source. Roda em Unix, mas não em sistemas Windows. Ele é distribuído, um sistema tanto de documento quanto de armazenamento chave-valor, e sua linguagem de implementação é Erland, juntamente como alguma coisa de C e de JavaScript.

O Riak tem uma estrutura simples e não usa tipos de dados específicos. Os valores associados às chaves são objetos. O Riak interage com clientes via JSON sobre a interface HTTP; tem drivers para Erlang, Python, Java, PHP, JavaScript e Ruby; e, finalmente, uma interface de cliente que suporta o Protocol Buffers, do Google. A base de clientes do Riak inclui a Comcast.

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16

fev
2012

Sem Comentários

Em Blog
Dados
SQL

Por Allison

Atualização do MySQL Cluster traz melhoria de desempenho

Em 16, fev 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Dados, SQL | Por Allison

Com informações de The H

Fonte: IMasters

A Oracle liberou a versão 7.2 do MySQL Cluster, que aumenta consideravelmente a velocidade do banco de dados em rede. Segundo a empresa, a funcionalidade “Adaptive Query Localisation” permite que o cluster responda a consultas mais de 70 vezes mais rápido.

A ideia por trás dessa funcionalidade é que, em vez de deixar todo o processamento de consultas para o servidor central, os nós de dados individuais agora possuem inteligência suficiente para responder a partes das consultas. Isso reduz a quantidade de dados que é enviada para o servidor. A tecnologia é voltada para aumentar a velocidade de consultas que combinam várias tabelas usando JOIN.

Além disso, a memcached API também foi adicionada à nova versão. Isso permite que bancos de dados sejam endereçados como tabelas relacionais através do SQL e como dados key/value no NoSQL. Agora, clusters em diferentes locais físicos podem ser interconectados, e as tabelas comuns de privilégios do usuário foram consolidadas.

O MySQL Cluster 7.2.4 está disponível para download para várias distribuições Linux, Windows e Solaris. Um vídeo sobre o MySQL Cluster pode ser assistido aqui.

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12

fev
2012

Sem Comentários

Em Blog
Wordpress

Por Allison

Ter seu blog hackeado não é tão difícil

Em 12, fev 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Wordpress | Por Allison

Este artigo foi escrito pelo colaborador Yure Santana que bloga no Blog Indignado, onde escreve sobre esportes, curiosidades, novelas, noticias, TV, dicas e etc.

Fonte: CriarSites

Ao contrario do que muitos pensam. Ter o blog hackeado não é muito difícil. Eu mesmo já passei por esta situação, em dezembro do ano passado (2011) o meu blog, o Blog Indignado, teve a pagina inicial – a index – trocada por outra, que mostrava a imagem de um Papai Noel.

Graças a Deus consegui resolver essa situação rapidamente e não me trouxe maiores problemas. Eu diária que esta situação até que foi boa, pra me alertar do que se pode acontecer quando não tomamos certas medidas para proteger nossos blogs.

Hoje vou tentar ajudar vocês com algumas dicas para que não passe pelo mesmo que passei.

Troque o endereço da pagina de login

Ao trocar o endereço da pagina de login do seu blog você estará se protegendo de entradas forçadas ao seu blog. Para trocar a URL da pagina de login basta localizar o arquivo “wp-login.php” na pasta em que o WP esta instalado e modificar o nome do arquivo para outro qualquer mantendo a extensão “.php”, claro.

Modifique o prefixo da tabela do banco de dados

Por padrão o prefixo do banco de dados do WordPress é “wp_”. Ao trocar você deixará quem tentar hackear seu blog perdido, já que ele não saberá o prefixo do seu banco de dados. A maneira mais simples de trocar o prefixo da tabela do banco de dados depois da instalação, em minha opinião, é com o plugin WP Security Scan.

Apague o usuário “adm”

Após instalar o WordPress apague o usuário “adm” imediatamente, mas lembre-se de criar o seu usuário primeiro.

Faça backup regulamente

Sempre faça backups do seu blog e salve em seu computador. Faça pelo menos um backup por semana e/ou sempre que for editar ou trocar de tema. Se não sabe como fazer um backup, veja: Como fazer o backup do banco de dados pelo phpMyAdmin.

Instale alguns plug-ins necessários

Alguns plug-ins são indispensáveis para quem deseja segurança no WordPress.

São eles:

WP Security Scan: Com este plug-in é possível alterar o prefixo das tabelas do banco de dados, fazer backup do banco de dados e também faz um escaneamento do seu blog procurando por vulnerabilidades, se encontrar lhe ará dicas para resolver o problema.

Login LockDown: Este plug-in salva todos os endereços de IP que tentou fazer o login em seu blog e por algum motivo não conseguiu. Depois de um numero especifico de tentativas ele bloqueia a caixa de login, impedindo assim a entrada forçada.

Conclusão

Acredito que se você usar todas as dicas aqui dadas você estará protegendo seu blog no WordPress de possíveis ataques de hackers e assim contribuindo para o seu sucesso na blogosfera. O ataque que o Blog Indignado sofreu foi insignificante, mas que poderia ser evitado se eu tivesse tomado essa metidas.

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01

fev
2012

Sem Comentários

Em Blog
Dados
NoSQL

Por Allison

DynamoDB da Amazon: NoSQL na nuvem por preços módicos

Em 01, fev 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Dados, NoSQL | Por Allison

Fonte: Postado por JP Morgenthal/traduzido por Eder Ignatowicz/InfoQ

A Amazon lançou o DynamoDB, apresentado por Werner Vogels, CTO do AWS, em seu blog como uma base de dados NoSQL projetada para aplicações de internet. Esses serviços de banco de dados do AWS oferecem armazenamento com preço razoável e alta disponibilidade (graças à arquitetura de alto desempenho baseada em discos de estado sólido, ou SSD). O serviço introduz um novo concorrente ao universo em expansão de provedores NoSQL em nuvem, que inclui o Cloudant e o MongoHQ, por exemplo.

Com custo de um dólar por mês por gigabyte de discos SSD gerenciados, o AWS apresenta-se como um forte concorrente para outras soluções de gerenciamento NoSQL. Além disso, diferencia-se pela oferta de diversos outros serviços integrados ao DynamoDB, que pode ser uma vantagem se comparado com a utilização de múltiplos fornecedores de serviços diferentes.

Mas qual seria o potencial desse serviço? Pode-se ter uma ideia fazendo uma busca simples no Google por “Managed NoSQL Databases” (bancos NoSQL gerenciados), que resulta em muitas citações referentes ao DynamoDB, deixando, porém, os competidores bem abaixo nos resultados. Há também um post detalhado de Jonathan Ellis, no DataStax, comparando o Cassandra (outra importante solução NoSQL) com o DynamoDB.

Os resultados de Ellis são apoiados pela NetFlix, que utiliza amplamente o Cassandra no AWS e vem obtendo resultados muito positivos com performance e não sinaliza com planos de migração para o DynamoDB. Mas a visão da NetFlix sobre o novo serviço é bastante positiva. De acordo com Adrian Cockroft, CTO do empresa:

Agora que o DynamoDB foi lançado, uma questão óbvia é se o Netflix tem planos de utilizá-lo. A resposta curta é não, pois o DynamoDB só oferece um subconjunto das funcionalidades do Cassandra. Mas isso não tira o valor da grande evolução do DynamoDB em relação ao SimpleDB, em desempenho, escalabilidade e latência. Para novos clientes ou usuários que se depararam com limites de escalabilidade do MySQL ou MongoDB, o DynamoDB apresenta-se como excelente opção para começar a usar fontes de dados no AWS. As vantagens de uma administração transparente, além da maior performance e escalabilidade dos discos de estado sólido, são convidativas.

De acordo com Werner Vogel, o DynamoDB não se trata apenas de mais um serviço, pois a própria Amazon o está utilizando em seus produtos de nuvem. Se a Amazon encontrar um mercado de desenvolvedores disposto a criar aplicações que utilizem o DynamoDB, isto pode representar uma vantagem inicial em relação a outros provedores de serviços NoSQL. No entanto, como o DynamoDB não é open source, nem está disponível para download, esta solução NoSQL pode não ser adotada como primeira opção, pelos desenvolvedores web.

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23

nov
2011

Sem Comentários

Em Blog
PHP

Por Allison

phpFormGenerator – Desenvolva formulários de contato para seu site sem saber programar

Em 23, nov 2011 | Sem Comentários | Em Blog, PHP | Por Allison

O phpFormGenerator é uma ferramenta utilizada para desenvolvimento de formulários em PHP sem que você precise fazer qualquer tipo de codificação! Aqueles formulários com várias opções para marcar, listas de opções e outros controles que você possa imaginar, são adicionadas de forma automática com essa ferramenta.

Está ferramenta utiliza uma interface web para guiar os usuários pelos passos a serem seguidos para chegar ao resultado: o formulário. É uma ferramenta muito completa, gratuita e além de você poder enviar a mensagem do formulário para um e-mail, você pode também salvá-la em um banco de dados!

COMO FUNCIONA

Primeiramente, você precisa ter o script em mãos para poder instalá-lo em seu servidor. Você pode baixá-lo no site do projeto: http://sourceforge.net/projects/phpformgen/ . Lembrando: você precisa de um serviço de hospedagem com suporte a PHP e com a função mail() do PHP ativada. Após fazer o download você deve descompactar o arquivo utilizando o Winrar ou similar e em seguida fazer o upload da pasta descompactada para o servidor.

Após isso acesse a pasta que foi enviada para o seu servidor: www.seusite.com/phpform

OBS: para você ter acesso a interface e poder criar os seus formulários você deve atribuir permissão de leitura/escrita para as seguintes pastas:

  • forms
  • forms/admin
  • use
  • forms/admin/config.inc.php
  • forms/admin/data.dat
  • forms/form1.html
  • forms/process.php

Informações postadas por Fábio Almeida do blog Criar Programas

Fonte: CriarSites

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