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08

jan
2012

Sem Comentários

Em Blog
Java

Por Allison

NetBeans 7.1 é liberado

Em 08, jan 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Java | Por Allison

A versão 7.1 do NetBeans foi lançada, e a principal funcionalidade do IDE baseado em Java é a introdução do suporte para JavaFX 2.0, incluindo compilação, depuração e definição de perfil dos aplicativos, e seu desenvolvimento para o desktop como um applet ou via JNLP.

O suporte para NetBeans JavaFX requer o JavaFX 2.0 SDK – downloads para Windows e Mac OS X apenas -, que foi construído com o mais recente Java 7 SDK. Melhorias no Swing GUI Builder, CSS3, e no suporte e nas ferramentas para depuração das interfaces de usuário do Swing e do JavaFX também foram incorporadas.

Além disso, o suporte para Git foi totalmente integrado ao NetBeans 7.1, e criar versões no IDE ficou mais fácil de gerenciar com a adição de uma barra de histórico na janela de edição do arquivo. Outra melhoria é a chegada da funcionalidade “Inspect and Refactor”, que permite que refatorações protegidas sejam aplicadas ao código.

Desenvolvedores do Java EE encontrarão mais opções de implementação suportadas pelo Glassfish, suítes de componentes JSF e melhorias para Java Persistence, Web Services e EJB. Desenvolvedores do PHP verão que o NetBeans 7.1 tem um depurador melhor, suporte para PHPUnit e templates Smarty. E desenvolvedores do NetBeans Platform agora são capazes de usar as novas APIs do Window System.

Mais detalhes sobre o NetBeans 7.1 podem ser encontrados no site do projeto, nas notas de lançamento e em tutoriais.

Com informações de The H

Fonte: IMasters

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21

dez
2011

Sem Comentários

Em Blog
JavaScript

Por Allison

CoffeeScript 1.2.0 é disponibilizado

Em 21, dez 2011 | Sem Comentários | Em Blog, JavaScript | Por Allison

A versão 1.2.0 do CofeeScript, linguagem que converte arquivos CoffeeScript em JavaScript, foi disponibilizada. Ela traz uma sintaxe melhorada do JavaScript, inspirada em outras linguagens dinâmicas, mas o código do CoffeeScript é então compilado “one-to-one” para JavaScript para portabilidade. O resultado é um fragmento legível do JavaScript.

A atualização melhora os switches –watch ( que monitora arquivos para mudanças quando executa um comando como recompilação) e o –join (que pega o resultado do javaScript a partir da compilação e o transforma em um único arquivo) no comando coffee no coração do CoffeeScript.

Usuários agora podem adicionar e remover diretórios de uma pasta watched e usar os dois switches juntos. Outras mudanças incluem a habilidade de jogar uma exceção como parte de uma expressão, melhorias ao lidar com comentários, e correções para várias regressões encontradas na versão anterior, a 1.1.3.

O CoffeeScript está disponível para download a partir do site do CoffeeScript no GitHub, na qual os usuários podem encontrar uma introdução e documentação de referência para a linguagem, instruções de instalação, um guia para recursos e o change log. O CoffeeScript requer o Node.js para rodar o compilador e é publicado sob a licença MIT.

Com informações de The H

Fonte: IMasters

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29

jul
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Reflection: maximizando a produtividade em Java

Em 29, jul 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Reflection API (ou Reflexão em português) é muito usado por aplicações que necessitam examinar ou modificar o comportamento de aplicações que estão sendo executadas na maquina virtual Java (JVM). É uma técnica avançada utilizada por programadores mais experientes, mas é extremamente útil, pois é uma técnica poderosa e permite aos aplicativos executar operações que de outra forma seria impossível, geralmente tais técnicas são aplicadas quando quer construir o seu próprio Framework, pois com ela é possível:

Recursos de extensibilidade

Um aplicativo pode fazer uso externo de classes definidas pelo usuário através da criação de instâncias de objetos de extensibilidade usando seus nomes totalmente qualificados, ou seja, únicos.

Navegadores de classe e Ambientes de Desenvolvimento Visuais

Um navegador de classes precisa ser capaz de enumerar os membros de classes, enquanto os ambientes de desenvolvimento visual pode se beneficiar fazendo uso de informações de tipo disponíveis na reflexão para ajudar o desenvolvedor a escrever código correto. Ex. Netbeans e Eclipse

Depuradores e Ferramentas de Teste

Depuradores precisam ser capazes de examinar os membros privados em classes. Ferramentas de teste pode fazer uso de reflexão para sistematicamente chamar um conjunto de APIs detectável definido em uma classe, para assegurar um alto nível de cobertura de código em um conjunto de testes. Ex. jUnit e Debug do Netbeans ou Eclipse.

Quem nunca teve a necessidade de chamar um método pertencente a toda classe e seus objetos chamado getClass(), este método faz parte de um conjunto de métodos para descobrir classes, construtores, campos, métodos além de sua lista de membros, seja eles herdados ou não, ou mesmo privados.

E quando precisamos obter os descritores de uma classe de driver de banco de dados usando, por exemplo, o Class.forName(“com.mysql.jdbc.Driver”).

Fonte: Oracle.Com

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