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10

abr
2012

Sem Comentários

Em Androide
Blog

Por Allison

Torne-se um Desenvolvedor Android

Em 10, abr 2012 | Sem Comentários | Em Androide, Blog | Por Allison

Fonte: BlogdoExpert


Iniciar a carreira de desenvolvedor de aplicativos para dispositivos móveis pode ser promissor. Só em 2011, o mercado internacional de apps movimentou cerca de 6,8 bilhões de dólares. Até 2015, esse momentate pode chegar a algo entre 25 bilhões e 38 bilhões de dólares ao ano, de acordo com as consultorias MarketsandMarkets e Forrester Researc.

De acordo com João Moretti, diretor da consultoria MobilePeople, especializada em soluções de mobilidade corporativa, este mercado sempre terá vagas para os profissionais bem qualificados.

Apesar de o momento ser favorável, o interessado deve possuir alguns requisitos antes de publicar os seus aplicativos na loja virtual.

“Há 8 vagas abertas para desenvolvedor Android em minha empresa. É difícil achar um profissional porque muitos programadores dizem conhecer mais do que realmente sabem. É melhor dizer que saberá aproveitar as oportunidades de aprendizado durante a atuação na empresa do que decepcionar e frustrar a expectativa da companhia em relação a ele”, diz o Moretti.

O salário inicial de um desenvolvedor Android, segundo Moretti, é de 4 mil reais. A quantia pode variar de acordo com a região, aplicativos publicados e conhecimento na área.

“A vantagem de programar para este sistema operacional é o crescimento da plataforma e o interesse de vários fabricantes em usar esta tecnologia”, diz.

Veja abaixo oito dicas do especialista para criar os primeiros apps:


1 – Conheça o ambiente de programação – A primeira dica do especialista é estudar muito sobre o assunto. “O interessado deve ter em mente que criar aplicativos para dispositivos móveis não é tão simples como, por exemplo, programar para páginas da internet em versão para computadores”, diz.

Vale conversar com outros desenvolvedores para saber como é o ambiente de programação, mercado de trabalho e exigências para atuar na área. Muitos sites reúnem tópicos dedicados ao tema.

2 – Não exija muitos recursos avançados – Antes de criar um app, o desenvolvedor deve ter em mente que há certas limitações no ambiente mobile. No caso dos apps móveis, há algumas particularidades dos próprios dispositivos e que variam bastante de acordo com cada modelo e fabricante. Alguns aparelhos possuem recursos mais limitados em relação a outros dispositivos, como GPS, resolução de tela, câmera e duração de bateria.

O profissional deve ficar atento a isso. Exigir alto poder de processamento pode fazer a bateria durar menos e frustrar o usuário. “Estes detalhes não são notados quando o profissional trabalha com desenvolvimento para a versão de aplicativos web para desktops, pois os equipamentos são ligados na energia elétrica e praticamente todos os computadores suportam as exigências do software”, diz.

3 – Estude Java – O interessado em atuar na área deve saber a linguagem de programação Java. Para quem deseja dar os primeiros passos no assunto é possível ter uma noção do ambiente no site Code Year, da Codecademy. O serviço envia exercícios interativos semanais durante um ano e guia o usuário por meio de breves explicações.

Para iniciar o curso online, é necessário apenas informar um endereço de e-mail. As aulas dispensam a instalação de programas no computador do usuário.

4 – Matricule-se em um curso – O interessado também pode procurar uma escola profissionalizante que ofereça um treinamento de desenvolvimento para Android. “Há a opção de ler apostilas online e outros tipos de documentação grátis na internet, além de fóruns oficiais e outros criados por desenvolvedores”, comenta o diretor.

5 – Estude inglês – É fundamental estudar este idioma, segundo o diretor. Quem não possui ao menos o conhecimento intermediário de inglês terá dificuldade em ler os livros sobre o assunto, buscar ajuda na internet e usar o conhecimento adquirido ao criar os apps.

“Há uma carência de profissionais que falam inglês. A pessoa não precisa falar bem, mas ela deve ter um nível bom de leitura e interpretação para poder assimilar o conteúdo de estudo. Além de textos compartilhados na internet, há também livros e a maioria deles está em inglês”, diz.

6 – Baixe os softwares de desenvolvimento – Os interessados em criar apps para o sistema operacional móvel do Google devem ter o Java JDK instalado no computador, além do SDK do Android, que fornecerá as ferramentas e APIs necessárias para começar a desenvolver aplicativos que executam em dispositivos com Android.

O SDK do Android acompanha exemplos de códigos para começar a criar os apps e um simulador de telas de smartphones e tablets. Este software pode ser instalado nos sistemas operacionais Mac OS, Linux e Windows.

Além destes programas, que são essenciais para começar a desenvolver os aplicativos para Android, o interessado também pode optar por usar um software que simplifique a interface de programação e ofereça ferramentas adicionais. Vale conferir o Eclipse e o Plug-in ADT (Android Development Tools) para Eclipse, o MotoDev Studio(baseado em Eclipse), o Sencha (para criar app em HTML5), PhoneGap (que também suporta os sistemas operacionais iOS, BlackBerry, Windows Phone, WebOS e Symbian) e Appcelerator.

“A maior dificuldade em trabalhar com os softwares de desenvolvimento é a falta de experiência dos desenvolvedores e documentação atualizada compartilhada na web. Com certeza há grande carência de documentação. Não existe um guia pronto, atualizado e fácil de ser encontrado”, diz Moretti.

7 – Mantenha os apps atualizados – Isso garantirá a compatibilidade do aplicativo com os tablets e smartphones mais recentes. Desenvolver para Android não exige que o profissional compre um dispositivo móvel com este sistema operacional, pois os testes podem ser feitos no simulador dos softwares de criação. Apesar disso, Moretti recomenda testar os apps exaustivamente em mais de um aparelho físico (de prefências de fabricantes distintos e com diferentes versões do Androis) antes de divulgá-los na loja virtual.

“As constantes atualizações de modelos podem prejudicar o desenvolvimento dos apps para Android. Alguns aparelhos deixam de suportar alguns apps ou versões de sistema operacional após o lançamento de uma nova versão de Android, por isso é tão importante que o desenvolvedor acompanhe as mudanças do mundo mobile”, diz.

8 – Publique seu app no Google Play – Após elaborar um aplicativo, é hora de divulgá-lo na loja virtual, também conhecida como Android Market. O Google requer a criação de uma conta de desenvolvedor e o pagamento da taxa de registro que custa 25 dólares por meio do serviço Google Checkout.

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09

fev
2012

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Desenvolvedor do LibreOffice mostra protótipos para Android e HTML5

Em 09, fev 2012 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Fonte: IMasters

Ano passado, The Document Foundation (TDF) apresentou planos de criar versões móveis e na nuvem do LibreOffice. Dando sequência a isso, o desenvolvedor Michael Meeks, em uma apresentação em um evento europeu, mostrou como estão os ports para da suíte open source para Android e para a nuvem.

O objetivo dos desenvolvedores do LibreOffice é maximizar a quantidade de código que é compartilhada entre variantes de desktop, mobile e cloud da suíte. Em vez de reescrever o software ou manter implementações separadas, o código base existente será adaptado para trabalhar em novos ambientes.

Para o desenvolvedor, entre as vantagens de compartilhar código entre diferentes ambientes está assegurar que uma boa seleção de ferramentas do LibreOffice estará disponível entre os ambientes-alvo e que a interoperabilidade entre eles será robusta e previsível. Além disso, melhorias no código base beneficiarão, de forma transparente, os usuários, independentemente de onde eles estiverem rodando a suíte.

Os ports para mobile ainda estão em um estágio bastante inicial de desenvolvimento. Protótipos experimentais validam técnicas estratégicas e mostram que os ports são possíveis.

Em sua apresentação, Meeks incluiu uma screenshot que mostrou um protótipo do LibreOffice rodando em um emulador do Android, que somente demonstrou que a suíte pode ser feita para rodar em dispositivos com o sistema operacional do Google.

Assim como os ports para mobile, os para nuvem serão alimentados pelo código do LibreOffice já existente. A aplicação irá rodar em um servidor e sua interface de usuário será desenhada na janela do navegador do usuário ou em um elemento Canvas HTML. O protótipo em nuvem do LibreOffice é alimentado pelo Broadway, um backend de renderização de HTML para o toolkit Gtk+.

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21

dez
2011

Sem Comentários

Em Blog
Wordpress

Por Allison

WordPress para Android 2.0 é lançado

Em 21, dez 2011 | Sem Comentários | Em Blog, Wordpress | Por Allison

Foi lançado o WordPress 2.0 para Android. A atualização traz um novo dashboard, que fornece acesso rápido às funções comuns no app com um único toque, e uma nova Action Bar, que permite aos usuários alternar rapidamente entre blogs, atualizar o conteúdo ou ir para o dashboard.

Além disso, a versão traz um editor melhorado, que oferece aos usuários mais controle sobre suas mensagens, com a adição de uma barra de ferramentas de formatação acima do teclado, mais imagens e outras opções de conteúdo de mídia. A grande novidade é a otimização para tablets, incluindo os com tela de 7 polegadas.

Outras mudanças incluem melhorias nos gráficos de estatísticas e upload de posts no background.

Para mais informações, acesse o post com o anúncio oficial.

Fonte: IMasters

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11

dez
2011

Sem Comentários

Em Blog
Open Source

Por Allison

HP decide transformar o webOS em uma plataforma open source

Em 11, dez 2011 | Sem Comentários | Em Blog, Open Source | Por Allison

Depois de muita indecisão, a HP bateu o martelo em relação ao futuro do webOS: ele será oferecido à comunidade open source. A empresa ainda estará envolvida com a plataforma para ajudar os desenvolvedores e auxiliar na governança para o webOS.

Em um press release, Meg Whitman, CEO da HP, afirmou que o webOS é a única plataforma concebida do zero para dispositivos móveis, conectada à nuvem e escalável. “Ao tomar essa decisão, a HP permite que a criatividade da comunidade open source avance para uma nova gerações de apps e de dispositivos”, acrescentou.

A HP gastou US$ 1.2 bilhões para adquirir a Palm e os recursos do webOS em abril de 2010, mas o investimento não valeu a pena. Levou mais de um ano para a empresa esquematizar e construir o tablet HP TouchPad com webOS, que nunca foi considerado um sucesso. Pelo menos não até o seu preço ser drasticamente reduzido a US$ 99, quando a HP decidiu deixar o setor.

Com o sistema operacional se tornando open source, pode haver um estímulo no mercado para a fabricação de telefones e tablets com ele, já que não será necessária uma taxa de licenciamento. Isso é parecido com o Android, mas o desafio para o webOS é o ecossistema. O Android se tornou a plataforma mais usada em smartphones até o momento, e os desenvolvedores estão construindo apps para ele, assim como para dispositivos com iOS. Nesse sentido, o ecossistema do webOS não é tão forte quanto os dos seus concorrentes.

Com informações de GigaOm

Fonte: IMasters

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13

nov
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

H4Android – primeiro contato com o framework

Em 13, nov 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Desenvolvi um framework para orm no Android (é eu sei já existem alguns muito bons por sinal, so que no meus projetos eu buscava soluções o menos intrusivas possível e terminei chegando à conclusão de que era melhor eu desenvolver minha propria solução.).

Com o h4Android você não precisa extender suas classes de nenhuma interface, nem seguir “receita de bolo”, você simplemente cria suas classes no estilo POJO e usa as anotações.

Vamos ao tutorial:

Objetivo

Neste tutorial tenho o intuito de apresentar o usuário a uma simples utilização do framework para criar uma base de forma dinâmica baseado no modelo mapeado, bem como um pequeno exemplo de persistência baseado num objeto pertencente à uma classe mapeada.

Crie um novo projeto Android no Eclipseb

  • Informe o nome do projeto como testh4a.
  • Informe a versão que deseja utilizar Android 2.2.
  • Informe o nome do pacote br.org.h4a.test, neste ponto você já pode finalizar a criação do projeto;

Acesse a página do projeto no em http://code.google.com/p/h4android/, vá na aba Downloads e baixe o arquivo h4android_2_2-0.0.0.1.jar. Salve numa pasta de sua preferência.

De posse da biblioteca h4android_2_2 selecione seu projeto clique no botão direito do mouse e selecione a opção propriedades, selecione a opção Java Build Path, na aba Libraries clique em Add External JARs… localize a biblioteca h4android_2_2, em seguida clique no botão OK.

Bem neste ponto sua aplicação já está apta a utilizar o framework. Vamos lá então:

Crie um pacote qualquer no seu projeto para inserir as classes que devem ser mapeadas como entidade no banco de dados, eu criei um pacote com o seguinte nome br.org.h4a.test.model.

Dentro deste pacote vamos uma classe para utilizar no nosso exemplo. Crie a classe Contato com o seguinte conteúdo

package br.org.h4a.test.model;

public class Contato {

    private Integer id;
    private Integer version;
    private String nome;
    private String telefone;
    private String celular;
    private String email;

}

Assim que concluirmos o mapeamento desta classe não esqueça de criar os métodos get e set de cada atributo.

Vamos ao mapeamento então:

package br.org.h4a.test.model;

@Entity
@Table("TBL_CONTATO_")
public class Contato {

    @Id
    private Integer id;
    @Version
    private Integer version;
    @Column(name = "_NOME", length = 50, allowNulls = false, typeColumn = TypeColumn.VARCHAR)
    private String nome;
    @Column(name = "_TELEFONE", length = 14, allowNulls = false, typeColumn = TypeColumn.VARCHAR)
    private String telefone;
    @Column(name = "_CELULAR", length = 14, typeColumn = TypeColumn.VARCHAR)
    private String celular;
    @Column(name = "_EMAIL")
    private String email;

}

A explicação detalhada de cada anotação esta no documento na página do projeto.

Bem, agora basta criar os métodos get e set dos atributos.

Agora vamos por o h4Android para funcionar, iremos fazer uma chamada simples para inserir um objeto do tipo Contato.

Abra a classe Testh4aActivity esta é a activity principal da aplicação (aliás a única!!). Logo após a linha que contem o código setContentView, vamos começar os testes do framework.

Digite as seguintes linhas:

        //**********************************************************************
        PersistenceManagerA22 pm = null;
        List<String> classes = new ArrayList<String>();
        classes.add("br.org.h4a.test.model.Contato");
        try {
            pm = new PersistenceManagerA22(
            /*contexto para conexão*/         this,
            /*nome para a base de dados*/     "base_da_aplicacao_testh4a.db",
            /*versao da base de dados*/       1000,
            /*lista string com as entidades*/ classes ,
            /*modo de conexão do android*/    Context.MODE_PRIVATE,
            /*modo de conexao do framework*/  ModelBeavior.RENEW,
            /*habilita o log do framework*/   1
                                          );
        } catch (ClassNotFoundException e) {
            e.printStackTrace();
        } catch (InstantiationException e) {
            e.printStackTrace();
        } catch (IllegalAccessException e) {
            e.printStackTrace();
        }
        //**********************************************************************

Bem a partir deste ponto podemos simplesmente criar um objeto do tipo Contato setar algumas informações e usar o método insert do PersistenceManagerA22 pm.

Inclua em seguida o seguinte trecho de código:

        Contato contato = new Contato();
        contato.setVersion(1000);
        contato.setNome("Carlos Timoshenko");
        contato.setTelefone("85 0000 0000");
        contato.setEmail("carlostimoshenkorodrigueslopes@gmail.com");

        // Neste ponto quando o framework tentar inserir o objeto contato, será
        // detectado que a base ainda nao existe e h4android ira gerar o ddl da
        // base e gerar a mesma do "zero".
        // Como o log esta ativado poderemos ver o feedback do framework criando
        // as tabelas e inserindo um objeto do tipo Contato
        pm.insert(contato);
        pm.close();

Bem agora é só por a aplicação para rodar e acompanhar o LogCat no Eclipse mostrando as mensagens do h4Android.

Quando você por sua aplicação para rodar o h4android tentará persistir um objeto do tipo Contato, como a base de dados não existe então o framework gera o DDL do seu banco e cria para você, além de inserir o objeto de forma transparente.

Você pode copiar esta banco de dados SQLite que foi criado no emulador para o seu pc e acessar diretamente pelo console usando o cliente do próprio SQLite o sqlite3 e dar um “select * from TBL_CONTATO_;” para confirmar o objeto inserido.

Bem espero que esta ferramenta lhes seja útil, adianto que a mesma se encontra em uso pois atende ao basico de um crud, porém ja estou desenvolvendo novas funcionalidades. Coloco-em à disposição para eventuais dúvidas.

Boa tarde.

Fonte: Timoshenko/PortalAndroid

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22

out
2011

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Em Blog

Por Allison

Mono 2.12: o que vem por aí

Em 22, out 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Antecipando o lançamento do release beta público do Mono 2.12, Miguel de Icaza apresentou o plano de funcionalidades do release, incluindo muitas das APIs do .NET 4.5 e o suporte a Async do C# 5. Haverá também um coletor de lixo melhorado, o suporte à tabela completa de caracteres substitutos do Unicode e um novo backend para o compilador do C#.

Assim como em versões anteriores, o código experimental inicia na versão 2.11 e entra no release 2.12 quando a equipe do Mono o considerar estável.

C#

O compilador de C# do Mono agora traz uma implementação completa de Async e Await. No passado, o Mono tinha vários compiladores de C#, voltados a perfis diferentes. Com a transição do IKVM.Reflection para o backend, o Mono agora pode oferecer um único compilador para CLR2, CLR4, Silverlight, MonoTouch e Mono para Android.

As palavras-chave do C#__makeref, __reftype e __refvalue, além da estrutura TypedReference, são agora suportadas. O shell interativo e os recursos de “compilador como serviço” continuam sendo melhorados, e a função Evaluator.Eval agora pode lidar com classes inteiras e structs. Antes somente sentenças (statements) e expressões eram permitidas.

Análise de código

A implementação da Microsoft dos Contratos de Código ainda está em definição, mas a ideia está se concretizando: foi anunciado um analisador de contratos de código por Alexander Chebaturkin.

.NET 4.5

O perfil 4.5 do .NET, que fica desabilitado por padrão, inclui as bibliotecas do TPL Dataflow, que deve oferecer vantagens de desempenho significativas para os desenvolvedores do lado servidor, que se disponham a seguir patterns de envio de mensagens.

A equipe do Mono também pretende implementar as funcionalidades do WinRT que sejam aplicáveis ao desenvolvimento cross-platform, incluindo threads, criptografia e APIs de rede. Miguel de Icaza destacou que a equipe não pretende suportar as bibliotecas de interface gráfica do WinRT, por preferirem interfaces gráficas específicas à plataforma.

Coleta de lixo

Continua o trabalho no coletor de lixo SGen. Anteriormente, só era realizada em paralelo a marcação dos objetos; a coleta do berçario (nursery) era feita em um thread único. Na nova versão do Mono, no entanto, o coletor permitirá a coleta paralela. Miguel de Icaza também mencionou o suporte nativo a MacOS e iOS pelo coletor de lixo, mas ainda não forneceu detalhes.

Fonte: Jonathan Allen , traduzido por Leonardo Galvão/InfoQ

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25

ago
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

HTML 5: Já podemos usá-lo?

Em 25, ago 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Os trabalhos de especificação do HTML 5 estão em andamento há quase quatro anos e boa parte dos desenvolvedores web já conhece e deseja as novidades. Entretanto, o termo HTML 5 é usado como um “guarda-chuva” para diversas melhorias em HTML, JavaScript e CSS, o que dificulta a tarefa de avaliar sua maturidade e adoção. Existem tanto os que defendem que o HTML 5 deva ser adotado, quanto os que apresentam controvérsias, principalmente os problemas de segurança do JavaScript e as diferenças entre os navegadores.

A adoção do HTML 5 certamente depende das necessidades de cada aplicação, mas considerando as funcionalidades mais desejadas nos navegadores modernos, já podemos usá-lo?

Funcionalidades

Para responder a essa pergunta precisamos definir claramente o que significam “funcionalidades mais desejadas” e “navegadores modernos”. As primeiras são aquelas que tornam possível ou facilitam muito a implementação dos requisitos de aplicações ricas para a web. É o caso das funcionalidades definidas pelos conjuntos de tecnologias e especificações, que são apresentados a seguir.

Aplicações Offline

  • Cache da aplicação
  • Persistência chave-valor

As funcionalidades para aplicações online são importantes para trazer a experiência de aplicações desktop para a web, principalmente em ambientes onde a conexão com a internet é lenta ou eventual. A persistência ainda é limitada a 5 MB na maioria dos navegadores, mas é importante notar que esses “bancos de dados do navegador” não têm o objetivo de armazenar todos os dados do usuário indefinidamente; apenas de retê-los até a próxima sincronização com o servidor ou acelerar a carga de páginas.

Novas APIs JavaScript

  • Web Sockets
  • Web Workers
  • Geolocalização
  • Histórico do navegador

As novas APIs JavaScript simplificam o desenvolvimento de diversas funcionalidades que hoje dependem de tecnologias proprietárias não padronizadas ou de particularidades dos navegadores.

Estilo e semântica

  • Tags Semânticas (article, nav, section etc.)
  • Layout em colunas
  • Opacidade
  • Cantos arredondados e bordas

As tags semânticas e o CSS3 são muito importantes para os web designers, que com elas poderão reduzir e melhorar a codificação de layouts de páginas, além de fazer com estilos o que hoje é feito de forma muito mais trabalhosa com imagens, ou mesmo código JavaScript.

Multimídia

  • Tags audio e video
  • Gráficos 2D (tag canvas )

Usando as tags multimídia e para desenho em 2D, o desenvolvedor pode reduzir muito a necessidade de plugins externos, como Java e Flash. Há ganhos em produtividade, desempenho e segurança.

Para conhecer mais sobre estas funcionalidades e diversas outras propostas pelo HTML 5, recomendo esta excelente apresentação do grupo html5rocks.

Navegadores

Para verificar o suporte dos navegadores, vamos considerar a versão mais recente e uma anterior dos três navegadores mais usados no desktop (IE, Firefox e Chrome) e os navegadores padrão dos dispositivos iOS (iPhone/iPad/iTouch) e Android. A tabela abaixo detalha o suporte às funcionalidades selecionadas. Os dados vêm do site caniuse.com, que rastreia a implementação do HTML5 pelos browsers.

IE Firefox Chrome iOS Android
9 8 6 5 13 12 4.3 4.1 2.3 2.2
Cache da aplicação N N S S S S S S S S
Persistência chave-valor S S S S S S S S S S
Web Sockets N N S P S S S N N N
Web Workers N N S S S S N N N N
Geolocalização S N S S S S S S S S
Histórico N N S S S S P N S S
Tags semânticas S N S S S S S S S S
Multimídia S N S S S S S S S N
Gráficos 2D S N S S S S S S S S
Layout em colunas N N S S S S S S S S
Opacidade S P S S S S S S S S
Cantos arredondados S N S S S S S S S S

Pode-se ver que o suporte dos navegadores às funcionalidades fundamentais destacadas nesse artigo já é razoável. As principais deficiências estão no Internet Explorer e no suporte a Web Sockets e Web Workers, principalmente nos smartphones.

Os Web Workers, que são scripts executados em background, juntamente com com os Web Sockets (canais de comunicação bidirecionais com o servidor), são importantes para aplicações onde os usuários interagem entre si, como em chats e jogos. Para contornar a falta de suporte no IE e nos smartphones, pode-se usar AJAX Reverso (Comet) ou frameworks como o Atmosphere e o Kaazing, que permitem que se desenvolva a comunicação bidirecional usando as funcionalidades disponíveis em cada navegador.

As deficiências do Internet Explorer são mais difíceis de se contornar. Além de sugerir que o usuário atualize o navegador, uma alternativa para ter maior suporte ao HTML5 no IE é recomendar a instalação do Chrome Frame, um plugin que faz com que o IE (6 ou mais recente) apresente as páginas usando o engine do Google Chrome.

Conclusão

Claramente, o suporte ao HTML 5 melhora a cada versão dos navegadores e, nos casos em que não é totalmente suportado, existem alternativas. Decidir se o HTML 5 está maduro o suficiente e se as alternativas são aceitáveis ainda é muito particular para cada aplicação. Mas nos casos em que pode ser usado, o HTML 5 certamente torna possível (ou muito mais simples) o desenvolvimento de aplicações ricas para a web.

Fonte: InfoQ

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07

ago
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Google+ e iCloud atraem desenvolvedores

Em 07, ago 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Toronto – Desenvolvedores de softwares para aparelhos móveis querem, mais do que nunca, investir suas energias na produção de aplicativos para as plataformas iOS, da Apple, e Android, do Google, em detrimento de seus rivais menos populares, mostrou um estudo.

A Apple e o Google, já favoritos entre desenvolvedores, devem ganhar ainda mais impulso graças a novos serviços que estão transformando o setor, segundo uma pesquisa do IDC e da Appcelerator, companhia que trabalha com desenvolvedores, divulgada nesta quarta-feira.

Milhões de pessoas já estão aderindo ao Google+, nova rede social do Google que pode representar um desafio para o Facebook. O número de desenvolvedores que pretende integrar o Google+ a seus aplicativos equivale ao dos interessados em fazer o mesmo com o Twitter.

A Apple está ganhando impulso com seu serviço iCloud, que permitirá que usuários armazenem músicas, vídeos e outros arquivos em servidores remotos e os sincronizem com iPads, iPhones e outros aparelhos da marca. Mesmo antes de seu lançamento, o iCloud atraiu tanto interesse entre desenvolvedores quanto o já existente no serviço baseado na nuvem da Amazon.com.

“Se você não é a Apple ou o Google, sua tarefa acaba de ficar mais difícil”, disse Scott Schwarzhoff, diretor de marketing da Appcelerator.

O número de entrevistados que afirmou estar muito interessado em cada plataforma mudou pouco em relação ao último trimestre, com o iPhone atraindo o interesse de 91 por cento e o iPad 88 por cento dos desenvolvedores. O interesse pelo Android para smartphones avançou ligeiramente para 87 por cento e o Android para tablets se recuperou de uma queda, ficando com 74 por cento.

O apelo de plataformas específicas fica muito atrás desse patamar, com 30 por cento dos entrevistados interessados pelo Windows Phone, 28 por cento por aparelhos BlackBerry, 20 por cento pelo tablet PlayBook, da RIM, 18 por cento pelo TouchPad, da HP, baseado no webOS, e 12 por cento pelos telefones da marca.

A quinta opção mais popular entre desenvolvedores (após iPhone, iPad, smartphones e tablets com Android) é o desenvolvimento de um aplicativo baseado na Internet, usando padrões da indústria, que possa funcionar em todas as plataformas, mesmo com a perda de algumas funções nativas.

Fonte: Info

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20

jul
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Facebook funciona agora em todos os celulares com internet

Em 20, jul 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Agora não é mais preciso ter o melhor aparelho de telefone, um bom smartphone com Android ou IOS, por exemplo. Quem tem um aparelho visto como simples e comum, também poderá acessar o Facebook.

A rede social de Mark Zuckerberg é muito conhecida por agregar amigos, família, contatos profissionais entre outras tantas coisas e não poderia deixar ninguém de fora dela. Pensando nisso, não somente aparelhos de última geração e sofisticados terão acesso ao Facebook. Em números, mais de 2500 modelos diferentes poderão acessar a rede social.

O aplicativo do Facebook é muito parecido ao disponível para iPhone e Android, no entanto, mais simples. O usuário que tiver interesse em ter o aplicativo, basta apenas ter um aparelho que é capaz de instalar aplicativos em Java, a linguagem mais comum de programação.

Fonte: OficinadaNet

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