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22

abr
2016

Sem Comentários

Em Blog
e-commerce

Por Vinicius AC

Os Gigantes do Ecommerce

Em 22, abr 2016 | Sem Comentários | Em Blog, e-commerce | Por Vinicius AC

gigecom01Maior empresa de e-commerce da Índia, a Flipkart foi avaliada recentemente, durante uma rodada de investimento, em 15,5 bilhões de dólares, cerca de 46 bilhões de reais. O investimento pretendido é de mais de 500 milhões de dólares. Entre os grandes participantes da rodada, está a Tiger Global, um dos fundos de investimentos mais atuantes no setor de tecnologia e comércio eletrônico no mundo, que em 2012 comprou 30% da Netshoes e já fez investimentos no Facebook, Netflix e LinkedIn.

O Flikart tem números incríveis, como por exemplo 30 milhões de produtos,8 milhões de pacotes entregues por mês e 45 milhões de usuários registrados. Flipkart entrega em mais de 1.000 cidades e vilas indianas. Atualmente, conta com 33 mil funcionários.

O patrimônio líquido dos dois fundadores da Flipkart, Sachin e Binny Bansal, ex-executivos da Amazon, deve crescer 1,16 bilhão de dólares cada. A dupla têm participação idêntica, 7,5% cada, na empresa que eles lançaram como um ecommerce de livros em 2007. Os irmão serão os primeiros bilionários do mundo do e-commerce na Índia.

Brasil

Apesar de ter 1,2 bilhão de habitantes, a Índia é menor que o Brasil em alguns pontos, inclusive na lista de maiores países do mundo no quesito ecommerce. O PIB do Brasil é maior que o da Índia. Em compensação, a classe média indiana tem 300 milhões de pessoas, mais que o dobro da brasileira. Por outro lado, a renda per capita no Brasil é muito mais alta que na Índia.

A reflexão é que temos potencial para crescer vários bilhões ainda, pois os nossos gigantes são vários, mas somados, não chegam nem perto do gigante indiano.

O maior player do ecommerce brasileiro é a B2W, que detém as marcas Americanas.com, Submarino e Shoptime, com faturamento de US$ 2,477 bilhões em 2014. No ranking dos 50 maiores e-varejistas do mundo, segundo levantamento da consultoria Deloitte, estão incluídas duas empresas brasileiras. As Americanas.com que ocupa o 15 º lugar  e a Hermes/Comprafacil.com, na 45º posição. A lista considera apenas empresas que detêm o próprio estoque e leva em conta o faturamento das vendas online no ano fiscal de 2012, encerrado em junho de 2013 (um pouco desatualizado).

Mundo

O maior ecommerce do mundo é o Alibaba, avaliado em mais de 201 bilhões de dólares, teve mais de 255 milhões de clientes em 2014, a maior parte no mercado asiático. Com uma oferta pública inicial de 21 bilhões de dólares, o Alibaba ultrapassou a Amazon como maior e mais valiosa empresa de comércio eletrônico do mundo.
Um vasto império de comércio eletrônico, o Alibaba engloba atacado, varejo, compras coletivas e pagamentos. Carismático, fundaior do Alibaba, Jack Ma, não faz segredo de suas ambições globais. O Alibaba está batendo na porta da Amazon nos Estados Unidos e na Europa. Enquanto isso, a Amazon está fazendo esforços para expandir sua pequena presença no mercado chinês.

Valor de mercado de algumas empresas, segundo a Forbes:

1 –  Alibaba   —-  $201.7 bilhões —- China
2 –  Amazon  —-  $175.1 bilhões —- EUA
3 –  eBay      —-  $68.9 bilões     —- EUA
4 –  Flipkart   —-  $ 15.5 bihões   —- Índia

Veja também a lista (dados do início de 2013) das maiores do mundo no segmento de ecommerce ( apenas empresas que detêm o próprio estoque):

1) Amazon – EUA – US$ 51,7 bilhões
2) Apple.inc – EUA – US$ 8,6 bilhões
3) Wal-Mart – EUA – US$ 7,5 bilhões
4) Otto – Alemanha – US$ 7,41 bilhões
5) Beijing Jingdong Century Trading – China – US$ 6,66 bilhões
6) Tesco – Reino Unido – US$ – 4,76 bilhões
7) Liberty Interactive – EUA – US$ 4,39 bilhões
8) Dell.inc – EUA – US$ 4,37 bilhões
9) Casino – França – US$ 3,42 bilhões
10) Jia.com – China – US$ 3,2 bilhões
15) Americanas.com – Brasil – US$ 2,47 bilhões
45) Hermes (Comprafacil.com) – Brasil – US$ 1,03 bilhões

Jack MaJack Ma – Fundador do Alibaba

Por: Vinicius Castro / Virtuaria

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13

fev
2012

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Amazon lança serviço para facilitar crescimento de sites

Em 13, fev 2012 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Com informações de ComputerWorld

Fonte: IMasters

Amazon anunciou, na última terça-feira, o DynamoDB, um serviço que permite que sites cresçam sem perda de desempenho. O recurso faz parte da Amazon Web Services, plataforma de serviços na nuvem usada por empresas para processar determinadas tarefas sem precisar investir muito em hardware e software próprios.

De acordo com a empresa, a tecnologia usada é a do padrão de banco de dados NoSQL, que permite o crescimento no tamanho dos sites sem prejudicar o desempenho, repartindo o processamento entre servidores e storage de maneira mais barata e simples.

Agora, a Amazon vai oferecer o NoSQL como um serviço cloud – os clientes pagarão apenas por aquilo que usam. A empresa também aumentou sua oferta de armazenamento em estado sólido (SSD), mais ágil que os dicos rígidos tradicionais.

“Com o Amazon DynamoDB, os desenvolvedores de aplicativos baseados em nuvem pode começar pequeno, com apenas a capacidade de que precisam e, em seguida, aumentá-la conforme sua app cresce em popularidade”, disse Werner Vogels, CTO da Amazon.

Desenvolvedores podem testar o DynamoDB gratuitamente para aplicações que não passem de 40 milhões de pedidos por mês. Assinaturas pagas começam em 1 dólar por GB por mês.

A Amazon informa que o DynamoDB está atualmente disponível na região leste dos Estados Unidos. Mas, assim como acontece com todos os serviços da companhia, a Amazon trabalha para torná-los disponíveis rapidamente em todas as localidades. Por meio da assessoria de imprensa no Brasil, a organização diz que ainda não há uma data para disponibilizar o serviço no país.

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01

fev
2012

Sem Comentários

Em Blog
Dados
NoSQL

Por Allison

DynamoDB da Amazon: NoSQL na nuvem por preços módicos

Em 01, fev 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Dados, NoSQL | Por Allison

Fonte: Postado por JP Morgenthal/traduzido por Eder Ignatowicz/InfoQ

A Amazon lançou o DynamoDB, apresentado por Werner Vogels, CTO do AWS, em seu blog como uma base de dados NoSQL projetada para aplicações de internet. Esses serviços de banco de dados do AWS oferecem armazenamento com preço razoável e alta disponibilidade (graças à arquitetura de alto desempenho baseada em discos de estado sólido, ou SSD). O serviço introduz um novo concorrente ao universo em expansão de provedores NoSQL em nuvem, que inclui o Cloudant e o MongoHQ, por exemplo.

Com custo de um dólar por mês por gigabyte de discos SSD gerenciados, o AWS apresenta-se como um forte concorrente para outras soluções de gerenciamento NoSQL. Além disso, diferencia-se pela oferta de diversos outros serviços integrados ao DynamoDB, que pode ser uma vantagem se comparado com a utilização de múltiplos fornecedores de serviços diferentes.

Mas qual seria o potencial desse serviço? Pode-se ter uma ideia fazendo uma busca simples no Google por “Managed NoSQL Databases” (bancos NoSQL gerenciados), que resulta em muitas citações referentes ao DynamoDB, deixando, porém, os competidores bem abaixo nos resultados. Há também um post detalhado de Jonathan Ellis, no DataStax, comparando o Cassandra (outra importante solução NoSQL) com o DynamoDB.

Os resultados de Ellis são apoiados pela NetFlix, que utiliza amplamente o Cassandra no AWS e vem obtendo resultados muito positivos com performance e não sinaliza com planos de migração para o DynamoDB. Mas a visão da NetFlix sobre o novo serviço é bastante positiva. De acordo com Adrian Cockroft, CTO do empresa:

Agora que o DynamoDB foi lançado, uma questão óbvia é se o Netflix tem planos de utilizá-lo. A resposta curta é não, pois o DynamoDB só oferece um subconjunto das funcionalidades do Cassandra. Mas isso não tira o valor da grande evolução do DynamoDB em relação ao SimpleDB, em desempenho, escalabilidade e latência. Para novos clientes ou usuários que se depararam com limites de escalabilidade do MySQL ou MongoDB, o DynamoDB apresenta-se como excelente opção para começar a usar fontes de dados no AWS. As vantagens de uma administração transparente, além da maior performance e escalabilidade dos discos de estado sólido, são convidativas.

De acordo com Werner Vogel, o DynamoDB não se trata apenas de mais um serviço, pois a própria Amazon o está utilizando em seus produtos de nuvem. Se a Amazon encontrar um mercado de desenvolvedores disposto a criar aplicações que utilizem o DynamoDB, isto pode representar uma vantagem inicial em relação a outros provedores de serviços NoSQL. No entanto, como o DynamoDB não é open source, nem está disponível para download, esta solução NoSQL pode não ser adotada como primeira opção, pelos desenvolvedores web.

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31

jan
2012

Sem Comentários

Em Blog
Cloud Computing
SQL

Por Allison

Banco de dados na nuvem do PostgreSQL é anunciado

Em 31, jan 2012 | Sem Comentários | Em Blog, Cloud Computing, SQL | Por Allison

Com informações de The H

Fonte: IMasters

A EnterpriseDB, especialista em PostgreSQL, anunciou a disponibilidade do Postgres Plus Cloud Database no Amazon Web Services (AWS). Agora, usuários podem executar o PostgreSQL ou o PostgreSQL baseado no Postgres Plus Advanced Server com o serviço em nuvem database-as-a-service (DBaaS) sem a necessidade de realizar uma maior instalação ou configuração.

O produto irá rodar no Cloud Compute da HP, que usa a plataforma e a API OpenStack Nova, assim como o Amazon EC2.

A administração será realizada via interface web, e a EnterpriseDB promete alta disponibilidade, autoprovisionamento, backups automáticos e equilíbrio no carregamento automático.

Segundo a EnterpriseDB, as cobranças pelo uso do serviço serão as mesmas feitas pelo baseado em MySQL da Amazon – Relational Database Service (Amazon RDS).

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23

nov
2011

Sem Comentários

Em Arquitetura
Blog
NoSQL
REST

Por Allison

REST tem impacto sobre NoSQL?

Em 23, nov 2011 | Sem Comentários | Em Arquitetura, Blog, NoSQL, REST | Por Allison

A partir do momento que grandes empresas como o Twitter e a Amazon abraçaram a arquitetura REST e também se tornaram defensores do NoSQL tornou-se inevitável assistirmos a essas duas tecnologias sendo utilizadas em conjunto. Em um post recente, Ganesh Prasad questiona como o sucesso do NoSQL nos leva a reavaliar os aspectos centrais do REST. Ganesh acredita que existem dois aspectos na tecnologia que representam obstáculos para a sua adoção:

Um deles é o uso do modelo cliente/servidor, ao invés do modelo de ponto a ponto, que acredito ser mais geral e útil. O segundo é a insistência na ausência de estado do cliente no servidor, forçando que essas informações sejam armazenadas no próprio cliente ou que sejam modeladas como recursos.

É no aspecto da ausência de estado que Ganesh se concentra. A questão de manutenção de estado e o REST já foi muito debatida em várias fontes, por exemplo Bill Burke discutiu essa questão anos atrás:

Em REST, a ausência de estado significa que não existem dados da sessão do cliente armazenados no servidor. O servidor somente cuida do estado dos recursos que expõe. Se houver necessidade de informações específicas da sessão de algum cliente, essas informações devem ser armazenadas no próprio cliente e transferidas para o servidor a cada requisição, quando necessário.

A camada de serviços que não mantém informações dos clientes conectados é muito mais simples de escalar, por precisar de menos informações ao se replicar em um ambiente em cluster. É mais simples de colocar em cluster, porque tudo o que é preciso fazer é adicionar mais máquinas.

Stefan Tilkov adota a mesma linha:

É importante reforçar que, embora REST inclua a ideia da ausência de estado, isso não significa que a aplicação que expõe suas funcionalidades não pode ter estado – isso tornaria essa abordagem pouco útil para a maioria dos cenários.


O REST obriga que o estado seja transformado em um recurso ou mantido no cliente. Em outras palavras, o servidor não deve manter nenhum tipo de informação associada ao estado da comunicação com o cliente, independente do da duração de uma requisição. A principal razão para isso é a escalabilidade: a capacidade de atendimento dos servidores fica severamente prejudicada quando o servidor necessita manter o estado das comunicações. (Note que essa restrição exige modificações na aplicação: não se pode simplesmente atribuir uma URI a um estado da sessão e chamar a aplicação de RESTful.)


Existem outros aspectos mais importantes: a ausência de estado isola o cliente de alterações dos servidores, uma vez que não depende da comunicação com o mesmo servidor em duas requisições consecutivas. O cliente pode receber um “documento” contendo links de um servidor e, enquanto o cliente processa essas informações, o mesmo servidor pode ser desligado; o disco removido e trocado; e o software atualizado e reiniciado; tudo isso sem impacto negativo. Se o cliente seguir os links obtidos a partir do servidor, ele não irá perceber.

Ganesh, apesar de entender que a ausência de estado colabora com demandas de escalabilidade e recuperação a falhas, acredita que tais restrições sobrecarregam a camada da aplicação, que passa a ter de tratar aspectos de distribuição e infraestrutura:

A abordagem REST é aceitável para elementos do domínio da aplicação, mas a existência de estado de comunicação com o cliente é útil para tratar elementos independentes do domínio, associados à qualidade do serviço como, por exemplo chaves de sessão para o controle de segurança. A recusa do REST em suportar aspectos como esses compromete a habilidade de oferecer essas características de forma transparente.

É para esse tipo de estado referenciado por Bill e Stefan que Ganesh chama atenção. Ganesh destaca que o NoSQL oferece uma solução escalável e tolerante a falhas para o problema. Ele se refere à implementação do Redis, entretanto a maioria (se não todas) as implementações NoSQL também tratam deste problema.

Está se tornando uma recomendação armazenar o estado da sessão em um banco de dados NoSQL como o Redis, ao invés de em memória. Delegar o armazenamento dos dados de sessão para um cluster NoSQL independente, e configurar os servidores de aplicação para obtê-las a partir deste cluster, torna os servidores de aplicações independentes dos clientes novamente. Um destaque no Redis é a baixa complexidade das operações GET e SET, que são de Ordem(1), ou seja, constante. Isto significa que (pelo menos em teoria) o número de clientes utilizando um banco de dados Redis pode aumentar indefinidamente, sem impacto na performance.

O artigo de Ganesh descreve como podemos utilizar o banco de dados NoSQL Redis para gerenciar os dados de sessão. Desta forma, acredita ele, aplicações REST devem ser levadas seriamente em consideração (neste caso sendo necessário atualizar/aprimorar a filosofia do REST). Ele conclui dizendo:

Seria bom se um mecanismo padrão e sem dependência de domínio pudesse evoluir para fornecer segurança e confiabilidade às interações baseadas em REST, utilizando mecanismos de armazenamento escalável de sessões em NoSQL.

A maioria das metodologias de desenvolvimento, frameworks e padrões mantém a sua relevância evoluindo para novas abordagens, assim que novas experiências são obtidas. NoSQL era apenas um exercício acadêmico quando a arquitetura REST foi proposta, portanto surge a questão: a arquitetura REST precisa evoluir face ao NoSQL, ou a natureza sem estado do REST continua a ser uma exigência, independentemente da abordagem utilizada para armazená-lo?

Fonte: Mark Little , traduzido por Lucas Machado/InfoQ

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17

nov
2011

8 Comentários

Em Blog

Por Allison

Fedora Linux 16 em detalhes: foco em cloud computing

Em 17, nov 2011 | 8 Comentários | Em Blog | Por Allison

A comunidade Fedora lançou a versão 16 da popular distribuição do Linux. Entre as principais novidades, estão o suporte ao Kernel 3.1, Gnome 3.2 e KDE Plasma 4.7, além de várias melhorias em relação ambientes de nuvem e virtualização.

Embora seja tradicionalmente voltada para desenvolvedores de projetos open source, oferecendo as últimas atualizações (potencialmente instáveis) destes projetos, a distribuição Fedora vem também sendo reconhecida como uma boa distribuição para usuários domésticos e corporativos. A nova versão foi dedicada pela comunidade a Dennis Ritche, um dos criadores da Linguagem C e do Unix.

Recursos para nuvem

Vários recursos de cloud computing estão embutidos no novo Fedora, com destaque para:

  • Aeolus Conductor – Interface web para gerenciamento de ambientes de nuvem de vários fornecedores, públicos e privados, por exemplo Amazon EC2, Rackspace, VMWare VSphere e Eucalyptus.
  • OpenStack e Condor Cloud – Duas opções que fornecem infraestrutura completa para criação nuvens privativas.
  • HekaFS – Antigo GlusterFS, é um sistema de arquivos de cluster com recursos de multitenancy para nuvem e criptografia OpenSSL.
  • pacemaker-cloud – Extensão do pacemaker (para do Red Hat Cluster Suite) para gerenciar disponibilidade e fail-over de aplicações e recursos em nuvem.
  • Matahari – Coleção de APIs e agentes para monitoramento e gerenciamento de sistemas.

Virtualização e mudanças para o administrador de sistemas

O Fedora é a base para o desenvolvimento do RHEL (Red Hat Enterprise Linux) e suas distribuição derivadas, como o CentOS. Assim o administrador de sistemas corporativo (também conhecido como sysadmin) tem no Fedora uma prévia do que virá em versões futuras destas distribuições; por exemplo:

  • Capacidade de inspecionar o conteúdo de arquivos em imagens de VM (read-only), e o conteúdo do Windows Registry armazenado nestas imagens.
  • Suporte a Dom0 do Xen (parte do kernel 3.1), de modo que não é mais necessário usar um kernel modificado com o Xen Server da Cytrix, Oracle VM e outros produtos baseados no Xen. O Dom0 é o domínio que realiza todas as operações de entrada e saída, para os demais domínios (VMs); ou seja, é ele quem fornece os drivers para o hypervisor.
  • Mudanças no processo boot, que agora usa Grub2, permite particionamento utilizando GPT em lugar do antigo MBR do MS-DOS (fim dos limites de tamanho das partições!) e suporta o Trusted Boot da Intel, quando disponível no hardware. O antigo subsistema HAL para detecção de novo hardware foi descontinuado, sendo substituído pelo udev e serviços relacionados.
  • Chrony, novo servidor NTP mais tolerante a relógios imprecisos de PCs e sistemas que passam longo tempo desconectados da internet, como notebooks e VMs que ficam suspensas frequentemente.
  • Ike (Shrew Soft VPN Client), novo cliente VPN que facilita o uso do IPsec.

Também há suporte ao compartilhamento de dispositivos USB 2.0 do host com máquinas virtuais KVM. Isso, somado ao suporte a SPICE, torna o Fedora Linux uma plataforma melhorada para virtualização de desktop. Um dispositivo USB também pode ser compartilhado com outras máquinas em rede.

Novidades para o desenvolvedor

O Fedora Linux traz recursos importantes para o desenvolvedor corporativo. É a distribuição do Linux com suporte mais abrangente ao Eclipse e outros recursos para desenvolvimento Java, PHP, Python e Ruby.

Entre as novidades do Fedora 16 para desenvolvedores, podemos destacar:

  • BE (Bugs Everywhere) – Um bug tracker integrado a sistemas de controle de versões distribuídos, para simplificar a gerência e o rastreamento de mudanças.
  • btparser – Ferramenta para análise de backtraces do gdb.
  • D2 – Nova linguagem que tenta reunir as vantagens de Java e C++.
  • WSO2 – Framework de Web Services SOA e WS-* para C++.

O OpenJDK 7 também é oferecido, mas apenas como Technology Preview. O Eclipse, o Tomcat e outras aplicações Java continuam sendo compiladas com o Open JDK 6. O motivo é a falta de um TCK (kit oficial de testes de compatibilidade/aderência) para o Java 7, de modo que empresas que usam o Fedora em produção podem preferir usar os downloads (proprietários) da Oracle. (Também foram descobertas diversas pequenas incompatibilidades entre bibliotecas Java populares e o Java 7, que não puderam ser resolvidas a tempo para o lançamento do Fedora 16.)

Novidades para usuários finais

Para usuários finais, a grande novidade é a inclusão do Gnome 3.2, que continua despertando reações ame-ou-odeie pela sua nova interface com desktop limpo e suporte a tablets. Um destaque é o gerenciamento integrado de contas de serviços internet (Google, Facebook, Jabber etc.) e de serviços de armazenamento em nuvem.

Entre as novas aplicações inclusas no Fedora 16, podemos citar:

  • Routino – Navegação via OpenStreetMaps.
  • WriteType – Ajuda crianças a escrever corretamente, com predição de palavras, autocorreção e suporte a voz para leitura.
  • Ease – Software de apresentações baseado no Cutter, integrado ao Gnome 3 e com interface otimizada para tablets.

Obtendo e instalando o Fedora 16

É possível baixar imagens ISO para mídias live em CD ou pendrive, ou então baixar um DVD (.iso) contendo os principais pacotes para servidores e desenvolvimento. É possível também usar uma mídia para instalação a partir da internet. Além disso, já estão disponíveis imagens prontas para nuvens Amazon.

Quem já tem o Fedora 15 ou versões anteriores, pode fazer uma atualização diretamente pelo gerenciador de atualizações gráfico da distribuição, ou pela ferramenta preupgrade.

É importante lembrar que o Fedora não inclui softwares proprietários, como alguns drivers para placas Wi-Fi e vídeo NVidia, ou codecs para MP3. Mas estes são facilmente instalados usando o EasyLife (que em breve estará atualizado para o Fedora 16), ou então o repositório RPM Fusion (já atualizado). Usuários habituados ao Debian e Ubuntu podem consultar este Guia de Transição do Ubuntu para Fedora.

Fonte: Fernando Lozano/InfoQ

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29

out
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

REST tem impacto sobre NoSQL?

Em 29, out 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A partir do momento que grandes empresas como o Twitter e a Amazon abraçaram a arquitetura REST e também se tornaram defensores do NoSQL tornou-se inevitável assistirmos a essas duas tecnologias sendo utilizadas em conjunto. Em um post recente, Ganesh Prasad questiona como o sucesso do NoSQL nos leva a reavaliar os aspectos centrais do REST. Ganesh acredita que existem dois aspectos na tecnologia que representam obstáculos para a sua adoção:

Um deles é o uso do modelo cliente/servidor, ao invés do modelo de ponto a ponto, que acredito ser mais geral e útil. O segundo é a insistência na ausência de estado do cliente no servidor, forçando que essas informações sejam armazenadas no próprio cliente ou que sejam modeladas como recursos.

É no aspecto da ausência de estado que Ganesh se concentra. A questão de manutenção de estado e o REST já foi muito debatida em várias fontes, por exemplo Bill Burke discutiu essa questão anos atrás:


Em REST, a ausência de estado significa que não existem dados da sessão do cliente armazenados no servidor. O servidor somente cuida do estado dos recursos que expõe. Se houver necessidade de informações específicas da sessão de algum cliente, essas informações devem ser armazenadas no próprio cliente e transferidas para o servidor a cada requisição, quando necessário.


A camada de serviços que não mantém informações dos clientes conectados é muito mais simples de escalar, por precisar de menos informações ao se replicar em um ambiente em cluster. É mais simples de colocar em cluster, porque tudo o que é preciso fazer é adicionar mais máquinas.

Stefan Tilkov adota a mesma linha:

É importante reforçar que, embora REST inclua a ideia da ausência de estado, isso não significa que a aplicação que expõe suas funcionalidades não pode ter estado – isso tornaria essa abordagem pouco útil para a maioria dos cenários.


O REST obriga que o estado seja transformado em um recurso ou mantido no cliente. Em outras palavras, o servidor não deve manter nenhum tipo de informação associada ao estado da comunicação com o cliente, independente do da duração de uma requisição. A principal razão para isso é a escalabilidade: a capacidade de atendimento dos servidores fica severamente prejudicada quando o servidor necessita manter o estado das comunicações. (Note que essa restrição exige modificações na aplicação: não se pode simplesmente atribuir uma URI a um estado da sessão e chamar a aplicação de RESTful.)


Existem outros aspectos mais importantes: a ausência de estado isola o cliente de alterações dos servidores, uma vez que não depende da comunicação com o mesmo servidor em duas requisições consecutivas. O cliente pode receber um “documento” contendo links de um servidor e, enquanto o cliente processa essas informações, o mesmo servidor pode ser desligado; o disco removido e trocado; e o software atualizado e reiniciado; tudo isso sem impacto negativo. Se o cliente seguir os links obtidos a partir do servidor, ele não irá perceber.

Ganesh, apesar de entender que a ausência de estado colabora com demandas de escalabilidade e recuperação a falhas, acredita que tais restrições sobrecarregam a camada da aplicação, que passa a ter de tratar aspectos de distribuição e infraestrutura:

A abordagem REST é aceitável para elementos do domínio da aplicação, mas a existência de estado de comunicação com o cliente é útil para tratar elementos independentes do domínio, associados à qualidade do serviço como, por exemplo chaves de sessão para o controle de segurança. A recusa do REST em suportar aspectos como esses compromete a habilidade de oferecer essas características de forma transparente.

É para esse tipo de estado referenciado por Bill e Stefan que Ganesh chama atenção. Ganesh destaca que o NoSQL oferece uma solução escalável e tolerante a falhas para o problema. Ele se refere à implementação do Redis, entretanto a maioria (se não todas) as implementações NoSQL também tratam deste problema.

Está se tornando uma recomendação armazenar o estado da sessão em um banco de dados NoSQL como o Redis, ao invés de em memória. Delegar o armazenamento dos dados de sessão para um cluster NoSQL independente, e configurar os servidores de aplicação para obtê-las a partir deste cluster, torna os servidores de aplicações independentes dos clientes novamente. Um destaque no Redis é a baixa complexidade das operações GET e SET, que são de Ordem(1), ou seja, constante. Isto significa que (pelo menos em teoria) o número de clientes utilizando um banco de dados Redis pode aumentar indefinidamente, sem impacto na performance.

O artigo de Ganesh descreve como podemos utilizar o banco de dados NoSQL Redis para gerenciar os dados de sessão. Desta forma, acredita ele, aplicações REST devem ser levadas seriamente em consideração (neste caso sendo necessário atualizar/aprimorar a filosofia do REST). Ele conclui dizendo:

Seria bom se um mecanismo padrão e sem dependência de domínio pudesse evoluir para fornecer segurança e confiabilidade às interações baseadas em REST, utilizando mecanismos de armazenamento escalável de sessões em NoSQL.

A maioria das metodologias de desenvolvimento, frameworks e padrões mantém a sua relevância evoluindo para novas abordagens, assim que novas experiências são obtidas. NoSQL era apenas um exercício acadêmico quando a arquitetura REST foi proposta, portanto surge a questão: a arquitetura REST precisa evoluir face ao NoSQL, ou a natureza sem estado do REST continua a ser uma exigência, independentemente da abordagem utilizada para armazená-lo?

Fonte: Mark Little/Lucas Machado

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28

out
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Zend Apresenta Plataforma de Desenvolvimento phpcloud.com

Em 28, out 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Durante a Conferência Zend PHP, que foi realizada em Santa Clara, na Califórnia, a Zend anunciou uma plataforma de desenvolvimento livre de PHP em nuvem, a phpcloud.com. Essa plataforma consiste em dois componentes integrados:o Zend Developer Cloud, um sandbox de desenvolvimento e um conjunto de ferramentas para criar aplicações Web PHP, e o Zend Application Fabric, uma plataforma de aplicativos com base na Amazon Web Services e tecnologias próprias da Zend.

Depois de concluídos, os apps web desenvolvidos em phpcloud.com, podem então ser exportados para outras plataformas em cloud, para a implantação; plataformas suportadas incluem, além da Amazon, IBM SmartCloud, Rackspace e Red Hat. Apps também podem ser implantados em nuvens privadas usando o ZendServer.

O Zend Application Fabric é baseado em tecnologias Zend Server, e é projetado para oferecer desempenho elevado com tempos de resposta rápidos de aplicativos, e para minimizar o uso dos recursos. O sistema suporta um escalonamento on-demand para lidar com processo “on flotation” (demanda flutuante).

Fonte: Under-Linux

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26

out
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

IBM oferecerá Hadoop em seu serviço de nuvem

Em 26, out 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A IBM anunciou que em breve vai oferecer o seu software de analytics baseado no Hadoop, InfoSphere BigInsights, como serviço (Software as a Service – SaaS), dentro da plataforma SmartCloud. Duas versões estarão disponíveis, uma básica e gratuita, e outra paga, com características mais avançadas.

O serviço gratuito vai permitir que usuários iniciantes na análise de grandes quantidades de dados aprendam como o processo funciona. Recentemente, a IBM adquiriu especialistas na plataforma Hadoop para melhorar sua experiência na área.

O Apache Hadoop se tornou o padrão open source na área de “big data”, implantando um algoritmo MapReduce para aproveitar o poder dos grandes aglomerados de máquinas para analisar grandes quantidades de dados. Desenvolvido originalmente pelo Yahoo, ele se tornou um projeto Apache e desenvolveu seu próprio ecossistema de ferramentas e tecnologias relacionadas.

No início do mês, a Oracle anunciou que o seu Oracle Big Data Appliance rodaria Hadoop e a Microsoft revelou planos de dar suporte ao Hadoop no Azure e no Windows Server. O serviço de cloud Elastic MapReduce, da Amazon, também é baseado no Hadoop.

Com informações de The H

Fonte: IMasters

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30

set
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Amazon anuncia CloudFront no Brasil, acelerando o AWS na América Latina

Em 30, set 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A Amazon anunciou um novo local de distribuição de conteúdo para o serviços CloudFront e Route 53 no Brasil. Com isso, os usuários de toda América Latina passam a contar com mais performance e menor latência na transferência de dados a partir dos centros de dados da Amazon, além de acelerar a resolução das consultas DNS geradas a partir dessa região.

O CloudFront é um serviço integrado ao Amazon Web Services que viabiliza a distribuição de conteúdo aos usuários finais com baixa latência e alta taxa de transferência de dados. Mais que um CDN (Content Delivery Network), roteando as informações para a região de distribuição mais próxima, o CloudFront tira proveito de serviços como o Amazon S3 para obter maior desempenho na entrega dos dados.

O CloudFront tem enfoque na entrega conteúdo estático (imagens, vídeos, arquivos JavaScript, CSS etc.) com baixa latência. Por exemplo, sua aplicação web pode estar hospedada em um conjunto de servidores dentro ou fora da Amazon, e os arquivos estáticos seriam servidos pelo CloudFront. E independentemente de qual país o usuário esteja acessando sua aplicação, esse conteúdo estático será servido por um datacenter mais próximo do usuário, diminuindo assim o tempo de resposta e aumentando a velocidade de download dos arquivos. O CloudFront é utilizado por diversas grandes empresas para essa finalidade, como Sega, Netflix, IMDB, Second Life, e muitos outros.

  1. No Brasil todas as funcionalidades do CloudFront são suportadas; as principais são:
  2. Streaming de arquivos de mídia armazenados no Amazon S3;
  3. Invalidação de dados em cache;
  4. Customização de um outro local para o back-end como alternava ao Amazon S3;
  5. Estipulação de regras para acesso a conteúdo privado;

O Route 53 é um serviço de DNS escalável e de alta disponibilidade. Foi criado para otimizar o mapeamento de nomes de domínios para endereços IP, realizando essa operação como parte das atividades de roteamento das requisições de usuários para a infraestrutura da Amazon (e outros serviços).

Com o lançamento do centro de distribuição em São Paulo, o Brasil passa a fazer parte de um grupo seleto de 20 regiões com centro de distribuição de conteúdo que até então estavam restritas ao EUA, e partes da Europa e da Ásia. Essa é uma ótima notícia para os desenvolvedores e usuários dos serviços de infraestrutura da Amazon no Brasil e em toda a América Latina.

Fonte: Eder Magalhães, Rafael Nunes/InfoQ

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06

set
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Apple pode ser unir à Microsoft e à Amazon para lançar iCloud

Em 06, set 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

Neste ano, a Apple anunciou planos para lançar o iCloud, serviço de streaming de arquivos de áudio e vídeo que está na fase beta de testes e deve chegar ainda em 2011. Segundo uma reportagem do The Register, citando fontes não identificadas, os direitos de hospedagem do iCloud estão sendo tratados conjuntamente por dois dos maiores rivais da Apple: a Microsoft, através da sua plataforma Azure, e a Amazon, através do Amazon Web Services (AWS).

As duas empresas dizem que o acordo feito com a Apple também as impede de falar publicamente sobre a parceria. A reportagem alega que a Apple tomou a decisão de terceirizar recursos de hospedagem do iCloud porque queria se concentrar em “construir uma ótima experiência de consumo”.

A Microsoft e a Amazon irão dividir a hospedagem porque a Apple não quer contar apenas com uma empresa para as necessidades de seu servidor. O lançamento do iCloud poderia ser um problema para a Microsoft. Eles lançaram o Azure em fevereiro de 2010 e vêm tentando mostrar às empresas que podem suprir suas necessidade de computação em nuvem.

É possível que o acordo com a Microsoft e a Amazon seja temporário, apenas para que o iCloud seja lançado o mais rápido possível. A Apple recentemente concluiu a construção de uma instalação de servidor maciço em Maiden, na Carolina do Norte. Os 500 mil metros quadrados de construção, que custou a Apple US$ 500 milhões, será usado para hospedar o iCloud futuramente.

Fonte: Neowin

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05

set
2011

Sem Comentários

Em Blog

Por Allison

Divisão de cloud da Amazon chegará ao Brasil

Em 05, set 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A Amazon prepara a estreia de uma operação de hosting e computação em nuvem no Brasil.

Na próxima semana, a empresa deve anunciar oficialmente a estreia no país da Amazon Web Services, divisão da companhia que concorrerá diretamente com os maiores players do setor no Brasil, como Localweb, Tesla, UOL e Alog.

A empresa contratou o ex-gerente do Google e especialista no mercado de tecnologia para empresas, José Nilo, para estruturar a operação da empresa no Brasil. A varejista também negocia com editoras brasileiras de livros seu ingresso no país no segmento de e-books, competindo com Saraiva e Cultura.

Fonte: IMaster

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