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23

nov
2011

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Por Allison

Adobe admite: HTML5 é o futuro

Em 23, nov 2011 | Sem Comentários | Em Blog, Design, HTML | Por Allison

Após a Adobe anunciar que o Flash Player 11.1 pode ser a última versão do Flash para navegadores móveis, Mike Chambers, chefe dos desenvolvedores da Adobe, publicou uma explicação sobre o motivo que levou a empresa a tomar essa decisão.

“A decisão é parte de uma grande mudança estratégica da Adobe”, escreveu Chambers. “Uma dessas mudanças é focar no HTML5, assimm como no Adobe Creative Cloud e nos serviços que ele pode prover”.

Ele ainda listou as cinco razões principais que levou a empresa a se decidir por esse caminho:

  1. O Flash nunca ganhará muita visibilidade em dispositivos móveis, já que a Apple não quis adotar a tecnologia no iPhone e no iPad. “Não importa o que fizéssemos, que o Flash não estaria disponível no iOS da Apple”, disse ele.
  2. Entretanto, o HTML5 é onipresente. “Em dispositivos móveis, o HTML5 oferece um nível similar de presença que o Flash Player oferece ao desktop”, afirmou.
  3. Os usuários não costumam consumir conteúdo em aparelhos móveis do mesmo jeito que o fazem em desktops. As diferenças do tamanho das telas, os problemas com redes sem fio e a disseminação das lojas de aplicativos fizeram do Flash irrelevante em mobiles.
  4. Desenvolver plugins para mobile é mais desafiador do que para desktop. Isso requer mais parcerias com desenvolvedores de OS, de hardware para mobiles e de componentes manufaturados. “Desenvolver o Flash Player para mobile mostrou que é preciso muito mais recursos do que imaginávamos”, admitiu.
  5. A Adobe quis mudar mais recursos para HTML5, e liberando o Flash gratuitamente para dispositivos móveis, e que eles façam o mesmo.

Depois, Chambers assegurou aos desenvolvedorees que o Flash é seguro, e explicou que a Adobe fez um termo de compromisso com o Flash Player para desktops, que tem o foco em permitir que desenvolvedores criem aplicativos móveis através da plataforma Adobe AIR.

Ao final, Chambers disse que cada vez mais o HTML5 vai ocupar as funcionalidades do Flash. “Se um recurso Flash é bem sucedido, ele será integrado ao navegador, e se os desenvolvedores e usuários vão acessá-lo cada vez mais pelo navegador, e não pelo Flash”.

“Muitas das coisas que você já fez usando o Flash, fará com o HTML5 e o CSS3 diretamente no navegador”, concluiu.

Com informações de Mashable

Fonte: IMasters

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19

nov
2011

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Por Allison

Adobe transfere código do Flex SDK para projeto open source

Em 19, nov 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A Adobe moverá seu Flex SDK para a “Open Spoon Foundation”. A empresa disse que o “Projeto Spoon” foi criado dentro da comunidade Adobe e que continuará a manter e desenvolver o SDK. Apesar da Adobe agora defender o HTML5 como melhor tecnologia para desenvolvimento de aplicações de nível empresarial, prometeu que continuará contribuindo para o desenvolvimento do Flex SDK.

“Nós reconhecemos que poderíamos ter lidado melhor com a comunicação e prometemos lançar atualizações nas próximas semanas e até mesmo meses”, disseram os executivos da Adobe.

Os frameworks que já foram anunciados serão retomados, e a próxima versão do SDK, a 4.6, será lançada no tempo previsto: 29 de novembro. A empresa explicou que o Projeto Spoon será liderado por alguns desenvolvedores da equipe de engenharia do Flex SDK, juntamente com os principais desenvolvedores da comunidade Flex, incluindo membros da Fundação Open Spoon e colaboradores de empresas que utilizam o Flex.

A estrutura organizacional será moldada nos parâmetros do projeto Mozilla, enquanto a base de código será mantido como módulos individuais (por exemplo, o compilador, o I18n, os temas, e a ligação de dados) que será regida, cada uma, por um “módulo príprio”. Estes módulo irão cooperar com a Adobe para definir a direção dos módulos individuais. O Projeto Spoon compilou uma visão geral de informações detalhadas sobre o objetivo do projeto, a estrutura e fluxos de trabalho planejado.

Uma vez que o desenvolvimento foi trasferido para a Fundação Open Spoon, a Adobe disse que muitos dos engenheiros e gerentes de produto, que trabalharam no Flex SDK, serão transferidos para a plataforma HTML da empresa. De acordo com um post de Andrew Shorten e Deepa Subramaniam, Adobe planeja fazer contribuições significativas para o WebKit e o jQuery, assim como avançar no desenvolvimento do PhoneGap e criar novas ferramentas que resolvam os desafios que os desenvolvedores enfrentam na construção de aplicativos com HTML5.

Com informações de The H

Fonte: IMasters

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09

nov
2011

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Por Allison

A Adobe não vai mais desenvolver o Flash para dispositivos móveis

Em 09, nov 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A Adobe decidiu encerrar o desenvolvimento do Flash para navegadores móveis. A partir de agora a proposta da empresa é concentrar seus esforços na criação de ferramentas para aplicações móveis nativas e explorar o desenvolvimento HTML5 em suas principais ferramentas.

A empresa pretende apresentar mais detalhes sobre a estratégia para o futuro em uma reunião com analistas financeiros que acontece hoje, 9 de novembro em Nova York. A Adobe delineou os principais pontos da estratégia em um comunicado à imprensa, mencionando a canalização de recursos para aumentar o investimento em desenvolvimento com HTML5 através das ferramentas Dreamweaver, Edge e PhoneGap, bem como um ajuste de seus planos para a tecnologia Flash:

Vamos concentrar os recursos da nossa equipe de Flash em oferecer as experiências mais avançadas na web, incluindo jogos e vídeos de alta qualidade, além de aplicações móveis.

Os parceiros da Adobe começam a mudar o planejamento em relação ao Flash. A seguir um trecho de um post descrevendo o planejamento da ZDNet, uma empresa parceira da Adobe:

Nosso trabalho futuro com Flash em dispositivos móveis será focado em permitir que os desenvolvedores empacotem suas aplicações nativas com Adobe Air nas principais lojas de aplicativos móveis. Não vamos mais adaptar o Flash Player para novas versões de navegador, sistema operacional ou mesmo para configurações específicas de dispositivo. O licenciamento de uma parte do nosso código permite que desenvolvedores optem por continuar o trabalho lançando suas próprias implementações. Vamos continuar apoiando o Android e o PlayBook, com correções críticas e atualizações de segurança.

Essa movimentação da Adobe já era esperada. Nos últimos tempos, alguns sinais apontam para o fato de que a Adobe precisa fazer algo radical em relação ao Flash. Para se ter uma ideia sobre a situação dessas tecnologias em relação à evolução do HTML5, veja os artigos HTML5 vs Flash: onde está a Adobe? e Qual é o futuro de Flash e Flex? (ambos em inglês) publicados no InfoQ.com.

Um primeiro sinal de alarme para o Flash, é claro, veio da Apple em 2007, com a decisão de não incluir o Flash no iPhone. Um post contundente de Steve Jobs, Pensamentos sobre o Flash, explica que o Flash consome recursos demais dos smartphones e a Adobe não conseguiria evoluir a tecnologia para esses tipos de dispositivos. O fato de a Adobe só lançar o Flash para Mobile em junho de 2010, para Android, confirmou que a empresa não conseguia acompanhar o ritmo e a evolução do mercado de smartphones.

A Adobe agora tem uma estratégia dupla: aplicações nativas móveis e HTML5. Recentemente, a empresa comprou a Nitobi, criadora do PhoneGap. (O PhoneGap é um framework de desenvolvimento móvel, open source e cross-platform, com a estratégia de gerar aplicações nativas a partir de HTML e JavaScript.) Ao mesmo tempo, a empresa pretende investir mais em ferramentas para HTML5, para garantir o seu espaço nesse segmento de soluções web.

Fonte: Postado por Abel Avram , traduzido por Eder Magalhães/InfoQ

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15

ago
2011

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Em Blog

Por Allison

Adobe disponibiliza versão beta da ferramenta Muse

Em 15, ago 2011 | Sem Comentários | Em Blog | Por Allison

A Adobe disponibilizou hoje uma versão de testes de sua nova ferramenta chamada de Muse.

Ela é baseada na plataforma AIR e permite a criação e a publicação de sites de maneira fácil e rápida, o que o torna perfeito para usuários que não querem lidar com código e ferramentas mais complexas como o Dreamweaver.

De acordo com a empresa, a ferramenta utiliza os mais recentes padrões web, como HTML5 e CSS3.

Além disso, o Muse permite a criação de sites “trial”, que são hospedados pela própria Adobe. Dessa forma, os usuários podem testar os sites criados antes de publicá-los definitivamente.

O Adobe Muse Beta é compatível com Windows, Mac OS X e requer o Adobe AIR instalado.

Fonte: IMaster

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