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Empreendedorismo

17

maio
2017

Sem Comentários

Em e-commerce
Empreendedorismo

Por Vinicius AC

A estrela mundial do ecommerce é o Brasil

Em 17, maio 2017 | Sem Comentários | Em e-commerce, Empreendedorismo | Por Vinicius AC

Somos o sétimo mercado online do planeta e o maior mercado da América Latina. Mesmo assim, a perspectiva de crescimento do ecommerce brasileiro ainda é muito alta, pois cerca de 45% da população brasileira não usa a internet de forma ativa e 80% nunca fizeram uma compra online.

O gráfico abaixo mostra comparativamente o potencial de vendas online dos 7 maiores mercados do mundo. Veja que o Brasil aumenta sua participação de 5,3% em 2016 para 9,3% em 2020. É o maior crescimento percentual entre os países mostrados no gráfico.

Potencia Mercados Ecommerce

Imagine que você deseja expandir suas vendas online para outro país e está em dúvida entre Alemanha e França. Hoje, o potencial do mercado da Alemanha ( 8,4% ) é maior que o da França ( 6,1% ), porém o mercado Alemão tende a perder importância em relação ao da França. Este é um parâmetro importante para embasar sua decisão. Pois bem, a minha recomendação é que você pense melhor e invista mesmo é no mercado online brasileiro, afinal de contas, os mercados da Alemanha, Inglaterra e França, tendem a perder importância em relação ao do Brasil (essa pesquisa T-Index é de 2016, já na crise).

Lembrando que estamos falando de potencial do mercado e não do tamanho. Esse potencial é medido pelo número de habitantes com acesso a internet, valor médio das compras, tamanho do mercado, entre outros fatores, e não somente pelas vendas totais no final do ano.

 

Mas e a crise?

Todos os setores estão sendo afetados pela crise, porém nem todos da mesma forma. O gráfico abaixo mostra claramente que o potencial do mercado online é tão grande que, mesmo em 2016, um dos piores anos da nossa história, o crescimento ainda foi bastante expressivo. A expectativa é que em 2021 o faturamento do ecommerce brasileiro chegue a 85 bilhões de reais.

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Projeção de crescimento do ecommerce brasileiro até 2021 (Gráfico: Ecommerce Brasil)

 

Varejo Físico

Em contrapartida, o varejo tradicional teve crescimento negativo em 2015 e 2016. Muito da queda nas vendas das lojas de tijolos está relacionado a crise, porém o ecommerce tem sua cota de participação. São duas forças atuando em paralelo contra o crescimento do varejo físico, crise e ecommerce.

Virtuaria - Varejo físico e online

O impacto do ecommerce sobre o varejo tradicional é uma tendência mundial. Um exemplo é a morte dos shopping nos EUA.

Hoje, nos EUA, muitos shopping estão morrendo e o ecommerce continua crescendo. Os mais afetados são os shoppings na periferia. No Brasil, os shoppings ainda estão muito bem, na maioria dos casos. Porém dentro de alguns anos, alcançaremos a maturidade que o mercado americano tem hoje, e então, nossos shoppings também começarão a morrer.

A tendência é que as lojas físicas atuem como um ponto de apoio as lojas virtais, permitindo experiências aos clientes que não são possíveis online, como demonstrações do uso dos produtos, diversão, treinamentos, atendimento personalizado, entre outras coisas. São coisas que ajudam a conquistar os corações dos clientes e a construir uma reputação positiva, inclusive nas redes sociais. Isso já acontece com algumas grandes marcas mundiais, como a Apple, onde as lojas físicas focam mais na experiência dos clientes do que na própria venda.

Hoje, a maioria dos consumidores brasileiros já pesquisam online antes de realizar uma compra em uma loja física. Com o tempo, cada vez mais eles pesquisarão online e também comprarão online. Mesmo aqueles que visitarem a loja física para dar uma olhada nos detalhes do produto, cada vez mais vão preferir efetivar a compra através da internet. Isso mostra a importância de integrar bem o físico e o virtual, cada um com seus pontos fortes.

Céu de Brigadeiro

O motor do crescimento do ecommerce tem sido os novos consumidores virtuais e a diversificação das vendas. Hoje, calçados, roupas, produtos de beleza e alimentícios estão crescendo acima da média e ampliando sua participação no mercado virtual, no passado recente foram os eletrônicos, muitos em breve, outros setores se destacarão.

Nos Estados Unidos, 67% da população  fez ao menos uma compra online em 2016. No brasil, apenas 20% da população costuma fazer compras online. A perspectiva é que 100 milhões de brasileiros passem a comprar online nos próximos 8 ou 10 anos. Um número impressionante que deixa claro o potencial do ecommerce brasileiro.

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Por Vinicius Castro
CEO SWX Virtuaria

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17

maio
2017

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Em e-commerce
Empreendedorismo

Por Vinicius AC

Como vender alimentos online

Em 17, maio 2017 | Sem Comentários | Em e-commerce, Empreendedorismo | Por Vinicius AC

A compra de comida pela internet está ganhando cada vez mais força. Tanto os grandes players do setor têm aderido a esta tendência, quanto pequenas empresas locais. A tendência de crescimento tem beneficiado empresas de todos os tamanhos.

Segundo pesquisa feita pela empresa Croma Marketing Solutions, é no setor de alimentos onde existe uma maior distância entre o percentual de compradores que hoje já adquirem mercadorias online e os que dizem estar dispostos a fazê-lo no futuro próximo. De acordo com a pesquisa, 22% dos entrevistados adquirem hoje alimentos e bebidas pela internet, mas uma fatia de 38% espera poder fazê-lo nos próximos três anos. O estudo, feito com o patrocínio de companhias como Coca-Cola e Carrefour, identificou que a busca por conveniência tende a levar os compradores a comprar utilizando meios digitais.

Sejam lanches rápidos, doces, salgados, bebidas, refeições simples ou sofisticadas, as boas opções para os consumidores, como por exemplo a Chef In Bag, que oferece deliciosos pratos gourmet prontos em 10 minutos, sem conservantes ou aditivos químicos, ou o Xino, e sua deliciosa culinária chinesa e japonesa, só vem crescendo.

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Novos Consumidores

O comportamento do consumidor está mudando rapidamente e os pedidos, antes limitados a uma consulta ao telefone de 3 ou 4 estabelecimentos conhecidos, cada vez mais vem sendo feitos depois de uma boa pesquisa online sobre as melhores opções disponíveis na cidade. Eles querem saber nome, ingredientes, preço, visual, forma de preparo, entre outras coisas. A concorrência agradece aos proprietários e sócios de restaurantes que ainda não visualizam a internet como uma ferramenta importante de incremento das receitas no delivery.

 

nhoque-com-file-525x395Uma imagem vale mais que mil pedidos

Mas como vender comida online? Uma das coisa mais importantes para o sucesso de uma loja virtual de alimentos são as imagens dos pratos. É preciso ter fotos grandes, bonitas, com ótimo foco e iluminação. Em uma loja física, uma hamburgueria, por exemplo, é possível sentir o cheiro, conversar com os garçons ou até mesmo experimentar algo, antes de pedir a comida. Nos pedidos a distância, não há nada disso.

Trocando em miúdos, a maioria das pessoas deve salivar ao visualizar as fotos dos pratos. Caso contrário, sua loja virtual não está boa o bastante.

Para uma pequena empresa, pode ser proibitivo o custo de contratação de um profissional para fotografar a comida. Porém, se for possível, é altamente recomendado. Caso não seja possível, tente falar com um amigo ou parente que gosta de fotografia, mesmo que não seja um profissional. Tratar as imagens em um bom software de edição de fotografias também ajuda muito.

 

Ninguém tem muita paciência quando está com fome

Quase tão importante quanto ter boas imagens é ter uma loja ágil e objetiva. Quanto menos cliques, melhor. O cliente deve ter a opção de abrir a página de um produto e ver todos os detalhes, incluindo as lindas imagens. Porém, tão importante quanto, é poder adicislide_virtsandonar vários produtos ao carrinho sem ter que abrir página por página. Qualquer cliente deve conseguir comprar acessando somente duas páginas da sua loja virtual: 1 – Página do catálogo. 2 – Página de finalização da compra (checkout); São 2 passos e nada mais.

O checkout deve ser rápido. Nada de vários passos, pois já está provado que um único passo é mais eficiente (converte mais). Nada de solicitar informações desnecessárias, como RG, idade, nome da mãe, etc. A não ser na venda bebidas alcoólicas, só é necessário o nome do cliente, informações de entrega, email e telefone.

O cadastro para realizar a compra deve ser opcional, porém, se o cliente desejar cadastrar-se, isso deve ser feito de forma integrada ao checkout. Deseja cadastrar-se? Informe uma senha na tela de checkout. Não deseja criar um cadastro? Continue sua compra normalmente. Simples assim, afinal todas as informações necessárias para criação do cadastro, o cliente já informa naturalmente para poder finalizar a comprar. Para clientes já cadastrados, todos os dados de finalização da compra devem ser preenchidos automaticamente. Forçar o cliente ir a uma tela específica só para fazer um cadastro, é pecado mortal.

Garantir que os pedidos cheguem com aparência, temperatura e sabor delicioso aos clientes, faz muita diferença. Dependendo do tipo de alimento vendido, isso pode ser um pesadelo. Usar embalagens adequadas ajuda muito. São desafios do delivery em geral, não apenas do online.

 

Ofereça múltiplos canais

Use sua loja online para fazer seu cliente conhecer e ter vontade de comprar seu produto, porém ofereça a opção de tirar dúvidas via chat (integrado a loja ou whatsapp) ou email. Não deixe de usar facebook, instagram e outras redes sociais para atrair clientes. E se possível, crie filiais em plataformas de terceiros, como IFood.

Mas porque não usar apenas o IFood ou similares? Porque nestes casos, você está essencialmente pagando para alugar um espaço pertencente a outra empresa. Você paga mais para usá-las, sendo que a concorrência é muito mais baseada no preço, já que são várias lojas com produtos semelhantes no mesmo site. Use essas plataformas para atrair e fidelizar novos clientes que mais tarde vão pesquisar no google e cair direto no seu restaurante online, com a sua marca, suas cores, suas características visuais (layout) e com as funcionalidades que você precisa. É mais seguro ter o seu negócio online 100% sobre seu controle.

Por Vinicius Castro
SWX Virtuaria

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17

maio
2017

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Em e-commerce
Empreendedorismo

Por Vinicius AC

Como enfrentar a crise na indústria olhando para o mundo digital

Em 17, maio 2017 | Sem Comentários | Em e-commerce, Empreendedorismo | Por Vinicius AC

Do universob2b.

homem-de-negocios-grafico-ascendentePraticamente todos os balanços de empresas refletem a crise que o País está passando. Em épocas complicadas como esta, as empresas precisam de soluções mais radicais e inovadoras que garantam sua sobrevivência. Pensando nisso, dois temas entram como prioridade total: aumento de vendas e redução de custos. Mas a pergunta é: como vender mais, ou pelo menos continuar vendendo igual ao ano passado, e como custar menos?

Neste cenário, muitas indústrias estão colocando em suas estratégias comerciais o canal digital através do uso de plataformas de e Commerce B2B e ações de marketing digital. Os modelos comerciais tradicionais baseados puramente em equipes de vendas e representantes comerciais precisam se reinventar e ganhar eficiência. Os desejos que passam pela cabeça do empresariado são: como aumentar as vendas, ampliar participação de mercado, reter/rentabilizar clientes e, tudo isto com o menor aumento de custos possível.

Desdobrar estas metas no modelo comercial padrão leva a aumentos significativos em força de vendas tradicional com todos os problemas e custos inerentes. Uma das alternativas é olhar para o varejo e ver como ele se reinventou nos últimos anos. Empresas varejistas se adaptaram ao mundo digital. Estratégias de e-Commerce e marketing digital hoje são tão comuns no varejo que quando vemos uma empresa que não venda pelo canal digital, ela nos parece totalmente estranha e fora da realidade.

O primeiro passo foi dado, as empresas foram para o mundo digital, aprenderam a vender, a se relacionar com seus clientes e a captar novos. Áreas inteiras e novos cargos foram criados, novas competências foram necessárias dentro da empresa, novos KPIs foram adicionados às reuniões de diretoria e novas metas foram dadas às pessoas.

Enquanto o varejo se reinventou e aprendeu a operar no mundo digital, as indústrias ainda estão atrasadas. Mas, épocas de crise são bons momentos de tirar projetos da gaveta e pensar fora da caixa. Se o varejo migrou parte de sua operação para o universo digital, porque a indústria não faz a mesma coisa? Não estou falando que uma indústria deva criar um site de e-Commerce para vender para o cliente final e brigar com o canal varejista. O que está na mesa é o outro tipo de e-Commerce, enquanto no varejo falamos de e-Commerce B2C (venda de empresa para consumidor), na indústria devemos focar no e-Commerce B2B (venda entre empresas).O e-Commerce B2B deve ser um
braço da área comercial e de marketing da indústria, deve ser um complemento das vendas e usar o canal digital para vender e se relacionar com seus clientes pessoa jurídica.

Empresas Americanas e Européias estão efetivamente trabalhando neste canal, e não é incomum vermos casos de empresas onde mais de 50% das vendas já são oriundas do canal digital. No Brasil, este movimento de digitalizar as operações comerciais B2B está ganhando força e cada vez mais empresas estão se reinventando e aprendendo a vender no mundo digital.

Pense nisso e venda mais e melhor com menos custo!

CIO Market na final do Inovativa Brasil

Em 06, dez 2014 | Sem Comentários | Em Blog, Clipping, Destaques, Empreendedorismo | Por Vinicius AC

Inovativa BrasilO CIO Market, startup que está sendo criada dentro da SWX, ficou entre as 72 startups  selecionadas para a fase final (fase 3) do programa Inovativa Brasil, iniciativa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), executado pelo Wenovate.

Passaram para a fase 2 apenas negócios inovadores com potencial de mercado e de escalabilidade. Entre eventos, webinars, mentorias e conteúdos disponibilizados na plataforma, a fase 2 serviu para uma avaliação mais profunda dos negócios.

Para a fase 3 a preparação foi intensificada através de um bootcamp  em São Paulo nos dias 22,23 e 24 de novembro de 2014.
No evento em São Paulo, os dois primeiros dias foram de preparação intensiva com mentorias e treinamentos. No terceiro dia, os empreendedores finalistas apresentaram seus negócios a bancas formadas por investidores-anjo, gerentes de fundos de investimento e executivos de grandes empresas como Natura, Braskem, Embraer, Oracle e CI&T, dentro da programação da Conferência da Anjos do Brasil.

“O InovAtiva Brasil é um programa de capacitação, mentoria e conexão para startups, coordenado pelo MDIC, que este ano chegou a sua segunda edição. É importante destacar que muitas empresas já saíram da terceira fase com parcerias e aportes financeiros em negociação. As conexões e mentorias oferecidas são as melhores do mercado, e esse é um dos pontos mais destacados por todos os participantes”, frisa Nelson Fujimoto, secretário de Inovação do MDIC.

 

Todos os setores

Marcos Vinícius de Souza, Diretor de Fomento à Inovação do MDIC, ressalta outra vantagem do InovAtiva: trabalhar com empresa de todos os setores, não somente com startups de Tecnologia da Informação. “Temos diversos participantes das áreas de saúde, agronegócio, meio ambiente, automação industrial e até empresas de setores específicos como nanotecnologia e veículos aéreos não tripulados, os drones. O projeto melhor avaliado por nossa banca desenvolveu um novo composto químico que aumenta consideravelmente a eficiência de painéis de energia solar”, enumera Souza, destacando que há oportunidade para qualquer empresa inovadora.

 

Sobre o InovAtiva

A segunda edição do Programa InovAtiva Brasil, lançada em maio deste ano, foi composta por três fases em que quase sete mil empreendedores de todo o Brasil tiveram acesso gratuito à capacitação baseada em vídeos e textos de empresários, consultores e especialistas. Foram 703 os selecionados na primeira fase, e 128 para a segunda. Todos os 128 receberam mentorias individuais com empresários e executivos e também participaram de eventos presenciais de treinamento em cinco capitais brasileiras. Na terceira fase, 75 empresas selecionadas tiveram mais capacitação, treinamento presencial e 69 delas se apresentaram nas bancas desta semana.

O InovAtiva Brasil tem parceiros importantes para a execução do programa e construção da rede de mentores e avaliadores, como EndeavorConfederação Nacional da Indústria (CNI) e Senai NacionalMcKinsey & CompanyAssociação Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento de Empresas Inovadoras (Anpei)Instituto Anjos do BrasilAssociação Brasileira de Venture Capital e Private Equity (ABVCAP) e Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

Fonte: MDIC

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SWX Labs 08 – Equipes de Alto Desempenho

Em 20, out 2014 | Sem Comentários | Em Agile, Blog, Destaques, Empreendedorismo, Scrum, SWX Labs | Por Mike Lopes

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No SWX Labs 08 Mike e Vinicius  conversam com Alércio Bressano sobre Equipes de Alto Desempenho.

Alércio nos mostra o caminho das pedras para criar uma equipe de alto desempenho usando metodologias ágeis, notadamente o Scrum. Dos fracassos iniciais à construção de um time de alto desempenho, passando pela conquista da confiança de sua equipe Alércio mostra que inovar em metodologias de trabalho é um caminho possível e real.

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Imagem: O termo Scrum se origina de uma jogada de Rugby, por isso homenageamos a competente e divertida seleção neozelandeza de rugby.

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06

maio
2014

Sem Comentários

Em Blog
Empreendedorismo

Por Vinicius AC

4 Exemplos do MMA para ter sucesso nos negócios e na vida

Em 06, maio 2014 | Sem Comentários | Em Blog, Empreendedorismo | Por Vinicius AC

4 lições que o MMA nos ensina e que podemos levar para as nossas vidas profissional e pessoal

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Um gancho bate em sua mandíbula. Seus punhos se cerram, seu coração acelera e você sente a adrenalina. É hora de lutar.

Lutar traz um poder instintivo. Mas lutadores profissionais sabem que lutar não é um arroubo de fúria. Para se manter no topo o lutador deve ter coragem, estratégia, tenacidade e uma busca, essa sim, furiosa pelo sucesso. Estas mesmas características que moldam os grandes lutadores, moldam os grande empreendedores.

No últimos anos, uma modalidades de luta superou o boxe em popularidade e trouxe ao estrelato lutadores antes restritos às academias, ou no máximo, aos ciclos olímpicos. Este esporte é o MMA, que tem sua representação mais visível hoje o evento UFC. Analisando as lutas e lutadores de MMA podemos tirar lições que servem para o octágono e para as salas de reuniões.

Aqui estão os quatro lições mais poderosas para ajudá-lo a ganhar a luta no mundo dos negócios e na vida.

 1 – Encare seus medos

minotauro vs bob sapo

Na luta histórica entre Rodrigo Minotauro e Bob Sapp, a diferença de tamanho e peso entre os lutadores era muito grande, mas o brasileiro encarou o gigante, usou sua técnica apurada frente a força bruta do rival e na oportunidade que teve finalizou a luta.

O medo é inevitável – e como você o encara é que faz a diferença . Seu negócio vai enfrentar crises e encruzilhadas . Não deixe que elas façam você parar. Faça do seu medo o seu aliado. Encare-o de frente, confie em seus instintos e aquele medo que te paralisa irá sumir.

2 – Vença com estratégia

Ainda como lição da luta anterior, podemos ver que a estratégia bem aplicada, pode vencer a força bruta de um gigante.

Nos negócios, maior nem sempre é melhor. Uma startup “esperta” pode passar a perna em um gigante lento e agarrar uma oportunidade incrível. Quando você está enfrentando probabilidades improváveis, uma estratégia mais inteligente pode definir a vitória.

3 – Esteja na luta

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Na primeira luta entre Anderson Silva e Chael Sonnen, o norte-americano ameaçou pela primeira vez o reinado do Spider que resistiu durante toda a luta, mesmo sendo dominado. Na adversidade o brasileiro sempre se manteve na luta, mudando a tática, buscando outras saídas e por fim conseguiu uma vitória por finalização.

Lutadores de alto nível sempre se mantem na luta, independente do resultado que possa vir e assim se tornam mais fortes, mesmo com uma eventual derrota. Nos negócios, quando você escolhe uma luta para travar vá até o fim. Ainda que você tome um soco e a reação exija muita força, quando desistir não é uma opção você vai encontrar a vontade e a forma de vencer.

4 – Luta contra seus limites

Os lutadores de alto nível sempre buscam elevar ainda mais sua condição física e técnica, afinal sabem que o pior inimigo está dentro de si.

Nos negócios e na vida, nós não crescemos competindo com os outros, mas, elevando continuamente nossos padrões.

Esteja sempre faminto por: aperfeiçoar seu trabalho, aprender novas habilidades e conhecer novas pessoas. Se a seu negócio é bom, empurre-o para ser grande. Nunca se contente com o status quo.

Ser lutador de MMA  não é para todos, mas todos nós enfrentamos nossas batalhas. Você não vai ganhar todas, mas com a força, o foco e a preparação de um lutador, você vai ganhar mais do que perder.

Fonte: Entrepreneur  (Adaptado por Mike em CIO Market)

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