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18

jul
2017

Sem Comentários

Em e-commerce

Por Vinicius AC

É a página do produto, estúpido!

Em 18, jul 2017 | Sem Comentários | Em e-commerce | Por Vinicius AC

Um ecommerce é cheio particularidades. Existem centenas de características importantes na administração de uma loja virtual. É preciso tratar de questões técnicas da internet, financeiras, de logística, de relacionamento com clientes, de conteúdo, de divulgação, entre outras.

Lojistas de primeira viagem, ou até alguns com um pouco mais de experiência, passam por maus bocados para iniciar e principalmente, para fazer a loja girar. O aprendizado vem aos poucos, na base do sofrimento mesmo. O problema é que são muitos detalhes e não dá para aprender tudo do dia para a noite.

Mas, já que é preciso começar por alguma lugar, uma boa escolha é a página do produto. É uma das partes mais mais importantes de um ecommerce e também uma das mais relegadas ao segundo plano.

Trincheira online

A página do produto é onde a guerra realmente ocorre. Ela tem que responder a todas as dúvidas do seu público alvo, tem que ser bonita, tem que ter imagens / ilustrações e, se possível, tem que conter algum vídeo informativo.

Não acredite na conversa fiada de que é melhor uma página do produto enxuta, somente com as informações principais. Os resultados práticos desmentiram isso a muito tempo.

A página do produto é seu melhor vendedor, pois é nela que o visitante será apresentado ao produto e, possivelmente se sentirá motivado a realizar uma compra. Em uma loja física, há sempre um vendedor prestativo e sorridente para tirar dúvidas do cliente sobre alguma característica do produto. E na loja virtual? Quem é esse vendedor? É a página do produto, estúpido.

A página do produto deve responder todas as perguntas. Os clientes virtuais tendem a ser exigentes, já que a loja concorrente está a poucos cliques de distância. Uma única e pequena dúvida não respondida, pode ser a diferença entre um carrinho abandonado e uma conversão.

Landing pagizar é preciso

É comum o cliente cair direto na página do produto através das ferramentas de pesquisas ou redes sociais, e realizar a compra sem visualizar outras seções da sua loja, como a home page, por exemplo. Neste caso, a página do produto desempenha o papel de página de destino, ou Landing Page.

Por isso, assim como nas Landing Pages tradicionais, é recomendado caprichar no conteúdo da página do produto. Transformá-la em verdadeiras landing pages, em termos visuais e de conteúdo, é uma coisa boa, acredite.

Esse post seria um lixo se não tivesse um único exemplo de página do produto super foda. Faça 20% desse exemplo, e já será suficiente: https://casper.com/mattresses.

E finalmente, chegamos em um ponto onde a plataforma pode fazer a diferença. Se a sua só permite aquela estrutura padrão e pobre de página do produto. Sinto muito, mas você vai vender menos do que poderia. Sorry!

É preciso conhecer seu público alvo

Esse tópico merece um post exclusivo. Serei objetivo. Quanto maior for o conhecimento do lojista em relação a seu público alvo, mais bem preparado ele estará para criar uma excelente página do produto.

Nichar é o caminho

Se você não é a Amazon, foque. Dá um trabalho do inferno fazer uma página do produto realmente boa. Então, não tente fazer isso para 100 produtos, pois não vai conseguir. Saiba escolher bem os potenciais campeões de vendas e landing pagize as páginas deles.

Quanto mais direcionado a nichos for o produto, menor será a concorrência e mais fácil a venda, pois os grandões não tem tempo, nem interesse de construir uma linda página para um produto de nicho. É obvio que o produto tem que atender a algum desejo importante desse grupo de pessoas, senão, sem chances. Não espere por milagres.

Por Vinicius Castro
CIO SWX Virtuaria

Apple Store, Hangzhou, China

Apple Store, Hangzhou, China

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18

jul
2017

Sem Comentários

Em e-commerce

Por Vinicius AC

Dicas de ouro para vender joias e bijuterias online

Em 18, jul 2017 | Sem Comentários | Em e-commerce | Por Vinicius AC

As vendas online de joias e bijuterias cresceram muito nos últimos anos. É um mercado em franca expansão, turbinado pela vaidade da mulher brasileira e pela qualidade das nossas joias e bijuterias. Porém, também é um mercado muito competitivo, então, é preciso saber vender online.

Jade

Preço ou Conceito

A pior escolha que você pode fazer é tentar competir apenas na base do preço mais baixo. Deixe isso para as grandes lojas.

Antes de vender um produto, você tem que vender um conceito, seja de glamour, sofisticação, diferenciação ou qualquer outro. Para isso, tanto o visual da loja, quanto os produtos vendidos, devem estar em sintonia com o conceito pretendido. Atice os desejos e vaidades do seu público alvo mostrando exatamente o que ele quer ver, da forma que ele gosta de ver. Descreva muito bem os seus produtos, coloque fotos maravilhosas e todos os detalhes importantes de cada um deles.  É por aí que se consegue vender joias e bijuterias online sem ter o menor preço.

As grandes lojas costumam trabalhar com um grande número de peças, dos mais variados tipos e conceitos. É inviável para elas, definir e trabalhar bem os conceitos por trás das peças. É preciso explorar essa fraqueza das grandes lojas e assim abocanhar um pedaço do mercado.

 

Para brilhar, é preciso nichar

O setor de joias e bijuterias é bastante diversificado. Vende-se anéis, colares, pulseiras, brincos, etc. Cada item pode ser feito a partir de diversos materiais, como ouro, prata, conchas, penas, pedras, madeira, etc, etc, etc. É muita coisa, então não tente vender de tudo um pouco. Tente ter os melhores produtos e a melhor loja virtual para as necessidades de um determinado nicho de mercado. Metaleiras? Pode ser. Patricinhas? Porque não. Adolescentes? Bom. Senhoras? Bom também. Esportistas, legal.

Dica de ouro: Os Nichos acima são muito genéricos. Os melhores são os mais específicos, geralmente formados pela intersecção de interesses. Exemplos: Mulheres entre 20 e 29 anos que gostam de indie music e de surfar ocasionalmente; Senhoras esposas de ex-metaleiros fãs de motocicletas. Jovens EMOS fãs de animes japoneses.

Se você conseguir satisfazer os desejos e vaidades de ao menos um grupo (nicho) de pessoas, suas chances de dar certo automaticamente multiplicam-se. O Brasil tem mais de 100 milhões de internautas e esse número só cresce. Se você conseguir atender bem os desejos de 0,05% deles, serão 50 mil pessoas. E o melhor, as grandes lojas virtuais não serão páreo para você, pois eles não tem condições de focar “apenas” em 50 ou 100 mil pessoas.

Sua loja, sua joia 

A loja virtual deve transmitir a proposta do produto já no primeiro olhar, como se ela própria fosse uma das joias do catálogo. Isso é fundamental para se trabalhar com nichos da forma correta. Cores, conteúdo, estrutura, funcionalidades, tudo de acordo com as características do seu público.

Estamos falando em vender vaidade e, justamente por isso, sua loja virtual precisa ser incrível, pois só assim será possível passar não somente um conceito, como já explicado, mas também confiança. Faça um bom investimento em design e usabilidade, pois é essencial.

 

Não venda gato por lebre

Garanta que seu cliente vai receber exatamente o que está comprando. Falsificações de marcas famosas existem aos milhares. Se for vender réplicas, deixe isso muito claro para que algum cliente mais distraído não compre gato por lebre, gerando repercussão negativa.

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Vídeo vende bem

Crie vídeos sobre os seus produtos, faça reviews, tire as principais dúvidas dos seus consumidores e publique no seu canal no Youtube com seus dados de contato. Depois compartilhe com os seus seguidores nas principais redes sociais as quais você faz parte.

 

Use e abuse das redes sociais

Estreite o relacionamento com seus clientes. Faça um planejamento de conteúdo e aborde um assunto diferente a cada dia, mas que tenha relação com aquilo que o seu público procura. Exemplo: resposta a dúvidas, dicas de estilo, tendências do mercado, curiosidades, etc.

Uma das redes sociais que dão mais resultados é o Instagram. Tem tudo a ver com jóias e bijuterias, pois os resultados são melhores quando os produtos tem um bom apelo visual. Por meio dessa rede social, você pode compartilhar fotos e vídeos das suas peças, promoções, lançamentos, entre outras coisas importantes para aumentar suas vendas.

Se você tem uma página no Facebook, crie um formulário para que o seu público se inscreva e receba novidades por e-mail.

Por Vinicius Castro
CIO SWX Virtuaria

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17

maio
2017

Sem Comentários

Em e-commerce
Empreendedorismo

Por Vinicius AC

A estrela mundial do ecommerce é o Brasil

Em 17, maio 2017 | Sem Comentários | Em e-commerce, Empreendedorismo | Por Vinicius AC

Somos o sétimo mercado online do planeta e o maior mercado da América Latina. Mesmo assim, a perspectiva de crescimento do ecommerce brasileiro ainda é muito alta, pois cerca de 45% da população brasileira não usa a internet de forma ativa e 80% nunca fizeram uma compra online.

O gráfico abaixo mostra comparativamente o potencial de vendas online dos 7 maiores mercados do mundo. Veja que o Brasil aumenta sua participação de 5,3% em 2016 para 9,3% em 2020. É o maior crescimento percentual entre os países mostrados no gráfico.

Potencia Mercados Ecommerce

Imagine que você deseja expandir suas vendas online para outro país e está em dúvida entre Alemanha e França. Hoje, o potencial do mercado da Alemanha ( 8,4% ) é maior que o da França ( 6,1% ), porém o mercado Alemão tende a perder importância em relação ao da França. Este é um parâmetro importante para embasar sua decisão. Pois bem, a minha recomendação é que você pense melhor e invista mesmo é no mercado online brasileiro, afinal de contas, os mercados da Alemanha, Inglaterra e França, tendem a perder importância em relação ao do Brasil (essa pesquisa T-Index é de 2016, já na crise).

Lembrando que estamos falando de potencial do mercado e não do tamanho. Esse potencial é medido pelo número de habitantes com acesso a internet, valor médio das compras, tamanho do mercado, entre outros fatores, e não somente pelas vendas totais no final do ano.

 

Mas e a crise?

Todos os setores estão sendo afetados pela crise, porém nem todos da mesma forma. O gráfico abaixo mostra claramente que o potencial do mercado online é tão grande que, mesmo em 2016, um dos piores anos da nossa história, o crescimento ainda foi bastante expressivo. A expectativa é que em 2021 o faturamento do ecommerce brasileiro chegue a 85 bilhões de reais.

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Projeção de crescimento do ecommerce brasileiro até 2021 (Gráfico: Ecommerce Brasil)

 

Varejo Físico

Em contrapartida, o varejo tradicional teve crescimento negativo em 2015 e 2016. Muito da queda nas vendas das lojas de tijolos está relacionado a crise, porém o ecommerce tem sua cota de participação. São duas forças atuando em paralelo contra o crescimento do varejo físico, crise e ecommerce.

Virtuaria - Varejo físico e online

O impacto do ecommerce sobre o varejo tradicional é uma tendência mundial. Um exemplo é a morte dos shopping nos EUA.

Hoje, nos EUA, muitos shopping estão morrendo e o ecommerce continua crescendo. Os mais afetados são os shoppings na periferia. No Brasil, os shoppings ainda estão muito bem, na maioria dos casos. Porém dentro de alguns anos, alcançaremos a maturidade que o mercado americano tem hoje, e então, nossos shoppings também começarão a morrer.

A tendência é que as lojas físicas atuem como um ponto de apoio as lojas virtais, permitindo experiências aos clientes que não são possíveis online, como demonstrações do uso dos produtos, diversão, treinamentos, atendimento personalizado, entre outras coisas. São coisas que ajudam a conquistar os corações dos clientes e a construir uma reputação positiva, inclusive nas redes sociais. Isso já acontece com algumas grandes marcas mundiais, como a Apple, onde as lojas físicas focam mais na experiência dos clientes do que na própria venda.

Hoje, a maioria dos consumidores brasileiros já pesquisam online antes de realizar uma compra em uma loja física. Com o tempo, cada vez mais eles pesquisarão online e também comprarão online. Mesmo aqueles que visitarem a loja física para dar uma olhada nos detalhes do produto, cada vez mais vão preferir efetivar a compra através da internet. Isso mostra a importância de integrar bem o físico e o virtual, cada um com seus pontos fortes.

Céu de Brigadeiro

O motor do crescimento do ecommerce tem sido os novos consumidores virtuais e a diversificação das vendas. Hoje, calçados, roupas, produtos de beleza e alimentícios estão crescendo acima da média e ampliando sua participação no mercado virtual, no passado recente foram os eletrônicos, muitos em breve, outros setores se destacarão.

Nos Estados Unidos, 67% da população  fez ao menos uma compra online em 2016. No brasil, apenas 20% da população costuma fazer compras online. A perspectiva é que 100 milhões de brasileiros passem a comprar online nos próximos 8 ou 10 anos. Um número impressionante que deixa claro o potencial do ecommerce brasileiro.

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Por Vinicius Castro
CEO SWX Virtuaria

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17

maio
2017

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Em e-commerce
Empreendedorismo

Por Vinicius AC

Como vender alimentos online

Em 17, maio 2017 | Sem Comentários | Em e-commerce, Empreendedorismo | Por Vinicius AC

A compra de comida pela internet está ganhando cada vez mais força. Tanto os grandes players do setor têm aderido a esta tendência, quanto pequenas empresas locais. A tendência de crescimento tem beneficiado empresas de todos os tamanhos.

Segundo pesquisa feita pela empresa Croma Marketing Solutions, é no setor de alimentos onde existe uma maior distância entre o percentual de compradores que hoje já adquirem mercadorias online e os que dizem estar dispostos a fazê-lo no futuro próximo. De acordo com a pesquisa, 22% dos entrevistados adquirem hoje alimentos e bebidas pela internet, mas uma fatia de 38% espera poder fazê-lo nos próximos três anos. O estudo, feito com o patrocínio de companhias como Coca-Cola e Carrefour, identificou que a busca por conveniência tende a levar os compradores a comprar utilizando meios digitais.

Sejam lanches rápidos, doces, salgados, bebidas, refeições simples ou sofisticadas, as boas opções para os consumidores, como por exemplo a Chef In Bag, que oferece deliciosos pratos gourmet prontos em 10 minutos, sem conservantes ou aditivos químicos, ou o Xino, e sua deliciosa culinária chinesa e japonesa, só vem crescendo.

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Novos Consumidores

O comportamento do consumidor está mudando rapidamente e os pedidos, antes limitados a uma consulta ao telefone de 3 ou 4 estabelecimentos conhecidos, cada vez mais vem sendo feitos depois de uma boa pesquisa online sobre as melhores opções disponíveis na cidade. Eles querem saber nome, ingredientes, preço, visual, forma de preparo, entre outras coisas. A concorrência agradece aos proprietários e sócios de restaurantes que ainda não visualizam a internet como uma ferramenta importante de incremento das receitas no delivery.

 

nhoque-com-file-525x395Uma imagem vale mais que mil pedidos

Mas como vender comida online? Uma das coisa mais importantes para o sucesso de uma loja virtual de alimentos são as imagens dos pratos. É preciso ter fotos grandes, bonitas, com ótimo foco e iluminação. Em uma loja física, uma hamburgueria, por exemplo, é possível sentir o cheiro, conversar com os garçons ou até mesmo experimentar algo, antes de pedir a comida. Nos pedidos a distância, não há nada disso.

Trocando em miúdos, a maioria das pessoas deve salivar ao visualizar as fotos dos pratos. Caso contrário, sua loja virtual não está boa o bastante.

Para uma pequena empresa, pode ser proibitivo o custo de contratação de um profissional para fotografar a comida. Porém, se for possível, é altamente recomendado. Caso não seja possível, tente falar com um amigo ou parente que gosta de fotografia, mesmo que não seja um profissional. Tratar as imagens em um bom software de edição de fotografias também ajuda muito.

 

Ninguém tem muita paciência quando está com fome

Quase tão importante quanto ter boas imagens é ter uma loja ágil e objetiva. Quanto menos cliques, melhor. O cliente deve ter a opção de abrir a página de um produto e ver todos os detalhes, incluindo as lindas imagens. Porém, tão importante quanto, é poder adicislide_virtsandonar vários produtos ao carrinho sem ter que abrir página por página. Qualquer cliente deve conseguir comprar acessando somente duas páginas da sua loja virtual: 1 – Página do catálogo. 2 – Página de finalização da compra (checkout); São 2 passos e nada mais.

O checkout deve ser rápido. Nada de vários passos, pois já está provado que um único passo é mais eficiente (converte mais). Nada de solicitar informações desnecessárias, como RG, idade, nome da mãe, etc. A não ser na venda bebidas alcoólicas, só é necessário o nome do cliente, informações de entrega, email e telefone.

O cadastro para realizar a compra deve ser opcional, porém, se o cliente desejar cadastrar-se, isso deve ser feito de forma integrada ao checkout. Deseja cadastrar-se? Informe uma senha na tela de checkout. Não deseja criar um cadastro? Continue sua compra normalmente. Simples assim, afinal todas as informações necessárias para criação do cadastro, o cliente já informa naturalmente para poder finalizar a comprar. Para clientes já cadastrados, todos os dados de finalização da compra devem ser preenchidos automaticamente. Forçar o cliente ir a uma tela específica só para fazer um cadastro, é pecado mortal.

Garantir que os pedidos cheguem com aparência, temperatura e sabor delicioso aos clientes, faz muita diferença. Dependendo do tipo de alimento vendido, isso pode ser um pesadelo. Usar embalagens adequadas ajuda muito. São desafios do delivery em geral, não apenas do online.

 

Ofereça múltiplos canais

Use sua loja online para fazer seu cliente conhecer e ter vontade de comprar seu produto, porém ofereça a opção de tirar dúvidas via chat (integrado a loja ou whatsapp) ou email. Não deixe de usar facebook, instagram e outras redes sociais para atrair clientes. E se possível, crie filiais em plataformas de terceiros, como IFood.

Mas porque não usar apenas o IFood ou similares? Porque nestes casos, você está essencialmente pagando para alugar um espaço pertencente a outra empresa. Você paga mais para usá-las, sendo que a concorrência é muito mais baseada no preço, já que são várias lojas com produtos semelhantes no mesmo site. Use essas plataformas para atrair e fidelizar novos clientes que mais tarde vão pesquisar no google e cair direto no seu restaurante online, com a sua marca, suas cores, suas características visuais (layout) e com as funcionalidades que você precisa. É mais seguro ter o seu negócio online 100% sobre seu controle.

Por Vinicius Castro
SWX Virtuaria

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17

maio
2017

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Em e-commerce
Empreendedorismo

Por Vinicius AC

Como enfrentar a crise na indústria olhando para o mundo digital

Em 17, maio 2017 | Sem Comentários | Em e-commerce, Empreendedorismo | Por Vinicius AC

Do universob2b.

homem-de-negocios-grafico-ascendentePraticamente todos os balanços de empresas refletem a crise que o País está passando. Em épocas complicadas como esta, as empresas precisam de soluções mais radicais e inovadoras que garantam sua sobrevivência. Pensando nisso, dois temas entram como prioridade total: aumento de vendas e redução de custos. Mas a pergunta é: como vender mais, ou pelo menos continuar vendendo igual ao ano passado, e como custar menos?

Neste cenário, muitas indústrias estão colocando em suas estratégias comerciais o canal digital através do uso de plataformas de e Commerce B2B e ações de marketing digital. Os modelos comerciais tradicionais baseados puramente em equipes de vendas e representantes comerciais precisam se reinventar e ganhar eficiência. Os desejos que passam pela cabeça do empresariado são: como aumentar as vendas, ampliar participação de mercado, reter/rentabilizar clientes e, tudo isto com o menor aumento de custos possível.

Desdobrar estas metas no modelo comercial padrão leva a aumentos significativos em força de vendas tradicional com todos os problemas e custos inerentes. Uma das alternativas é olhar para o varejo e ver como ele se reinventou nos últimos anos. Empresas varejistas se adaptaram ao mundo digital. Estratégias de e-Commerce e marketing digital hoje são tão comuns no varejo que quando vemos uma empresa que não venda pelo canal digital, ela nos parece totalmente estranha e fora da realidade.

O primeiro passo foi dado, as empresas foram para o mundo digital, aprenderam a vender, a se relacionar com seus clientes e a captar novos. Áreas inteiras e novos cargos foram criados, novas competências foram necessárias dentro da empresa, novos KPIs foram adicionados às reuniões de diretoria e novas metas foram dadas às pessoas.

Enquanto o varejo se reinventou e aprendeu a operar no mundo digital, as indústrias ainda estão atrasadas. Mas, épocas de crise são bons momentos de tirar projetos da gaveta e pensar fora da caixa. Se o varejo migrou parte de sua operação para o universo digital, porque a indústria não faz a mesma coisa? Não estou falando que uma indústria deva criar um site de e-Commerce para vender para o cliente final e brigar com o canal varejista. O que está na mesa é o outro tipo de e-Commerce, enquanto no varejo falamos de e-Commerce B2C (venda de empresa para consumidor), na indústria devemos focar no e-Commerce B2B (venda entre empresas).O e-Commerce B2B deve ser um
braço da área comercial e de marketing da indústria, deve ser um complemento das vendas e usar o canal digital para vender e se relacionar com seus clientes pessoa jurídica.

Empresas Americanas e Européias estão efetivamente trabalhando neste canal, e não é incomum vermos casos de empresas onde mais de 50% das vendas já são oriundas do canal digital. No Brasil, este movimento de digitalizar as operações comerciais B2B está ganhando força e cada vez mais empresas estão se reinventando e aprendendo a vender no mundo digital.

Pense nisso e venda mais e melhor com menos custo!

17

maio
2017

Sem Comentários

Em e-commerce

Por Vinicius AC

Fique por dentro das tendências do e-commerce

Em 17, maio 2017 | Sem Comentários | Em e-commerce | Por Vinicius AC

Via Sebrae.grandes-tendencias-para-e-commerce-em-2016O cenário favorece novos negócios. A expectativa é que o setor seja responsável pelo crescimento de 5% ao ano do total de vendas no varejo.

A expectativa de crescimento para o comércio eletrônico permanece em alta no Brasil. De acordo com levantamento realizado pelo  eMarketer, instituto de pesquisa estadunidense especializado no mercado virtual, o cenário é favorável para quem deseja investir ou expandir os negócios no e-commerce.

O estudo mostrou, por exemplo, que o país é o 10º na lista de maiores vendedores online do mundo e o único representante da América Latina.

Espera-se, ainda, que o e-commerce seja responsável por cerca de 5% do total crescimento anual das vendas (tanto online quanto offline) no Brasil até 2018.

Preferência do consumidor

O eMarketer aponta também a preferência dos consumidores brasileiros no e-commerce: 18% das vendas são de produtos de moda e acessórios, seguidos por produtos de saúde e beleza, que correspondem a 16%. Em terceiro lugar, com 11%, estão os eletrodomésticos.

Há ainda telefonia celular e computadores, responsáveis por 7% das vendas (cada um). Os eletrônicos de consumo vêm um pouco abaixo, com 6%. A perspectiva é que esses índices aumentem nos próximos anos.

Os períodos de maiores vendas são os mesmos do mercado tradicional: Natal,Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia dos Namorados e Dia das Crianças.

Os empresários devem ficar atentos a essas datas comemorativas para organizar suas campanhas e oferecer descontos aos clientes, impulsionando as vendas.

Tendências

O crescimento das vendas online – aliado aos avanços tecnológicas – tem mudado gradativamente o sistema e-commerce, possibilitando que as tendências renovem o mercado.

Uma das principais novidades é a adequação da loja virtual aos dispositivos móveis. A implementação de plataforma adaptada para os smartphones e tablets é imperativa para quem deseja ampliar ou investir no e-commerce.

A atualização no layout da loja virtual é facilitada pelas mudanças nas plataformas de hospedagem, que têm se tornado mais baratas e de fácil operação.

Maior flexibilidade operacional com menor custo é outra novidade que amplia as possibilidades para empreendimentos no comércio eletrônico.

Outra tendência que tem ganhado espaço é o atendimento em tempo real. Muitas lojas virtuais já têm espaço para chats, nos quais o cliente pode tirar dúvidas ou pedir sugestões.

Essa perspectiva da empresa ser mais responsiva também funciona nas redes sociais e aplicativos de compartilhamento de conteúdo.

Fidelização

Facilidade na compra e rapidez na entrega são fatores cruciais para fidelizar o cliente. Pesquisas apontam que o cumprimento do prazo de entrega é o principal ponto que motiva o consumidor a comprar novamente em uma loja virtual.

É importante que a empresa de e-commerce estruture-se de maneira a agilizar todas as etapas do processo de venda, atendendo às expectativas dos compradores.

Além de esclarecer para o cliente sobre quais são as políticas de entrega e de troca de produtos, assim como manter canais de comunicação que atendam rapidamente às demandas dos clientes.

Regulamentação

Em 2013, entrou em vigor o Decreto nº 7.962, que estabeleceu critérios para o e-commerce no Brasil. A regulamentação também definiu normas para o sistema de compras coletivas.

Confira a seguir as principais regras:

  • Identificação completa do fornecedor;
  • Informar o endereço físico da empresa;
  • Oferecer dados claros e precisos, incluindo características do produto, material e preço;
  • Oferecer um resumo detalhado da compra, com valor, forma de pagamento e prazo de entrega;
  • Confirmação da compra no e-mail cadastrado pelo cliente;
  • Manter um sistema de atendimento eletrônico de rápido acesso;
  • Garantir a segurança das informações do cliente;
  • Garantir o direito a troca e devolução do produto, com o estorno do valor pago à agência de crédito.

Acesse a cartilha Aspectos Legais do E-commerce, produzida pelo Sebrae, e veja mais detalhes sobre a regulamentação para o comércio virtual.

21

jan
2017

Sem Comentários

Em e-commerce

Por Vinicius AC

9 Fundamentos para abrir uma loja virtual de sucesso

Em 21, jan 2017 | Sem Comentários | Em e-commerce | Por Vinicius AC

Muitos empreendedores pensam que basta montar a loja virtual para começar a vender. Os mais conscientes acham que basta mandar emails para uma lista de contatos e em alguns dias as vendas vão estar bombando. O resultado é frustração e vontade de desistir logo no início.

 

1 – Resolva um problema de um grupo específico de pessoas

Essa é a mais importante. Para um negócio na internet dar certo, é preciso ter ao menos 1 bom produto ou serviço. Mas o que é um bom produto? É um produto com preços competitivos e, principalmente, que resolve a algum problema de um grupo específico e bem definido de pessoas.

Porque apenas ter preços competitivos não é o ideal? Porque os gigantes do ecommerce também tem. Além disso, ter apenas o preço como diferencial não faz muito bem para o fluxo de caixa de nenhuma empresa, e muito menos para uma empresa pequena.virtuaria-solu01

O Brasil tem mais de 100 milhões de internautas e esse número só cresce. Se você conseguir atrair a atenção de 0,1% deles, serão 100 mil pessoas. Se resolver bem ao menos um problema importante para eles, sua loja virtual vai vender bem. E o melhor, os gigantes do ecommerce não serão páreo para você, pois eles não tem condições de focar “apenas” em 50 ou 100 mil pessoas.

Claro que ter um público alvo bem definido e um produto que resolva um problema importante para esse público alvo, é apenas o primeiro passo. Complementarmente a essa questão, faz toda a diferença fazer divulgação de forma contínua e focada. Um negócio na internet mal divulgado é como um ponto comercial no meio do oceano.

Assim como tudo na vida, existe a questão da escolha entre gastar tempo ou gastar dinheiro para atingir os objetivos. Caso queira investir tempo, seguem algumas formas baratas para divulgar seu negócio continuamente na internet.

 

2 – Página do Produto

A página do produto tem que ser perfeita. É fundamental ter muitas imagens de qualidade, se possível, ao menos 1 vídeo, e um texto bem feito.
A página do produto tem que mostrar claramente o seu produto solucionando um problema do seu público alvo. Isto é fundamental.
Complementarmente, podem ser colocados depoimentos, cases de sucesso, etc.
Como se fosse pouco, isso tudo tem que ser feito sem poluir a tela, ou seja, de forma bonita e organizado. Uma boa opção é incluir uma boa hierarquia de tópicos, slides para exibir as imagens, entre outras coisas.
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3 – Crie Conteúdo

Publicar conteúdo relevante e de qualidade é a melhor maneira de chamar a atenção e construir uma relação com o seu público-alvo. Seja no email ou numa seção de notícias dentro do site, a melhor maneira de vender seu produto é não oferecendo o produto diretamente ao cliente. Parece contraditório, mas é verdade. A receita básica é:

  1. Publique conteúdo relacionado a solução de problemas ou a desejos que fazem parte da vida do seu público alvo, e em troca receba gratidão e confiança;
  2. Sutilmente e de vez em quando, mostre no meio desses conteúdos que os desejos ou problemas podem ser supridos ou resolvidos também pelos seus produtos, e receba em troca mais vendas;

Gratidão e confiança fazem com que até mesmo quem não nunca foi cliente de uma empresa, se torne disseminador da marca.

Conteúdo autoral (criado por alguém da empresa) dá muito mais resultado do que reprodução de conteúdo criado por terceiros. Mas é válido, de vez em quando, reproduzir uma notícia de um jornal ou um blog, com as devidas referências, claro.

Google: Como se fosse pouco, faz toda a diferença para os sites de pesquisa (como o Google) a qualidade do conteúdo de um site. Quanto maior e melhor o conteúdo, mais chances do seu site aparecer entre os primeiros resultados. E o melhor, sem pagar nada em anúncios (Google Adwords).

 

4 – Email Marketing

O email é uma ótima ferramenta para a manutenção da relação com os clientes. Se você publica conteúdo interessante para seu público alvo, seus email serão considerados interessantes e serão lidos. Caso contrário, serão mais um entre centenas e podem até contribuir para construir uma visão negativa da sua marca. Desde que usado com sutileza, pode ser uma forma para aumentar as vendas gastando pouco.

 

5 – Facebook e outras redes sociais

Se você não quer gastar muito com impulsionamento, a única forma de ter algum resultado positivo através das redes sociais é tendo bom conteúdo para oferecer.

 

6 – Participe de eventos da sua área

Pesquise sobre os eventos voltados para o seu ramo de negócios e procure comparecer, de preferência levando algum folder impresso com informações. É uma excelente forma de criar e manter contatos.

 

7 – Seja um especialista online

Use a tecnologia a seu favor. Reserve um tempo todos os dias para pesquisar na internet, fóruns e discussões sobre temas que tenham a ver com seu negócio. Torne-se um participante ativo com comentários e respostas que ajudem outros internautas. Ser ativo em redes sociais, é uma ótima forma de conquistar novos clientes sem gastar nada.

 

8 – Faça contato com a mídia local

Aparecer em reportagens gera boa reputação. Para receber cobertura da mídia local, sejam jornais, TVs, rádios, etc, é preciso uma notícia nova e na hora certa. Se possível, uma assessoria de imprensa pode ajudar a conseguir esse espaço, tanto em jornais como na TV ou no rádio.

 

9 – Não deixe os clientes escaparem

Use ferramenta para traser os clientes de volta, como sistemas de recuperação de carrinhos abandonados. Custa muito menos trazer de volta um cliente que quase comprou o seu produto do que atrair um novo. Se você não vê um cliente há algum tempo, mande um e-mail personalizado (esse processo pode ser automatizado) perguntando se está tudo bem. Para um cliente que passou por uma situação ruim, use o telefone, reconheça a situação e pergunte se há algo que você possa fazer. Um desconto também é bom. Ser gentil com os clientes é a propaganda mais inteligente e barata que existe.

Por Vinicius Castro – CIO Virtuaria
vinicius@virtuaria.com.br

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24

jul
2016

Sem Comentários

Em e-commerce

Por Vinicius AC

Tenha uma causa ou desista de uma vez

Em 24, jul 2016 | Sem Comentários | Em e-commerce | Por Vinicius AC

Ter uma causa é possuir uma justificativa para acordar todos os dias. Qual o porquê de vender o que você vende? Ter uma excelente resposta é fundamental, pois fará o cliente compreender qual a razão do seu negócio existir. Essa existência deve ser algo além de fornecer o produto A ou o serviço B.

Causas inspiram as pessoas a darem o seu melhor, mesmo que diante de grandes dificuldades. Enquanto algumas causas podem inspirar temporariamente, uma causa realmente importante pode inspirar definitivamente, ou seja, ser uma fonte infinita de motivação.

Foco

 

Mais Clientes

Você já parou para pensar porque a Apple é uma das empresas com a maior quantidade de clientes fiéis do mundo? Obviamente a primeira resposta é o fato da marca oferecer aos seus clientes produtos com excelente qualidade. Mas não se engane, não é só isso (muito pelo contrário!). A Apple vende a sensação de se sentir diferente, especial. Ou seja, a causa da Apple é “vender estilo e exclusividade”. Isso foi muito bem fundamentado ao logo de anos e consequentemente propagado entre os clientes.

 

Exemplos de causa em grandes marcas:

Apple: Pense diferente;

Coca-cola: a alegria de viver;

McDonald’s: o mundo lúdico;

Nike: o instinto cosmopolita revolucionário.

Google: Não seja mau.

Alphabet*: Faça a coisa certa.

* Alphabet é corporação que controla Google, criada no final de 2015.

 

Também Tenha um Sonho

Uma causa é uma poderosa fonte de motivação, mas ainda é abstrata. Para transformá-la em algo concreto, insira sua causa dentro de um sonho, uma visão de futuro. É simples, basta imaginar como sua empresa será no futuro. É importante documentar o sonho e compartilhá-lo com toda a equipe.

O sonho tem que ser grande. Porém, também tem que ser factível e alinhado com sua causa. De nada adianta ter um grande sonho que seja exclusivamente impulsionado pelo desejo de ficar rico, por exemplo. É preciso sintonia entre uma grande causa, um grande propósito e um grande sonho. Com isso e com muito esforço, será possível criar um negócio de sucesso que pode até te deixar rico.

 

Sonhe Grande

Dá o mesmo trabalho, sonhar grande ou pequeno, é o que diz Jorge Paulo Lemann, homem mais rico do Brasil, dono de algumas das maiores empresas do mundo. Lemann também diz:

“Sempre vendi o sonho muito maior do que o tamanho da empresa. É claro que se você vende um sonho que não chega nem perto da realidade, a turma não acredita. Nós gostamos de metas anuais ‘esticadas’. Porém, tem que ser esticada, mas não impossível”.

 

Mesmo que Comece Pequeno

Mirar em um sonho grande, significa conseguir algo importante mesmo que esse sonho não seja parcialmente realizado. Uma pesquisa da Endeavor mostra que a maioria dos empreendedores de sucesso começou localmente, mas planejou em escala global.

Veja o que disse Reid Hoffman, fundador e presidente do LinkedIn, no Endeavor Entrepreneur Summit em São Francisco:

“É claro que você pode mirar em um alvo maior, porque você pode acabar com algo menor de qualquer forma. E parte da razão de isso ser uma regra no empreendedorismo é porque se você não começar mirando alto, quase nunca vai conseguir chegar lá. Tem que ser assim: ‘Como posso ter um impacto global?’. Eu acho que todas as empresas de alto impacto devem pensar em escala global por natureza hoje em dia, por causa da forma como o ecossistema do mercado funciona.  Aí você pensa ‘OK, como eu posso entrar nesse jogo?’. Um dos maiores desafios é como construir algo muito forte com o foco local e então partir para o jogo global. Por exemplo, nós lançamos o LinkedIn com 13 países na lista, e acho que completamos  todos os países em 4 meses, porque para cada pessoa que reclamava que seu país não estava na lista, nós o adicionávamos.”

 

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24

jul
2016

Sem Comentários

Em e-commerce

Por Vinicius AC

Conheça bem seu Inimigo, o Chargeback

Em 24, jul 2016 | Sem Comentários | Em e-commerce | Por Vinicius AC

chargebackExistem vários tipos de solicitações de cancelamento de pagamentos em compras online. São as chamadas contestações ou chargebacks.

Chargeback é uma transação contestada pelo titular do cartão, que entra em contato com a operadora e alega que não recebeu o produto/serviço, ou não reconhece o lançamento em sua fatura.

O chargeback é um dos grandes temores para os proprietários de lojas virtuais. O lojista vende e depois descobre que o valor da venda não será recebido. Se o valor da venda já tiver sido creditado para o logista, ele será imediatamente estornado ou lançado como débito no caso de inexistência de fundos no momento do estorno.

 

Os principais motivos de chargeback são:

  1. Não reconhecimento na fatura: Muitas vezes o comprador não consegue associar a compra na loja virtual ao nome que aparece na fatura do cartão.
  2. Desacordo comercial: A loja virtual, de alguma maneira, não cumpre o prometido.
    Exemplos:

    • A loja não entrega o produto ou não cumpre o prazo estipulado para entrega;
    • A mercadoria comprada não está de acordo com aquilo que o comprador esperava (funcionalidade ou aparência) ou veio com defeito;
    • Auto-fraudes – O comprador age de má fé e efetua o cancelamento da compra. Além de ficar com o produto, ainda fica com o valor devolvido em seu cartão de crédito;
    • Fraudes – Utilização indevida de dados e cartões de pessoas não relacionadas às compras, ou seja, de terceiros. Pode ser efetuada por meio de clonagem de cartões, engenharia social, roubo de dados.

 

Fraudes:

Tentativas de fraudes na internet sobre clientes e lojas virtuais representaram 4,1% das 55 milhões de compras realizadas no primeiro semestre de 2015. Ou seja, mais de 2 milhões de compras foram fraudes. Percentualmente, o norte é a região com mais tentativas de fraudes, seguido por nordeste e centro oeste  (Fonte: ClearSale).

O problema é muito maior do que se imagina. Não ganha notoriedade porque não interessa às administradoras de cartões de crédito a divulgação de fraudes na utilização de seus cartões.

Dificilmente é considerado o lado dos lojistas neste problema. No caso de uma compra online, normalmente, quando a fraude é descoberta, o primeiro passo do titular do cartão é solicitar o cancelamento do pagamento. Porém, muitas vezes, a mercadoria já foi enviada. Isso é ainda mais grave no caso das auto-fraudes, ou seja, o titular do cartão age de má fé e solicita o cancelamento do pagamento após a compra. Muitos logistas sustentam que uma boa parte chargebacks atuais são auto-fraudes.

 

Administradoras de Cartões de Crédito

Salvo raras exceções, as administradora de cartão de crédito não fazem nenhuma análise de risco nas transação efetuadas pela Internet. Só é feita a conferência dos dados cadastrais informados e a disponibilidade de saldo na conta do cliente. Ou seja, o risco é todo do lojista.

Nos contratos firmados diretamente com as administradoras de cartão, normalmente os lojistas arcam a maioria dos riscos e obrigações.

 

Operadoras de Pagamento Online

São empresas ( PagSeguro, Paypal, Bcash, Moip, Mercado Pago, Pagar.me, etc. ) que atuam como intermediadoras de pagamento online, oferecendo diversas formas de pagamento, entre elas, pagamento via cartões de crédito. Essas empresas, costumam realizar análise de risco e garantir as vendas aprovadas. Naturalmente, haverá um custo extra em termos de taxas, nas vendas efetuadas através dessas intermediadoras.

 

A Novela da Aprovação do Pagamento

Quanto mais cuidadosa for a operadora de pagamentos online com a segurança, maior a probabilidade de ocorrerem falsos positivos, ou seja, uma compra correta ser cancelada e o logista perder uma venda.

Outro problema, é o pagamento demorar a ser autorizado. Algumas vezes o pagamento passa 6, 8, 12 e até 48 horas com o status “Em Análise”. Nesse tempo, a empresa operadora estará verificando tudo para garantir que é uma compra válida. Porém, normalmente os clientes odeiam esperar tanto para ter seu pagamento aprovado.

A análise é feita tanto no cliente, quanto na loja. Se sua loja tem um determinado volume de vendas e ocorre um incremento repentino no valor das vendas, é comum o processamento dos pagamentos demorar um pouco mais que o normal.

Também é comum que para produtos com preço mais baixo, o pagamento seja aprovado mais rapidamente, do que para produtos mais caros.

Alguns tipos de produtos costumam ser alvo mais frequentes de fraudes, como por exemplos celulares e outros eletrônicos. Nesses casos, costuma ocorrer uma porcentagem mais alta de pagamentos não autorizados e uma demora maior na análise dos pagamentos.

Algumas operadoras, inclusive, ligam para os clientes para confirmar a compra, antes de autorizar o pagamento. Se por algum motivo, o cliente não atender a ligação, o pagamento não é autorizado.

 

Como resolver o problema do chargeback?

Hoje, não tem como resolver 100%.

Em algum momento, todas as operadoras de pagamento vão gerar dor de cabeça. Normalmente, a eficiência em relação a diminuição dos prejuízos dos logistas com chargebacks, é inversamente proporcional ao valor das taxas cobradas nas transações. Taxas menores, podem representar mais riscos. Taxas maiores, mais segurança.

Porém, existem relatos de problemas com todas as empresas. No geral a máxima é “Ruim com elas, muito pior sem”. 😉

 

Disputas

Algumas operadoras de pagamento online tem sistemas onde os consumidores abrem contestações em relação a compra efetuada. Esses sistemas, ao menos permitem que os logistas se defendam apresentando provas de que o produto foi enviado da forma solicitada pelo consumidor.

No PagSeguro, por exemplo, existe um sistema chamado “Central de Disputas”. A promessa é que o vendedor estará protegido do chargeback quando:

(a) Enviar comprovação válida de entrega do produto e/ou prestação do serviço no prazo de 2 dias, quando solicitado, através da Central de Soluções em sua conta PagSeguro;
(b) Comprovar a participação do Comprador na especificação do produto e/ou serviço. Ex.: escolha de tamanho, cor, quantidade e etc.;
(c) Comprovar a entrega do produto através do AR (Aviso de Recebimento) assinado pelo portador do cartão ou pelo comprador;
(d) Informar o código de rastreamento válido de envio do produto (confirmado pelo site dos Correios ou transportadoras) nos detalhes da transação em sua conta PagSeguro;
(e) Efetuar a entrega do produto somente nos endereços cadastrados pelo comprador na PagSeguro;
(f)  Enviar documentação completa solicitada pela PagSeguro para análise e possível desbloqueio do pagamento contestado;
(g) Comprovar que houve esforços para resolver junto ao comprador problemas de desacordo comercial (exemplo: impossibilidade da prestação de serviços ofertados, produto indisponível ou avariado, etc.);
(h) Nos casos de duplicidade de pagamento, enviar comprovação válida de entrega dos 2 (ou mais) produto(s) e/ou prestação do serviço, no prazo de 2 dias, quando solicitado, através da Central de Soluções em sua conta PagSeguro;
Fonte: https://pagseguro.uol.com.br/regras-de-uso.jhtml

Por Vinicius Castro – CIO Virtuaria

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22

abr
2016

Sem Comentários

Em Blog
e-commerce

Por Vinicius AC

Os Gigantes do Ecommerce

Em 22, abr 2016 | Sem Comentários | Em Blog, e-commerce | Por Vinicius AC

gigecom01Maior empresa de e-commerce da Índia, a Flipkart foi avaliada recentemente, durante uma rodada de investimento, em 15,5 bilhões de dólares, cerca de 46 bilhões de reais. O investimento pretendido é de mais de 500 milhões de dólares. Entre os grandes participantes da rodada, está a Tiger Global, um dos fundos de investimentos mais atuantes no setor de tecnologia e comércio eletrônico no mundo, que em 2012 comprou 30% da Netshoes e já fez investimentos no Facebook, Netflix e LinkedIn.

O Flikart tem números incríveis, como por exemplo 30 milhões de produtos,8 milhões de pacotes entregues por mês e 45 milhões de usuários registrados. Flipkart entrega em mais de 1.000 cidades e vilas indianas. Atualmente, conta com 33 mil funcionários.

O patrimônio líquido dos dois fundadores da Flipkart, Sachin e Binny Bansal, ex-executivos da Amazon, deve crescer 1,16 bilhão de dólares cada. A dupla têm participação idêntica, 7,5% cada, na empresa que eles lançaram como um ecommerce de livros em 2007. Os irmão serão os primeiros bilionários do mundo do e-commerce na Índia.

Brasil

Apesar de ter 1,2 bilhão de habitantes, a Índia é menor que o Brasil em alguns pontos, inclusive na lista de maiores países do mundo no quesito ecommerce. O PIB do Brasil é maior que o da Índia. Em compensação, a classe média indiana tem 300 milhões de pessoas, mais que o dobro da brasileira. Por outro lado, a renda per capita no Brasil é muito mais alta que na Índia.

A reflexão é que temos potencial para crescer vários bilhões ainda, pois os nossos gigantes são vários, mas somados, não chegam nem perto do gigante indiano.

O maior player do ecommerce brasileiro é a B2W, que detém as marcas Americanas.com, Submarino e Shoptime, com faturamento de US$ 2,477 bilhões em 2014. No ranking dos 50 maiores e-varejistas do mundo, segundo levantamento da consultoria Deloitte, estão incluídas duas empresas brasileiras. As Americanas.com que ocupa o 15 º lugar  e a Hermes/Comprafacil.com, na 45º posição. A lista considera apenas empresas que detêm o próprio estoque e leva em conta o faturamento das vendas online no ano fiscal de 2012, encerrado em junho de 2013 (um pouco desatualizado).

Mundo

O maior ecommerce do mundo é o Alibaba, avaliado em mais de 201 bilhões de dólares, teve mais de 255 milhões de clientes em 2014, a maior parte no mercado asiático. Com uma oferta pública inicial de 21 bilhões de dólares, o Alibaba ultrapassou a Amazon como maior e mais valiosa empresa de comércio eletrônico do mundo.
Um vasto império de comércio eletrônico, o Alibaba engloba atacado, varejo, compras coletivas e pagamentos. Carismático, fundaior do Alibaba, Jack Ma, não faz segredo de suas ambições globais. O Alibaba está batendo na porta da Amazon nos Estados Unidos e na Europa. Enquanto isso, a Amazon está fazendo esforços para expandir sua pequena presença no mercado chinês.

Valor de mercado de algumas empresas, segundo a Forbes:

1 –  Alibaba   —-  $201.7 bilhões —- China
2 –  Amazon  —-  $175.1 bilhões —- EUA
3 –  eBay      —-  $68.9 bilões     —- EUA
4 –  Flipkart   —-  $ 15.5 bihões   —- Índia

Veja também a lista (dados do início de 2013) das maiores do mundo no segmento de ecommerce ( apenas empresas que detêm o próprio estoque):

1) Amazon – EUA – US$ 51,7 bilhões
2) Apple.inc – EUA – US$ 8,6 bilhões
3) Wal-Mart – EUA – US$ 7,5 bilhões
4) Otto – Alemanha – US$ 7,41 bilhões
5) Beijing Jingdong Century Trading – China – US$ 6,66 bilhões
6) Tesco – Reino Unido – US$ – 4,76 bilhões
7) Liberty Interactive – EUA – US$ 4,39 bilhões
8) Dell.inc – EUA – US$ 4,37 bilhões
9) Casino – França – US$ 3,42 bilhões
10) Jia.com – China – US$ 3,2 bilhões
15) Americanas.com – Brasil – US$ 2,47 bilhões
45) Hermes (Comprafacil.com) – Brasil – US$ 1,03 bilhões

Jack MaJack Ma – Fundador do Alibaba

Por: Vinicius Castro / Virtuaria

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22

abr
2016

Sem Comentários

Em Blog
e-commerce

Por Vinicius AC

Irmãs faturam com ecommerce de camisetas

Em 22, abr 2016 | Sem Comentários | Em Blog, e-commerce | Por Vinicius AC

irm01Do virtuaria.com.br.

As irmãs Andrea e Renata, adoravam trocar a cidade de São Paulo, onde moram, pelo Rio de Janeiro na época do carnaval. Andrea, que trabalhava como estilista na confecção da mãe, fazia uma camiseta personalizada diferente para cada dia que ela, a irmã e o grupo de amigas passassem na cidade maravilhosa.

As camisetas chamaram atenção por suas estampas diferentes e mensagens descontraídas. Foi tanto sucesso, que em 2011, as irmãs resolveram transformar a tradição de carnaval em um negócio rentável, a loja virtual Carmensitas.

O investimento inicial da empresa foi de R$ 15 mil. “Como utilizamos a infraestrutura da confecção da nossa família, nossos custos foram reduzidos”, afirma Andrea.

Andrea deixou de ser estilista da confecção familiar para se dedicar totalmente à nova marca. Já Renata, parou de trabalhar na área de arquitetura para ajudar a irmã na parte de criação dos produtos da Carmensitas. Juntas cuidam de toda parte de criação e desenvolvimento de coleção da marca.

“Aqui tudo o que fabricamos e comercializamos é feito no Brasil, faz parte da nossa cultura e dos nossos valores, valorizar a indústria nacional! Nosso know how vem de família, lá dos tempos da vovó que há mais de 40 anos está no mercado da moda! Amamos o que fazemos, por isso tudo é feito com muito carinho por nós mesmas, e cada detalhe é pensado antes de ser colocado no ar e vestir as Carmensitas por aí. Buscamos inspiração em tudo que vivemos, com um olho nas tendências, mas sempre adaptadas ao que gostamos de usar e que tenha a cara da marca.”, dizem Andrea e Renata

A marca se diferencia por vender camisetas com estampas diferentes e mensagens divertidas. Pouco tempo após o lançamento da marca, uma blogueira famosa no segmento de moda e beleza fez um post sobre algumas das peças. Isso fez com que a procura pelos produtos da Carmensitas aumentasse consideravelmente. “Nossa média é de 400 a 500 acessos diários no site. Quando alguma blogueira faz uma postagem citando a marca, o site chega a receber mais de 2000 visitas”, diz a estilista.

Atualmente, além das camisetas desenhadas por Andrea e Renata, a Carmensitas também vende acessórios e objetos de outras marcas. Os produtos são selecionados em uma curadoria feita pelas irmãs. “Lançamos uma nova coleção por mês, então escolhemos o que tem a ver com a linha. Sempre temos alguma coisa nova. Como somos um e-commerce, os clientes querem ver uma novidade toda vez em que acessam o site”, afirma Andrea.

O desenho das camisetas também requer um cuidado especial. “A nossa essência consiste em não desenvolvermos o que está na moda e sim o que gostamos. Nossas estampas são exclusivas e o atendimento é personalizado”, diz a empreendedora. Os produtos do site saem por valores entre R$ 89 e R$ 169.

As irmãs consideram que a combinação de produtos personalizados com tom de novidade em épocas específicas é certeiro para o negócio delas. Parece estar funcionando: em 2014, o faturamento da Carmensitas foi de R$ 800 mil.

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21

mar
2016

Sem Comentários

Em e-commerce

Por Vinicius AC

E-commerce cresce 24% e chega R$ 35,8 bi em 2014

Em 21, mar 2016 | Sem Comentários | Em e-commerce | Por Vinicius AC

No Brasil, o e-commerce apresentou um crescimento de 24% em relação a 2013, com um faturamento de 35,8 bilhões. Ao todo, foram mais de 50 milhões de consumidores únicos, sendo que 10,2 milhões realizaram sua primeira compra online. Foram mais de 100 milhões de pedidos com um valor médio de R$ 347.

São dados são da pesquisa E-bit, empresa especializada em informações do comércio eletrônico. Para 2015, a E-bit prevê um crescimento nominal de 20%, atingindo faturamento estimado de R$ 43 bilhões.

Varejistas menores tiveram um crescimento nas vendas online de 14,4% em 2014. O número é apenas um pouco menor que os 15,4% de crescimento do e-commerce dos Estados Unidos. Em geral, nos Estados Unidos, as vendas online cresceram 16% em 2014, enquanto nas lojas físicas esse crescimento ficou em 2,4%.

 

MOBILE COMMERCE

Vendas por smartphone e tablets, o mobile commerce, atingiram quase 10% do total de vendas online de 2014. A maioria (62%) desses consumidores online ainda estão nas classes A e B, ante as classes C e D (27%). As transações via smartphones se tornaram maioria (56%) no decorrer de 2014, tendo superado os tablets, que iniciaram o ano na frente com 60%.

A penetração dos smartphones na audiência online brasileira chegou a 72% no final de 2014, segundo a pesquisa anual “Brasil Conectado” da IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau). Também segundo essa pesquisa, 72% dos entrevistados apontaram ter smartphone com acesso à Internet. Trata-se de um crescimento de 20% em relação à edição de 2013 do mesmo estudo.

A conclusão é que a porcentagem de vendas via smartphones deve crescer ainda mais em 2015, principalmente com um grande aumento dos consumidores das classes C e D no mercado online.

Os dados acima mostram a importância de ter uma loja virtual preparada para ser acessada e realizar vendas através de dispositivos móveis.

A loja Virtuaria, segundo o teste do Google, é incrível neste quesito. Veja: https://www.google.com/webmasters/tools/mobile-friendly/?url=demo01.virtuaria.com.br

Virtuaria é uma startup parceira da SWX Softwares.

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